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                                              $ Pen drive moedinha $

  Esse site tem todo criatividade para criar uns pen drives irados!, tem desde camêra fotográfica até celebridade. o site é o http://www.usbgeek.com /claro que não é do Brasil ~pena~.

Características:

$" Do projeto do sinal em forma High-Speed ​​USB 2.0 certificada invólucro de metal durável Hot Plug and Play; Funciona como um outro disco rígido Nenhum excitador necessário para a maioria dos sistemas operacionais Suporte: Windows 7, Vista, XP, 2000 e Mac OS Dimensão: 43 x 33,5 x 4,5 milímetros (aprox.) Peso: 20g 

Capacidade:

4GB

  Porém na loja Imaginarium tem uns legais e é do Brasil :B

                                                                                X.o.x.o   Arthur Marques

- Classe Média -

Se eu não vivesse no meio da burguesia
Classe média decadente
Não afirmaria com convicção
que carne de tucano é muito bão
Pelo menos pra mim é uma delícia
e não vem dizer que não

Os pais em hipocrisia
que consolam o erro do filho inconsequente
Julgam ser uma grande melhoria
trancafiar os outros pais e filhos
que sobrevivem nesse capitalismo doente

Pessoas medianas, baixas na verdade
Não vêem classes, apenas pagam por elas
e suas crias nas janelas
zombam com o coitado na rua
Julgam ser a elite do país,
a vocês eu digo:
"elite é o caralho"

Não passam de velhos broxas
velhas mal comidas
Filhos e filhas? Uns bostas
que acham ter regalias por terem moedinhas
Isso vai acabar…

+hel—lhound

+devil—hunter

+gieldan

+chikxuu

+chedan-dingodourado

lentiginemn

philomelody

stardustedl

Meu Deus, é tão ruim ficar sem goró e cigarro… e sem grana, também." Falava consigo mesma, enfiando as mãos nos bolsos vazios, livres de qualquer moedinha. Deprimente, de verdade. Não poder sustentar o vício… Não era tão prejudicial quando seria com uma droga ilícita, mas ainda assim, a deixava um pouco inquieta. Só podia esperar por um anjo da guarda que lhe pagasse essas coisas.

rebbolando said:

ta avaliando ainda guria? kkk se tiver, tu vai fazer algo agr de noite?

kkkk

avalio sim 

farei é nada

necas

vai ter show do criolo dia 13 n posso sair e gastar meus poucos dinheiros uheueh

minhas poucas moedinhas

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  5. nota: 100 gostei memo 

manda qualquer pergunta que eu avalio

Acho digno os esforços de quem vive tentando me decifrar. Acho engraçado quem se formiga com meu jeito, com minha falta de papas na vida, com meu linguajar. Acho válido toda forma de protesto quanto à minha pessoa, todo alarde quanto ao meu temperamento, todo furdunço causado por meus excessos. Mas atente: não se debata tanto, isso não vai mudar. Sempre ouvi conversas de adultos, tomava suspensão por ser exibida e era "respondona", como dizia vovó. As meninas maiores que eu e briguentas, eu me vingava tirando boas notas, não batendo cabelo como uma birrenta mimada. Chupava cana, comia cajá no pé. Faxinava a casa pra ganhar moedinhas, batia em moleques e soltava pipa. Nunca fiz simpatia, nem consultei cartomantes; sempre resolvi minhas pendengas tete a tete, tudo que consigo é por merecimento. Sempre fui uma menina madura, nunca me intimidei com gigantes. Desde que me entendo por gente, não sou exemplo pra nada, nem nunca ostentei estrelinhas em meu peito. Meu sarcasmo ganhei de herança, minha força vem de infância, meu bem maior é minha essência e não sei viver de aparências. Não me sufoco por nada no mundo, nem deixo pisarem em nada que tenho. Sou o que sou, pro bem ou pro mal, engolível a seco, agradando ou não.

A superstição fica naquele ponto entre o que conseguimos e o que não conseguimos controlar. Encontre uma moedinha, pegue-a e você terá sorte o dia inteiro. Ninguém quer deixar passar uma chance de ter boa sorte. Mas será que pedir sorte 33 vezes realmente ajuda? Tem alguém ouvindo? E se ninguém tá ouvindo, por que a gente se incomoda em fazer essas coisas estranhas? Nós nos apoiamos em superstições porque somos espertos o suficiente para saber que não temos todas as respostas. E que a vida funciona de maneiras misteriosas. Não subestime a mandinga, de onde quer que ela venha. [**].”

- greys-anatomy 2 x 21

Se você ama, diga que ama. Não tem essa de não precisar dizer porque o outro já sabe. Se sabe, maravilha… mas esse é um conhecimento que nunca está concluído. Pede inúmeras e ternas atualizações. Economizar amor é avareza. Coisa de quem funciona na frequência da escassez. De quem tem medo de gastar sentimento e lhe faltar depois. É terrível viver contando moedinhas de afeto. Há amor suficiente no universo. Pra todo mundo. Não perdemos quando damos: ganhamos junto. Quanto mais a gente faz o amor circular, mas amor a gente tem. Não é lorota. Basta sentir nas interações do dia-a-dia, esse nosso caderno de exercícios.
Se você ama, diga que ama. A gente pode sentir que é amado, mas sempre gosta de ouvir e ouvir e ouvir. É música de qualidade. Tão melodiosa, que muitas vezes, mesmo sem conseguir externar, sentimos uma vontade imensa de pedir: diz de novo? Dizer não dói, não arranca pedaço, requer poucas palavras e pode caber no intervalo entre uma inspiração e outra, sem brecha para se encontrar esconderijo na justificativa de falta de tempo. Sim, dizer, em alguns casos, pode exigir entendimentos prévios com o orgulho, com a bobagem do só-digo-se-o-outro-disser, com a coragem de dissolver uma camada e outra dessas defesas que a gente cria ao longo do caminho e quando percebe mais parecem uma muralha. Essas coisas que, no fim das contas, só servem para nos afastar da vida. De nós mesmos. Do amor.
Se você ama, diga que ama. Diga o seu conforto por saber que aquela vida e a sua vida se olham amorosamente e têm um lugar de encontro. Diga a sua gratidão. O seu contentamento. A festa que acontece em você toda vez que lembra que o outro existe. E se for muito difícil dizer com palavras, diga de outras maneiras que também possam ser ouvidas. Prepare surpresas. Borde delicadezas no tecido às vezes áspero das horas. Reinaugure gestos de companheirismo. Mas não deixe para depois. Depois é um tempo sempre duvidoso. Depois é distante daqui. Depois é sei lá…
#AnaJácomo

Uma relação que terminou, porém continua viva, presa na corda invisível do sentimento inacabado, da palavra não dita, do e-mail saudoso, da distância que não se permite ser permanente. Fica acordado no instante em que o cansaço bate e o coração apanha, que ambos precisam de um tempo pra pensar melhor, pra decidir que caminho seguir, tempo pra tomar coragem. Coragem pra dizer, fazer, aceitar, aquilo que há muito já estava em negação.
[…]

Nossas escolhas são diárias, como moedinhas colocadas inocentemente num potinho de sonhos. Quando deixamos de “enriquecer”, quando o potinho começa a esvaziar ou simplesmente quando gastar a moedinha começa a valer mais a pena que depositá-la esperançosa no potinho, quer dizer que o sonho, talvez, tenha perdido o sentido. Daí a gente tenta postergar, afinal de contas, era um sonho tão lindo. 

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