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so yeah i’m doing this because i’m nearly at 10k and want to reach it by the end of this week so help me out yo and enter this

O que eu pensava enquanto você falava ontem!

Eu não sei como, nem porque mas ultimamente vem crescendo em mim a liberdade dos pares. Aquela sensação boa de estar fazendo o bem a mim mesmo não sai do meu peito nem por um instante. Todo medo inconstante sumiu sem vestígio e não se vê mais resquícios seus. Agora que foi embora e levou com você minha dor a fora, penso que o que ficou em mim foi só o que importava, tudo aquilo que tua sombra ofuscara, acabou. Isso mesmo que ouviu, chega, diz ter amor e não consegue entender que quem ama fica, quem perde vai embora. eu estou bem, cada vez melhor, segue e me deixa.

E não flor! Isso não é indiferença, é só o resultado da descrença que eu sinto por você, sentir saudade eu sinto sim, dos dias que perdi, ou talvez ganhei aprendendo a ser idiota pra não ser mais, sei lá! O que importa é que agora a liberdade pousou em meu prumo e eu não quero perder o rumo, não mais.

Esses dias uma garota linda me disse: - clr cara, relaxa! E eu relaxei, estou tranquilo, sem medo das palavras, ou daquele velho medo de ficar sozinho!

Uma nota linda eu achei e aprendi ouvindo “free follin” enquanto conversava com essa garota e isso fez correr uma eletricidade boa pelo meu corpo, e é a isso que ando dedicando meu tempo. Então por favor não insista em me falar de amor. Eu sei que ele não morre, mas agora o que tem de amor em mim se reflete nela, por hora só nela, e em  musicas do Sade, desenhos, anéis, pulseiras e um batom vinho de matar que enfeita a boca mais linda da terra média.

M.A

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Da simplicidade

Sempre gostei de ser mulher e não me lembro de, alguma vez, ter desejado ser homem. Embora nunca tivesse sido uma feminista ferranha não deixo de agradecer às que o foram, as liberdades, os direitos e as garantias que hoje tenho e, sem dúvida, lhes devo. Não desdenho o lado fútil da vida – se nele incluirmos umas fatiotas, um perfume ou um creme – mas jamais lhe dei primado sobre muitas outras…

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Você me bagunça e tumultua tudo em mim
Essa moça ousa, é musa e abusa de todo meu sim
Você me bagunça e tumultua tudo em mim
E ainda joga baixo, eu acho, nem sei
Só sei que foi assim

Assimila, dissimula, afronta, apronta
Diz: “carrega-me nos abraços”
Lapida-me a pedra bruta, insulta
Assalta-me os textos, os traços
Me desapropria o rumo, o prumo
Juro, me padeço com você
Me desassossega, rega a alma
Roga a calma em minha travessia
Outro “porquê”

Parece que o coração carece e diz: “para!” Silencia
Se embrulha e se embaralha
Reconsiderar o ar, o andar
Nossa absolvição, a escuta e a fala
Nos amorizar o dia, a pia, o corredor
A calçada, o passeio e a sala
Se perder sem se podar e se importar comigo
Aprender você sem te prender comigo

Difícil precisar quanto preciso
Difícil precisar quanto preciso

Sorriso, diz-me aqui o dicionário, é o ato de sorrir. E sorrir é rir sem fazer ruído e executando contração muscular da boca e dos olhos. O sorriso, meus amigos, é muito mais do que estas pobres definições, e eu pasmo ao imaginar o autor do dicionário no ato de escrever o seu verbete, assim a frio, como se nunca tivesse sorrido na vida. Por aqui se vê até que ponto o que as pessoas fazem pode diferir do que dizem. Caio em completo devaneio e ponho-me a sonhar um dicionário que desse precisamente, exatamente, o sentido das palavras e transformasse em fio-de-prumo a rede em que, na prática de todos os dias, elas nos envolvem. Não há dois sorrisos iguais. Temos o sorriso de troça, o sorriso superior e o seu contrário humilde, o de ternura, o de cepticismo, o amargo e o irônico, o sorriso de esperança, o de condescendência, o deslumbrado, o de embaraço, e por que não?, o de quem morre. E há muitos mais. Mas nenhum deles é o Sorriso. O Sorriso, este, com maiúsculas, vem sempre de longe. É a manifestação de uma sabedoria profunda, não tem nada que ver com as contrações musculares e não cabe numa definição de dicionário. Principia por um leve mover de rosto, às vezes hesitante, por um frêmito interior que nasce nas mais secretas camadas do ser. Se move músculos é porque não tem outra maneira de exprimir-se. Mas não terá? Não conhecemos nós sorrisos que são rápidos clarões, como esse brilho súbito e inexplicável que soltam os peixes nas águas fundas? Quando a luz do sol passa sobre os campos ao sabor do vento e da nuvem, que foi que na terra se moveu? E, contudo, era um sorriso…
—  Sorriso, José Saramago.
Que comecem os trabalhos!!!

Depois de muito pensar, relutar, ponderar e adiar finalmente decidi iniciar um blog. Cheguei àquele ponto na vida no qual precisamos parar um pouco, refletir sobre nossos caminhos e escolhas, avaliar os rumos que a nossa vida toma é realinhar o prumo se preciso. E nesse processo de auto-aceitação e auto-conhecimento eu vi no blog uma maneira de externar as palavras que vivem presas dentro de mim.


Optei por falar sobre maternidade porque é algo que me move. Porque, assim como muitas mulheres por aí, eu nasci pra ser mãe. E é tão complicado constatar isso sabendo que o ser humano nasce pra ser múltiplo, pra ser tudo que ele quiser ser. Não me entendam mal. Mulheres não nascem pra ser mãe. Tornam-se mães ao longo da vida, por escolha ou contingência, e podem inclusive optarem por viver essa maternidade ou não ao longo do processo. Eu sei disso.


Mas quando eu olho pra minha vida, minha história, meu passado, minha personalidade, vejo que tudo que mais me dá prazer e me motiva tem a ver com a maternidade.

Hoje eu sou mãe de duas meninas. Mas já fui mãe de cachorros, mãe de filhos imaginários, mãe de bonecas, mãe de anjos, mãe de afilhados… E sejamos sinceros, quem se sente vocacionado à maternidade não deixa de ser mãe nunca! Hoje eu sou mãe desse povo todo citado (sempre no plural, família grande é tudo de bom!) e ainda tem espaço pra mais filhos, é só chegar!

Isha Bentia é minha filha mais velha, hoje tem 2 anos e 2 meses. Foi uma gravidez em que eu vivi para esperá-la. Gravidez de risco, repouso absoluto, muito tempo deitada, muito medo de perdê-la. Mas a menina chegou bem, com saúde, dissipando os fantasmas das perdas anteriores e trazendo alegria e luz pra toda a família. Realizei o sonho de ser oficialmente mãe (já era mãe de duas estrelinhas que depois conto melhor nos meus relatos de aborto).

Com a chegada de Mini Bentia, minha atual caçula, bem em meio ao processo de chagada aos trinta, e diante da grande possibilidade desta ser a última gravidez, a minha ficha caiu: “pronto, sou mãe e agora?” Vi que quero criar minhas filhas segundo meus próprios princípios e não só reproduzir automaticamente o que se faz por aí ou o que foi feito pelos nossos pais.

Mas para isso, é preciso refletir sobre quais são esses princípios, refletir sobre o que eu acredito, refletir sobre como suas relações se dão, sobre os meus desejos e os desejos delas. Afinal, as meninas não são uma tabula rasa esperando que eu deposite todas minhas crenças e as construa à minha maneira. São seres humanos autônomos, sujeitos de direitos e de desejos, que devem ser respeitadas.

Espero que esse espaço seja pra isso, para que eu possa pensar e construir uma maneira de maternar. Que eu possa trocar com vocês expectativas e experiências, aprender e ensinar e com isso vamos juntos trilhando nossos caminhos.

Sejam bem-vindos!!
Que comecem os trabalhos!!!

Lembra daquele dia só nós dois, os problemas pra depois 
Dá saudade até doí só de lembrar, agora por um momento 
Não segui seu rumo mesmo sem perder meu prumo você já 
Pensando em se vingar, a gente é criança e tem muito 
Pra aprender muito pra crescer, nossa relação vai afundar 
Eu preciso de você, mas não consigo entender como eu vou 
Viver se eu fizer tudo que você mandar, eu não posso ser 
Refém de ninguém nem de mim nem de você tenho um objetivo 
Pra alcançar, quanto tempo a gente tem pra ser alguém 
Vou de 0 a 100 a festa já começou e eu não tô lá minha 
Mãe foi escritora, foi atriz, cantora, foi compositora.

Mas o mundo não deixou continuar, e se esse era seu sonho 
Quando componho eu sinto que através de mim hoje ela pode falar 
Um dia eu vou te ver na porta do bar, vai bater saudade 
Mas você não vai vir me cumprimentar, juro que ali vou sofrer 
Vai doer, mas eu vou compreender que a nossa historia tinha 
Hora pra acabar então Deus que te abençoe seja feliz, saiba 
Que em tudo que fiz nunca quis te decepcionar mas se a vida é 
Assim enfim, pra nós isso é o fim jogue a culpa em mim, pois 
Eu nunca vou te culpar .

PROJOTA.