Chay Suede e Luan Santana no “Amor e Sexo”? Fernanda Lima conta tudo !

Se tem um nome que a Globo não deixa de incluir em seus planos é Fernanda Lima. A gaúcha apresentou o reality de sucesso “SuperStar”, que revelou a Banda Malta para o mundo, e é dona de um dos programas mais divertidos da emissora, o “Amor e Sexo”!
E a gatíssima falou com o Purebreak justamente sobre o novo ano da atração, que está de volta para ficar com novos convidados, performances, looks incríveis e bombásticos e muito mais! Quer saber o que ela contou?
Confira!
Chay Suede é um dos convidados da nova temporada

Você que é fã do jovem José Alfredo de “Império” pode começar a dar pulinhos de alegria, já que o novo queridinho do Plim-Plim vai estar presente na zoeira da atração. E não só ele, mas algumas outras presenças ilustres já estão garantidas: “Vamos seguir o mesmo caminho, mas lógico com músicas novas, danças novas, roupas novas. Luan Santana, Ivete Sangalo, o Chay Suede… Vai ter bastante gente legal lá”, conta.

Além disso, a musa da Copa do Mundo 2014 ainda falou sobre a ausência do implicante Alexandre Nero da bancada dos jurados, já que o ator está no ar como o protagonista de “Império”: “O Nero é insubstituível, estamos sofrendo. Ele vai fazer muita falta, mas vamos tentar sempre trazer coisas novas para compensar o desfalque”, explica.

Você tem alguma dúvida de que a nova temporada de “Amor e Sexo” na Globo com a Fernandinha vai ser incrível @luansantana (em Rio de Janeiro)

Se tem um nome que a Globo não deixa de incluir em seus planos é Fernanda Lima. A gaúcha apresentou o reality de sucesso “SuperStar”, que revelou a Banda Malta para o mundo, e é dona de um dos programas mais divertidos da emissora, o “Amor e Sexo”!
E a gatíssima falou com o Purebreak justamente sobre o novo ano da atração, que está de volta para ficar com novos convidados, performances, looks incríveis e bombásticos e muito mais! Quer saber o que ela contou? Confira!

Chay Suede é um dos convidados da nova temporada

Você que é fã do jovem José Alfredo de “Império” pode começar a dar pulinhos de alegria, já que o novo queridinho do Plim-Plim vai estar presente na zoeira da atração. E não só ele, mas algumas outras presenças ilustres já estão garantidas: “Vamos seguir o mesmo caminho, mas lógico com músicas novas, danças novas, roupas novas. Luan Santana, Ivete Sangalo, o Chay Suede… Vai ter bastante gente legal lá”, conta.
Além disso, a musa da Copa do Mundo 2014 ainda falou sobre a ausência do implicante Alexandre Nero da bancada dos jurados, já que o ator está no ar como o protagonista de “Império”: “O Nero é insubstituível, estamos sofrendo. Ele vai fazer muita falta, mas vamos tentar sempre trazer coisas novas para compensar o desfalque”, explica.
Você tem alguma dúvida de que a nova temporada de “Amor e Sexo” na Globo com a Fernandinha vai ser incrível? 🎥

AI MEU DEUS, NÃO! AQUELE É O RAT BILLINGS! RAT BILLINGS! O MELHOR POETA DE TODOS OS TEMPOS. - Amy aponta histericamente para o homem que parece querer fugir dela. Ela dá alguns pulinhos de excitação e corre atrás dele. - Hey Rat! Rat eu sou sua maior fã! - No entanto, antes de conseguir seu objetivo tropeça em seus próprios cadarços e cai em cima de seus cadernos, vendo um deles cair em uma poça de água. - Ai não, ah meu Deus. AH MEU DEUS! Meus poemas! 

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10 - you should go

Theo entrou no circulo mexendo os braços e dando pulinhos. Mordi o lábio nervosa. Não queria perder, mas também não queria que ele apanhasse até morrer ou coisa parecida. Senti alguém passar o braço na minha cintura e já olhei com cara feia.

Alex: Calma ai! – Ele levantou os braços sorrindo.

Sorri para ele e voltei a prestar atenção na luta. Os dois se encaravam andando em círculos. O outro cara era pelo menos 1 metro mais largo que o Theo. Mesmo assim ele continuava com o sorriso no rosto provocando o sujeito. Mas o que? Ele esta querendo morrer?

O primeiro soco veio do grandalhão, soltei um grito quando ele quase acertou a cabeça do Theo. Que revidou com uma cotovelada bem na bochecha do sujeito. O grandalhão se afastou segurando o rosto e sorrindo em quanto sangue escorria da sua bochecha. Ele virou um soco no rosto do Theo tão rápido que eu acho que nem ele viu. Agarrei o Alex quando Theo caiu de costas no chão. Se levantou dando um chute na lateral do grandão que cambaleou um pouco. Dessa vez Theo não perdeu tempo, um soco sucedeu o outro até que o homem estivesse ensanguentado no chão. O Juiz agarrou o pulso do Theo o levantando em quanto Theo sorria, balancei a cabeça com raiva em quanto ele vinha até mim.

Theo: Acho que ganhei a aposta.

Eu: E alguns roxos. – Eu disse examinando a suas mãos.

Theo: Normal.

Olhei para o seu rosto e vi que ele tinha um corte no topo da testa.

Eu: Eu acho que você precisa cuidar disso…

Theo: Pode me ajudar? – Ele me deu um sorriso de lado.

Eu: Com o corte. Sim.

-

Theo estava sentado na privada do banheiro minúsculo, e eu me espremendo entre a pia e ele tentando melhorar o seu rosto. Passei um papel com água e em quanto ele me olhava se divertindo.

Theo: Não sou de açúcar sabia?

Eu: Eu sei, é só que parece estar doendo. – Eu disse passando o pano com cuidado em seu rosto.

Theo: Essa não é a primeira vez que eu ganho um desses.

Fiquei pensando no que isso significava e decidi não perguntar. Ele tinha mesmo cara de quem se envolvia em brigas, e eu não queria confirmar isso.

Theo: Mas com certeza essa é a sua primeira vez aqui…

Eu: Meu irmão sempre vinha. – Joguei o pano ensanguentado na lixeira e me virei para ele. – E eu sempre quis, mas não tinha idade. E na época minha mãe costumava se importar comigo.

Theo: O que mudou?

Eu: Meu pai, ele…

Por que eu estava contando isso para ele? Ele era um completo idiota, eu não sei se queria compartilhar uma das minhas maiores fraquezas com ele.

Theo: Se não quiser não precisa me contar.

Ele se levantou ficando incrivelmente perto de mim. Coloquei as mãos em seu peitoral nu tentando manter certa distancia entre nós. Mas isso só me fez querer puxa-lo para mais perto. Era incrível a reação que aquele menino me causava, desde o nosso beijo. Mas eu não queria e não podia me envolver com ninguém de novo, não com outro babaca. Não com outro Vinicius. Ele olhou para baixo depois levantou só os olhos e sorriu para mim. Pude jurar que babei naquele momento. Senti um calor subir pelo corpo todo e sorri para ele.

Theo: Eu posso… ham passar?

Só ai percebi que eu estava bloqueando a porta. Senti meu rosto queimar e abri a porta saindo do banheiro correndo. Minhas bochechas queimavam. Bebida eu precisava de uma bebida.

As lutas continuavam do lado de fora do banheiro e eu fui andando até o bar improvisado e servi uma dose de vodka para mim virando ela inteira. Não ia me deixar bêbada, mas ia me ajudar a relaxar.

.: Sabe que as pessoas não vão te respeitar aqui se você estiver bêbada.

Olhei para o lado e um menino de cabelos Loiros e olhos Azuis estava parado na minha frente. Ele tinha um sorriso lindo e um piercing no lábio de baixo, igualzinho o do Theo.

Eu: Eu sei. – Sorri para ele. – Não pretendo tomar mais do que isso.

.: Acho que tudo bem então. – Ele sorriu. – Meu nome é Lucas.

Eu: Clarice.

Lucas: Eu nunca te vi aqui…

Eu: Nunca vim. Essa é a primeira vez.

Lucas: Não parece muito a sua praia.

Eu: Eu achei que era. Mas acho que não é…

Lucas estava sorrindo quando arregalou os olhos se despediu e saiu andando. Não tinha entendido nada até eu conseguir olhar para trás. Claro, Theo.

Eu: Você não pode fazer isso!

Theo: Fazer o que?

Eu: Você não é o meu dono porra!

Theo: Você fala muito palavrão.

Revirei os olhos. Nessa hora Alex passou por mim e eu agarrei seu braço indo até o meio da pista de dança improvisada no canto. As lutas já tinham acabado a essa altura então a musica estava mais alta, e a galera tinha ido beber e aproveitar a pós festa. Coisa que eu estaria fazendo com o Lucas se o Theo não tivesse fodido tudo.

I’m ready começou a tocar e a galera foi à loucura. Gritando e jogando as mãos para o auto. Puxei Alex para perto de mim e joguei os braços em seus ombros em quanto ele segurava a minha cintura. Comecei a rir com as caretas que ele fazia para mim. Eu sentia falta do Alex, ele era um grande amigo e a gente estava tão distante esses dias. Era bom ter o velho Alex de volta. Dançamos até o final da musica quando ele viu um cara que ele tinha gostado e foi atrás dele. Dei de ombros e continuei dançando sozinha. Fechei os olhos e soltei o corpo na pista de dança sem me importar com mais, nada. Uma das coisas que sempre gostei de fazer foi dançar, musica era praticamente a minha vida. Quando abri os olhos Theo estava de frente para mim mordendo o piercing preto no canto da boca. Senti meu rosto corar com o seu olhar. Seus olhos viajavam por todos os cantos do meu corpo e eu tive vontade de me encolher em uma bola.

Ele riu em quanto eu sai andando praticamente correndo. Precisava achar a Luiza, precisávamos ir embora. Sai andando pelo lugar procurando ela, era minha impressão ou isso aqui ficou bem mais cheio quando a luta acabou? Era quase impossível andar pela multidão sem esbarrar em alguém ou levar um banho de bebida.

Encontrei a Luiza encostada em um banco sozinha mais branca que a parede. Bufei indo até ela.

Eu: O quanto você bebeu?

Ela sorriu para mim de um jeito bem bêbado e levantou o dedo mostrando 4.

Luiza: Não sei se foram 5 ou 8 ou aaa quem liga? – Ela caiu na risada. – Eu to enjoada…

Revirei os olhos e peguei ela pelo braço indo até o banheiro. Me espremi para passar na porta e coloquei ela sentada de frente para o vaso no chão. Juntei o cabelo dela em uma mão e fiquei segurando para trás.

Luiza: Tá fedendo a mijo.

Eu: Talvez se alguém soubesse a hora de maneirar… A gente não estaria num banheiro fedendo a mijo.

Luiza: Por que mijo fede? Não é água?

Revirei os olhos de novo. Luiza finalmente abraçou a privada e começou a vomitar. Eu odiava fazer isso, mas ela era minha amiga e… É isso ela era minha amiga e eu tinha que ajudar.

Depois de quase 30 minutos dentro daquele banheiro ela limpou a boca com as costas da mão e se levantou.

Luiza: Acho que eu já to pronta para ir embora.

Eu: Ok eu vou procurar os meninos. Ai a gente vai! Que tal você me esperar na porta?

Ela assentiu e eu destranquei a porta. So depois vendo que a gente estava no banheiro masculino. Era por isso que essa porra fedia tanto então. Luiza saiu na minha frente e seu sai logo depois. Consegui ouvir o inicinho de “r u mine?” e sorri eu amava essa musica. Precisava achar o Alex e avisar que iriamos para casa. Precisa achar Enzo também. Comecei a andar pelo lugar quando senti uma mão segurar o meu cotovelo, me virei para Theo.

Eu: Você viu o Enzo?

Theo: Ele foi embora com uma garota.

Merda.

Eu: Preciso levar a Luiza para casa.

Theo: Eu levo vocês…

Eu não queria entrar em um carro com ele, mas eu não tinha escolha. Precisava voltar para casa e ainda tinha que deixar a Luiza em casa. Se eu largasse ela na festa, provavelmente ela ia acabar sendo estuprada no estado em que ela tava. Assenti em quanto saiamos pela porta e encontrávamos Luiza lá jogada no chão.

-

Luiza murmurou alguma coisa sobre ficar lá em casa e eu não discuti. Depois de chegar em casa dispensei Becky, e pedi para o Theo deixar a Luiza no sofá. Fui até a cozinha e servi um copo de água e me apoiei no balcão para beber.

Theo: Amanhã ela vai se arrepender disso…

Eu: Isso se ela lembrar de algo amanhã.

Ele riu e eu dei de ombros. Esfreguei a nuca fechando os olhos.

Eu: Acho que vou tomar um banho.

Theo: Isso é um convite?

Olhei para ele incrédula.

Eu: Não, isso é um “cai fora”.

Theo: Não esqueci que você me deve um favor.

Eu: Nem eu. – Bufei e olhei para ele. – Não sou desonesta, vou cumprir a aposta. Agora tudo que você podia fazer é ir embora para eu tomar meu banho.

Ele mordeu o piercing e me olhou. Nessa hora as luzes se apagaram e tudo mais de eletrônico na casa se desligou. O UNIVERSO SÓ POE TAR RINDO DA MINHA CARA.

Eu conseguia sentir as minhas bochechas corarem e me virei para pegar velas na gaveta. Tive sorte da minha irmã já estar dormindo, por que se fosse ao contrario ela estaria me berrando pela casa. Deixei o copo sobre a bancada e me virei para o Theo.

Theo: Fique a vontade para tomar seu banho gelado.

Bufei virando de costas para ele  e de frente para bancada. Senti alguém encostar nas minhas costas e congelei, minha respiração ficou mais pesada e minhas pernas completamente bambas. Me virei ficando frente a frente com o Theo, seu olhar era indecifrável. Ele estava perto demais.

Eu: Acho melhor você ir. – Falei tentando manter a voz firme.

Ele sorriu para mim e só pressionou mais seu corpo contra o meu. Minha força de vontade estava indo embora quando ele pressionou um beijo no topo da minha cabeça.

Theo: Boa noite, Clarice. 

próx: 23/08

rebekamin said:

Queria saber se eles são gays ? Amo muito eles e eu vi que eles não podem namorar por causa da gravadora, verdade? De eles tem chance de vim pro Brasil ? ❤❤❤❤❤❤❤󾓮󾓮

I - Não são, e acho que a sexualidade deles (e a de ninguém) não muda absolutamente nADA na vida minha, sua, ou de quem quer que seja. A sexualidade é um assunto particular deles, e se algum deles for a regra é clara: respeitemos.

II - Não podem e não querem. Há um tempo, o JeongMin disse que até que gostaria de ter alguém, pORÉM ele explicou que eles estão bem sozinhos, pois se não tem tempo direito nem para eles, imagine para uma namorada.

III - Como eles já deram um pulinho na América neste ano, então tem chance, sim. Se eles vem, e qUANDO eles vem, já são outros 500.

Web LuAr Addicted cap 61/2.
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‘Eu vou ver o Carrabba!!’ Falei empolgada quando encontramos Sophia e Micael já na porta da casa de show.
‘Eu também!!’ Ela deu uns pulinhos empolgados me fazendo rir. Arthur e Micael se entreolharam e rolaram os olhos. ‘Céus, aquele homem lindo, com aquela voz linda e aquelas musicas lindas! Não sei se agüento!’ Ele se abanou.
‘Tá, vamos entrar!’ Micael interrompeu nosso ataque. ‘Vocês já estão parecendo duas adolescentes no show dos Backstreet Boys.’ Ele pegou Sophia pela mão a puxando pela porta e eu e Arthur seguimos logo atrás.
Encontramos Chay, Mel, Pedro e Rayana já lá dentro, nos esperando. Caminhamos pela pista procurando algum lugar bom, e Chay apontou um canto onde tinham algumas muretas não muito altas que podíamos nos sentar se ficássemos cansados e era perto do palco.
‘Vamos pegar alguma coisa pra beber!’ Micael falou apontando para o bar no final da pista.
‘Cerveja!’ Mel levantou a mão e eu, Soph e Rayana repetimos suas ação. Os quatro se afastaram conversando e nós nos entreolhamos.
‘Só eu que estou animadíssima pra ver o Carrabba?’ Mel comentou sorrindo e nós rimos. ‘Ai, ouvir a voz dele ao vivo! O Chay quase desistiu de vir porque eu fiquei surtando lá em casa.’
‘Ih, o Micael falou que eu e a Lu estávamos parecendo duas adolescentes no show dos Backstreet Boys, acredita?’ Sophia comentou balançando negativamente a cabeça. ‘Cara, impossível não ficar empolgada num show do Dashboard, fala sério!’ Ela deu de ombros e eu concordei com a cabeça.
‘Vindicateeed, I am selfish, I am wrooooong, I am riight, I swear I’m riight. I swear I knew it all alooong.’ Cantei empolgada e as meninas riram. Olhei o relógio constatando que ainda faltavam quarenta minutos para o show e decidi engatar alguma conversa com as meninas para que o tempo passasse mais rápido.
#continuo ???

10

Fãs de cultura pop têm encontro marcado nas Comic-Cons brasileiras

Jessica Soares 19 de agosto de 2014
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A primeira Convenção de Quadrinhos do mundo aconteceu do outro lado do Oceano Atlântico. Com presença de nomes como Alan Moore (responsável pelas graphic novels Watchmen e V de Vingança) e já contando com um concurso de fantasias de personagens vindos das HQs, a British Comic Art Convention, também chamada de Comicon, foi realizada pela primeira vez em 1968, na cidade inglesa de Birmingham. Dois anos depois, a Golden State Comic Book Convention, como era então conhecida a San Diego Comic-Con International, foi criada na Califórnia. Passadas mais de quatro décadas de tradição, o evento se consolidou como o mais esperado do calendário geek, reunindo artistas e fãs não apenas de quadrinhos, mas de cinema, games e séries de TV, e servindo como palco para lançamentos e anúncios exclusivos. Se até agora os fãs que não podiam dar um &vam só na vontade, em 2014 terão pelo menos duas oportunidades para celebrar a cultura pop em solo brasileiro.

[01_BCC]
Nos dias 15 e 16 de novembro, o Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo, vai receber o Brasil Comic-Con, organizado pela Yamato Corporation. Realizado pela primeira vez em 2013, junto da programação da 10ª edição do Anime Friends, maior evento de entretenimento pop da América Latina, em 2014 o BCC ganha espaço exclusivo.

"O Anime Friends surgiu como um evento focado na cultura pop japonesa, mesmo absorvendo todas as vertentes da cultura pop ocidental com o passar dos anos. Até hoje, as principais atrações são ligadas ao animê, mangá e música japonesa. Já o BrasilComicCon vem [sendo pensado] como o grande evento para os fãs de quadrinhos, cinema, TV, literatura, games e outras vertentes da cultura pop. As atividades serão mais direcionadas, mas teremos atrações orientais também", afirma Leandro Cruz, coordenador geral do Brasil Comic Con 2014.

Uma das atrações do evento é o Beco dos Artistas - inspirado no Artists’ Alley, tradicional área dascomic cons mundiais onde quadrinistas iniciantes e profissionais têm a oportunidade de mostrar o seu trabalho ao público. O espaço estará aberto em todos os dias do evento e os artistas que quiserem apresentar seus trabalhos ainda têm tempo para se inscrever - basta acessar o site e fazer o cadastro.

"Estamos trazendo atrações que o público brasileiro já conhece, como ícones da cultura pop do passado e do presente, e também daremos destaque especial para os artistas nacionais que brilham no exterior, como o caso do Mike Deodato Jr., um dos principais ilustradores da Marvel na atualidade", afirma Leandro Cruz.

Reunindo nomes diversos do universo pop e fantástico em um só espaço, até o momento o evento tem também as presenças confirmadas de artistas como Paul Zaloom, o eterno cientista amalucado de O Mundo de Beakman; Cassandra Peterson (Elvira, A Rainha das Trevas); Takumi Tsutsui, que deu vida ao herói do seriado japonês Jiraiya, o Incrível Ninja; James O’Barr, o ilustrador e criador de O Corvo; Alfonso Ribeiro (o Carlton Banks, de Um Maluco no Pedaço) e Yaya Han, uma das cosplayers mais famosas do mundo.

[01_BCC_Mike] [01_BCC_Beakman] [01_BCC_Elvira] [01_BCC_Takumi]
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Contando ainda com a presença de distribuidoras de filmes e canais de TV, a promessa é que quem passar pela BCC2014 pode esperar surpresas e anúncios em primeira mão. Os ingressos para o evento já estão à venda e podem ser adquiridos através do site oficial.

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Entre 4 e 7 de dezembro, a experiência de celebrar o mundo pop chega ao Brasil com a Comic Con Experience (CCXP). Organizado pelo Omelete e a Chiaroscuro Studios, o evento busca cobrir as principais áreas do universo pop e geek - de quadrinhos a filmes e séries de TV, passando por games, anime, RPG e música.

"Estamos montando a ComicCon Experience tendo como referência diversas comic cons que acontecem pelo mundo e buscando reproduzir aquela sensação arrebatadora que qualquer fã experimenta quando participa de uma", afirma Ivan Costa, sócio da ComicCon Experience. Em respeito à origem das convenções, que surgiram como eventos exclusivamente de quadrinhos, as primeiras participações anunciadas estão ligadas ao mundo das HQs.

A lista inclui quadrinistas de projeção hoje como Scott Snyder e Sean Murphy, premiados este ano nas categorias “Melhor minissérie” e “Melhor Desenhista/Finalista” do prêmio Eisner pela HQ The Wake; Olivier Coipel (Thor), Klaus Janson (O Cavaleiro das Trevas); e vários brasileiros, como Ivan Reis (Liga da Justiça), Rafael Albuquerque (Vampiro Americano, série premiada com o Eisner), Rafael Grampá (ganhador do Eisner por 5), Fábio Moon e Gabriel Bá (ganhadores do Eisner porDaytripper). Além disso, 150 artistas vão participar do Artists’ Alley.

Já entre os convidados da mídia, foi confirmada a participação de Sean Astin, o Sam de O Senhor dos Anéis; Giancarlo Esposito, o Gus Fring de Breaking Bad; Kirk Hammet, guitarrista do Metallica e maior colecionador de itens de horror; e Joe Maddalena, maior leiloeiro de Hollywood.

[02_CCXP_Sean][02_CCXP_Giancarlo][02_CCXP_Kirk][02_CCXP_Joe]

"Parte da magia das maiores comic cons do mundo é a surpresa e temos algumas na manga, que estão sendo planejadas com os expositores e com empresas brasileiras e estrangeiras", afirma Ivan. Além de participações surpresa e lançamento de produtos, ele adiantou uma das novidades que os fãs podem esperar encontrar por lá: estátuas exclusivas com personagens Disney e Marvel serão lançadas pela Iron Studios na CCXP.

Apesar de o evento acontecer em São Paulo, do total de ingressos vendidos no primeiro lote, 47% foram comprados por fãs de outros estados. Segundo os organizadores, até fãs de países vizinhos já reservaram ingressos. As vendas do segundo lote começam no dia 19 e podem ser adquiridos através do site oficial do evento

PARTS OF ME, CHAPTER FOUR.

[Antes do quarto capítulo devo algumas explicações pela demora para postagem do mesmo!]

Pois bem, eu peço milhões de desculpas aos leitores pela demora. Fiquei doente nesse meio tempo e aconteceram várias coisas que favoreceram a demora da postagem do capítulo, mas aqui está! Vim dizer também, que caso houver outra demora, é totalmente justificável. Estou escrevendo outra fanfic, também com o “tema” jogador de futebol, com personagens totalmente originais/inventados. Quem quiser conferir, é só dar um pulinho aqui. Devo confessar que também ando um pouco desanimada para escrever porque não faço ideia de quantos leitores tenho. Muita gente segue o tumblr, mas recebo poucos comentários no meu ask.fm. Quem puder comentar o que está achando da fanfic até agora, o que acham dos personagens e o que espera da história, seria algo que ajudaria bastante no desempenho da fanfic. Agradeço a todos que permanecem comigo nessa jornada, haha. Tenha uma boa leitura! Grande beijo, Cay. 

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- Não está falando sério, está, David? - Perguntou Sara. Não estava brava como David achava que ela iria ficar. Não estava demonstrando emoção ou reação nenhuma na voz. Não tinha ao menos, cruzado os braços demonstrando irritação. Não tinha feito nada. Apenas olhava pra ele, querendo respostas que talvez ele não teria no momento.

David estava nervoso. Andava para lá e para cá o tempo todo. Entraria em campo dentro de alguns minutos e tinha que acalmar seus pensamentos. Tinha decidido falar com Sara após a partida, porém ele tinha a visto antes disso e já colocou tudo para fora. Não aguentaria abraçá-la e ao mesmo tempo repelir a verdade. Então ele cuspiu as palavras ali mesmo, antes de entrar pro jogo. Sabia que tinha errado ao fazer isso. Mas não tinha conseguido evitar. Simplesmente as palavras fluíram.

- Sim, estou falando sério. - David estava com uma mão na cintura e outra coçando o cabelo. Não sabia se estava falando sério, de fato. Todavia, não podia admitir isso. Nem para Sara, muito menos para ele mesmo.

- Tudo bem. Eu saio do meu país e venho pro seu e você me chuta como se eu fosse uma dessas bolas de futebol?

David olhou sério para Sara. Ele quase riu da comparação dela. Não era típico de Sara falar uma coisa dessas, talvez estivesse na TPM. Talvez… Seria bem pior do que ele imaginava.

- Eu não pedi pra que você… - Ele afinou a voz.

- Não termine essa frase, certo?

- Só a verdade. Desculpe.

- Eu vou continuar com a sua família. Até a Copa acabar. Depois conversamos melhor, está bem? Quando a Copa acabar nós conversaremos melhor. Não tente discutir quanto à isso.

Sara não fez questão de beijar David antes de sair. E ele ficou grato por isso. Talvez ela tenha entendido o que ele queria dizer. Que tudo já estava acabado antes mesmo dele querer acabar com alguma coisa ali. Talvez, talvez. Nunca dava pra ter certeza alguma em relação à ela. Era complicado.

O jogo contra Camarões não fora tão cruel. 4x1 para o Brasil, o que deixou David mais relaxado. Durante a partida, tentou não pensar em Sara e nem em nada que não fosse relacionado ao jogo. David era bom naquilo. Manter o foco era uma das suas qualidades.

Ele se entregava de corpo e alma ao jogo, quando estava dentro do gramado, sua mente pertencia ao jogo e a vibração do momento. Claro que isso incluía a torcida. E pensar na torcida faria ele voltar a pensar em Sara, pois ela estava lá. Mas também tinha toda a sua família. Aqueles com que ele podia contar e confiar o tempo todo, pro resto da sua vida.

Era claro que Bernard estava impaciente, querendo retornar logo à Granja. Não só por estar sempre no banco, como reserva. Mas sim, porque lá tinha Trize, e David sabia que era por esse motivo que o amigo não via a hora de retornar ao “confinamento”.

Ele mesmo também queria descansar um pouco antes de retomarem a rotina de treinos, porém estava preocupado com Celeste. Sim, Celeste. David mal podia acreditar nisso.

Depois do incidente no quarto de Celeste, David começou a tratá-la exageradamente bem. Nem ele sabia de onde tinha tirado tudo aquilo. Normalmente ele tratava as pessoas com uma certa educação, mas com Celeste, David tinha quase o mesmo sentimento de querer cuidar dela como tinha com Bernard. Ele queria cuidar de Bernard como irmão mais velho, claro. Queria cuidar de Celeste também, mas não como um irmão. Ela passou de uma simples desconhecida para uma amiga e tanto em poucos dias. Era surpreendente.

Alguma coisa no olhar dela dizia que ela precisava ser cuidada, ser tratada bem. David percebia que as vezes ele estava certo. Celeste ficava até surpresa com as gentilezas dele. E ele, cada vez mais sem graça perto dela.

Foram poucos dias juntos, ele sabia disso. Mas conseguiu nutrir um certo afeto por Celeste. Ela era uma garota meiga, ele podia ver. Também percebeu que deve ter sido maltratada por algum cara alguma vez na vida, coisa que ela nem de longe merecia. Por trás daquele jeito louco que ela tinha (e ele adorava), pôde achar nela, uma Celeste doce, que talvez poucos tivessem a oportunidade de achar.

David estava pensando em como iria se despedir de Celeste quando Bernard o cutucou na costela, ainda nos gramados do estádio de futebol lotado.

- Ei, Cabelão. Muito trabalho hoje?

Sorriu para Bernard e estendeu a camisa.

- Tô bastante suado, não tô? Todo trabalho pesado requer um pouco de suor.

- Queria que um pedreiro pudesse te escutar agora. Se sentiria orgulhoso de você.

- Ih, por que?

- Um jogador que ganha milhões falando em suar a camisa, isso é metafórico demais.

David riu e deu um tapa no ombro de Bernard.

- Cala boca, moleque.

- Chato. - Bernard também começara a rir. - E a Sara?

A expressão de David mudou um pouco. Franziu as sobrancelhas, preocupado.

- Hm, quase resolvemos.

- Quase? David…

- Não força a barra, Bernard. Não deu tempo. - David coçou os cachos e deu de ombros. - Agora preciso ir no banheiro, Meio Metro.

- Vê se não some igual da última vez! - Gritou Bernard, com David já se afastando. O mesmo mostrou a língua pra ele. Bernard riu e balançou a cabeça, seguindo o resto dos outros jogadores.

XXX

Celeste suspirou. Um suspiro de tédio. Como qualquer pessoa amargurada, mesmo com tudo que tinha, ela ainda persistia em colocar defeitos em seu emprego pela FIFA. E um deles era ter que assistir os jogos pela televisão. Talvez essa fosse a coisa mais injusta ali.

O jogo já tinha acabado fazia uns 15 minutos e a multidão de jornalistas já estavam a espera.

- Levanta esse quadril daí, Celeste! - Era Mariah, como sempre toda afobada. - Os jogadores já começaram a dar entrevista. A Granja te deixou um pouco preguiçosa.

- “Levanta esse quadril daí”? Mariah, você é o cúmulo da finisse. Tem um vocabulário que aposto que a Presidenta Dilma nem sonha ter um dia. - Celeste não deixou de rir e se levantou.

Mariah resmungou alguma coisa, mas Celeste não ficou para ouvir.

Os estádios em geral possuíam muitos corredores, e ela seguiu um menos movimentado. Assoviando e enrolando a caneta no cabelo como uma criança, não demorou muito até que Celeste deparasse com uma cena cômica.

David Luiz estava abraçado com a mãe. Era uma cena fofa, porém engraçada. Ele tinha que se curvar todo para abraçá-la e além disso, ela parecia estar aconselhando o filho, passando a mão repetidas vezes nas costas dele, como se tivesse acalmando David de um longo choro.

Já estava saindo de fininho quando ele percebeu a presença dela. Ela escutou David chamando seu nome mas preferiu fingir que não tinha escutado, e continuou seguindo em rumo aos flashes. Apostaria sua coleção de livros que não iriam precisar dela. De novo.

E se apostasse, estaria certa. Celeste ficou de lado, traduzindo pouquíssimas palavras que os jogadores não entendiam. Com o pouco tempo que passou na Granja, eles começaram a ser gentis com ela, já sabiam até seu nome. Era algo gratificante, pelo menos isso eles sabiam. O seu nome. Não eram obrigados, ela entendia. Mas para Celeste, os jogadores sabendo que ela poderia ser útil à eles alguma hora já era o suficiente.

David era um dos que menos precisava de aulas de inglês e fora o que mais passou tempo com ela.

Era muito simpático e adorava falar. Todas as noites que Celeste passou na Granja, David ia ao seu encontro depois da janta. Conversavam até um pouco mais tarde. As vezes, Bernard também o acompanhava e ficavam os três, conversando sob o manto estrelado que era o céu.

Em poucos dias, Celeste aprendeu muito sobre os dois. Era uma amizade verdadeiramente invejável. David contou à Celeste como conheceu Bernard. O episódio fora engraçado, e o jeito com que Bernard interrompia David era mais engraçado ainda. Os apelidos que usavam estavam longe de ser ofensivos e totalmente desprovidos de maldade. David quase nunca se zangava com Bernard. Cuidava dele de um modo único, contou até que tinha ajudado Bernard a arrumar uma namorada… Isso fez com que Celeste admirasse ainda mais o jogador de cabelos cacheados. Além do fato dele ser super família e idolatrar a mãe e o pai. Também tinha um carinho enorme com crianças e suas fãs, as adoráveis “geezers” que ele tanto amava. Era um rapaz de ouro. Poucos jogadores de futebol deveriam ser como ele.

Na última noite antes de viajarem, Celeste admitiu que era fã de David. Ele riu, balançou a cabeça, suas bochechas coraram e ele deu seu costumeiro beijo na testa de boa noite. David não parecia o tipo de cara que ficava tímido perto de alguma mulher, seja ela quem for.

Ele sabia tanto quanto ela, ou talvez até mais, que talvez aquela fosse a última noite de Celeste na Granja.

Kiss me hard before you go

Summertime sadness

I just wanted you to know

That baby, you’re the best.

- Azure. - Celeste escutou David chamar em meio ao começo de Summertime Sadness. - Celeste. Alô, alô!

Tirando os fones de ouvido, Celeste chegou pro lado e sinalizou com os olhos para que David se sentasse. Ele entendeu o recado.

- Já te disse que isso um dia vai fazer mal pra sua saúde, não já?

- Já.

- E você continua com essa porcaria no ouvido?

- David Luiz, você não é meu pai.

David riu.

- Escuto isso frequentemente.

- De quem?

- Do Baby-Bernard, de quem mais seria? - Ele deu de ombros, o que fez Celeste rir. Ele mudou de assuto. - Gostou do jogo de hoje?

- Belo jogo, senhor. Not bad.

- Play the game. - David esbarrou o ombro no de Celeste. Ela sorriu.

"Play the game" era algo deles. Celeste já tinha falado isso pra ela algumas vezes, e ele retribuia. As vezes isso saia em horas que eles mesmos não entendiam. "Play the game" era algo como "lide com isso", "siga em frente". Muito mais do que só "jogue o jogo".

- You played the game.

- Oh yeah. I play. I born to play this game.

Fez-se silêncio entre os dois, por longos minutos. Ambos sabiam que tinham que gastar esse tempo para se despedirem, mas ainda sim, permaneceram em silêncio. Como se não quisesse que acabasse. Como se o silêncio preenchesse as horas e as adiantasse.

- Bem… - David quebrou o silêncio e Celeste o odiou pela primeira vez desde que o conhecera por isso. Ela se manteve parada, lado a lado com David, sem olhar em seus olhos. Estava fitando suas mãos entrelaçadas e nervosas. - Eu vou sentir sua falta, Azure.

David colocou a mão no rosto de Celeste e o puxou de leve, deu um beijo demorado em sua bochecha e depois apertou sua mão. Ela por sua vez, ainda continuava imóvel.

- David. - Celeste chamou, depois dele ter se levantado. Ele se virou devagar e ela prosseguiu. - Vou continuar sendo sua fã. Não se esqueça de mim. Ok, curl boy? - Forçou um sorriso.

Ela sabia que era uma atitude infantil. A dos dois. Mas pouco se importava com isso.

Ele acenou com a cabeça e sorriu. Mas antes que pudesse ir embora de vez, ele deu mais uma olhada para ela. 

E riu.

- O que foi?

David caminhou de volta para Celeste, ainda rindo e se agachou na frente dela.

- Por que você está com uma caneta pendurada no cabelo?

Ele colocou a mão em meio aos cabelos dela e com todo cuidado, retirou a caneta de lá.

- Ahh. - Celeste deu de ombros. - Eu tenho mania de enrolar canetas no cabelo.

- Não ia dar muito certo no meu.

- É. Não mesmo. - Celeste olhou para David com a sobrancelha levantada. - O que acabou de acontecer aqui?

- Acho que exagerei um pouco.

- É, foi um drama desnecessário essa despedida.

- Vou te ver no próximo jogo, não é?

- Claro que sim. Estarei sendo desnecessária como sempre.

- Celeste… - David olhou feio pra ela.

- Desculpe. Foi mal. Admito.

- Celeste! - Mariah voltou a chamar. Foi então que voltaram pra realidade e perceberam que não estavam sozinhos. - Você embarca hoje. Vamos, vamos!

- Mas, Mariah…

- Celeste, vamos. Agora!

Mariah olhou feio para Celeste que voltou a encarar David. Ela não sabia para onde ia agora.

XXX

Era normal Beatrize assistir aos jogos com seu irmão. As vezes ele nem deixava ela assistir o jogo direito. Pedro era um nato fanático por futebol. Só faltava voar em cima da televisão quando o juiz dava alguma falta injusta ou quando o gol não saía de jeito nenhum.

- Bem que eles poderiam colocar o Bernard, né…

Em determinada hora, já no segundo tempo, Trize comentou. Pedro encarou a irmã.

- Por que o Bernard? - Ele estranhou, claro. Beatrize dando palpite no futebol? Era algo inédito.

- Porque ele joga bem. - Trize deu de ombros, tentando demonstrar desinteresse.

- Como você sabe? Você nem gosta de futebol.

- Eu trabalho no mesmo lugar onde eles treinam, Pedro. - Bufou e depois arremessou um punhado de pipoca no irmão.

- Shhhh, Trize. Quieta agora.

Trize encheu a boca de pipoca e se calou. Tinha deixado uma brecha agora. Será que um dia na vida seu irmão iria desconfiar que ela estaria “conhecendo melhor” (porque “saindo” não seria exatamente “saindo”. Ela não estava indo a lugar algum com Bernard) um jogador de futebol? Quer dizer, um jogador da Seleção Brasileira? Ela achava que não. Com isso relaxou um pouco no sofá e voltou a encarar a TV. Não em busca dos que estavam nos gramados, e sim, naquele que estava no banco de reservas.

Ela concordava plenamente com David. Era até crueldade deixar Bernard no banco. Ele jogava bem, Trize não falava da boca pra fora. Falava pelo pouco que sabia. Tinha visto mesmo alguns dos treinos deles. Bernard era rápido como nenhum outro ali e quando juntava ele e o melhor amigo, ninguém segurava. Eram uma dupla dinâmica. Os passes eram bem feitos e um gol era quase certeiro. Era sem dúvida alguma, a melhor dupla zagueiro/atacante que Trize pudera conhecer lá dentro.

Estava aprendendo muita coisa sobre futebol com Bernard. Pena que eles não tinham muito tempo para ficarem juntos. Ela trabalhava no mesmo período em que ele treinava. Era um pouco difícil conciliar os horários, mas sempre que dava, eles se viam. Era como se tivessem fazendo algo escondido, e de fato estavam. Bernard decidiu manter segredo de todos, exceto de David, alegando que era quase impossível esconder algo dele. Trize concordou plenamente, então decidiram que o que tinham, seja lá o que for, só ficaria entre os dois. E David, claro. Afinal, deviam isso à ele, seja lá o que fosse.

A saudade de Bernard já estava apertando no peito de Trize e ela se sentia feliz por ter alguém para causar sensações tão boas quanto essa.

Pegou o celular e juntou coragem para escrever uma mensagem de texto para Bernard. Só um “saudades” poderia fazer toda a diferença. Ela sabia disso. Talvez ela não tivesse perdido total esperança no amor. Estava mesmo gostando de Bernard e esperava de total sinceridade que ele também estivesse gostando dela de verdade.

XXX

Bernard e David só ficaram juntos novamente quando estavam indo de volta à Granja, dentro do ônibus. Já estavam quase lá, pra falar a verdade. Tinham dormido a maior parte do trajeto e acordaram acidentalmente juntos. Alguém lá em cima queria que eles dialogassem.

- Como foi o jogo? - Bernard começou com o assunto menos pesado no momento.

- Foi bem. - David suspirou, apoiando a cabeça no banco do ônibus. - Só estou um pouco preocupado com o próximo jogo. A cada vez que temos uma vitória, estamos mais um passo próximo à grande final. Isso glorioso, mas um pouco assustador. Você sabe como é, não preciso ficar te falando isso. Você também joga futebol Bernard, pare de fazer perguntas tão babacas. - David riu, se encolheu no banco e teu uma cabeçada no ombro do amigo.

Bernard riu e cutucou David.

- Tá. Vamos para as perguntas mais difíceis. Sara?

David revirou os olhos.

- Chataaaaaa.

- Disso eu já sei. Agora me conte o que aconteceu. Vi vocês conversando antes do jogo. Você parecia tenso.

- Ah. - Antes de responder, David se ajeitou. - Bem, nossa conversa também foi chata. Não como eu planejei, depois do jogo e tal. Até porque eu não teria muito tempo, mas…

- Mas…? - Perguntou Bernard, olhando fixamente para David. O amigo por sua vez, desviava o olhar dele. - Vai me dizer que…

- Olha, nem vem. Eu tentei. Mas ela não deixou.

- Puta merda, cara. - Bernard bufou, colocando as mãos no rosto. - Não vou nem poder fazer a pergunta seguinte.

- Que pergunta?

- E a Celeste?

David olhou pela janela em busca de algo que Bernard desconhecia. Talvez só fosse um olhar perdido. Antes de responder, ele encolheu os ombros.

- A Celeste foi embora.

Bernard arregalou os olhos.

- Como assim foi embora?

David balançou a cabeça.

- Foi embora, ué. Vou ver ela só no próximo jogo, talvez. Ao que parece ela não vai voltar pra Granja. Já era de se esperar.

- Certo. Vou sentir a falta dela… Era uma boa companhia. E eu estava mesmo disposto a juntar vocês dois. Mesmo com a Sara ainda no seu pé. Você desencanou dela, só falta ela ver que você não é nenhum príncipe encantado.

David encarou o amigo com uma expressão feia.

- Sem chance.

- Por que? Celeste era uma pessoa bacana. E bonita. Com cabelos vermelhos que você nunca mais irá ver iguais na vida. Cabelos vermelhos, cara! Já que ela disse que não era ruiva, né…

- Bernard… Para. Sem chances. - Disse, cansado. - Ela já foi embora, beleza?

Ele não pôde deixar de perceber que David estava um pouco abatido, magoado até. Não era só o cansaço da viagem ou do jogo. Bernard conhecia o amigo que tinha. E David não estava satisfeito, ou pelo menos não demonstrava estar.

Também tinha que admitir que ficou assustado a princípio com o fato de Celeste ter sido dispensada da Granja assim, sem mais nem menos. Mas depois aceitou a ideia aos poucos. Fazia sentido. Não tinha um porquê verdadeiro de Celeste ficar na Granja com eles. Era difícil, mas era a verdade. A não ser que…

Bernard se colocou a pensar.

9 - Can't back down

(Luiza narrando)

Ressaca conseguia ser uma das piores coisas a vida, sai me arrastando da cama e desci as escadas até a cozinha. Tudo que eu mais queria agora era ovo com bacon. Sinceramente eu não sei como consigo ser magra, como simplesmente o tempo todo e nada saudável. Mesmo assim, continuo magra.

Abri a geladeira e peguei a bandeja de ovos e coloquei em cima da pia com o bacon. Fui até a sala, peguei meu Ipod e liguei no máximo, sorri quando somebody to you do the vamps invadiu meus ouvidos. Voltei para a cozinha cantando e dando pulinhos em quanto preparava o café da manhã. Quando acabei despejei tudo em um prato e tirei os fones para comer.

Uma loira entrou na cozinha vestida apenas com uma camiseta e abriu a geladeira, ignorando completamente o fato de eu estar ali. Dei de ombros e resolvi fazer o mesmo com ela. Continuando comendo.

Depois de alguns minutos uma versão amarrotada do Lorenzo que eu conhecia desceu as escadas esfregando os olhos. Ele sorriu ao me ver.

 Enzo: Bom dia colega de quarto.

Só ai a garota pareceu me nota e olhou para ele, confusa.

Loira: Ela mora aqui?

Enzo: Sim.

Consegui ver que a loira estava se segurando muito para não armar um barraco. Segurei a risada e me concentrei no meu café da manhã. A garota não perdeu tempo e se aninhou no peito nu do Enzo. Como se quisesse dizer “esse é meu”

Querida você não corre esse risco…

Enzo: Você já pode ir.

Ele disse olhando para garota, parei com o garfo no meio do caminho, boquiaberta.

Loira: Como?

Enzo: Você veio aqui, me implorou quase que de joelhos por uma noite. Você teve o que queria, e eu estou satisfeito. Mas isso foi o que foi, uma noite.

Loira: Você não pode estar…

Enzo: Falando serio? Não sou do tipo de que brinca com esse tipo de coisa.

A menina deu um berro e saiu batendo os pés. Olhei para o Enzo que estava com a expressão mais relaxada do mundo. Eu nunca fui do tipo de ficar com um cara mais de uma noite, mas nunca fui tão cruel na hora de dispensa-los.

Eu: Você é assim sempre?

Ele pareceu despertar de seus pensamentos.

Enzo: Assim como?

Eu: Um babaca?

Enzo: Sim. – Ele deu de ombros. – Não faço promessas, então não devo nada a elas.

Eu: Uau.

Enzo: Que foi?

Enzo: Nada, é só que já pensou em ser um pouco mais delicado?

Enzo: Pra que?

Revirei os olhos levando o prato para a pia. E me estiquei até alcançar o armário e peguei algumas aspirinas. Ontem tinha sido noite das garotas, e eu sentia que eu tinha tomado mais shots de tequila do que eu deveria. Eu precisava mesmo parar de beber. De sair para festas, de ficar com o primeiro que eu via pela frente… Por algum motivo essas coisas, eu não sei, estavam perdendo a graça? Antigamente me sentia tão poderosa e independente. Agora cada vez que eu dormia com um cara e eu ia embora antes dele acordar eu me sentia um lixo. Talvez fosse a hora de eu dar um tempo nisso tudo. Precisava colocar minha vida nos eixos de qualquer jeito.

Enzo: Quais são os planos hoje?

Despertei dos meu pensamentos e olhei para ele.

Eu: Eu acho que nada…

Enzo: Topa uma festa?

Eu: Se eu continuar nesse ritmo vou acabar entrando na fila de transplante de fígado.

Ele riu e se apoiou na beirada da pia ao meu lado, ele estava sem camisa, com a calça jeans de cintura baixa, pendendo nos quadris. Não consegui deixar de encarar o seu corpo perfeito.

Enzo: Algumas pessoas. Pedimos pizza, refris, alugamos filmes.

Eu: Nossa ai vai ser um festão! – Falei com o meu melhor tom de ironia.

( Clarice narrando)

Coloquei um jeans meus all star pretos e prendi o cabelo em um rabo de cavalo. Busquei dentro do meu armário por uma camiseta e a vesti por cima da cabeça. Antes do meu irmão entrar no meu quarto sem bater de novo. Levei um susto e me virei para ele.

Eu: Serio qual o problema em bater na porra da porta? É difícil Isac?

Ele passava a mão nos cabelos andando de um lado para o outro no meu quarto tentando achar alguma coisa. Olhei para ele com uma sobrancelha levantada em quanto ele continuava procurando sei lá o que.

Eu: O que você quer?

Isac: Meu violão.

Eu: Isac eu nem toco violão por que essa merda estaria aqui?

Ele deu de ombros e continuou procurando. Revirei os olhos e apliquei uma camada de corretivo nas olheiras. Eu nunca usei muita maquiagem, mas eu tinha muita olheira desde criança. Então desde que eu fiz 12 anos, não consegui mais ficar sem.

Meu irmão finalmente viu que não ia achar nada ali, e saiu do quarto. Peguei minha bolça e minhas chaves e gritei ele no corredor.

Eu: Vamo Isac, deve estar todo mundo já lá! Anda logo!

Isac: ESPERA CACETE!

Eu: EU VOU TE DEIXAR PRA TRÁS, MAS QUE MERDA!

Isac: Vai sozinha então!

Eu: DEMORA MAIS QUE MULHER PRA ARRUMAR, NÃO É A ENTREGA DO OSCAR NÃO! É SÓ UM FILME!

Ele saiu do quarto usando uma blusa preta e uma calça mais skinny rasgada no joelho. Passou a mão nos cabelos castanhos os ajeitando na cabeça.

Agora que estava trabalhando tinha mais dinheiro, então resolvi contratar uma babá para ficar na nossa casa. Já que minha mãe nunca dava as caras. Na verdade não era uma babá, era a Becky. A menina tinha 14 anos precisava de dinheiro, e minha casa era muito segura por ser um condomínio. Então… Sem falar que ela cobrava 5 reais a hora.

Entreguei o dinheiro para a Becky e sai pela porta com o meu irmão. Ele ligou o carro e começou a dirigir. Coloquei os pés no banco e liguei a radio. Sorri ao ver que minha banda favorita tocava. Aumentei o som. Meu irmão esticou o braço e trocou de estação, sorrindo quando American Idiot começou a tocar pelos auto falantes.

Eu: Ei! - Me estiquei e mudei de estação de novo.

Isac: Não vou escutar boyband gay. – Ele mudou.

Eu: NÃO É BOYBAND. Eles tocam instrumentos. – Meu irmão riu. – 5 seconds of summer não é banda gay.

Isac: Seu gosto para musica é duvidoso. Você tem 17 anos e ainda escuta one direction.

Eu: EI! A musica deles é muito boa. Você que é fresco, fica escutando esses emo depressivo e escrevendo musica de fossa. E vestindo essas roupas de gay.

Ele revirou os olhos em quanto estacionava o carro na frente da casa do Enzo.

Isac: Sua amiga gosta das minhas musicas… Mas ela me prefere sem roupa. – Ele piscou para mim e eu fiz cara de nojo.

Eu: Me poupe dos detalhes.

Bati na porta e a Luiza abriu para a gente, completamente sorridente, e nos convidou para entrar. Júlia estava jogada no chão vendo uma revista, Isac chegou por cima da cabeça dela e deu um beijo em seu nariz. Ela sorriu e o puxou para mais um beijo, mas dessa vez mais demorado. Fechei a porta atrás de mim e reparei uma garota sentada no sofá. Ela tinha longos cabelos castanhos e um arco de laço no topo da cabeça. Era pequena e bem magra.

Luiza: Essa é a Camila. Ela do irmã do Enzo.

Dei de ombros e sorri para a garota que sorriu de volta para mim. Enzo saiu da cozinha segurando dois baldes de pipoca e se sentou do lado da Luiza no sofá. O telefone da tal Camila tocou e ela atendeu fazendo cara feia.

Camila: Agora? Não sei não Lauren…  - Ela mordeu o lábio. E revirou os olhos. – Okay, já estou indo.

Ela se levantou do sofá e se virou para o Enzo.

Camila: A Lauren precisa de ajuda com a matéria.

Ele não vai acreditar nessa…

Enzo: Vai com Deus.

Meu queijo caiu em quanto à garota, que parecia ter acabado de fazer 15 anos saiu pela porta onze horas da noite, sozinha. Mas resolvi não perguntar nada ao Enzo, se ele ainda acreditava nessa desculpa da escola, não ia ser eu que iria ferrar a vida da menina.

Me acomodei no sofá na outra ponta. Isac e Julia estavam aninhados no chão. Enzo ia dar play quando a campainha tocou. Me encolhi no sofá quando vi que o Theo entrava pela porta. Não queria ver ele, estava com muita vergonha depois de tudo que aconteceu. E fiquei mais ainda quando ele me ignorou completamente cumprimentando todos e se sentando no sofá sem nem se quer olhar para mim.

Qual o problema desse cara?

Enzo deu Play no filme e eu me encolhi mais ainda no sofá vendo que o filme era de terror. EU ODIAVA ESSE GÊNERO. Sempre odiei sempre vou odiar. Nunca gostei de sentir medo, nunca gostei de ver sague.

Depois de quase 1 hora de filme eu sentia meu estomago embrulhar cada vez que o cara enfiava a faca na barriga de uma pessoa nova. Peguei meu celular no bolso e entrei no twitter tentando tirar a minha atenção do filme.

Olhei em volta e meu irmão e a Ju pareciam quase uma única pessoa, entrelaçados em uma mistura esquisita de pernas e braços ao redor deles. Luiza e Enzo assistiam ao filme, sentados bem perto um do outro, mas sem se tocarem. Theo olhava para a tela sem expressar nenhuma emoção, parecia um psicopata.

Voltei a atenção para a telinha do celular quando uma mensagem do Vinicius apareceu no canto superior do celular.

“Tem alguém ai?”

Eu tinha ignorado ele por semanas. Com medo de que se eu finalmente falasse com ele cederia e iria para a cama com ele. E eu estava casada de ser o brinquedinho sexual dele. A verdade era que eu estava casada de ser de alguém. Queria sai com minhas amigas, pegar os caras mais aleatórios e beber mais tequila do que eu deveria. Mas que ótima época que eu fui escolher para fazer isso, quando a Júlia esta com a pessoa que ela amou a vida toda e a Luiza… Eu não sei, mas acho que no fundo ela sente algo pelo Enzo. Embora eu não ache que isso a impeça de ficar com outra pessoa. Com certeza nos iriamos sair juntas para pegar alguns caras.

Exclui a mensagem do Vinicius sem nem se quer abrir. Quando outra surgiu na tela. Não dele, mas Alex, sorri e abri a mensagem.

 “ Tá tendo luta da VMAT hoje.”

VMAT era uma faculdade famosa, que ficava na cidade. Todo mundo ia estudar lá depois que se formava, não pelo ensino. Mas por que era a melhor vida noturna universitária da cidade. Olhei para a tela e os créditos começaram a subir, sorri.

Eu: Tá tendo luta hoje!

Vi o rosto da Luiza se acender em quanto ela se virava para o Enzo. Ele sorriu.

Júlia: Eu dispenso.

Eu: Ah! Qual é?

Júlia: É serio, eu preciso mesmo estudar.

Isac: Eu te levo em casa.

Revirei os olhos.

Eu: Mas claro que leva… Luiza, Enzo? – Ignorei o Theo de proposito.

Luiza: Vamos!

Enzo deu de ombros.

Theo: É claro… Por que não? Eu dirijo.

Fuzilei ele com o olhar e me levantei do sofá.

-

Entramos no carro. Luiza na frente com o Enzo e eu apertada na traseira de um smart com o Theo do meu lado. Luiza ligou o radio e Story of my life saiu pelos auto falantes. Sorri e comecei a cantarolar a musica baixinho.

Theo: Você só pode estar brincando…

Me virei para ele sem entender.

Theo: Serio? One direction? – Ele começou a rir em quanto eu ficava cada vez mais vermelha. QUAL O PROBLEMA DAS PESSOAS COM ESSA BANDA?

Eu: Você agora por acaso paga as minhas contas?

Theo: Não estou cuidado da sua vida, só acho estranho uma menina com 17 anos nas costas curtir banda gay…

Eu: Você é homo fóbico por acaso?

Ele riu mais ainda em quanto eu me virava de costas para ele.

Eu: Pelo menos ele não tratam as garotas feito lixo, escrevem musicas fofas…

Theo:  “I spend her love until she is broken inside”? Tem razão. Eles são uns amores… Além do mais você sabe que eles são gays né?

Eu: E dai? Eu gosto, da licença? – Falei irritada.

Ele deu de ombros.

Theo: É musica de merda e você sabe…

Revirei os olhos e bufei cruzando os braços. Podia ouvir as risadas da Luiza na minha frente. Chutei o banco dela com o joelho e ela ficou quieta.

-

Eu não imaginava que as pessoas vinham tão arrumadas para esse tipo de coisa. Só então fui reparar que a Luiza estava de salto e toda arrumada. Revirei os olhos para a minha camiseta desbotada e meus all star sujos. Prendi a camiseta com um nó até a barriga aparecer, soltei o cabelo e eles cascateou até um pouco depois dos meus ombros. Apertei os lábios tentando conseguir um pouco de cor.

Olhei do canto de olho para o Theo e ele ria.

Theo: Você continua com cara de 12 anos de idade.

Revirei os olhos para ele e estendi meu pulso para o segurança da porta carimbar. Entramos no que parecia ser um prédio abandonado. Subimos as escadas e ela deu direto em um porão. A musica estava alta, as meninas quase sem roupa. Um circulo se formava em volta dos caras que lutavam no meio do salão.

Vi que algumas pessoas apontavam para o Theo e cochichavam, outra chegavam até ele e o cumprimentavam. Fechei a cara quando ele olhou para mim.

Enzo viu a Camila no fundo da sala e foi lá berrando atrás dela. Cai na risada sabendo que eu tinha razão sobre o que ia acontecer. Luiza logo sumiu com um cara com mais tatuagens do que devia ter de anos de escola. Cruzei os braços em quanto assistia a luta que estava rolando no meio da sala. Vi quando Theo se aproximou de mim.

Theo: Não acho que aqui seja lugar para você…

Eu: Você não é meu pai.

Theo: É serio, isso aqui não é um ambiente bom.

Eu: Fala isso por que esta com medo…

Theo: Medo? Você não sabe nada sobre mim.

Eu: Você fica ai com essa de “sou melhor que todos vocês”, mas aposto que aquele cara ali te quebrava no meio.

Theo: Aposta?

Olhei para ele e fiz uma cara de deboche.

Eu: Tá querendo apanhar é?

Theo: Não gosto quando as pessoas me desafiam.

Me virei de frente para ele e cruzei os braços.

Eu: Quando o cara te apagar… Você me deixa em paz? Apostado?

Ele se abaixou e eu consegui sentir seu hálito no meu ouvido.

Theo: Você sabe que não é exatamente isso que você quer… Mas eu aceito. – Ele voltou a me olhar ficando de frente para mim. – Se eu ganhar, você me ajuda…

Eu: Com o que?

Theo: Você vai saber…

Ele piscou para mim antes de arrancar a blusa e ir falar com o Juiz das lutas.  

prox»

Quem disse que a sua sobrancelha falhadinha não tem jeito hein? Tem sim! Este post está no blog gente, da um pulinho lá e confere isso é muito mais!

RP BR SHOUTOUTS| envie mensagens positivas para seus favoritos | leia +

Sabe aquele plot que é tão bom para ser verdade? E aquele player que faz você dar pulinhos de alegria quando responde seu turno? Em momentos de tanta negatividade no mundo do roleplay brasileiro resolvermos abrir esse blog que tem a intenção de espalhar mensagens positivas sobre os players e jogos.

imsweetblue said:

Olá,eu posso pedir para que vocês darem um pulinho no meu pedido?Não quero apressar vocês,mas eu tenho que postar o cap da fic entende?Kiss

Desculpa a demora amor, eu tive que ajudar aqui em casa, dai fiquei sem tempo pra entrar no pc e a Leah ta viajando, vou fazer agora *-*

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