notemation

Não viva para que notem sua presença…viva para que sintam sua ausencia
—  Bob Marley
Eu necessito que me notem. Eu gosto que reparem nos meus escritos e nas minhas músicas. Eu gosto que falem. Podem falar mal, podem falar bem, o que importa é me reparar. Repare no meu exagero. Repare no meu escandalo. Esse é o meu show, e eu quero apenas que me percebam.
—  Ka Paiffer, meu espetáculo.
You're beautiful ... especially without lingerie | Devi&Maya

Quase toda pessoa é consumista em algum aspecto. Alguns compram relógios. Outros livros. Tem aquelas que não resistem a um belo par de sapatos. Porém, só há duas coisas que poderiam levar Devi a falência: lingeries e carros. O segundo item talvez seja mais difícil para acabar com a fortuna da mulher, pois ela não é de comprar qualquer um. É seletiva e escolhe apenas aqueles que consegue ter alguma ligação emocional, como tem com seu amado Demone. Já o primeiro… Mais de duas vez a cada semana a loira aparece em uma das grandes lojas da Victoria Secret’s. Em certas ocasiões, escolhe peças de algumas marcas e estilistas menos famosos, mas tão boas e bonitas quanto. 

Talvez seja essa a principal fonte do sex appeal de Devi. Não é necessário estar com um vestido caro e justo para que notem-na, muito menos deparar-se com a beleza peculiar da siciliana. Ao estar usando uma deslumbrante lingerie, ela sente-se poderosa e isso reflete no seu modo de agir, tornando-a uma pessoa de personalidade atraente, bastante charmosa. Nessa perspectiva, Lestrange sabia que jamais voltaria a ser a mesma Devynn. Ao pôr os pés na loja vs, logo foi cumprimentada por uma atendente do lugar. Lettie era o nome da moça, elas se conheciam a bastante tempo e tinham uma certa intimidade uma para com a outra. A ruiva baixinha mostrou os lançamentos e disse para a cliente e amiga que poderia experimentar. Afinal, sabia dos gostos de Devi e tinha certeza que ela levaria para casa. 

Logo que vestiu a lingerie, sentiu-se bem. As peças possuíam pedrarias belíssimas e era vermelha, a cor preferida da loira. Gostava de pedir opiniões, tanto para ouvir os elogios quanto para provocar desejo na outra mulher. Entretanto, ela não estava esperando do lado de fora como sempre fazia. Lettie conversava com uma moça morena. Devi pegou um roupão oferecido pela loja e o vestiu, sem amarrá-lo. Não tinha pudor o suficiente para deixar de andar seminua no ambiente feminino e pouco movimentado. “Olá! Posso saber qual o nome da bela principessa que roubou minha atendente?” Disse ao se aproximar das duas. Sou tom não era nenhum pouco irritado, mas de leve brincalhão, combinando com um sorriso deveras simpático.

Não,eu não gosto de elogios e nem de carinhos,qualquer coisa que envolva a minha aparência me deixa meio preocupada,brava,mal ou magoada. Detesto que notem minha presença,que me olhem,falem de mim (bem ou mal),odeio quando eu estou passando em frente a alguém e ela cochicha ou algo do tipo,logo penso que ela descobriu algo de mim e que não vai demorar muito pra vir alguém e me encher de porrada (não me pergunte o por quê). Você pode até gostar de mim,desde que eu não saiba ou você não diga. Afinal,a pior ofensa que você pode fazer a uma pessoa insegura é gostar dela.
Cansei dessa vida vou ficar na minha ficar isolasa pelo menos n machuco ninguém e nem me machuco talvez assim se esquecam de mim e quando eu morre talvez nem notem
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Essas são duas fotos que tirei no Museu Oscar Niemeyer. Com a câmera do meu celular !!! Fiquei com orgulho de mim, me senti uma fotógrafa profissa. Se bem que o tempo no dia da foto ajudou. Chuva + Sol, uma combinação linda.

Notem que na primeira foto além do lindo raio de sol (que me lembra um solar beam de um Pokémon *-*), dá pra ver as gotinhas de chuva caindo. As pessoas ao fundo dão um toque especial.

Na segunda foto já estava chovendo menos, mas graças a Curitiba não se decidir se faz Sol ou Chuva o céu nos presenteou com um lindo arco-íris. Um não. Foram quase dois !

notem que quando você é jovem há milhares e milhares de perguntas que rodeiam sua mente que, na grande maioria CRIARAM para você e logo depois te julgam por questionar e virar um mini projeto questionador. Te perguntam o que quer ser?, do que você gosta?, e você, você (haha) você está ali pensando NOSSA verdade tenho que questionar as coisas, o que eu quero, quem eu quero me tornar, o que fazer. Mas sabe o que acontece garoto te abandonam, te ridicularizam por questionar e por personificar cada pensamento seu.
Na realidade eles nao querem que você se torne crítico das coisas vãs da vida, na realidade garoto, na realidade querem moer você, moer tudo o que você possa transparecer de diferente, querem que você se torne só mais um, “igual a eles”. E digo mais, eles vão conseguir, vão não porque são mais fortes ou melhores mas vão porque ir contra o fluxo dói e dói na alma lateja cada parte do seu corpo até garoto você nao aguentar e como todos os outros “entregará os pontos”.

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Paramos para almoçar num restaurante tipicamente Jordaniano neste homens e mulheres podem comer no mesmo ambiente,notem no fundo os narguilé que você pode pedir e pagar pelo sabor !!
Pedimos para comer Kebab a Barbecue estava delicioso 👏👏👏

(Ana )
Sobre tecnologia e relações

A relação humana dos dias atuais é algo raso. Não há mais saudade, pois existe celular. Não há mais distância, pois existe celular. Sabemos em questão de minutos o que ocorre do outro lado do mundo pela aclamada tecnologia.
A questão é: Precisamos disso? Eu acredito que não, - embora ainda saiba que a tecnologia é algo bom para o ser humano, já que ajuda na sua evolução em certa perspectiva. - O que me oponho é o fato desta fazer com que as pessoas não sintam como antigamente, não tenham o brilho no olhar de um reencontro, não mais possuam naturalidade nas relações. Notem como a distância já não existe: Há como fazer sexo pela internet (!). Não existe o contato físico, pois isso já não nos é necessário, e o pior é que quando este contato existe, quando alguém está próximo de outra pessoa, nota-se uma presença apenas corporal, visto que existe a possibilidade de as duas pessoas mexerem em seus respectivos celulares checando o seu facebook [que parece necessário olhar cinco vezes a cada 10 minutos, o que é ilógico]. Não me atrevo a dizer que não faço isso. Faço! Mas não tudo, e não sempre. Devo dizer que sou carnal, gosto de dar e receber carinho, até porque toda forma de amor é bem vinda para mim, e é por isso que estou a objetar, porque quem eu convivo e acho que deveria demonstrar certo afago, tenderá a achar que o celular é um ótimo meio para isso.

Vá entender… Às vezes é só vergonha de mim, e não culpa da tecnologia.