pivetes

La Lecture. Pierre Pivet (French, 1948-). Oil on canvas.

The colors are of prime importance in the Pivet’s work. Different chromatic tones that he kept from the Fauvist period contribute to building picture frames that fragment the canvas surface. The paintings have an inner quality, a density of expression.

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#McBruninhodf #McJapah
#sendo #trollados
é nós #pivetes
:)

Tanta mina querendo um beijo roubado e 3 pivetes vem rouba meu celular. :@
—  To puto pra caralho foda-se .|.

Sangue do meu sangue, meu irmão, meu pequeno, minha chatice, meu pivete, e meu menino! Me perdoe por ser como eu sou só saiba que eu te amo, mesmo de longe maninho.👬 (em Monte Verde Minas Gerais)

Out with the old and in with the new. If your @independenttrucks are feelling a little ragged grab some fresh bushings and pivet cups from @solsk8s and get back to turning again. Were open till 6pm today and still have decks for $30 in stock with grip. #skatebend #skateshop #bendoregon #builttogrind #independent

Por que?
 Eu só queria uma explicação, um motivo
 Que sentasse à minha frente e, de cara limpa
  Pudesse me dizer o que foi o meu erro
   Ou se teve algum erro
    Para que tivesse me deixado
     Sangrando, sozinha
     Sem poder escrever ou pôr
      Garras em músculos pulsantes
       Era eu, sempre
       Lutando, sempre
        Brigando, de cabelo emaranhado
         E batons, junta com
          Um bando de pivetes andando de skate e esfregando fuligem da rua em jeans justos

E os pivetes da rua
Foram eles que me ensinaram
Aqueles mesquinhos, virulentos, pequenos tigres da metrópole
Foram eles que me disseram seus palavrões, suas pequenas juras de maldade
E não fazia mal, afinal
Não estávamos indo a lugar nenhum, mesmo
Mas havia a escrita
E escrita não dá dinheiro, escrever nunca me deu porra nenhuma
Mas me livrou da porra
Do vazio
De tudo
Desculpe se sou tão mal-educada
Desculpe se não sou uma dama
É que também, eu
Tive que me defender
E era só eu, a loucura e a escrita
E aqueles pivetes que acendiam cigarro

Aí eu disse “não”
Para um ou dois deles
Eu disse, não me dê pó branco
Não vou entrar nessa, estou indo a Paris
Mas Paris? Apenas os sonhadores estão em Paris
E eu sonhava -eu, a poesia, o asfalto e a fuligem
E o cheiro de concreto
Quando estará indo?
E eu, dando risada
Je ne sais pas!
Mais je sais
Je sais… Une journée
Com sorte, até L. A

E por que?
Por que me deixou lá, para me defender?
  Daniel na cova dos leões
   Mas não sou Daniel
    E… Talvez… Não sei se sou um leão
       Eu queria enxergar seu rosto na luz branca
        Que me dissesse a verdade
          Porque sou amante da verdade, da vida
            Eu. Sou. Vida.
Não importa se na enseada
Ou matando aula de um professor asqueroso
Eu sou o broto que você pisa
E, ao menos isso
Você vai ter que
Aceitar e
Engolir.