perspic

perspic asked:

hey, thanks for reblogging. i am a history buff too, as you can see it from my phots. I would like to check out ff-net - pls share some details. cheers!

Well, Fanfiction.net is a fan fiction-based website, as the name might imply. It is not dedicated to one particular book, movie, t-show, any one fandom. It’s got a wide variety from t-shows, movies, musicals, movies, books, comics, manga, video games, etc. The work presented isn’t always of quality — you’ll find a great range of horridly written, plot-less attempts with miserable grammar and spelling, terrible characterization. But you will, if you search, if you are patient, find some of the loveliest, well-written, elegant prose that will make you bow to the art. Insightful drabbles, one-shots, epics, or behind-the-scenes….
Some isn’t always finished, some are not beta’d (edited), some are set in alternate universes, some pairings of character are controversial, some stories are basically porn. It’s an electric, interesting community.
I highly recommend.

perspic asked:

thanks for reblogging my photo. I have other stuff you will like. Drop by when you are free. reblog what you like (all the stuff there is mine.) Cheers!

no problem(:

relateador asked:

16/11

Dia 16 = Dia do triunfo
O 16 √© o n√ļmero dos extremos: da riqueza ou da mis√©ria. Dependendo da vida que levar, pode transformar seu possuidor num ser poderoso, rico, um ser de pleno sucesso e felicidade; no outro extremo, pode arruinar, levar ao desmando, transformar o ser em um elemento arrogante, prepotente, orgulhoso e dominador. Aconselha-se que os possuidores deste n√ļmero vivam t√£o altruisticamente quanto poss√≠vel, a que tenham pensamentos positivos, sentimentos elevados e, desta maneira, com absoluta certeza atingir√£o o sucesso e ser√£o muito felizes. √Č, tamb√©m, o n√ļmero do equil√≠brio entre o material e o espiritual. Se teimar em viver fraudulentamente, querendo levar vantagem em tudo e com todos, poder√° ver seus planos frustrados, ser tra√≠do por amigos e ainda contrair doen√ßas inesperadas. √Č anal√≠tico, c√©tico (s√≥ acredita no que v√™ ou √© comprovado), gosta de conhecer a ess√™ncia e o √Ęmago das coisas e pessoas e tamb√©m apresenta acentuado car√°ter perfeccionista. Pelo seu senso de perspic√°cia, gosta e consegue desvendar coisas misteriosas e tamb√©m de acumular conhecimentos. √Č um ser de grande sensibilidade, intui√ß√£o e inspira√ß√£o, tendo mesmo qualidades ps√≠quicas sem qualquer estudo do assunto. Um dos seus grandes defeitos √© gostar que as pessoas que o rodeiam vivam conforme seus moldes e, quando isso n√£o ocorre, torna-se mal humorado e at√© col√©rico. Por esse seu temperamento de presun√ß√£o, geralmente vive isolado, por√©m, na realidade tem grande desejo de afeto e principalmente compreens√£o. Apesar de tudo isso, n√£o suporta interfer√™ncia em seus planos e projetos, mesmo quando estes n√£o d√£o certo e o fazem rever ou adi√°-los, fato corriqueiro na sua vida. Em vista da sua grande sensibilidade, que √© atrativa em v√°rios segmentos, deve tomar muito cuidado com falsos amigos, descontentamentos, com a ansiedade e principalmente com alguns perigos f√≠sicos, como o excesso de velocidade em autom√≥veis. Deveria, portanto, fugir da agita√ß√£o das grandes cidades, dando prefer√™ncia a viver no campo ou ent√£o perto da √°gua (rios,lagos e oceano). Pela sua caracter√≠stica, deve trabalhar na iniciativa privada, em neg√≥cios de amplitude universal, de prefer√™ncia que envolvam a educa√ß√£o ou a moral. As frustra√ß√Ķes ao longo da vida (que n√£o s√£o poucas) podem lhe causar dist√ļrbios digestivos, doen√ßas de pele e at√© algumas imagin√°rias (hipocondrianismo).

Mande o dia do seu nascimento que digo o significado e reblogo autorias. ‚̧ԳŹ

So I started a third blog, and made this post in an attempt to explain in brief the premise of all three (because I like things organized neatly too much to put them all together);

1. perspicate 

Where I put my dreams, my adventure, my breath.

2. trouble-speak

My honest, my song, my too-quickly beating heart.

3. vagabondclit *new* 

My nostalgia, my anger, my still-quaking girl

Hope this helps! Happy Friday, little starlings. 

Novo Post! http://androidzar.com/i-gladiator/

I Gladiator

Bem-vindo(a) √† p√°gina de um jogo √©pico. I, Gladiator oferece uma experi√™ncia quase que real demais de um combate sangrento entre gladiadores. Este n√£o √© um simples jogo de ‚Äúhack & slash‚ÄĚ. Para prevalecer, voc√™ precisa tanto de perspic√°cia quanto de for√ßa, trabalhar uma estrat√©gia a

Os Cantos

.Sou formado por cantos escuros, onde se escondem meus medos, desafios e segredos… ¬†Minha previsibilidade √© t√£o somente sagacidade pra idealizar minha capacidade de ser frio. Sou intenso… Vou da l√°grima ao sorriso em um segundo; s√≥ depende de meu estado de espirito. E este por sinal brinca de pique-esconde com minha sanidade… ¬†N√£o sou feito de metades, sou inteiro, completo. Sou metodicamente bagun√ßado, propositalmente forte, inevitavelmente suscet√≠vel e, claro, piegas. ¬†As vezes me pego pensando na morbidez da exist√™ncia desnecess√°ria… Mas de quem? minha? Sua? O obvio √© que por mais que tentemos ser melhor, mais humano sabe, sem r√≥tulos… Muitos preferem observar apenas ¬†seu pior, outros ainda o merecem de fato. Mas, o consciente ludibria a perspic√°cia do super ego em proporcionar o espet√°culo da desilus√£o. Com toda a inconsist√™ncia de seguir por caminhos n√£o vistos, mas j√° previs√≠veis,… ¬†A dor de saber que se estava certo, √© menor que o prazer da certeza que n√£o foi tempo perdido… ¬†Tonaste mais maduro, ¬†menos inocente e muito, incomparavelmente mais ¬†FRIO.¬†

choviscada asked:

16 de março de 97.

Dia 16 = Dia do triunfo
O 16 √© o n√ļmero dos extremos: da riqueza ou da mis√©ria. Dependendo da vida que levar, pode transformar seu possuidor num ser poderoso, rico, um ser de pleno sucesso e felicidade; no outro extremo, pode arruinar, levar ao desmando, transformar o ser em um elemento arrogante, prepotente, orgulhoso e dominador. Aconselha-se que os possuidores deste n√ļmero vivam t√£o altruisticamente quanto poss√≠vel, a que tenham pensamentos positivos, sentimentos elevados e, desta maneira, com absoluta certeza atingir√£o o sucesso e ser√£o muito felizes. √Č, tamb√©m, o n√ļmero do equil√≠brio entre o material e o espiritual. Se teimar em viver fraudulentamente, querendo levar vantagem em tudo e com todos, poder√° ver seus planos frustrados, ser tra√≠do por amigos e ainda contrair doen√ßas inesperadas. √Č anal√≠tico, c√©tico (s√≥ acredita no que v√™ ou √© comprovado), gosta de conhecer a ess√™ncia e o √Ęmago das coisas e pessoas e tamb√©m apresenta acentuado car√°ter perfeccionista. Pelo seu senso de perspic√°cia, gosta e consegue desvendar coisas misteriosas e tamb√©m de acumular conhecimentos. √Č um ser de grande sensibilidade, intui√ß√£o e inspira√ß√£o, tendo mesmo qualidades ps√≠quicas sem qualquer estudo do assunto. Um dos seus grandes defeitos √© gostar que as pessoas que o rodeiam vivam conforme seus moldes e, quando isso n√£o ocorre, torna-se mal humorado e at√© col√©rico. Por esse seu temperamento de presun√ß√£o, geralmente vive isolado, por√©m, na realidade tem grande desejo de afeto e principalmente compreens√£o. Apesar de tudo isso, n√£o suporta interfer√™ncia em seus planos e projetos, mesmo quando estes n√£o d√£o certo e o fazem rever ou adi√°-los, fato corriqueiro na sua vida. Em vista da sua grande sensibilidade, que √© atrativa em v√°rios segmentos, deve tomar muito cuidado com falsos amigos, descontentamentos, com a ansiedade e principalmente com alguns perigos f√≠sicos, como o excesso de velocidade em autom√≥veis. Deveria, portanto, fugir da agita√ß√£o das grandes cidades, dando prefer√™ncia a viver no campo ou ent√£o perto da √°gua (rios,lagos e oceano). Pela sua caracter√≠stica, deve trabalhar na iniciativa privada, em neg√≥cios de amplitude universal, de prefer√™ncia que envolvam a educa√ß√£o ou a moral. As frustra√ß√Ķes ao longo da vida (que n√£o s√£o poucas) podem lhe causar dist√ļrbios digestivos, doen√ßas de pele e at√© algumas imagin√°rias (hipocondrianismo).

Mande o dia do seu nascimento que digo o significado e reblogo autorias. ‚̧ԳŹ

“Dizem-me, por raz√Ķes que me s√£o alheias, que n√£o vou chegar a velho. Que n√£o hei-de viver muito. N√£o entendo muito bem estas profecias condescendentes, mas a verdade √© que eu n√£o quero viver muito. Julgo que me bastaria viver o suficiente. Nunca fui de ir apanhar as canas. Quando me achar c√° a mais julgo que terei a perspic√°cia de me ir embora sem alarido ou cerim√≥nias especiais, dar um adeus √†queles que importam e ir √† minha vida, que a morte √© certa.”

Cena iluminada
porCARLOS ALBERTO DI FRANCO

O jornalista Carl Bernstein ‚ÄĒ famoso no mundo inteiro depois da s√©rie de reportagens, escrita com Bob Woodward, que revelou o esc√Ęndalo Watergate e derrubou o presidente Richard Nixon ‚ÄĒ n√£o forma com o time dos corporativistas da m√≠dia. Sua cr√≠tica, aberta e direta, aos eventuais desvios das reportagens representa excelente contribui√ß√£o ao jornalismo de qualidade. ‚ÄúO importante √© saber escutar‚ÄĚ, diz Bernstein. ‚ÄúAs respostas s√£o sempre mais importantes que as perguntas que voc√™ faz. A grande surpresa no jornalismo √© descobrir que quase nunca uma hist√≥ria corresponde √†quilo que imagin√°vamos.‚ÄĚ

O bom jornalista ilumina a cena, o rep√≥rter manipulador constr√≥i a hist√≥ria. A distor√ß√£o, no entanto, escapa √† perspic√°cia do leitor m√©dio. Da√≠ a gravidade do dolo. Na verdade, a batalha da isen√ß√£o enfrenta a sabotagem da manipula√ß√£o deliberada, da pregui√ßa profissional e da incompet√™ncia arrogante. Todos os manuais de reda√ß√£o consagram a necessidade de ouvir os dois lados de um mesmo assunto. Mas alguns procedimentos, pr√≥prios de op√ß√Ķes ideol√≥gicas invenc√≠veis, transformam um princ√≠pio irretoc√°vel num jogo de apar√™ncia.

A reportagem de qualidade √© sempre substantiva. O adjetivo √© o adorno da desinforma√ß√£o, o farrapo que tenta cobrir a nudez da falta da apura√ß√£o. √Č importante que os respons√°veis pelas reda√ß√Ķes tomem consci√™ncia desta verdade redonda: a imparcialidade (que n√£o √© neutralidade) √© o melhor investimento.

A precipita√ß√£o e a falta de rigor s√£o outros v√≠rus que amea√ßam a qualidade. A incompet√™ncia foge dos bancos de dados. Na falta de pergunta inteligente, a ditadura das aspas ocupa o lugar da informa√ß√£o. Quando editores n√£o formam os seus rep√≥rteres, quando a qualidade √© expulsa pela ditadura do deadline, quando as pautas n√£o nascem da vida real, mas de pauteiros anestesiados pelo clima rarefeito das reda√ß√Ķes, √© preciso ter a coragem de repensar todos os processos.

Autor do mais famoso livro sobre a hist√≥ria do jornal ‚ÄúThe New York Times‚ÄĚ, Gay Talese v√™ alguns problemas a partir da crise que atingiu um dos jornais mais influentes do mundo. Embora fa√ßa uma vibrante defesa do ‚ÄúTimes‚ÄĚ, ‚Äúuma institui√ß√£o que est√° no neg√≥cio h√° mais de cem anos‚ÄĚ, Talese p√Ķe o dedo em algumas chagas. Elas amea√ßam, de fato, a credibilidade da pr√≥pria imprensa. ‚ÄúN√£o fazemos mat√©ria direito, porque a reportagem se tornou muito t√°tica, confiando em e-mail, telefones, grava√ß√Ķes. N√£o √© cara a cara. Quando eu era rep√≥rter, nunca usava o telefone. Queria ver o rosto das pessoas. N√£o se anda na rua, n√£o se pega o metr√ī ou um √īnibus, um avi√£o, n√£o se v√™, cara a cara, a pessoa com quem se est√° conversando‚ÄĚ, conclui Talese.

A autocrítica interna deve ser acompanhada por um firme propósito de transparência e de retificação. Confessar um erro de português ou uma troca de legenda é fácil. Mas admitir a prática de prejulgamento, de engajamento ideológico ou de leviandade noticiosa exige pulso e coragem moral.

Martins Almeida

1 minuto · 

Onde anda você? Se eu soubesse certamente me sentiria melhor ou talvez
pior. Na vida e em todas atitudes que tomamos corremos sempre riscos
pois todo fato tem uma verdade e v√°rias vers√Ķes e quando surgem as¬†
diverg√™ncias √© mister muita arg√ļcia, perspic√°cia e at√© sorte para tomarmos
os rumos certo. Muitas chegamos até nos indispormos com um pessoa
querida por nos deixarmos influencia por terceiros que na verdade querem
ver o circo pegando fogo. J√° me fiz essa pergunta incontidas vezes, cheguei
a martirizar-me procurando entender rea√ß√Ķes de pessoas com quem mantinha
um regular companheirismo virtual e com o passar de uma nuvem tudo se
ruiu com um castelo de cartas diante de uma janela aberta. Eu também era
um janela aberta ao mundo da virtualidade, decepcionei-me mais uma vez
com a palavra amigo. A intensidade das mensagens renderam-me até uma
alcunha generosa: CONDE, mas quando a nuvem descobriu o sol eu descobri
que tinha me tornado um inconveniente bloqueado em todos os sentidos.

Se isso me deixou fora do prumo? Certamente que sim, n√£o por envolvimento
plat√īnico ou obsess√£o, mas sim pelo apego e pela condescend√™ncia e uma
concord√Ęncia nas ideias. Mas tudo n√£o passou de uma nuvem,mas se me
perguntarem se assistiria tudo de novo, ou tentar passar a limpo e ver onde
houve desgastes certamente reviveria! Mas não permitiria invasão à minha
intimidade, ficaríamos somente em mensagens, fotos e confidências 
picantes, jamais!

Mas quanto a pergunta: Onde andam os meus? Essa esqueci de vez e 
passei a entender que os meus s√£o os que me rodeiam, que podem me tocar
e eu as toc√°-las ou no m√°ximo por telefone.

Ent√£o repensando uma poesia de oswaldo Montenegro: A lista, conclui que
√© dif√≠cil na conjuntura atual preservarmos companheiros, pois a dist√Ęncia
geográfica não é a grande vilã dessa estoria, mas sim a falda de humanidade
e como disse Lenine: Nosso corpo precisa mais de alma, estamos nos
fazendo desalmados com nossas atitudes incoerentes, indecentes e 
desumanas, pois essa massa de que somos compostos é somente uma
maneira que Deus encontrou de nos tornarmos fisicamente visíveis,
mas o corpo ou a massa sozinhos, por si só não equilibram e nem se
fazem humanos, para isso é preciso que tenhamos alma e espírito, ambos
harmonicamente voltados para Deus pai.

Mas também vale a pena refletir e entender que há muitas pessoas que
se fazem de bons para se tornarem socialmente aceit√°veis, mas s√£o
perniciosos e malévolos para o discorrer de uma humanidade sadia.

√Č preciso que tenhamos sentidos agu√ßados, olhar forte e penetrante
para que no mínimo assustemos e afastemos de nós pessoas
pervertidas, criminosas que só fazem mal a sociedade.

Relembrar de nossos convivas de dez anos atrás é fácil todavia
mantê-los em evidência é que se faz difícil, pois muitos deles
se renderam a uma existência nociva e pernóstica, sem assim
nada agradável a convivência. Embora ache a poesia linda!

Deixo claro que n√£o mandei recados e falei n√£o com minha raz√£o
como sempre acentuo. Digitei o que min’alma se prop√īs.
não li, não lerei, e não sinto que careça de retratação.

Martins Almeida 15-01-2015