papagaio's

Aí eu paro e penso: com você, só com você, eu imaginei tudo assim. Todas essas coisas de romance bonito de filme, casamento, família, viagens, cachorros, canários, papagaios. Por quê? Porque eu te amo. Porque eu te quero. Porque eu nunca senti por ninguém nada perto do que sinto por você.
—  Clarissa Corrêa. 
Pois é, a poesia é uma espécie de pássaro: Talvez um papagaio - que reflita a alma de seu dono. Ou talvez seja mais poético acreditar que o poeta é o piloto das sílabas. Seu papel é levar as palavras desprotegidas para um lugar seguro.
—  Eu me chamo Antônio.
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Brazilian birds with the colors of the national soccer team

Aves brasileiras com as cores da Seleção de futebol

Papagaio Ecletus (Ecolectus Roratus Roratus)

Pertencente à ordem Psittaciformes e família Psittacidae, possui aproximadamente 38 cm. Habita ilhas da Indonésia.
O macho é verde escuro, as dobras das asas são azuis e a parte inferior das asas são vermelhas. O bico e os olhos são cor de laranja. As fêmeas têm o abdômen e as dobras das asas azuis, sendo o restante vermelho. O bico é preto e os olhos amarelos. Podem viver até aos 60 anos.
Uma das principais características desse papagaio é a presença de dimorfismo sexual (quando os indivíduos da mesma espécie, macho e fêmea, possuem cores diferentes), nessa espécie a fêmea possui a coloração mais chamativa que a do macho.

Esta espécie está extinta em algumas ilhas, principalmente devido ao tráfico de animais, já que é uma ave muito procurada por pessoas que a querem como animal de estimação.

WMSE is currently running their annual Spring Membership Drive to help keep the radio station going.  Some of the DJ’s put together special programming for the fund raiser.  Saturday Afternoon Boogie Bang crew have a set of old school jams that were played at an old club called Papagaio’s back in early-mid 80’s.  Listening to the music reminded me how much of a bummer it was not to be of age back then.  I missed out on hip hop, freestyle, and electro-funk in a club setting.
From the Boogie Bang archive page, you can download the Papagaio’s set from one of the 2012–4–28 media links.

Olha, eu acho que uma relação é feita a dois. E, no futuro, quem sabe, a três, a quatro, a cinco. Sim, porque a família aumenta. Pode ser um filho, pode ser um cãozinho, um gato, um papagaio, uns discos de vinil. Tem gente que tem relacionamento aberto. Se para o casal está tudo bem, ótimo. Mas pra mim um relacionamento é fechado, bem fechadinho mesmo. Eu e você, que lindo. Eu, você e nossos livros. Eu, você e nossas plantinhas. Eu, você e nossas brigas. Eu, você e nossos sonhos. Eu, você e nossos defeitos. Eu, você e nossa água quente do chuveiro. É claro que ninguém é perfeito, essa coisa de um amor e uma cabana é bonito só pra japonês ver. O amor é cansativo, uma relação às vezes é um pé no saco. Mas nem por isso você precisa abandonar tudo. Nem por isso você tem que virar o pescoço para o lado. Quem quer construir uma coisa deve se esforçar para que isso aconteça. Quem quer que dê certo tem que ter paciência e ser flexível. Sinceramente, não entendo quem vive uma relação aberta. E entendo menos ainda quem topa dividir o marido com outra mulher. Eu sou ciumenta, sou possessiva, sou chata. O que é meu é meu. Não divido, não empresto, não troco, não vendo. Desculpa, tenho esse defeito. Acho impossível você amar alguém e não sentir o menor ciúme. E, olha, é claro que ninguém é cego. É lógico que existem pessoas bonitas e interessantes dando sopa por aí. É claro que ele enxerga as mulheres bonitas, assim como eu enxergo os homens bonitos. Mas olhar é uma coisa, ter contato é outra. Pra mim esse tipo de relação não funciona, não sei lidar com isso, não sei dividir o meu amor.
—  Clarissa Corrêa.
Aí eu paro e penso: com você, só com você, eu imaginei tudo assim. Todas essas coisas de romance bonito de filme, casamento, família, viagens, cachorros, canários, papagaios. Por quê? Porque eu te amo. Porque eu te quero. Porque eu nunca senti por ninguém nada perto do que sinto por você. Porque ninguém fez com que eu me sentisse assim, entregue, na corda bamba, com esse gosto de felicidade na boca.
—  Clarissa Corrêa.