E chega uma hora que acordamos e notamos que precisamos crescer, que nossas preocupações mudam e as dúvidas  já não são mais de que roupa usar. Chega a hora que a vida cobra mudanças e decisões, e nem sempre as escolhas vão ser uma ótimo e outra ruim. Muitas vezes as escolhas são cruéis entre coisas que amamos e não gostaríamos de ficar sem. E ai vem a difícil decisão de escolher o que é melhor, pro tão famoso futuro. Ter que pensar no futuro e nas consequências e não só no momento, e no quanto aquilo nos fará feliz. Aquela de aproveitar o momento e foda-se o resto, não poderá mais ser levado a sério, e aquele famoso foda-se pras coisas que não nos agradam não poderá mais ser pronunciado. Iremos ter que aprender a fazer as coisas mesmo não gostando, iremos ter que acordar cedo para trabalhar, e ter contas há pagar, decisões a tomar. Só de pensar da medo, da receio de não conseguir e não saber administrar a nova vida. Porque, se pararmos para pensar, problemas de adolescentes geralmente se resolvem com uma roupa nova ou então um pouco de carinho. É só se apaixonar e tudo tá resolvido… Mas e depois? É desconhecido. Na verdade, ninguém tá preparado para crescer, a maioria quer retroceder no tempo e voltar a depender da escolha de outros. Mas é inevitável, todo mundo tem que acordar para a realidade. E aí as coisas apertam, o que já foi importante um dia passa a não valer tanto e o que um dia foi um sonho, agora é um fardo: a independência. E a mudança não é só interior, o ambiente também já não é o mesmo. Não tem mais o mesmo brilho da descoberta em nada… Já está tudo conhecido. O garoto por quem se apaixonou há uns seis anos atrás já não tem o mesmo charme e cabelo imaculadamente penteado. Com o tempo, ele pega uma barriguinha e as preocupações começam a formar uma olheira em seus olhos. Mas e aí? Será que há amor o suficiente para aguentar um pouco de mal humor e stress? Será que ele ainda te achará linda mesmo quando chegar em casa cansada após um longo dia de trabalho? E o pior… Será que você vai se importar com tudo isso ou preferirá simplesmente deitar na cama e esquecer os problemas?Talvez ache que esses sentimentos sejam bobos demais para uma cabeça completamente adulta. E isso me assusta! O medo de crescer e me perder… Perder tudo aquilo que eu sempre prezei e quis ter. Medo de daqui há alguns anos dizer para os meus filhos que o amor é apenas um conto de fadas. Medo de não saber aconselhá-los a passar por situações idênticas as que passei. Medo de fracassar e não saber crescer, de parar no tempo e não achar um caminho certo para seguir na vida. De ser insegura para sempre e me encolher diante dos problemas que podem surgir. De não saber reagir, nem ser forte o suficiente, nem ser madura o bastante, nem encontrar quem me aguente. Medo de crescer… Medo de crescer só no tamanho e continuar a mesma menininha que cantarola para o vento e acredita em príncipes encantados. Medo de não achar o meu príncipe e não saber me encontrar na nova vida. Medo de mudar e ainda assim, permanecer a mesma idiota de sempre.  Paola feat Camila  (petrificados)

Sabe qual é a coisa que eu olho para trás e não me arrependo? Meus amigos, todos aqueles que eu perdi, aqueles que estão afastados, aqueles que moram longe, aqueles que sempre estão do meu lado, todos. Porque apesar de não ter tanto contato, sei que no momento foi sincero, e que compartilhávamos alegrias e anseios sem julgamentos. É tão bom saber que você tem alguém para contar, alguém que sempre vá lhe ouvir, sempre vai lhe apoiar, lhe aconselhar, viaja com você nas suas idéias mirabolantes, é uma cumplicidade inexplicável. Amizade é um bem muito precioso que precisamos conservar sempre, mesmo com todas as dificuldades que a amizade possa oferecer. Sabe, sem eles a vida parece não ter sentido - na verdade não tem, nenhum ser humano se contenta apenas com a solidão - não dá para imaginar como minha vida seria sem eles […] Quando perdemos um amigo, qualquer que seja o grau de intimidade, nós nos sentimos incompletos e sofremos muito. Amigos são irmãos que podemos contar sempre, dividimos tudo com eles: segredos, alegrias, lágrimas, tanto os momentos alegres quanto os mais absurdamente tristes também.  Amigos verdadeiros são aqueles que na sua frente te xingam de todo quanto é nome, mas por trás defende você com unhas e dentes. Amizade é um laço, um laço extremamente forte que não é quebrado tão fácil. Existem amizades à primeira vista, outras que são conquistadas com o tempo, mas todas trazem consigo um amor incondicional -quando são verdadeiras-, acima de tudo. Há aquelas que podem chegar a valer até mais do que aquele amor que dizemos ser “para sempre”. A amizade é simplesmente uma dádiva, se ela for verdadeira […] Afinal, nem todo sentimento é verdadeiro: ao longo da sua vida verás que muitas pessoas que irão se dizer amigas, serão as primeiras a jogar pedras em você pelas costas. Os realmente verdadeiros são os que estarão lá de braços abertos para enxugar suas lágrimas pela partida de todos os outros. Amizade não é só feita de apelidos fofos, somente por falar eu te amo à todo momento, ou por estar lá presenciando todos seus momentos tristes. Amizade é colocar apelidos constrangedores, dar sermões quando é merecido e estar contigo nos momentos mais felizes, pois amigos vão querer te ver à todo momento feliz e não estar contigo só nas más horas. Porque qualquer um inimigo aguentaria um momento seu de tristeza - na verdade é um motivo de alegria para ele - porém só os verdadeiros conseguem lhe ver bem, feliz, sem lhe invejar. Amigos assim merecem seu devido valor, devemos sempre “regar-los” para que a flor não muche. Tem sempre que está em manutenção, para não correr o risco de algum dia estragar e “te deixar na mão”. Com os verdadeiros amigos dei as minhas melhores risadas, com eles que minha tristeza passa com um piscar de olhos. Eles me fazem sorri e esquecer de todos os meus problemas. Amizade não é tão fácil de se encontrar, as verdadeiras são raras. São joias que não se encontram em qualquer esquina. São raras. Ao longo da vida passamos por várias fases, boas e ruins. Em cada uma delas, encontramos estrelinhas, ou melhor, anjos, verdadeiros anjos que mesmo com o passar do tempo, continuam do seu lado. Sempre apoiando, lhe dizendo aquilo que você precisa ouvir. Amigos são aqueles com quem passamos o dia conversando e ainda se tem assunto. São aqueles com quem falamos as piores merdas e depois simplismente caímos na gargalhada. Amigos são aqueles que sabem a hora exata de te oferecer um abraço, sem pedir nada em troca. Amigo que é amigo, está sempre com você, não importa que seja no fundinho do seu coração, mas sempre vai estar, independente da distância física. Michelle + Sabrina + Mônica + Carolina (Petrificados)

Todo e qualquer individuo é a um tempo beneficiário e vitima da tradição linguística em cujo seio nasceu - beneficiário na medida em que a linguagem lhe dá acesso aos registos acumulados da experiência alheia, vitima na medida em que essa mesma linguagem reitera nele a crença de que a consciência reduzida é a única consciência que existe e lhe corrompe a percepção da realidade, de tal modo que ele é levado a tomar os seus conceitos por dados palpáveis, as suas palavras por coisas genuínas. Aquilo a que, na linguagem da religião, se chama «este mundo» é o universo da consciência reduzida, expresso e, por assim dizer, petrificado pela linguagem
—  Aldous Huxley -  As portas da percepção

Estou de saco cheio desses rótulos que a sociedade impõe sobre mim, como se eu fosse algum tipo de embalagem. Cansei de ser tachada de anti social se não sabem nem ao menos o porquê de eu ter me afastado das pessoas, não sabem nem um terço da minha vida para ficar julgando e tacando pedras. Por um acaso vocês que jogam pedras são perfeitos? Já parou para olhar que seu teto também é de vidro e pode se quebrar facilmente? Já parou para pensar que a vida não é tão simples para todos? Pois bem, se sua vida for perfeita, se não possuir nenhum machucado, se tiver um curriculum limpinho, sem nenhuma queda, sem nenhum erro, me ensine a ser assim? Me ensine a ser perfeito, ainda não encontrei a fórmula para essa tal perfeição que tanto procuram nos outros, mas não possuem. Poxa sociedade, vamos parar de rotular tudo e todos? Vocês não tem um pingo de vergonha na cara de criticar uns ao outros e não olharem para o próprio umbigo.Fala sério, vivemos em uma sociedade onde a aparência é mais importante do que o que você tem por dentro. Não estão nem ligando para o teu figado, até mesmo para o seu coração. Eles vão olhar mesmo para o seu corpo  e vão analisar cada detalhe. Se você tiver aqueles pneusinhos, já é motivo para falarem que não serve para trabalhar em certo lugar. Se você for o tipo magra, que não tem seios fartos coxas  torneadas e bumbum empinado, é motivo para falar que você não se encaixa no quadrão da sociedade. Nenhum menino vai querer namorar uma garota de pernas finas e cabelos desgrenhados. Nenhuma agência de modelo irá querer uma modelo gordinha, com gordurinhas saltado fora da roupa. Agora, suas “amigas” sim irão aceitar uma feinha no grupo, assim elas poderão ser notadas por serem as mais bonitas. Porra, qual o problema de vocês? Me sinto deslocada, é como se eu tivesse nascido na época errada. Pessoas tem entrado em depressão, outras pensam em suicídio, e tudo por culpa da sociedade que exige o que nem eles podem dar de si mesmo. Vocês tem criticado demais. Enquanto nos preocuparmos com as opiniões alheias, vamos acabar ficando surdos para nossas próprias opiniões.Raíssa + Gabriella (petrificados)

Sussurrava tão baixo, tão meu que eu me recusava a parar de olhar sua boca para não perder uma palavra. Dizia tão calmo, tão ele, tão verdadeiro que cada átomo do meu corpo acreditava em suas palavras, nada naquele segundo me fazia ter ódio ou raiva dele, eu simplesmente acreditava. Acreditava em mim. Nele. Pior, eu acreditava em nós. Como um casal, como amigos… Como… Ele roçou os lábios nos meus e disse bem baixinho para que ninguém pudesse ouvi-lo, apenas eu tinha o direito naquele nosso instante petrificado.
– Não se preocupe moreninha… Minha princesinha… – Eu sorri do seu apelido em mim
– Não estou preocupada, Sampa… Estou com medo.
Distribui beijos em seu rosto, ele segurou firme minha nuca me olhando. Mordi seu lábio e sorri.
– Você é uma medrosa.
Ele riu.
– Sampa… Eu já sei…
– O que? Que você é medrosa?
– Não… Que você é louco por mim.
– Por cada pedacinho seu, moreninha.
Te miro fijamente, quiero aprenderte bien para cuando sólo quede tu recuerdo y tenga que descifrar lo que no me dices ahora. Una parte de mi vida, estos minutos, se van contigo. No sé decir las cosas que siento. Tal vez algún día te las escriba sentada frente a otra ventana. No sé tampoco hasta dónde soy feliz. Cada despedida es un estarse desangrando, un dolor que nos asesina lentamente. Estamos llenos de palabras y sentimientos, de un silencio que nos confina en nosotros mismos. Tal vez esta habitación nos queda demasiado grande o demasiado estrecha y por eso no sabemos qué hacer con nuestros cuerpos y las palabras. Miras el reloj. El tiempo es una daga suspendida sobre nuestra cabeza. Después vendrá la tarde vacía como esas cuando no estás conmigo, cuando nos separamos y nos falta la mitad del cuerpo…
—  En «Árboles petrificados» de Amparo Dávila.
Esta noche

El miedo cruza mi cuerpo
en forma de mariposas negras,
mariposas de terror, muertas
vagan con rumbo incierto.

Mis brazos tiemblan,
mi cuerpo se fracciona
para dejar a mi alma gritona
correr hacia ella.

Quisiera no tenerlo,
quisiera dejar de temer
a mis palabras que, con cruel
golpe, asesinan sin sueldo.

Pido a Dios que le proteja,
que me ayude a consolar
mi petrificado cuerpo mortal
que en silencio se queja.

Dizem que nós mulheres somos complicadas […] mas mal sabem eles como é difícil ser mulherrisos. Como é difícil lidar com nossas mudanças de humor repentinas, e o quanto irrita quando ninguém nos entende em relação a isso. O quanto é difícil estar naqueles dias e ainda sorrir e se vestir bem para encarar o mundo lá fora. O quanto não é fácil andar de salto, ou até mesmo decidir qual all star escolher. E até mesmo aquelas que se dizem ”desleixadas” tem duvidas para escolher qual camiseta, jeans e all star usar. Toda mulher é vaidosa, toda mulher no fundo gosta de ouvir um ”como você está linda”. Tem aquelas que se dizem nem um pouco vaidosas, mas na maioria das vezes essas são as piores, porque se preocupam tanto em não serem vaidosas, em mostrar que não se importam que acabam tendo maiores trabalhos em passar essa imagem. Acho que vaidade é algo bom, nos deixa com auto estima, nos faz sentir melhores, mais confiantes, só que ela de forma exagera não dá […] As mulheres tem o dom de enganar, de persuadir e conquistar o que querem. As mulheres são mil e uma utilidades — acho que mais até que esse número. Elas cuidam da casa, trabalham, tem diversas preocupações, tem filhos, menstruam e etc. Tantas coisas para um ser só, e nós mulheres conseguimos fazer tudo isso com a maior facilidade, embora seja árduo, fazemos com orgulho e aguentamos com um sorriso no rosto. E além disso ainda se arrumam para sair a noite e te impressionar com aquele jeito que te leva a loucura, que faz os homens caírem aos seus pés. Quando as mulheres querem elas usam e abusam. Quando alguém as magoam fazem esse sujeito implorar perdão, porque não há ninguém melhor em vinganças se não as mulheres, elas são profissionais nisso. As mulheres são mais inteligentes tanto mentalmente como emocionalmente. Elas movem o mundo. Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas, apressadas, é isso que somos hoje. Todas lindas do jeito que são. Nós somos enigmáticas e gostamos disso. […] Paola feat Michelle  (petrificados)

CUENTO: OJOS ABIERTOS

Nunca supo que hechos insospechados ocurrirían en el puente. El comienzo de una noche sin fortuna.

En la oscuridad llega una mujer. Tú estás inmóvil, la lluvia golpea los vitrales del templo. Es la primera vez que ella entra. Lo sabes, realmente lo sabes porque llevas años esculpido en la catedral. Camina nerviosa, está de luto, se fija en algunos detalles del lugar, después sus ojos se posan en ti. Se acerca y te toca la cara, palpa tus facciones. Su mano se contrae al sentirte. Luego se extraña en tus pupilas. No puedes dejar de verla. La mirada es tan grande que te cubre, cubre todos tus complejos. Sientes la inmensa distancia entre ambos como un cristal: frágil, claro y delicado es el lazo.

Todos los feligreses siempre dejaban su presencia en las estatuas de la dolorosa y del crucificado. Jamás en ti, hasta ahora. Sientes la impotencia de estar petrificado en muchos sentidos. Para ti es preciso que todo sea sin ser, que se plasme y manifieste. Nada sucedía ante ti hasta entonces.

Ves que la mujer camina hacia el confesionario, entra y se echa la bendición.

-Padre, perdóneme. Porque he pecado –Alcanzas a escuchar vagamente en la voz de la mujer.

Lo siguiente solo son susurros, nada claro. Sin embargo la voz tiene quiebres. La confesión termina y la cara del padre se ve descompuesta. La mujer se va de la iglesia.

No te interesan que pecados tenía que confesar, quieres que regrese. Convocas a la ausente con el pensamiento. Escuchas el eco fuerte de las palabras que retumban y aparentemente se quedan encerradas en tu cabeza. El viento las toma, se las lleva.

Ave maría purísima…

…Sin pecado concebida

Los acontecimientos de aquel día cambiaron mucho a Selene. Cuando llegó a casa, todas las luces estaban apagadas, surcó la oscuridad y entró en el cuarto sin hacer ruido. El hombre estaba dormido en la cama. Ella se metió silenciosa entre las cobijas y cerró los ojos. Sintió una voz detrás de su oreja que la obligó a abrazar asustada a su novio, él se libero de los brazos.

-¡Tienes las manos heladas! No…no – dijo el hombre

Selene le dio la espalda bruscamente y cerró los ojos. Intentando dormir. ¿Cómo era posible vivir con un hombre sin tener convivencia con él? Siempre trabajaba mucho, y cuando llegaba estaba cansado, sin tiempo para ella. Selene intento no flagelarse con los pensamientos que siempre la torturan antes de dormir.

“El pecado es simple, la condena definitiva” -Escuchó

Esa no era la voz del hombre con el que dormía. El sonido se hacía cada vez más fuerte, sentía un miedo incontrolable y éste se propagaba dentro de sí por la incapacidad de expresarlo. No pudo descansar esa noche. La angustia ya moraba en sus ojos. Intentó concentrarse en algo para apaciguar su imaginación, así que comenzó a ver a su novio dormir, advertía la tranquilidad que él poseía y sintió codicia de su calma.

Pasaron varios días sin poder dormir ni dialogar, ella seguía escuchando la voz. Selene perdió la tranquilidad por completo y sentir la paz de su novio, tan cerca, la agobiaba aún más. Comenzó a cambiar de humor, ya no hablaba con el hombre más que lo estrictamente necesario y su rostro se llenó de ojeras. El hombre parecía no notarlo, hasta que una tarde ella por fin habló:

-Cariño, han pasado semanas donde el silencio ha gritado miles de cosas que tú te niegas a escuchar. Estos últimos días no he tenido calma. Cada noche te veo dormir sin siquiera preocuparte por mí, ni preguntarme: “¿cómo estas hoy?”. Soy la receptora de tu indiferencia, de la tranquilidad que veo en tus sueños y de los que yo carezco. Pienso que debemos dejar la relación hasta aquí.

El hombre la mira desconcertado

-Pero ¿acaso no me amas, ya no te importo? ¡Mírame! ¿Ya no hay amor?

-¡Basta! Deja de mirarme así. No busques en mi, cosas que yo ya enterré. ¿Me preguntas por el amor? Lo mató tu silencio, se fue con mi calma. Todos tenemos entierros y velorios en nuestro interior, donde no queremos que nadie más mire a nuestro muerto. ¡Pues es nuestro y está muerto! Ya no vive y tampoco queremos que lo haga, así son las amargas experiencias, ya que las perdimos no queremos volver a saber de ellas y en mi interior estoy de luto, pues siento que otro entierro está por venir.

El hombre salió de la casa sin decir nada, desconcertado por las palabras que acaba de escuchar. Desde esa noche él no volvería a dormir en su cama, sabía que debía darle tiempo a Selene para calmar sus emociones y luego quizás, solucionarían las cosas.

Selene se quedó sola en casa, se sintió tranquila después de desahogarse, fue a la cocina y comenzó a preparar su cena. Sin darse cuenta había hecho más y la comida comenzó a sobrar, sabía que había cocinado para dos, al parecer ya no haría falta. El problema recaía en que se había acostumbrado a la existencia del hombre. Se acostó en su cama y miro la almohada vacía, recostó su cabeza en ella. Esperaba descansar.

“El pecado es simple, la condena definitiva,

El pecado es simple, la condena definitiva,

El pecado es…”

Selene continuaba escuchando voces, sin importar la decisión que hubiese tomado, no tenía tranquilidad. Cada vez estaba más desesperada y se imaginaba a su novio durmiendo tranquilo en la cama de alguien más, sin su presencia.

De repente escuchó el teléfono. Selene espero a que sonara varías veces, quería corroborar que no eran ruidos ajenos a la realidad. Por fin tomo la bocina.

-¿Alo?

-Hola, Selene. Soy yo, he… he estado pensando y…

-Mira, no hablemos por teléfono. Que te parece si nos vemos en una hora y conversamos más tranquilamente.

- Me parece bien. ¿En dónde nos vemos?

-Mmm déjame pensar, ¿cerca al puente?

-Está bien, allá te veo. Te quiero.

Camina por las calles, su silencio la lleva sin fortuna a una noche profunda, con tantas voces, pasa un taxi, la sombra de cualquiera que también camina a esa hora, como perdido. Llega al puente y un ventarrón le revuelve el cabello, lo contempla dispuesto, es el preámbulo de la recompensa a una caminata nerviosa. Tiene la libertad agazapada bajo su negro vestido. Selene mira con ternura las aguas bajo el puente, como se comen las orillas, intenta calcular la profundidad.

-Hola – dice alguien atrás de ella

-¡Hola! Me asustaste, ¿por qué tardaste?

-Solo… no estaba seguro… - Respondió el hombre y la abrazo.

Ella lo miro con ternura mientras intentaba un encuentro con sus labios. Se besaron con intensidad. Unos labios juntos luchaban tibiamente, besos filosos en la noche, que celebraban lo peor. Selene con fuerza desconocida apretó un puñal bajo sus ropas, los besos seguían, el viento soplaba tormenta, soplaba tragedia. Con odio tranquilo los besos se detuvieron, el filo del puñal atravesó la oscuridad de la noche, derramada en gotas de muerte.

Una respiración atascada señalaba la agonía del hombre, los ojos abiertos como guardando la imagen del victimario. Unas manos lo empujaron hasta que cayó a las aguas del rio.

Nunca supo que hechos insospechados ocurrirían en el puente, el comienzo de una noche sin fortuna.

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M. Estefanía Rodríguez Vallejo

Me sinto só

Às vezes me pego pensando se realmente faço falta ou não pra algumas pessoas. Me lembro das tarde jogando conversa fora na calçada de casa, das brincadeiras no corredores do colégio. Lembro das paneladas de brigadeiro e dos momentos fugitivos. Das pizzas. Dos abraços. E deixo de lado a minha bobagem, a minha insegurança e o maldito medo de perder todos vocês que eu amo tanto. Porque eu sei que por mais que o tempo e a distancia desgastem e estrassalhem tudo de mais lindo que existe dentro de mim, as coisas ainda podem voltar a ser como eram. Porque sentimentos verdadeiros não se transformam em pó. Mas é engraçado como essa mesma distância que mata, que extermina, pode ser boa e verdadeira. Talvez se não tivesse partido e mudado tudo, nunca saberia quem as pessoas realmente são, nunca saberia para quem realmente faço falta. Entre tantas descobertas, algumas foram muito doloridas, mas ainda assim eu superei e estou aqui, mais firme e forte do que nunca estive. Com o coração dolorido, mas petrificado, quase imune. Descobri que a dor não me atinge mais, pois o que tinha pra doer, doeu e o que tinha pra morrer, eu mesma consegui matar. E só restou a mim e essa inestimável confusão de sentimentos, de lembranças, que vão me transformando e me tornando aquilo o que realmente sou.

monterrey horror story 

enfrente de la adolfo prieto lo que era antes un auditorio abandonado ahora es una casita del terror [qué adecuada alegoría, ni mandada hacer].

hace unas semanas mancharon de “sangre” las ventanas para promocionarla y ahora un zombi mamado de los rabiosos sale de entre unas food trucks y corretea a los paseantes. 

ayer me compré una docena de tamales y cuando caminaba por la entrada de fundidora sufrí un ataque zombi: el no-muerto correteaba a unos niños y luego yo quedé entre los niños y el muerto mamado, y el rabioso vio en mí pura carne jugosa de la buena y me espetó un gruñido amenazador mientras se me acercaba. 

me quedé petrificado, el zombi me saboreaba, bufaba, se saboreaba, bufaba más y cuando lo tenía más cerquita se me ocurrió que podía razonar con él, le dije: oye, ¿mejor no quieres un tamal?; alcé la bolsa de plástico con la docena de tamales y traté de convencerlo: mira, son de cabeza… 

esperaba lo peor pero en lugar de eso el enrabiado me sacó la vuelta y siguió correteando morrillos.

la verdad es que george a. romero se ofendería.

[pinches muertos vivientes ya no son lo que eran antes]

está culera esta lectura pero es acertada: mientras ellos juegan a los muertos sin quererlo nos recuerdan que nuestras calles están llenas de cadáveres bastante reales. alguna vez me platicaron de una película de terror donde un hombre trae cargando en la espalda el peso fantasma de una persona a la que atropelló. el protagonista huye de su responsabilidad y su castigo es soportar esa carga; a nosotros nos toca cargar con tanto muerto porque ellos son nuestros muertos, gracias a ellos estamos aquí [para bien para mal]. con tanta mierda que hemos permitido y perpetuado todos somos responsables de esta pinche desgracia de país. y es entonces que cualquier monstruo imaginario resulta ridículo y hasta impertinente.

sobre sentir-se uma merda

   Dissera-me de rusticidade,

mal sabendo que nós somos imundos

defecamos sonhos entre um paraíso inconfidente

dissimulados, petrificados eu assumo em amago

somos dissecados

   Deprecie-me,

toda minha corrupção na boca da paixão

entrega-se de goro por minha geração

de maçante se rende por remuneração

graças à oração dos carniceiros de alma composta de salvação

   Que por complacência deixei-me cair em fábulas

mas na falta de amor me sobrou o rancor

meu abandono, minha sobriedade

num buraco caí de aberração 

O dia (ou noite) em que sonhei com Brian Molko

Bombas de fedor são jogadas. Hong Kong em polvorosa. Há sempre um lugar em chamas > metafóricas ou não. Silenciado o piano burguês. O dia (ou noite) em que sonhei com Brian Molko. Duckface. Sorriso petrificado. Rumour demência. O som da banda que marcha. Pedimos Burger Queen favorita da casa. Brian lânguido tão usual. Excesso de adiposidade na região do queixo Solidão cortante nos olhinhos semi-cerrados descrições aleatórias da vida que continua inevitável inadiável os quilos pesam a idade aumentada através de uma lupa mentalmente possível catalizar os defeitos flagrantes Brian está obediente Brian permanece dócil Eu lembro ou faço alusão a capa de Black Market Music Eu digo que tentei a pintura mas a frustração chegou junto com os trinta Brian está deitado num colchão desorganizado jogado ao chão Espaço ZEN o cacete para minha paciência Rockstar afoito - aflitiva dança da decadência provando que as lendas erram 

Finalmente alguém resolveu mencionar a verdade finalmente ! 

Duck face and a sheer drop 

BANG! BANG! 

Cheguei em um ponto que fico questionando sobre se vale a pena ou não, te amar. Você não é o cara típico que faz loucuras de amor por mim. Mas também, não é do tipo que me trata mal. Sei lá, parece que eu sou um tanto faz na sua vida. Que se eu fosse embora pela porta, você não iria ficar triste, acabado, mas iria pedir para eu ficar. Acho que você já se acostumou com a minha presença. Acho que me ter na sua vida, é uma praticidade. Pra ser bem sincera, você é um meio termo. E como eu sempre te disse, eu odeio meios termos. Eu sou intensa, e você é mais ou menos. Então eu me pego procurando um motivo qualquer para que valha a pena reverter a questão de ir embora da sua vida. E isso provavelmente, só ocorreria se você fosse realmente firme. Ou vem ou vai, ou sim ou não. Me ama ou me odeia e fim de papo. Porque toda essa indiferença têm me deixado louca. Eu simplesmente não consigo suportar. Afinal, que diferença faria pra você se não passo de um ‘tanto faz’? Mas quando a gente se apega, essa decisão se torna dolorosa. Você pode não se decidir, mas eu sei o quanto gosto de você. Tanto que não admito que cheguemos a esse ponto. Cansei de todos esses “talvez”, cansei da sua indecisão. Esse amor pela metade está destruindo o que ainda restava do meu coração. Quero sentimento de verdade, quero amar por inteiro, me entregar de alma e coração. Dizem que o amor machuca, mas estou aprendendo que na verdade o que machuca são as pessoas. As pessoas que nos iludem, e causam uma reviravolta nos sentimentos, deixam tudo bagunçado e vão embora sem nem dizer adeus. E foi isso que você fez, jurou amor eterno, mas se foi ainda no primeiro tempo de amor – ou falso amor, agora tanto faz. Agora eu sou o arbitro da minha vida, e te expulso de vez do meu coração, cansei de amar sozinha e sofrer por dois. Vou virar o jogo e ser feliz. Por um momento cheguei a olhar para trás, admito que por várias vezes lutei e dei o máximo de mim para que esse amor não se acabasse, ou seilá se era mesmo amor, mas em mim ele se foi. Deixando apenas os rastros machucados. Mas agora não sei mais, só sei que quero ser forte para seguir sem você, ou pelo menos fingir que estou vivendo sem você. Que seja, meios termos nunca foram bons para mim, sempre me entreguei por inteiro, e sempre recebi pela metade, acabei valendo por dois, e meu coração suportou por mil, e isso não é justo. E agora fica para trás, todas as promessas quebradas e todos os planos não terminados. Nada irá se cumprir, nada irá acontecer no futuro, não com você. Letícia + Gabi + Kállyta + Raíssa (petrificados)

ACTUALIDAD REALMADRID ULTIMAS 24 HORAS

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OPINIÓN PERSONAL

La vida puede ser maravillosa cuándo hay una victoria por medio en este encuentro celebrado hace menos de 24 horas pero la sensación es lamentable en el equipo. La defensa hace aguas y en portería el portero es de futbolín. Parece que la diosa medusa le ha petrificado enteramente y de la linea no se mueve, se queda quieto como viendo como se le mete el balón, como si quisiera decir : “A mi me da igual, Yo ya lo he ganado todo”. !Qué daño nos esta haciendo el dichoso portero de los cojones!. Desde estas lineas pido que se vaya y con él Sergio Ramos porque vaya 2 patas para un banco. Sereis capitanes pero sois jugadores de mirada al balón y sin moveros. No es justificable en mi opinión echar la culpa a los delanteros como Cristiano Ronaldo y Bale de que defiendan, pues esporádicamente deben de hacerlo, pero su miramiento tiene que ir dirigido a ver portería no ayudar a Ramos and Portero. !Para eso están los centrocampistas!. A parte de ello reflejar la apatía del equipo ante un equipo inferior aunque se haya conseguido sumar los tres puntos que nos dan el liderato de grupo.El equipo necesita gente con ganas e ilusión y no vivir de apalancados por el criterio de la prensa.

PABLO LASO

El entrenador del Real Madrid, Pablo Laso, ha reconocido que “es un reto y una responsabilidad jugar la ‘Final Four’ en Madrid”, después de perder la final de la Euroliga el año pasado en “una temporada fantástica” a pesar de sucumbir también en la Liga Endesa, página que quiere pasar sintiendo la “misma ilusión del primer día” al inicio de su cuarta temporada y “encantado” con la plantilla que tiene.

"La presión de ganar la Euroliga la tienes siempre, no solo este año. Es verdad que para nosotros es un reto y una responsabilidad jugar la ‘Final Four’ en Madrid. ¿Y eso qué significa? ¿Qué puedo perder la Liga? ¿Que puedo perder la Copa? No. Parece que estamos pensando en Madrid 2015 y no sabemos lo difícil que es llegar a la ‘Final Four’. Lo difícil que es el camino te impide pensar en lo que puede pasar en abril", apuntó Laso ante la prensa durante el día de atención a medios programado por la Euroliga.

El técnico reivindicó que “la temporada pasada fue fantástica en muchos aspectos”. “Conseguimos un 90 por ciento de victoria, conseguimos dos títulos y algo que el Madrid no había logrado en los últimos veinte años: llegar a las cuatro finales. El sabor que te queda casi siempre es la final, perdimos la final de Liga porque el Barcelona fue mejor”, resumió.

Ahora, su equipo vuelve a la carga después “una pretemporada que suele ser atípica por la llegadas de los jugadores internacionales”, pero que “este año ha rozado lo imposible”. “Hemos tenido nueves jugadores que han disputado el Mundial y esto nos ha obligado a competir en la Supercopa con tres entrenamientos. Pero estoy contento porque todos han venido bien físicamente, entre comillas”, desgranó un Laso que dijo no sentirse “sorprendido por lo bien que salió la Supercopa”.

"Si juntáramos los 80 minutos, nos costó al principio, normal contra un Valencia que había trabajado junto toda la pretemporada. Mantuvimos esa buena línea en la final y trajimos un título que era importante para demostrar que el equipo quiere competir desde el primer día", argumentó.

Respecto a los nuevos fichajes, recordó que K.C.Rivers “lleva toda la pretemporada y ha tenido tiempo para ver cómo se maneja el equipo”, mientras que “los otros irán más poco a poco” porque “son gente que llega nueva y tiene que hacerse todo, hasta buscar una casa”. “Todo tiene su proceso de acoplamiento, van muy bien y con buena predisposición”, aclaró, antes de valorar al último en llegar, Gustavo Ayón.

"Fue uno de los mejores pívots de la competición en su último año en el Fuenlabrada. Su salto a la NBA ha sido extraños por equipos y lesiones, la sensación de que no se ha acoplado bien a la competición. Vuelve en muy buen momento personal, nos puede aportar muchas cosas y es muy versátil", analizó.

"Encantado" por la plantilla de la que dispone, Laso reconoció que Tremell Darden podía haber renovado con el club. "También me podéis preguntar por Draper, o por Begic… Al final no controlas lo que quiere hacer un jugador, si viene otro equipo y paga más dinero no puedes hacer nada. Igual que si tú no quiere que siga un jugador y tiene contrato", calibró.

A nivel personal, el alavés dijo sentirse “igual que el primer día”, después de un verano en el que el Real Madrid descartó la renovación de sus dos ayudantes, Hugo López y Jota Cuspinera. “Tengo mucha ilusión, es sencillo porque amo este deporte y ha sido mi vida desde que soy muy crío. Ha sido un verano complicado, primero en lo personal por mi lesión, pero ahora mismo empezamos una nueva temporada con retos altísimos”, añadió para pasar página.

"Cuando veo al equipo de EBA pienso en los jugadores que pueden llegar al primer equipo, aunque puede que yo ya no les entrene. Cuando trabajo para un club lo hago pensando que voy a estar toda mi vida en él. Esto es deporte profesional y sabes que muy difícil que alguien haga lo de Ferguson, pero la obligación de un entrenador es estar siempre preocupado por el equipo y su futuro. Estoy contento de empezar mi cuarto año en el Madrid, el equipo me ha dado mucho y yo espero haberle dado mucho al equipo y que nuestra relación siga siendo buena y productiva", deseó.

En cuanto al manejo de la plantilla, que esta temporada contará con 13 jugadores, Laso subrayó que se fija en “los entrenadores de fútbol y tienen todos los fines de semana la misma historia”. En este sentido, reconoció que “muchas veces es jodido tener que descartar a algún jugador para un partido”, pero que su “obligación como entrenador es manejar el equipo lo mejor posible”.

Por último, el vitoriano explicó que ya está recuperado de la dolencia en el tendón de Aquiles que sufrió en la última final liguera. “Estoy bastante en bien después de tres meses de la lesión, bastante absurda para un entrenador. La recuperación ha ido muy bien y ya puedo caminar con normalidad. Para jugar no estoy, todavía me queda tiempo, pero estoy bastante recuperado de una lesión complicada”, concluyó con humor.

GUSTAVO AYÓN

El ala-pívot del Real Madrid Gustavo Alfonso Ayón ha asegurado este jueves que el equipo está “bastante bien” tras conquistar la Supercopa ante el FC Barcelona y ha confesado que trabajarán al máximo para poder llegar a la final de la ‘Final Four’ que se celebrará este año en Madrid.

"El equipo está bastante bien, pero no hay que guiarnos en lo que pasó en la Supercopa. Hay que pensar en trabajar y en que no siempre vamos a jugar de esa manera. En momentos difíciles tenemos que estar unidos para sacar esto adelante", dijo Ayón ante los medios de comunicación durante el ‘Media Day’ del club blanco de cara al torneo continental.

Sobre su llegada al conjunto blanco, el mexicano afirmó que se siente cómodo por el “buen grupo y excelentes jugadores” que tiene el equipo, y confesó que “da gusto trabajar día a día así”. “El mister me ha dicho que voy a jugar en dos posiciones, de ‘cuatro’ y de ‘cinco’. No me genera preocupación ni sensación negativa sino al contrario, positiva, porque tengo más responsabilidad y oportunidades de jugar y ayudar al equipo en las dos posiciones”, sentenció.

En lo que se refiere a su aportación personal, el internacional señaló que puede aportar “agresividad tanto en defensa como en ataque”. “Puedo aportar cosas para el equipo, no solo estadísticas, sino otros números que no se ven”, apuntilló.

Para Ayón, “falta mucho” para disputar la ‘Final Four’ en Madrid este año, donde el conjunto de Pablo Laso parte como uno de los favoritos a conquistarla. “Es una ilusión poder tener una final aquí, pero tenemos que trabajar para llegar a esa situación”, respondió.

Por último, el nuevo refuerzo madridista manifestó que solo piensa en su club y no en los rivales. “Para mi no hay candidatos, no pienso en quienes puedan ser o los equipos más difíciles. Me preocupo por mi equipo y en que juegue bien”, concluyó.

FACUNDO CAMPAZZO

El base del Real Madrid Facundo Campazzo ha asegurado este jueves que cuando uno habla del equipo madridista “habla de títulos” y ha afirmado que llega para “adaptarse” al juego de Pablo Laso, el cual le está ayudando mucho en su aclimatación.

"Cuando uno habla del Real Madrid habla de títulos y para ello tiene que haber química colectivamente entre jugadores y entrenador. Estoy a disposición de lo que el equipo y el entrenador me pida. Yo soy quien se tiene que adaptar al entrenador y la forma que juegue el equipo", dijo ante los medios de comunicación durante el ‘Media Day’ del club blanco de cara a la Euroliga.

En este sentido, el argentino confirmó que el Real Madrid le ha ofrecido todas las facilidades para su adaptación. “El club superó todas mis expectativas y me dio todo para que estuviera cómodo y tranquilo puesto que es mi primera vez fuera del país”, agregó.

 Además, el nuevo refuerzo blanco alabó la “hospitalidad” de sus compañeros además del club. “A ‘Chapu’ Nocioni le conozco más y la comodidad del club y del resto de compañeros es buenísima. Les veía en la tele o enfrentándome a ellos con la selección, pero ahora hay muy buen rollo”, añadió.

Asimismo, Campazzo subrayó lo importante de jugar con Sergio Llull y Sergio Rodríguez para aprender de ellos. “Los entrenamientos son buenos, no conocía a ninguno de los dos, pero tienen muy buen rollo. Son grandes jugadores y espero sacar el mayor juego posible al jugar al lado de ellos. Estoy contento y motivado”, confesó.

Sobre su rol dentro del equipo de Pablo Laso, cree que su labor será más defensiva que en ataque. “A Pablo Laso le gusta correr la cancha. Trataré de defender al base rival todos los minutos que juegue y que no haga su juego, mientras que en ataque trataré de hacer correr al equipo y hacerlo jugar”, explicó.

 ”Es mi primer año aquí y la adaptación no va a ser lenta porque Laso me está ayudando mucho. El fue base y tiene conocimientos en ese sentido y me ayuda”, afirmó el sudamericano.

Por último, en lo que se refiere a sus cualidad y características personales, el jugador blanco se calificó como “intenso y activo”. “Voy a dar el 100 por ciento en la cancha. No voy a guardarme nada. Daré lo máximo en defensa como en ataque”, concluyó.

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CRÓNICA REALMADRID 2-1 LUDOGORETS

El Real Madrid tuvo que ponerse el mono de trabajo para salir victorioso de Sofía ante el debutante Ludogorets (1-2) en un encuentro perteneciente a la segunda jornada de la fase de grupos de la Liga de Campeones, un partido que resolvió el francés Karim Benzema a cuarto de hora para el final, cuando el esfuerzo búlgaro comenzaba a dar sus frutos.

Ni Arbeloa, ni Bale creyeron en ese balón colgado por Espinho. Corrían seis minutos de partido y el equipo de Georgi Dermendzhiev ya ganaba por 1-0. Marcelinho, al segundo palo, aireaba las vergüenzas de un Real Madrid que había subestimado a su rival. Así comenzó la supuesta ‘fiesta’ que se iba a vivir en Bulgaria.

Nada fue tal para los blancos, que sufrieron desde el comienzo ante el insacible hambre de los búlgaros. Un equipo que honró la mejor competición del mundo. A su debut en Anfield —hicieron penar a los ‘reds’ hasta el minuto 91— se sumó la valiente propuesta ante el actual campeón de Europa, el que más solera tiene al amparo del ‘Viejo Continente’.

El Ludogorets no se amilanó ante nadie, ni tan siquiera ante la fortaleza del dragón que llevaban los merengues en su camiseta. Así habían pasado la previa los jugadores, cuestionados por el diseño de su chamarra y abstraídos del campeón búlgaro, que estuvo a punto de sacarle los colores.

Se libraron los de Carlos Ancelotti —relajados desde el comienzo— pero estuvo cerca de sangrar la herida. Marcelinho provocó el desaire de Casillas, nuevamente señalado en el balón parado, aunque la actitud de sus defensas habló por si sola. El evidente problema que tienen los blancos en esta parcela comienza a ser el pan de cada día, sea quien sea el rival.

El cabezazo del ‘Ludo’ no inquietó al Real Madrid, que dispuso ‘ipso facto’ de dos penaltis. Uno detrás de otro. Del primero, no hubo duda. El segundo fue un regalo del árbitro escocés Craig Thomson, que cayó en la trampa de Cristiano Ronaldo. El portugués, que erró en el primero, no lo hizo a la segunda y equilibró la balanza.

Con el empate (1-1) en el ecuador del primer acto, todo hacía indicar que el Real Madrid terminaría soltándose la melena y achicando a su rival. Nada más lejos de la realidad, Stoyanov se creció e impidió que los de Ancelotti tomasen ventaja antes de enfilar el túnel de vestuarios.

En la segunda parte, y antes de la sustitución de ‘Chicharito’, el Real Madrid cogió aire con el fútbol de Isco, que demostró no tener nada que envidiar a James Rodríguez, eso sí, nunca tendrá la pegada del colombiano en las cifras de márketing. Ahí avisó Bezjak, pero apareció el ‘9’ sin gol para acabar con el debate y dar los puntos al Real Madrid.

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BENZEMA

El jugador del Real Madrid Karim Benzema destacó la victoria ante el Ludogorets (1-2) por encima de cualquier otra cosa, sobre todo tras lo difícil que lo puso el conjunto búlgaro, que se adelantó en el marcador a los seis minutos de partido.

"Lo mejor han sido los tres puntos. El partido ha sido muy complicado porque ellos jugaron con mucha intensidad, pero lo pudimos resolver", comentó el ariete francés, que fue el autor del gol que dio la victoria al Real Madrid.

"Marcar goles para un delantero es muy importante, aunque lo más importante es el juego para el equipo. Estamos satisfechos por la respuesta", sentenció Benzema, que disputó algo más de 20 minutos.

Una jugada por la izquierda, que terminó en los pies de Marcelo, sirvió para que ‘Monsieur Benzema’ definiese con el interior y clavase el puñal a su rival. Quedaban 15 minutos y el Ludogorets lo intentó a toda costa, aún a sabiendas de que lo más normal hubiese sido encajar el tercero. No cambió el marcador y Ancelotti suspiró aliviado.

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CASILLAS

El capitán del Real Madrid, Iker Casillas, valoró la reacción del equipo en la victoria ante el Ludogorets (1-2), en la segunda jornada de la fase de grupos de la ‘Champions’, pero lastimó el gol de los búlgaros, que llegó a balón parado.

"Sabíamos que es un rival que se clasificó en el último momento y que hace bien las cosas. Para ellos recibir al Madrid era una alegría inmensa, pero salieron con mucha fuerza desde el principio, con mucha intensidad y mucha garra. Así, en la primera acción, encajamos un gol", describió.

"Es cierto que nos ha costado entrar en el partido. Ha sido un nuevo despiste atrás, pero el equipo se ha rehecho, ha creado muchas ocasiones y ha fallado un penalti. Creo que por ocasiones claras hemos tenido muchas más que ellos", añadió el mostoleño en declaraciones a Canal Plus.

Así, Casillas acordó que el “único punto negativo”, si es que “ha de señalarse uno”, es “el balón parado”. “En esta ocasión hemos podido remontar, pero habrá partidos que nos dejemos puntos por estas acciones. Por suerte hoy lo hemos podido ganar”, añadió.

Por último, el capitán merengue rechazó los elogios recibidos a dos intervenciones, ambas en la segunda mitad y con el partido empatado. “Para eso estamos, para ayudar al equipo. Poco a poco vamos encontrando la confianza personal, que es lo importante. Mientras se vaya ganando todos estamos contentos y felices”, sentenció.

ANCELOTTI

El entrenador del Real Madrid, Carlo Ancelotti, se mostró “satisfecho” tras la victoria ante el Ludogorets (1-2), en la segunda jornada de la fase de grupos de la Liga de Campeones, porque reaccionaron “bien” tras el tempranero tanto de los búlgaros.   ”La reacción fue buena porque tuvimos muchas oportunidades para marcar. Si hubiéramos sido más eficaces, habríamos conseguido más goles. De verdad que estoy satisfecho porque despertamos bien”, comentó el técnico italiano al término del partido.

"Podía haber sido mucho más complicado, sobre todo porque a nadie le gusta encajar un gol nada más comenzar el partido", añadió el italiano, quién aseguró que siempre respetaron a su rival.

Ancelotti recordó sus palabras previas al encuentro. “Ya avisamos de su peligro a la contra, les valoramos muy bien antes de jugar. Pero pese a todo creo que no hemos tenido muchos problemas para arreglarlo”, manifestó el de Reggiolo.

Por su parte, preguntado por la fase de grupos, Ancelotti mostró su sorpresa por la derrota del Liverpool. “Sorprende el resultado del Liverpool, pero esto es la ‘Champions’ y todos los equipos son difíciles. Ahora, el grupo está bien para nosotros”, zanjó.

!HALA MADRID!

Descubren un poblado indígena de 1.300 años en el Parque Nacional de Arizona


Los arqueólogos han encontrado en el Parque Nacional de Arizona, EE.UU, un asentamiento indígena de más de 50 casas de piedra cuya antigüedad podría remontarse a 1.300 años. Según informa Reuters, el descubrimiento fue realizado por un equipo de arqueólogos que durante unas mediciones de una par… Leer más

Ver completo en http://panamadeverdad.com/2014/10/16/descubren-un-poblado-indigena-de-1-300-anos-en-el-parque-nacional-de-arizona/
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