mungus

Hospital St. Mungus sob nova direção

Foi informado nesta sexta feira (25), a alteração da direção do Hospital St. Mungus. Quem assume o cargo é a medi-bruxa Ava Halliwell, 37. O antigo diretor, Lochlan Drãj Targaryen se afastou para ter mais tempo pra se dedicar à sua família, residente na Irlanda. Em conversa com a Srta. Halliwell, disse estar bastante feliz e contente com a nomeação: “Fui pega totalmente de surpresa!”. A medi-bruxa afirma também ter algumas novas medidas e campanhas para o hospital, mas que todos podem ficar tranqüilos, pois seguirá a mesma linha do Sr. Targaryen. Ava nos cedeu alguns minutos de seu tempo para dizer também, que logo terá vacinas contra o surto de rubéola draconiana. Alerta também para os perigos de uma gripe de gnomo ativa e /ou mal curada, caso venham a notar os sintomas: pele acinzentada, vontade de cavar, náuseas e resmungos incessantes, dirijam-se o mais rápido possível ao St. Mungus que terão tratamento imediato. Essas foram as últimas palavras de uma apressada diretora.

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Por: Roisin Targaryen

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The singing heart is always open, guys. Guys, come on, guys.

MM Lee Values will be remember forever. Harmony, Equality, Education, Security, Peace and a Nature Lover for Singapore. God Bless.

MM Lee Maadili itakuwa kukumbuka milele. Harmony, Equality, Elimu, Usalama, Amani na Nature Lover kwa Singapore. Mungu ibariki.

MM Lee Os valores serão lembrar para sempre. Harmonia, Igualdade, Educação, Segurança, Paz e um amante da natureza para Cingapura. Deus Abençoe.

MM Lee valeurs seront souviennent toujours. Harmony, l’égalité, l’éducation, la sécurité, la paix et un amoureux de la nature pour Singapour. Dieu Vous Protège.

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[ F A C T ] ♛ headcanon;;

Para King, uma das poucas partes boas de ser filho de Myron Wagtail são as visitas que tem de fazer ao Saint Mungus durante as férias, a fim de garantir uma fama filantrópica ao pai. São os únicos momentos em que seus desenhos deixam de ser tão imaginativos ou escuros, transformando-se em simples imagens infantis, desde desenhos da Disney até paisagens que as crianças nunca haviam visto. Ver o sorriso no rosto daqueles pequenos, ou mesmo dos adultos, apenas por algo que ele havia feito com tanta facilidade é prazeroso, algo que o enche de orgulho de si mesmo - além de ser um dos poucos momentos que possui com o pai.

Daisy Hookum. 6th. Hufflepuff. Half-Blood.

“A vida humana é feita de escolhas. Sim ou não. Dentro ou fora. Em cima ou embaixo. E também há as escolhas que importam. Amar ou odiar. Ser um herói ou um covarde. Brigar ou se entregar. Viver. Ou morrer. Essa é a escolha importante. E nem sempre ela está nas suas mãos.”
「Biografia」

A caçula de uma família com quatro filhos. A protegida e alegre Daisy sempre fora a excitação entre todos os seus familiares. Mesmo tendo nascido em uma noite gelada com montes pesados de neve sobre os galhos de árvores e os telhados das casas, a garotinha era um raio de Sol. O mais simples e travesso sorriso era capaz de aquecer os mais duros corações e não havia algo que pudesse lhe deixar sinceramente magoada. Era dura na queda, difícil de ser atingida, e tinha sempre frases engraçadas para lidar com qualquer tipo de sentimento, até mesmo conseguia acalmar os ânimos exaltados do pai depois de um dia sobrecarregado no St. Mungus, onde trabalhava como healer. Era dita como o milagre da família Hookum. Phillip e Leonard, os gêmeos seis anos mais velhos do que a pequena Daisy, provavelmente eram os maiores responsáveis pela personalidade agitada da garota, enquanto Grace, a irmã do meio, era calma e simples, pura e ingênua como uma flor, dona de frases curtas e sentimentos muito fáceis de serem quebrados. Daisy tinha uma certa repulsa por essa fragilidade toda de sua irmã desde que se entendia por gente, mas ainda assim a protegia como se ela fosse a mais velha, e não Grace. Era uma relação tumultuada, a dos irmãos Hookum, mas o amor que sentiam um pelo outro sempre fora forte o suficiente para não deixar nada abalar aquele laço.

Por sua mãe ser trouxa, atendente de uma pequena livraria empoeirada no centro de Londres, Daisy cresceu em meio tanto da cultura bruxa, como da cultura trouxa. Apaixonada por música, a garotinha dona de cabelos cor de fogo brilhante assim como sua mente sempre gostou de chamar a atenção das pessoas. Falante como o pequeno grilo do conto de fadas denominado Pinóquio, o qual sua mãe lia para ela e Grace antes de dormir, era dotada de incrível criatividade. Jamais era vista parada por longos momentos, porque detestava perder tempo. A agitação talvez não fosse uma real herança de família, mas com certeza era a marca registrada de Daisy Hookum.

E não fora diferente quando recebeu a sua carta aos onze anos e, enfim, embarcou no tão comentado Expresso de Hogwarts. A escola sempre fizera parte das histórias que seu pai lhe contava e somente a ideia de poder praticar magia, magia de verdade, assim como seus irmãos já faziam há alguns anos, a deixava extasiada. Afinal, se alguém iria fazer alguma diferença em sua família, esse alguém seria Daisy.

Selecionada para a Hufflepuff, a casa dos mais leais alunos de Hogwarts, Daisy percebeu que havia nascido para aquele lugar. Sua criatividade se sobressaiu logo nas primeiras semanas, assim como sua facilidade em qualquer uma das matérias as quais era apresentada, apesar de manter sempre um bom esforço para tirar as melhores notas e trazer orgulho para sua família. Desde cedo ouvia seus pais comentando sobre como crianças com o sangue não puramente mágico poderiam ser tratadas, e isso era algo que sempre incomodara Daisy, mas que lhe motivava também a ser cada vez melhor, para mostrar que ter ou não sangue trouxa correndo em suas veias não fazia a menor diferença. Se matriculou em diversos clubes, desde Herbologia (no qual não fizera grande progresso) até uma tentativa um pouco engraçada de conseguir uma vaga no time de Quadribol de sua casa (o que acabou lhe rendendo dois dias na enfermaria por causa de um pulso quebrado), mas o seu grande fascínio mesmo era pela arte do Xadrez. O pequeno tabuleiro quadriculado e as peças, cada uma com uma função especial, com movimentos diferenciados, lhe trazia uma satisfação sem igual. Talvez nada mais pudesse ser comparado a alegria que sentia ao vencer mais uma partida de xadrez, a qual apenas se somaria ao seu grande recorde.

Fora o seu talento com os tabuleiros de xadrez bruxo que lhe rendera uma vaga no conhecido clube do professor Slughorn logo no terceiro ano em Hogwarts. No início se sentira temerosa por não saber o que lhe aguardaria em sua primeira reunião no clube, ainda mais por já ter escutado comentários negativos a respeito do mesmo, mas jamais faria uma desfeita daquelas, muito menos a um professor, e principalmente a Slughorn. Mesmo que algumas pessoas não gostassem muito do Professor de Poções por causa de seus favoritismos, Daisy apreciava o método de ensino do bruxo e o admirava como pessoa. Fora em uma de suas conversas com o homem, em uma das reuniões em seu quinto ano, que decidira que seguiria a mesma profissão de seu pai quando se formasse em Hogwarts.


「Extras」

Daisy frequenta o Slug Club e também o Clube de Xadrez. Sua FC é Sophie Turner e sua player a Gabi.

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Wote ni wa Baba Mmoja! #Mungu #NiponaWakinaDogoMaasai #Wafugaji

KWA WAOAJI

Kama unatafuta “Wife material” ujiandae pia kuwa “constructive husband” ili kuibadilisha “material” kuwa “product”… Au mwamini Mungu akupe “Mke” ambaye neema na ukamilifu wake [Mungu] vitakufanya useme, “Binti za watu wamefanya mambo mengi mazuri lakini wewe mke wangu umewazidi wote”… Wife Vs Wife material!
Mwl D.C.K

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