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so yeah i’m doing this because i’m nearly at 10k and want to reach it by the end of this week so help me out yo and enter this

Eu me misturei com a chuva no vidro. Eu desaguei amor. Cansei de te superar, agora eu te acostumo. Sem prumo, sem rumo, aí fumo a saudade que eu sinto e evaporo as lembranças. Esquecer dá trabalho, esquecer você abre uma cicatriz, fico feliz, só não caio por um triz e então peço bis, nessa coisa que é gostar de você e só eu que não sei fazer, ou sei, mas esqueci. Esqueço as palavras, os versos, mas amor mesmo só rima com teu nome. Então você some, a saudade me consome e o coração morre de fome. Ninguém vive de lembrança, dançar com a saudade cansa, dá vontade de chorar igual criança, é sempre a mesma dança. Só o que fica é a esperança. A esperança é um urubu pintado de verde, eu espero que viver sem mim seja fácil pra você. Eu desaguei amor e escorri no vidro embaçado, lembrando de como era estar ao seu lado, querendo morrer atropelado, pelo seu sorriso marcado. Eu não vivo mais de amor, dos próximos dias eu só espero fé. A felicidade é aqui perto? Porque eu tô indo a pé.
—  Ciceero M.
A página branca continua branca. Eu ainda não tenho coragem de preenche-la. Nossa história ainda está presente em mim. Eu digo todos os dias que não, que você é passado, que já te superei, que já virei a página e estou seguindo meu caminho. Mas não é bem assim na pratica. Esse meu jeito durão e só uma casca. Eu ainda volto a página de vez em quando. Sua história ainda me causa uma dor no peito. A dor não é mais aguda. Houve um tempo que foi. Houve um tempo que eu achei que sua perda me mataria. Eu perdia o ar. Abandonava o prumo. Desequilibrava mesmo, literalmente. Deixava as lágrimas caírem. Eu chorei muito por você e você não faz nem ideia disso. Agora a dor é mais branda. Dói. E vai doer para sempre. Perder alguém que ama é sempre um trauma. Somos marcados por todas as pessoas que chegam. Somos feridos por todas as pessoas que se vão. E essas marcas são para sempre, essas marcas doem também. A dor vem quando preciso de colo. Quando preciso de carinho. Quando tenho algo para contar. Sempre tem algo que me lembra você. Aconteceram tantas coisas boa na minha vida e você não tem nem ideia disso. Um dia você disse que eu podia contar com você para sempre. Que estaria aqui para sempre. Que secaria minhas lágrimas e colocaria aqueles sorrisos que só você conseguia no meu rosto para sempre. Você não ficou. E não foi culpa sua e não estou te culpando. Também não é culpa minha e parei de me culpar. É só a vida, nos ensinando a virar a página. O para sempre, sempre acaba. Nós acabamos. Você foi apenas uma estação em minha vida. Uma estação inesquecível, umas férias de verão que nos marca para sempre, um livro que você nunca esquece-se da história. Você é uma das minhas histórias favoritas. Mas estações não são eternas e precisam mudar. As férias não duram muito. E lugar de livro é na estante. Você está na minha estante agora. Vou folheá-lo de vez em quando. Reviver essa história. Olhar as fotos das férias que se foram. Não é masoquismo, é só um saudosismo idiota e sem cura. Vou arrancar alguns sorrisos. Talvez você ainda me arranque algumas lágrimas secas. Vai doer porque agora tenho consciência de que acabou. Um câncer incurável nos atacou pelo caminho. Não te odeio pelas dores que me causou. Ainda te amo pela felicidade que me trouxe um dia. Tudo na vida acaba e eu sempre soube. Virei a página há muito tempo. Mas virar a página é o mais fácil. Preciso agora apontar um caminho. Trilha-lo. Pôr um peso na sua página e parar de lê-la. Pegar uma caneta e começar a escrever na página branca que tanto encaro. Sem dor, sem nostalgia, sem culpas. Fazer uma nova história. Com novos pontos, novos personagens, novos enredos. Preciso abandonar seu livro e achar outros para ler. Preciso entender que amor é ate deixar de ser. Então cá estou, vendo você assim de longe, vou começar a escrever na página branca a minha frente. Que dessa vez a história seja maior que apenas uma estação. E que eu não precise virar outra página mais para frente. Porque talvez nem tudo precise acabar, nem todos os livros precisam ser colocados em estantes e nem todo fim precisa nos ferir. Vou começar a escrever na página branca com outra caneta. Tomara que eu consiga. Estou rezando para que consiga. E parar de reviver uma história que não tem mais solução, porque os pontos já foram dados e não podem mais ser mudados. Lá na frente te conto se consegui. Ou não.
—  Waltedeski e Milaahb
Grande Guerra, Ditadura e fim de um ciclo

Grande Guerra, Ditadura e fim de um ciclo

8 de Julho de 2013

Não vou entrar aqui a discretear sobre as causas da Grande Guerra. Há sítios onde o fiz e estão disponíveis. Nem, ao menos, justificar a razão da entrada de Portugal no conflito militar. Vou, todavia, convidar os meus leitores, a acompanharem-me num raciocínio que a distância, os factos e a ponderação cautelosa do presente e do passado recente permite.

A Grande Guerra foi,…

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Você me bagunça, e tumultua tudo em mim
Essa moça ousa, é musa, abusa de todo meu sim
Você me bagunça e tumultua tudo em mim
Ainda joga baixo, eu acho, nem sei,
Só sei que foi assim

Assimila, dissimula, afronta, apronta, Diz: ”carrega-me, nos abraços”
Lapida minha pedra bruta, insulta, assalta-me os textos, os traços
Me desapropria o rumo, o prumo, juro me padeço com você
Me desassossega, rega à alma, roga a calma em minha travessia
Outro porquê

Parece que o coração carece e diz: ”para!” silencia.
Se embrulha e se embaralha,
Reconsiderar o ar, o andar, nossa absolvição, a escuta e a fala
Nos harmonizar, o dia, a pia, o corredor, a calçada, o passeio e a sala
Se perder sem se podar e se importar comigo
Aprender você sem te prender comigo

Difícil precisar, quanto preciso
Difícil precisar, quanto preciso

Somos feitos de papel onde o vento é mais forte nos dias de solidão e nostalgia. somos levados, sem rumo, sem prumo até onde der. Umas ou outras vezes voltamos, ou nos perdemos no caminho e cada tentativa de se achar é em vão. só o que consegue nos levar de verdade, é capaz de nos trazer de volta.

Por: BC - ( In-pura.tumblr.com )

Você me Bagunça

Você me bagunça e tumultua tudo em mim Essa moça ousa, é musa e abusa de todo meu sim Você me bagunça e tumultua tudo em mim E ainda joga baixo, eu acho, nem sei Só sei que foi assim

Assimila, dissimula, afronta, apronta Diz: “carrega-me nos abraços” Lapida-me a pedra bruta, insulta Assalta-me os textos, os traços Me desapropria o rumo, o prumo Juro, me padeço com você Me desassossega, rega a alma Roga a calma em minha travessia Outro “porquê”

Parece que o coração carece e diz: “para!” Silencia Se embrulha e se embaralha Reconsiderar o ar, o andar Nossa absolvição, a escuta e a fala Nos amorizar o dia, a pia, o corredor A calçada, o passeio e a sala Se perder sem se podar e se importar comigo Aprender você sem te prender comigo

Difícil precisar quanto preciso Difícil precisar quanto preciso

Reformados

28 de Dezembro, 2011

Em Portugal, há reformados e “reformados”!
Realmente o velho conceito de reformado como sendo aquele que, depois de uma vida — e sublinho, uma vida — de trabalho, alcançava uma idade na qual, fruto dos descontos que foi fazendo enquanto laborava, passava a auferir uma remuneração paga pela entidade competente foi alterado a partir de certa altura. Julgo que o grande “ataque”…

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Minha filha refutaria a ideia de ter pés de cinderela que esperam um sapato que se perdeu na noite anterior. Segue a vida, segue em frente, segue o rumo –pensaria ela. Filha, essa da imaginação, teria prumo o suficiente para cometer apenas as grandes loucuras –as pequenas só dão dor de cabeça e dor de barriga. Seria engraçada, porque a Terra já é muito chata além dos pólos. Seria agregadora, um ímã. Olharia no fundo dos olhos. Dançaria em lugares públicos. Abraçaria forte, intensamente, os que a amassem. Ninguém deveria abraçar sem amor (é injusto com o amor, é injusto com o gesto de envolver alguém com as mãos, e braços, no colo). Dividiria o espaço com mais um, mais dois, mais quantos fossem necessários. Seria quase sempre a primeira a despertar –e acordaria também os que estivessem por perto, logo cedo, porque o dia passa tão rápido. Lembraria do nome das pessoas. Lembraria de nomes e rostos e lugares. Cheiros e sabores. Olharia no fundo dos olhos.
—  Pedro Fonseca
Emídio Rangel

O jornalista Emídio Rangel faleceu hoje, vítima de cancro. Estava há já alguns meses a fazer tratamento e a reincidência da doença foi assumida publicamente pelo próprio em abril deste ano, em declarações à revista “Flash!”. “É muito duro lidar com esta situação outra vez. É outra vez um cancro na bexiga”, confirmou então o antigo diretor da SIC, numa alusão ao cancro que tinha conseguido…

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é na escrita em excesso.que sempre acabo encontrando a poesia

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é na escrita em excesso.que sempre acabo encontrando a poesia.

tudo isto (me) sai escorreito.é verdade.e assim veloz.
mas tudo o que um dia em livro publico.arei
é.será.sempre fruto de ‘uma árdua
construção’.erguida.levantada
em prumos.de arquitectura.
o manuel mais uma vez
tinha razão.tal como
‘no partido de
respeito
digno’
.
fj
.

image

filipe chinita ©
sebenta 08.2014
sem revisão.
ao momento e de uma vez só.
pode conter erros
falhas de
ritmo
e falsas
perspectivas
de arquitectura.



Da minha janela eu via o mundo

Da minha janela eu via o mundo

Coisas que às vezes acontecem!
Ao reler o texto que se segue, escrito há quase cinco anos — cinco anos pode ser muito ou pouco tempo… tudo depende da idade que temos — achei que ele, por um qualquer acaso que a roda da Vida impôs, está oportuno para os tempos que passam. Publiquei-o, a primeira vez, no meu outro blogue ao qual resolvi chamar «Desblogueando». Deixo-o, agora, para uma leitura mais…

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Dos detalhes marcados do Céu.
Destinos traçados em astros e estrelas que rabiscam o papel.
Confidência sincroniza em novos planos e a surpresa do rumo.
Dom de rescrever o próprio destino que fortifica num outro prumo.⏳⌛Aceitando.
Não do que ao certo virá.
Mas do poder Divino de agir sempre, para curar.
Seja na dor ou no amor.
O que importa é o reflexo da pureza que é a luz interior.
E o poder difícil de tudo desapegar…
Ultrapassando fronteiras…
O que resta é o bastante: FÉ.
🔮🎇🎆✨🙌🌟🌌🌠
www.maytepiragibe.com
BOM DIA!🌞💛🌝

Contemplação

“A contemplação não é uma sabedoria onde nos instalamos: é antes uma forma de exposição desarmada do olhar, uma colocação sem reservas, uma aprendizagem sempre a ser refeita, um depojamento dos porquês”.

Este é o penúltimo parágrafo da crónica desta semana do Padre Tolentino de Mendonça, na revista do Expresso. Curiosamente ela vem ao encontro de um tema sobre o qual me tenho debruçado nos…

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