Não ame ninguém não, viu?

Foi-se assim. Simplista. Nas costas apenas o mochilão de viagem, dos tempos que ainda servia o honroso exército dos Fuzileiros Navais do Brasil. Quem visse na rua? Nem dizia. 

Já era noite. “Vai chover, leve uma capa de chuva”, eu lhe disse. Pediu por um outro ultimo abraço, tal a carência que acompanhava seu corpo mole. E apertou. Me apertou tanto, que a unica coisa que pude fazer foi apertá-lo em retorno, tentando me aliviar do fardo morto-vivo à minha frente.

Tivera de crescer tão cedo…

E quando já espremia a visão de sua figura cansada no espaço entre a porta e o cômodo, eis que me solta:

"Não ame ninguém não, viu?"

Suspirei.

Não amar. Era o que havia feito durante toda a vida. Por culpa dele, e por culpa dela, e por culpa de todas as temporadas de sol e chuva às quais fui jogada, como um sacrifício . Carregava, na inocência e teorica esperança meus tensos dezoito anos, o grande fardo da indiferença e da inconstância. Era fria, calculista, metódica, inconstante e irremediavelmente rude. Para os mais proximos, meu coração se assemelhava a quase rocha. Apelidaram-me de “A Sem Amor”. 

Ah, como eu desejava que ele soubesse.

E que ela soubesse.

E que todos os outros soubessem.

Que eu era Atlas.

Que meu fardo era pesado demais e me esmagava os ossos de vez em quando. Queria que todos soubessem que às vezes, somente às vezes, a coisa de que mais necessitava era de alguns minutos de liberdade, alguns minutos para descobrir, eu mesma, o que era eu por detrás de todos os dejetos e de todos os restos de relacionamentos que nunca aconteceram e pessoas que nunca foram minhas. Que minha vida - existência - resumia-se ao irrealizável buscar de alguém que tomasse o desafio para si e aceitasse se esgueirar por entre os meus destroços à procura de algo bom desconhecido por todos, que o desejo mais profundo de meu coração, guardado por peles e segundas peles e terceiros tecidos e correntes de fuga era de que alguém as quebrasse, as correntes que me mantinham no cárcer de ser inimiga de mim mesma. Não culpo os desertores. Até que tentaram, os velhos lobos do mar, mas ante Caríbdis, navio algum ousa navegar, e os que ousam, são engolidos e vomitados e transformados em sinais de luz neon “Não Ultrapasse, Perigo à sua Sanidade Mental”. 

Se os outros soubessem.

Caçoariam. Zombariam dos sentimentos como toda a vida eu vi. O pobre amor, Drummond, sangrando, o corpo andrógino. 

Minha ferida não sara hoje, meu velho.

Nem sara amanhã.

- Poesia para Amélia, Do paradoxo de se fugir da desistencia iminente do que mais se quer. (quartetosetercetos)

O mundo está numa encruzilhada perigosa. A aliança militar ocidental está em um estado avançado de prontidão. E assim é a Rússia. Rússia é anunciado como o “agressor”. Confronto militar EUA-NATO com a Rússia é contemplada. Ativando a legislação no Senado dos EUA em “A agressão russa Prevention Act” (RAPA) “pôs os EUA em um caminho para o conflito militar direto com a Rússia, na Ucrânia.”

"Labutar é grana"
Filtre less.. effect less…

#vejario #vscom #vscocam #vscobrasil #picture #photography #photooftheday #bestoftheday #belieber #boldness #daydreamers #picoftheday #light #sun #goodmorning #contraluz #riodejaneiro #brasil #followback #followme (em Base De Fuzileiros Navais Da Ilha Do Governador)

A intervenção

Para evitar que a situação de alguns conflitos se agravem, o Conselho é instruido a elaborar uma medida provisória que seja aconselhável e de importância. Entre essas medidas a serem tomadas, podem ocorrer:

- Interrupção das relações econônicas
- Interrupção dos meios de qualuqer espécie
- Rompimento de ligações diplomáticas

Caso necessário, existem outros meios de intervenção como os bloqueios e operações por parte das forças aéreas, navais ou terrestres.

As decisões a serem negociadas serão sempre feitas pela iniciativa do Conselho, caso precise os membros da ONU se associam de modo a prestar assistência mútua para a execução das medidas solicitadas.

OS MARTIN

Região: Texas
Situação financeira: Multimilionários (uhul)
Ramo de destaque: Comercio e policias econômicas.
Sobre a família: Descendentes de mercadores navais e burgueses, os Martin sempre foram uma família abonada e esbanjadora. Influentes na política econômica e talvez uma das famílias mais ricas do mundo. Boatos dizem que eles se envolviam com piratas e toda a corja de mercenários que se pode imaginar, mas isso não parece atormentar o sono de seus representantes. Trapaças e manobras são, afinal, necessárias para se enriquecer, e conseguir dinheiro é o que fazem de melhor. Mas não se engane. Esnobes, arrogantes e interesseiros, são talvez a família com os melhores partidos na alta sociedade bruxa. Afinal, tem renome, dinheiro e uma linhagem mais pura que água destilada. Não mancham seu nome por qualquer coisa e sabem que as aparências falam sempre mais alto. Podem cometer seus erros e crimes, nunca parecem ser descobertos. E apesar de não serem nem um pouco apreciadores dos trouxas, não deixam de lucrar também sobre eles, com suas jazidas de diamante negro liquido.

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