podre

javiera-pan-con-queso asked:

Crees que Jaime Dornan es super sexi? Crees que otro podría ser Cristhian Grey....?

Jamie Dornan es Sexy si. Pero super sexy? Creo no. La verdad me hubiese gustado a Matt Bummer como Grey. Él si que es sexy. Pero bueno. Ya eligieron. ♡

Pintando la melodía del amor Prologo

Sé que hay personas que piensan que la vida es una miseria, que cuando tienes algo que en verdad es valioso, por una tontería lo llegas a perder, que esa persona por la cual lucharías y darías la vida por ella, sería capaz de lastimarte de tal forma que no pudieras saber cómo sobrellevar ese dolor. Aunque su futuro juntos sea incierto, es cierto que hasta el final terminarías por caer rendido y nunca dejar de batallar…


Hola chicos, aquí esta nuestra primera historia, espero les guste el prologo y le den una oportunidad los quiero mucho… Atte Yan


En la historia podrán descubrir muchísimas sensaciones, lloraran, se enojaran, se emocionaran y más…. los quiero mucho Atte. Dissy

Absolutamente gracias a cada una de las personas que han rellenado el formulario para ser administrador/a de LTE. He revisado todas las solicitudes enviadas hasta hoy 04mayo a las 01:37pm (Colombia)  y a las personas que he elegido para ser administrador/a de LTE las he contactado por tumblr y también agregado a facebook!. Les quiero mencionar que crear un blog de ayuda NO es difícil, solo tienes que tener las ganas de ayudar y un blog. A medida que va pasando el tiempo la gente lo ira conociendo y así podrás hasta tener todo un team como es LTE. Anímense a hacer un cambio. Un abrazo! -Kary
A verdade é que eu gosto tanto de você, gosto tanto do teu jeito, do teu corpo, do teu hálito fresco em minha boca, da tua pele quente ao tocar a minha e de cada detalhe seu que só eu sei perceber com perspicácia. Nem sei ao certo a quê posso lhe comparar para que eu mesma posso entender a imensidão de amor que sinto. A realidade é essa: não há nada que chegue nem perto de ser tão bom, lindo e excitante como você. Eu sei as tuas manias e como cada uma delas me conquista freneticamente a cada segundo que ao teu lado fico. É estranho, às vezes quero tanto te ligar, mas sou orgulhosa, fico sempre achando que você vai me achar uma boba, que vai ver e nem vai atender, depois do primeiro toque já me desespero e me jogo de cabeça no chocolate e no sorvete, esperando que essa sensação terrível de ânsia de vômito pós-nada passe. Penso em como seria maravilhoso, ter você o dia inteiro na minha cama, ouvindo meus CD’s do Engenheiros e comendo bobagens, enquanto rimos do passado que jamais pensamos que um dia iríamos rir. Me diz, amor, por que não pode ser assim, mais simples? Por que não podemos deixar o orgulho de lado, as brigas do passado, as coisas ruins? Por que não podemos sair por ai, roubar um carro e andar pelo mundo à fora? Ou quem sabe ter uma vida tranquila, pra eu me perder nos teus defeitos tão perfeitos e nos teus traços inigualáveis… eu só queria que o ilegal fosse permitido, que a gente pudesse sair por ai, beber quando quisesse sem ter que pagar a conta, dançar numa boate até cansarmos sem ter que ser barrados pela nossa falta de idade. Queria que o imoral fosse bem aceito, que pudéssemos andar na rua de pijama, tomar banho de sol na varanda agarradinhos. Queria poder tomar banho naquelas fontes de praça, molhar teus cabelos e ali encontrar um pedacinho de felicidade que hoje já não encontro em nós dois. Queria também que a nossa juventude fosse eterna, queria morrer milhões de vezes pra te encontrar na mesma juventude linda de todas as outras vidas passadas. Queria que fosse só eu; meu amor desajeitado, você; a meu corpo emaranhado, e a vida; a nosso favor, simplesmente. Afinal, quando a vida é mais simples, o amor, a rotina, tudo, também se torna mais simples…
—  Será que tudo que eu gosto é ilegal, é imoral ou engorda?
Ela é assim: só me procura quando todos se vão. E eu sou assim: um otário que nunca consegue ignorá-la, sempre fico conversando com ela, até ela se enjoar de mim.
—  Eu-poetico.

— Alice… — ouvia eu baixinho pela manhã. — Alice!

— Oiiii?

— Acorda.

— Que foi?

— Abre os olhos e tu vai ver.

— Mas eu tô com sono, não pode ser mais tarde?

— Não.

— Tudo bem.

Bom se me pedissem para descrever aquela cena, tenho certeza de que após eu terminar meu relato todos ficariam boquiabertos, ou não acreditariam. Enfim, na minha frente estava a mesinha mais fofa de café da manhã que eu já havia visto. Com toalhinha vermelha xadrez e tudo o mais. Ele havia até mesmo colocado minha flor preferida — tulipas, sempre vermelhas. — em um vaso.

— Gostou?

— Caramba Lucas! Você acordou mais cedo pra fazer tudo isso? Tá… lindo.

— Pronto, ai. Valeu a pena.

— Como assim?

— Ver esse teu sorriso amarelado pela manhã, fez todo o trabalho valer a pena.

— Amarelado?? Ai espera um pouquinho, vou lá escovar os dentes e…

— Ei, ei. Senta aqui, vem comer, depois tu faz isso.

— Mas eu não devo estar cheirando bem….

— Prefiro teu cheiro natural do que teu perfume adocicado.

— Uhum.

— Quer suco?

— Umhu muhm.

— Pára com isso que eu não entendo murmúrio. Abre a boca logo, Alice.

Tapando a boca falei:

— E se eu estiver com bafo?

— Eu também estarei.

— Quem me garante isso?

— A cozinha.

— Ahn?

— É, vem cá.

Quando eu cheguei na cozinha não conseguia parar de rir. Se ele havia feito toda aquela bagunça para preparar sanduíches, não queria ver como seria o almoço. Literalmente havia queijo para tudo quanto é lado, e que tipo de ser humano usa três facas?

— Três facas?

— Uma pro queijo, uma pro presunto e outra pra manteiga, ué. Não é assim que todo mundo faz?

— Não, — eu não conseguia parar de rir da cara que ele fazia. — não é.

— Tá, deu de rir de mim, Ali.

— Mas é que… A geladeira tá aberta, Lucas!

— Eu sei.

— Por que tá aberta?

— Pro caso de você rir de mim e eu puder te colocar em algum lugar.

— Idiota.

— Desculpa se tu cabe.

— Sério mesmo?

— Não, vem cá bobinha.

— Fala bobagem, depois quer me abraçar… Voltou a ser o Lucas. — ri sarcasticamente.

— Vamos comer logo? Senão a gente se atrasa.

— Hoje é domingo Lucas, ou tu me aguenta pelo resto do dia, ou me avisa que eu vou embora.

— Não vai.

— Não?

— Não, se tu quiser a gente come depois, a gente se deita de novo e dorme até o meio dia.

— Falando nisso, que horas são?

— Sete e meia da manhã…

— O QUÊ? Tu me acordou às SETE HORAS da manhã em um DOMINGO? — enfatizei bastante as palavras, mas no final percebi que fui dura demais.

— Desculpa…

— Não faz essa carinha de cachorro abandonado. Vai lá fechar a geladeira que eu tô te esperando na cama.

— Isso foi um convite?

— Malicioso de merda.

— Falou palavrão! Que milagre é esse?

— Merda não é palavrão.

— Mas é feia.

— Tu fala coisa pior, não vem me julgar.

— Mas a diferença é que eu sou homem, eu posso.

— E eu sou mulher, tenho o mesmo direito. Agora vai logo.

O torpor atingiu meu corpo assim que me deitei. A cama jazia vazia e fria, e o tocar da minha pele quente contra aquilo foi um dos mais agradáveis. A cama era pequena, e nós estávamos apertados desde a noite passada, mas eu era pequena, tudo se ajeitava. Acho que é isso, tudo se ajeita quando estamos em uma boa companhia. Ele chegara sorrindo e havia parado na porta, usando aquela boxer preta e o brilho dos olhos quando a luz do Sol entrava pela janela. A beleza ainda assim era indescritível, por mais que eu tentasse definí-la ela ia lá e se mostrava totalmente diferente.

— O que tanto olhas?

— Tu.

— Por quê?

— Não sei, tu é um grande mistério Lucas, e olha que eu te conheço muito bem.

— Enfim, pronta para se apertar.

— Claro que sim.

Nós rimos, mas era verdade. O corpo dele não havia encolhido da noite para o dia então seria difícil acharmos a mesma posição confortável de antes.

— Ei, mas e a comida? — perguntei.

— Mais tarde, vamos voltar a dormir. Afinal são SETE HORAS da manhã de um DOMINGO. […] Camila Reis

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Eu te quero sempre, do meu lado, no espaço vazio na minha cama, brigando comigo, me fazendo sentir invencível, me cuidando, sendo o motivo dos meus sorrisos. Eu preciso de ti sempre, senão nada faz sentido. É como se cada vez que nos afastássemos, um pedaço de mim se fosse, eu fico doente, meus pensamentos embaralhados, minha mente confusa, meu corpo não me obedece e continua chamando teu nome, teu toque, teu calor, teu perfume nas minhas roupas, tuas mãos pelos meus cabelos embarassados. Há algo muito viciante em você, e em tudo relacionado a nós. Há algo que marca fundo em minha mente, e fica tatuado por toda a minha pele. Há algo na cor dos teus olhos, e no seu jeito de me enxergar. Há algo no teu sorriso, e no modo como ele me faz sorrir também. Há algo em nós, isso não se pode negar. CamilaReis

Tudo já foi tão mais fácil. Machucado era no cair de bicicleta ou no pique-pega, joelho ralado, mãos sangrando, choro incontrolável, e nada que um remédio e um colo da mamãe não curassem. Hoje, a dor de um joelho ralado não se compara ao de um coração quebrado, de um sentimento dilacerado, de uma palavra mal dita, de atitudes não tomadas, de sorrisos não mostrados. A dor será sempre a dor, horas violenta como um furacão, outras mais calmas como o soprar do vento na primavera.
—  Qual é a dor que tu sentes agora?
Quando eu estou assistindo muitas séries de uma vez e começo a misturar as coisas: então eu parei na parte que os irmãos winchester vão atrás do Castiel que se cansou dos irmãos Salvatore e fugiu com o Stiles em cima de um dragão junto com o Sheldon em direção a Storybrooke para visitar a Emma Swan