Justificação de Deus

o que eu chamo de deus é bem mais vasto
e às vezes muito menos complexo
que o que eu chamo de deus. Um dia
foi uma casa de marimbondos na chuva
que eu chamei assim no hospital
onde sentia o sofrimento dos outros
e a paciência casual dos insetos
que lutavam para construir contra a água.
Também chamei de deus a uma porta
e a uma árvore na qual entrei certa vez
para me recarregar de energia
depois de uma estrondosa derrota.
Deus é o meu grau máximo de compreensão relativa
no ponto de desespero total
em que uma flor se movimenta ou um cão
danado se aproxima solidário de mim.
E é ainda a palavra deus que atribuo
aos instintos mais belos, sob a chuva,
notando que no chão de passagem
já brotou e feneceu várias vezes o que eu chamo de alma
e é talvez a calma
na química dos meus desejos
de oferecer uma coisa.

[Leonardo Fróes] 

Ela fechou os olhos. Aquele tormento parecia não ter fim. As paredes de seu quarto bagunçado pareciam se fechar contra ela. Então ela encheu os pulmões de ar, prendeu-o ali como se fosse a última fração de oxigênio que restara no mundo. Suas mãos trêmulas tampavam as lágrimas que lutavam para sair dos olhos espremidos de dor. O corpo era leve, e o coração pesado. Era uma dor pior que quebrar trinta ossos ao mesmo tempo. Era a dor de ouvir o silêncio. O silêncio que desesperadamente gritava por ajuda. O silêncio que a rasgava por dentro. Ela não suportava a ideia de estar ali, a sós com a própria solidão. E o silêncio ainda ecoava por todo o seu corpo, suas vestes, seus cabelos. Cabelos estes que não brilhavam mais, opacos como seus olhos, gélidos como suas têmporas. Suas costas largas e arqueadas contra a parede, pareciam um velho galho que se partiu de uma árvore, e suas mãos pareciam folhas secas. Ela se deitou. Não havia mais o que sentir. Sentiu-se esgotada e de repente em paz. Seu coração havia parado de bater. O sangue aos poucos desacelerava em suas veias.O ar saia de seus pulmões. Não havia amor, não havia paz. Havia uma garota presa em seu próprio cais.  

"Fica tranquila que a missão de ti fazer feliz é minha! " disse ele ao vê-la perde um sorriso assim que os pais a proibiu e tiro as asas daquela menina. Em seguida ela sorriu pelas palavras e pela força que ele tinha diante vê-la feliz e estar junto a ela ate o fim. O que importava para ele era aquele sorriso dela, que do amor nasceu uma historia sem fim e uma força que dali crescia a cada batida … A razão de tudo era sorrir. Motivo? Eles se amavam , se completavam e estarem juntos era razão para tudo e pro futuro que por eles lutavam ate o fim.
—  Thamer L.Adorno
Oh take me back to the start!

Foi um dia histórico. Todos lutavam por apenas uma coisa: descobrir o que as bruxas estavam tramando. Porém o que viria a acontece na “cidade pacata” de Mystic Falls estava muito além do que qualquer um pudesse imaginar. Nem mesmo a família original sabia o que lhes aguardava. Ninguém sabia além das bruxas. Algo tramado por Esther. E assim do nada todos os mortos estavam de volta, os vampiros podiam voltar a Mystic Falls, tudo estava voltando ao normal. Porém estava voltando demais. Uma noite mudou tudo e quando todos os habitantes de Mystic Falls acordaram tudo havia voltado ao inicio, e pior, ninguém tinha lembranças dos últimos anos.

Nossas escolhas são o que movem o mundo, seria esse o inicio de um novo futuro?  
Coming soon
VOTO na UNIÃO- Aécio, Marina e Eduardo Jorge

Alguns já explicaram melhor porém vou tentar ser sucinto. O BRASIL TEVE DUAS DITADURAS. Uma que ocorreu e foi governo e outra que não ocorreu. AMBAS SÃO CONTRA a democracia, ambas acreditam na FORÇA E NA COAÇÃO, ambas julgam seus motivos nobres… Dilma e seus companheiros lutavam pra trocar a ditadura “ruim” pela ditadura “boa”. Dentro dos preceitos dialéticos da religião marxista.
Uma foi erradicada, outra se traveste de governo e usurpa nossa incipiente democracia comendo pelas beiradas seus valores e suas instituições.
Dia 26 há um candidato que representa a UNIÃO DAS FORÇAS DEMOCRÁTICAS DO PAÍS- Aécio Neves X UNIÃO DAS FORÇAS ANTI-DEMOCRATICAS da ditadura que está sendo implementada “a prestações”.
É por isso que seu voto é importante. Não queremos ser o “primo rico” do Foro de Sao Paulo.
Não queremos estar alinhandos com o bolivarianismo e nem com o nazijihadismo com o qual a Dilma sugeriu dialogar.
Não aceitamos considerar a criminalidade um preço da sociedade desigual que quanto menos desigual fica mais o crime cresce… CHEGA! A história nos deu a oportunidade impar de acabar com essa ditadura na urna, enquanto há tempo.

Shooting Stars || Avril e Ethan

A garota sentia a mão de Ethan contra seu pulso, envolvendo-o como uma de suas usuais pulseiras que naquele momento não utilizava. Se perguntou a razão de estar sem nenhum acessório, nem mesmo seu o cinto de venenos, quando se lembrou da tarde exaustiva na qual ficara praticando com suas flechas na floresta. Sabia que não devia ir até lá, e de certa forma ela não gostava, mas não havia outro lugar para treinar sua mira sem o risco de acabar machucando alguém ou quebrando alguma coisa. E por mais que tivesse simplesmente passado aquele tempo todo solitária, não se espantava em ainda ter algumas horas para desfrutar ao lado de outra pessoa.

Os dois caminhavam, quase corriam, pelos corredores há muito vazios do castelo, seus passos ecoando pelas escadas e bifurcações. Os longos cabelos de Avril lutavam para acompanhar seus pés ágeis, voando atrás da menina como um mar dourado. Ela tinha um sorriso no rosto, algo nada usual para a pequena filha de Afrodite. De alguma forma o garoto a relaxava, talvez por sua calma absoluta e aparentemente inabalável. Por mais que Avril gostasse de se mover, às vezes permitia-se um leve período de descanso antes de voltar a aprontar suas travessuras.

Os dois viraram em um corredor menor, ainda sem terem trocado palavra, e procuraram pela porta pequena que os lavaria até a cozinha. Não foi difícil de achá-la, e logo estavam dentro do aposento, acendendo as luzes apenas quando a porta de madeira jazia fechada atrás deles. Se fossem pegos estariam de detenção, mas nenhum dos dois parecia muito preocupado com o fato no momento.

A menina foi atrás de uma cesta, não muito grande, ou seria difícil de carregar até a torre, se lastimando por alguns instantes pela perda do contato entre sua pele e a de Ethan. Quando a encontrou sobre um armário caindo aos pedaços, teve de puxar uma cadeira para alcançá-la, logo tendo o objeto de vime ente os dedos finos. Virou-se para o rapaz com um sorriso satisfeito no rosto, esperando que ele colocasse o que havia encontrado dentro da cesta antes de se dirigir novamente até a porta de madeira sólida. Após fechar a mesma, lembrando-se de apagar as luzes, Avril sorriu com cumplicidade para o filho de Poseidon e lhe estendeu a mão que não usava para carregar o que haviam arranjado. Seus olhos brilhavam de alegria.

-Vamos?- perguntou ela quase que como um sussurro - Ainda temos muitos andares para subir.

Parte 01- "A escolha"

Anoar nasceu e cresceu em meio as histórias de dragões e guerreiros que vagavam pelas terras do sul. Sua mãe nunca o deixou acompanhar seu pai, Sollun Grant o grande explorador, nas suas expedições pelo sul ele sempre voltava com histórias sobre o reino congelado de Almor onde cavaleiros de gelo lutavam em justas e moças corriam pelos bosques com lobos a seu lado como animais de estimação.
Deixe-me te situar sobre o ambiente que viveremos nossa aventura. Anoar sim é um ser humano assim como eu e você, vive em uma bela casa em Sinclair, uma cidade do reino do Norte. O reino do norte se formou a muitos anos na briga de Findor e Garrnt.
O reino do norte ficou sobre o controle de Findor, um rei justo e leal ao bem estar do seu povo, não muito diferente de Garrnt, porém Garrnt ficou com as terras do Sul, terras que abrigavam algumas cidades rebeldes.
Logo após a guerras dos dois reis, como ficou conhecida, Findor permitiu que Garrnt permanecesse com as cidades de Asfalian e Grumon que se localizavam no logo após as divisas dos territórios. Eram cidades prósperas que ajudaram Garrnt a construir o reino do Sul. Porem na partilha dos territórios houve um ponto de discórdia, a cidade de Sinclair.
Estranhamente apesar de Sinclair não ser a capital de ambos os reinos ela se localiza exatamente no meio de todo centro geográfico das duas terras, ela foi fundada em eras desconhecidas por todos, mais reza a lenda que sua localização se deve por conta dos exploradores que atravessavam os reinos de norte a sul e ali viram um bom ligar para descansar no meio de sua viajem. Sinclair se esbalda nos três rios que a alimentam, dois deles vem do norte do pais das altas montanhas de Kinaltar. Esses rios são anorint e diboltor, rios largos e que ao longo se seu caminho fazem prosperar 63 das 70 aldeias, cidades e vilas do reino do norte. Os dois rios tem nascentes conhecidas e muito apreciadas como viagem de férias do povo do Norte.
Mas Alkinamos, o rio negro gera medo desde seus primórdios. Alkinamos é o rio do sul com nascente desconhecida pelos homens que habitam aquela terra, dos três rios que alimentam a cidade de Sinclair ele é o único proibido de consumo ou de qualquer outra utilização. Ele apenas circunda o extremo da cidade como um fosso e segue em direção ao mar do leste. Muitos exploradores desapareceram em busca da nascente de Alkinamos, reza a lenda que este rio nasce do castelo negro na floresta do Sul. Esse castelo a muitos anos esquecido so pode ser encontrado em lendas dos exploradores da terra, ninguém sabe sua localização, e quem foi atrás dela não voltou ainda, ou nunca voltará.
E neste mundo que acompanharemos nosso herói Anoar, um mundo sombrio, belo, misterioso e majestoso.
Mais voltemos a nosso herói e ao dia que nossa aventura começa. Era uma manha ensolarada em Sinclair, moças nadavam no lago, o mercado estava funcionando a todo vapor e Anoar saia para buscar lenha no bosque próximo ao portão norte da muralha. Fazia agora 8 anos que seu pai sumira na que ficou conhecida como a grande expedição. Anoar a tempos ouvia que uma expedição de busca estava sendo montada mais nada se confirmava e o tempo passava.
-Anoar! Ja tão cedo passeando!
Era Fokker guarda novato ali no portão do norte. Um tanto bem alimentado que cuidava do portão norte, ele era amigo de infancia de Anoar e havia trabalhado para a familia como entregador de bolos. Não era ele o único guarda ali mais era ele o único que Anoar aprendeu a gostar.
- Amo passear pela manha Folk, que tal me ajudar com a minha lenha de passeio? A cortei ontem junto com os ajudantes, mais deixei na floresta…
- Hoje é impossível!
“Como sempre”, pensou Anoar…
- Hoje é o dia que serão escolhidos os próximos exploradores. Fiquei com o turno da manha para poder ir atarde a o castelo central.
Anoar sabia perfeitamente disso. Ele estava esperando por isso a 8 anos. As escolhas de exploradores são como eleições de cavaleiros. A maioria dos que se candidataram a exploradores tinham como objetivo de vida explorar o norte e o reino além do mar do leste. Todos ja explorados e eles la agiam mais como diplomatas do que como exploradores de verdade. Falando serio mesmo, a grande maioria so ia por conta da grande ajuda financeira que o governo dava a exploradores. Por conta do grande interesse nesse cargo, os exploradores participavam de uma seleção com um número de vagas mor zonas. O reino completo era dividido em 15 zonas, mais a Zona Real onde morava Findor e toda a familia real do Norte. Sendo a 15 todo o reino do Sul. E era a essa vaga que Anoar tinha interesse.
- Vim de manha por conta disso também Folk. Vamos me ajude que será rápido. Ninguém invade esta cidade a 400 anos, vamos!
- Ok Ano, mais vamos logo! E vou querer bom pedaço de bolo que sua mãe prepara. E cerveja!
- Ok Fokker como se você não estivesse bem abastecido.
E foram os dois ao bosque do norte. Era pequeno maus provido de boa madeira para lenha. A mãe de Anoar era dona de uma padaria ai perto ao portão. Anne abril essa padaria junto ao seu marido que quando não estava explorando o sul, estava servindo cevada aos viajantes do norte. Anne amava Anoar incondicionalmente, mais seu sonho de ir atrás de seu pai a preocupava.
Anne estava no pequeno escritório no segundo andar da padaria. Ela havia planejado tudo pra aquele dia. E os últimos detalhes ja estavam confirmados. 60 bolos para Anoar entregar em Dingonton, cidade vizinha e longe o bastante para Anoar ficar longe da seleção de exploradores. Ela sabia que ele ia ser escolhido. A zona 15 não era escolhida por mais ninguém, não havia concorrência para Anoar, e o governo entre montar uma equipe e escolher mais um jovem que pode voltar com respostas, ou não voltar, logico que seria a segunda opção.
Sofhi sua ajudante, uma moça bonita casada e que trabalhava muito para ajudar seu marido em casa. Era comum e amplamente aceito que mulheres trabalhassem nos reinos conhecidos. Elas adiquiriram esse e tantos outros direiros com a bençao da rainha mae, Clara a bondosa, anos antes da partilha, quando Sul e Norte eram um único reino.
-Senhora os bolos estão prontos, devo pedir ao carroçeiro para vir busca-los?
-Não Sofhi, Anoar fará essa entrega.
-Mais senhora, Anoar a um bom tempo vem falando que ele vai participar da grande escolha. A senhora acha que ele chegará a tempo de participar? Eu certamente vou votar nele! Ora imagine ele um rico Explorador das zonas Cinco ou da Dois! Ouvi dizer que no Cinco ele poderia arrumar uma bela esposa rica, e morar em uma casa como palacio, a senhora sabia que o rei vive indo a zona dois para…
-Anoar não deve participar deste desastre! Sofhi entenda, Anoar quer ir explorar a Zona 15. Nada de gloria ou dinheiro, ele quer ir atraz do pai… Ele seria o único a se oferecer a zona 15. ele seria simplemente escolhido. Eu não sei o que faria sem ele, prefiro mergulhar no Alkinamos do que perder o meu filho.
-Não falei isso Senhora Anne, eu não sabia as intençoes de Anoar, pensei que ele já havia superado a ausencia do Senhor Grant. Me perdoe pelo que falei so estava empolgada. Meu marido viajou ontem a Medirion para encontrar com a comitiva do Rei, ele me mandou um telegrama ontem dizendo que no jantar dos cavaleiros o Rei Findor revelou o por que ele vem a esta escolha.
-Sabe Sofhi estive me perguntando a mesma coisa ontem anoite, a noticia que o rei vem a esta escolha é muito estranha. Ele nunca veio a escolhas aqui em Sinclair. E parece que ele este ano vem com a familia toda. Imagino a viagem como cansativa deve ser para ele sair da Zona Real de la ate aqui no centro deste velho mundo…
-Bom foi para os negocios senhora, conseguimos esse contrato para fornecer e prepara as refeições no castelo Norte! Nunca tivemos tanto trabalho desde… bem, a ultima expedição… Mais também com a proximidade que temos com o castelo só poderiam escolher a nós mesmo. E graças a os cuidados da senhora que conseguimos este contrato.
-Sabe Sofhi digo que foi graças a o excelente trabalho que todos aqui nesta padaria fazem, não podemos esquecer que só conseguimos também por que aquele castelo fica desabitado, foi uma luta ao Guardião Mor limpar e aprontar o castelo inteiro para o Rei, o Castelo Sul já estava pronto, mais por conta das leis de Sinclair ele não pode ficar lá… Mais me fale Sofhi, Fredo revelou a você o por que desta visita do rei?
-Não senhora ele não me falou, disse que é algo tão serio que foi dito em reunião solene do conselho, e que foi permitido ele falar apenas isso.
-Bom vamos aguardar, Anoar já deve estar voltando com a lenha. Certamente Fokker vai estar com ele, aquele jovem preguiçoso, prepare um bolo e cevada a ele. Já os vejo no fim da rua. E deixe que eu vou falar com Anoar sobre a estrega em Dingonton.
Anoar vinha com a carroça de transporte repleta de lenha, era o bastante para abastecer a cozinha de sua mãe e a cozinha do castelo Norte, ela já tinha funcionários lá preparando o jantar de chegada do rei para aquele dia, e correndo para o jantar da Escolha com todos os exploradores e especialmente aquele ano com o Rei Findor, Anoar estava muito feliz por a cadeira de explorador da Zona 15 fica logo ao lado esquerdo ao rei e isso para ele é uma honra.
Tão logo que entro na rua da padaria de sua mãe, Anoar viu a imensa carroça de entregas de sua mãe na rua lateral. Era aquilo que fazia a diferença nos negócios para eles, seu pai a avia projetado para transportar ate 100 bolos e pães de uma única vez, e para longas distancias ela contava com um sistema de esfriamento, onde os bolos chegavam macios em qualquer lugar num raio de ate 2 dias de viagem de Sinclair. Aquilo fez a padaria prosperar desde então, mais seu pai mesmo depois de muitos lucros nunca deixou mudar duas coisas, na verdade três.
Ele nunca deixaria o serviço de explorador, para isso treinou e ajudou Anne a poder liderar o negocio sem sua presença, e cuidou para que todos os funcionários soubessem que uma ordem dela era uma ordem dele. Grant nunca mudou o nome do seu negocio mesmo quando ele prosperou, sempre foi simplesmente Padaria. Fez isso para que todos se lembrassem que apesar de grandes deveriam se orgulhar de quando foram pequenos, por isso Sollun sempre trabalhou na cozinha e no balcão quando estava em casa. Por ultimo, Grant nunca colocou seu serviço a frente de sua família, ele buscava Anoar na escola de cavalheiros todos os dias, o ensinou a pescar, cortar lenha, cavalgar e ainda cuidar de sua mãe durante sua ausência.
Anoar se lembrava muito bem da grande entrega a Dingonton, 60 dos melhores bolos para o comercio da cidade e para a prefeitura. Não era longe, mais era um dia de viagem pela estrada do portão oeste. Ainda bem que o carroceiro amava aquela carroça e ele faria aquela entrega.
-Poxa já sinto o cheiro dos bolos daqui!
-É o carregamento para Dingonton, Drun vai leva-lo, vamos para a parte de traz, la vão descarregar a lenha. Ainda tenho que ir ao castelo do Norte levar uns odres de vinho para os dois banquetes de hoje no castelo. Hoje tem de estar tudo perfeito! Me sentarei a Esquerda do rei.
-Ta explicado sua felicidade, você ainda pensa em ir ao 15 Ano?
-Claro! Vou encontrar meu pai Folk a qualquer custo.
-Boa sorte! Eu nunca teria coragem de ir ao 15! Sabia que todo o Sul é a Zona 15 por que eles nunca conseguiram mapear completamente o reino?
-…
-Há… é… Desculpa eu não queria…
-Não se preocupe Folk, fico assim quase o tempo todo. A única coisa que quero é sair para cavalgar no 15 e encontrar meu pai. Mais me diga, a guarda do portão é como você esperava? Olha que ainda estou precisando de um entregador de distancia…
-O respeito posso te dizer é só com as pessoas, eu era muito mais bem tratado trabalhando para Senhora Anne, o salario é bom, e quando penso que não pago por moradia fico no lucro a maior parte do tempo. O problema é que não tenho tempo para gastar da forma que gostaria.
-Rá! Acha que me engana Folk, metade da cidade e a guarda toda sabe que você gasta seu rico dinheirinho com as moças da casa do centro!
-Guardas tem de se divertir Ano! vivo num prédio com outros 20 guardas! não é um lugar com o cheiro agradável… E nem vem que você vai comigo lá.
-Trabalho para mim Fokker e só! Ora vamos deixar isso aqui, os abastecedores pegarão o que precisam e daqui a pouco vou ao Castelo Norte e deixo o restante para Marg.
-Essa velha ainda está trabalhando na cozinha? Ela esta tão velha que pode acontecer de o braço dela cair em uma panela!
-Ora ela sabe liderar uma cozinha como ninguém, por isso minha mãe a deixou cuidando do castelo. E eu fiquei com a logística. Confesso que foi para fugir dela também.
Os dois entraram pela parte de traz da padaria, Anne os viu pela janela e logo desceu para falar com Anoar. Ela não sabia como conversar com Anoar, mais sentia que era seu dever como mãe.
Quando ela desceu para velo ele já estava comendo com Fokker nos fundos.
-Olá Fokker, a algum tempo você não aparece, uns dois dias talvez? (Risos)
-Bom dia Senhora, esta uma bela manhã! Eu só estava no meu portão quando Anoar insistiu para vir aqui relembrar os bons tempos que vivíamos juntos.
-Ora Folk faz apenas 2 messes que você entrou para a guarda! E eu estava buscando lenha!
-Claro meninos, Anoar venha comigo tenho umas orientações para você sobre sua entrega…
Anoar achou estranho, a semanas ele ia e voltava do castelo norte quase todos os dias, que tipo de orientação sua mãe podia lhe dar visto que ele conhecia aqueles corredores do castelo Norte como ninguém?
Ele a segui-o ate o segundo andar e já foi logo dizendo:
-Mão já sei que o castelo Norte exige respeito que devo representar a família e tenho que tomar cuidado com a mercadoria e…
-Você não vai ao Castelo Norte hoje Anoar, você vai fazer a entrega de Dingonton.
-… Você não pode estar falando Serio?
-Claro como o Sol da manha, Drum terá de ficar para me auxiliar com o transporte do banquete da noite, Alex já esta com o indo a Muriar, e Alecx esta com a comitiva cuidando da alimentação do Rei desde Medirion.
-A Senhora cuidou de tudo não foi!? planejou tudo a semanas desde quando falei que participaria dessa escolha para ir atrás do meu pai no Sul!
-Não discutirei isso com você Anoar! Sua Obrigação é comigo e com esta Padaria! Se você sair agora, amanha Cedo chega a Dingonton…
Anne saiu da sala e deixou Anoar com o seu rancor atrás da porta. Ela sabia que um dia ele iria a perdoar. Ao descer ela viu Fokker ao pé da escada e logo o perguntou:
-Falamos tão alto assim Folk?
-Não tive a intensão de ouvir senhora, mais temo que todos escutaram mesmo sem querer.
-Ele vai entender Folk, não posso perde-lo assim como perdi Grant…
-Sabe Senhora, as vezes temos que deixar quem amamos fazer o que elas desejam, para que elas possam ser felizes.
-Sei disso Fokker, mais não consigo viver com a ideia…
-Tudo bem Senhora, me perdoe…
-Pelo que Folk?
-Por nada…
Anne foi ate o seu escritório, estava triste, e ficou na janela ate ver Anoar sair com Fokker e a carroça em direção ao portão norte, pela janela ela viu o quando triste estava Anoar, mais Fokker parecia tentar convence-lo. Anne se sentiu melhor, talvez Folk mostraria a Anoar que ela tinha razão.
Sofhi subiu e foi encontrar com Anne, as duas iriam com Drum fazer a ultima entrega no castelo e aprontar tudo para a chegada do rei e o banquete da noite.
-Senhora, precisamos ir, segundo o vigia da torre a comitiva real esta a 3 horas daqui.
-Tudo bem Anne, estou descendo. Chame Drum e mande ele parar a carroça na frente da porta principal. vamos pela estrada lateral Sul que a essa hora deve estar mais vazia.
Assim Anne, Sofhi e Drum foram em direção ao Castelo Real Norte. Sinclair é a única cidade nessas terras a possuir dois Castelos. O castelo Sul é o mais utilizado dos dois, Garrnt rei do Sul costuma aparecer pelo menos uma vez ao ano para buscar suprimentos para sua cidade no Sul. Os dois castelos foram construídos juntos quase na mesma era de fundação de Sinclair, eles ficam localizados nos dois extremos da cidade. O verdadeiro proposito dos dois castelos era manter a vigilância dos quatro cantos do reino quando ele era um único e solido Reino. No projeto original haveria mais dois castelos, os castelos Leste e Oeste não foram sequer começados, o reino se partiu ao meio antes disso.
O castelo Sul era mais um palacete, quase toda sua planta é térrea e construída de forma circular, em torno da torre central que é a única da área com mais de um andar, na verdade ela tem 32 andares, fazendo daquela torre a mais alta da cidade, porém por ser construída em uma parte baixa da cidade, o castelo Norte aparenta ser muito mais alto. Um Belo jardim o rodeia.
Na torre do castelo sul se localiza os aposentos Reais, a estação de vigilância, e um observatório territorial. Nas salas localizadas na planta térrea, esta o arsenal, estoque, armazém e a administração. Além de uma estalagem para Nobres e Exploradores vindos do Sul. Todos os mapas a respeito do Sul ficam no Hall dos exploradores próximo ao grande Túnel que liga o castelo Sul ao castelo Norte.
Já o castelo Norte tinha no total 12 Torres, porem a mais alta delas tinha apenas 25 andares, era uma construção imponente pois foi construída colada a Muralha Norte onde a Grande torre servia como Observatório territorial. A sede da Guarda da Cidade ficava em uma das torres próximas a parte externa do castelo. O castelo ao todo é um complexo de 12 torres e 5 casarões, ele contem tudo que o outro castelo tem, porém lá se encontra ainda um estabulo para os cavalos, um centro de treinamento para cavaleiros e soldados. O centro de ensino para as crianças da cidade, (a verdade existem escolas por toda a cidade, porém lá fica algo parecido com o ensino superior como nós chamamos) além de vários outros sistemas que beneficiam a população. Como por exemplo, Sinclair é a primeira cidade dos Reinos Norte e do Sul conhecido que conta com um sistema de Tubulação para a agua, o Rio Kimb que vem do norte passa em baixo do Castelo por canais subterrâneos e desagua no fosso cristalino que passa a esquerda do castelo e segue para encontrar o rio Lesost e Segue com ele para o Grande Mar. Do Kimb Sai toda a agua consumida em Sinclair, e o centro de distribuição foi construído dentro da montanha. No total toda a área do Castelo é construída e logo ao lado da torre Real fica a entrada do Grande Túnel que o liga ao castelo Sul.
Não existem regras para a utilização das áreas comuns dos castelos pela população, somente a área destinada aos Reis é Guardada do resto da população. Para não haver gastos desnecessários uma equipe de manutenção é contratada para cuidar dos aposentos reais quando algum dos reis vem visitar a cidade, a mesma equipe cuida dos dois castelos, como também cuidam da limpeza de todos os departamentos públicos de Sinclair. Geralmente eles limpar e cuidam bem mais do Castelo Sul visto que ele é mais frequentado e por ser menor, mais fácil de se limpar. Esse ano com a vinda de Findor tudo ficou muito mais complicado pois o trabalho era quase o dobro que com o castelo Sul.
Commoram Grilt era o responsável pelo bem estar do Rei enquanto ele estava na cidade, durante os dias de visita ele era quase como o prefeito da cidade, apesar de não existir esse cargo Sinclair era administrada por um conselho, com representantes da sociedade local.
Naquela manha ele estava no castelo norte cuidando dos últimos detalhes da vinda de Findor e sua família. E Anne foi logo encontra-lo.
-Olá Grilt, imagino como voce esta agitado com essa visita.
-Ora Anne nem me fale! Olá Sofhi. Estou trabalhando dobrado com a vinda do Norte, esses aposentos não eram limpos a uns 6 meses, a ultima vez foi na limpeza anual! Você que deve ter gostado em Anne, esse ano teve uma cozinha bem maior para trabalhar já que o Sul não vai vir esse ano.
-A nem me fale, foi tudo muito mais pratico, se bem que so ganhei no tamanho pois na equipe e no trabalho também cresceram. imagine que a cozinha não era usada a uns 6 anos! muitos tubos e conexões estavam entupidos ou quebrados, meus ajudantes ficaram um mês só para arrumar tudo. Mais me fale por que tivemos de fazer essa escolha logo aqui no castelo Norte? Sempre usamos o Sul, a praça é maior e tem muita área aberta. Fiquei sabendo que até a apresentação dos cavalheiros vais ser em desfile e não carruagem por conta de não haver espaço para os cavalos?
-Existe uma regra muito antiga que diz que essas escolhas so podem ser feitas no Sul se o rei do mesmo estiver presente, mesmo que o rei do norte esteja na cidade, como esse ano Garrnt não virá a escolha tem que ser aqui no norte.
-Parece que existe algo de novo nessa escolha, o marido de Sofhi é cavalheiro da cidade e esta voltando com o rei, segundo o telegrama que ele mandou pelo mensageiro vai haver uma grande notícia a ser dada pelo Rei Norte.
-Vamos esperar para ver…
-Pois bem Commoram vou cuidar dos últimos preparativos para o grande banquete.
Anne foi logo a caminho do grande salão para conferir a colocação das mesas e dos pratos que estavam sendo preparados na cozinha do castelo. Foi quando escutou o barulho do sino da torre Norte. Seu Rei estava chegando.

A little help for a new friend | Lola and Bella | Flashback

Lola havia andando tranqüilamente pelos corredores do castelo o dia inteiro. Teve todas as suas aulas com pleno bom gosto, não reclamou, prestou a atenção em todos os detalhes e em tudo que o professor falava. Era uma ravina certa de que não queria nada menos que um bom futuro acadêmico. As pessoas pareciam cansadas ao redor da morena, algumas reclamavam de como as aulas haviam sido chatas e outras faziam esquemas de cola. Lola não conseguia entender realmente essas coisas, se eles queriam um bom futuro, por que não lutavam por ele agora? Isso podia ser sobre estudar ou até mesmo sobre a guerra que estava entrando no mundo deles. Muitas pessoas pareciam continuar vivendo suas vidas como se nada estivesse acontecendo, como se pessoas não estivessem morrendo e como se o que elas fazem agora não fosse refletir no futuro delas, pois ia. De que adiantaria ela sonhar com um bom emprego e não lutar para tê-lo? Do que adiantaria ela querer ser auror e não for boa nas matérias ou não tiver coragem? Nada. Só que as pessoas normalmente não pensavam assim, elas continuavam vivendo como se tivessem todo o tempo do mundo, sendo que, na verdade, não tinha mais quase nenhum. Hogwarts foi o primeiro lugar que abrigou Blanc como se ela fosse realmente boa, a fez acreditar que o que ela era um dia iria ser bom o bastante para alguém, foi a escola que a fez entender que ela precisava, sim, de tudo que eles lhe forneciam e de todas as chances que ela conseguisse pegar. A menina tinha uma necessidade constante de ser boa em quase tudo que fazia. Ela não sabia, mas era assim porque tinha medo de sua imperfeição fazer com que as pessoas fossem embora. Ela tinha que tentar segurar aqueles que realmente conseguiram se aproximar dela, aqueles que a queriam por perto apesar de tudo, mesmo que aqueles fossem poucos. Lola não tinha namorado, não queria ter, não entendia o porquê das pessoas quererem tanto ter um companheiro na sua vida. Ela não iria se dar bem em um relacionamento, todos que pelo menos já haviam ouvido falar dela sabiam disso. Mas mesmo assim estava surgindo um boato muito ruim, e mentiroso, onde ela e Nicholas tinham algo um com o outro. Claro que ela não iria ter alguma coisa com um imbecil naqueles, mas conseguia entender porque as pessoas pensavam isso. Os dois andavam passando muito tempo juntos, três dias por semana e o garoto ainda sentia a necessidade de incomodar a menina nos outros quatro. Ele era um saco.

Algumas vezes o destino prega peças em nossa mente, pois enquanto Lola pensava em Nicholas, ele apareceu a alguns metros a sua frente, olhando confuso para um papel e coçando a nuca. Não a viu, e ela deu graças a deus por isso. Ele continuou seu caminho e ela continuou o dela, mas sua mente não conseguiu apagar a imagem do menino e de como ele estava tão lindo naquele dia. A ravina balançou a cabeça e seguiu para o salão comunal da ravenclaw, tentando impedir a si mesma de pensar em Nicholas, mesmo que ela não estivesse percebendo isso. Para ela, o garoto era somente um problema que ela teria que aturar por mais três meses e somente isso. Era um menino prepotente, ridículo e muito mal educado. Nunca deixaria de pensar isso dele. Finalmente chegou em seu salão comunal, e olhou em volta, as pessoas estudavam, jogavam xadrez e conversavam animadamente sobre o dia. Ela gostava tanto daquele lugar, sentia-se em casa, como se aquele cômodo fosse uma parte do que ela era, cheio de pessoas que pareciam entender exatamente como ela se sentia sobre várias coisas e sobre tudo que estava acontecendo nesse momento. Pessoas inteligentes, especiais, que conheciam os feitiços na ponta da língua, era o lugar mais mágico de toda a hogwarts.

Ela subiu as escadas rapidamente, não havia percebido que estava tão cansada até sentir o calor vindo da lareira. Deseja pelo menos sentar em sua cama e fazer seus exercícios com toda a calma do mundo. – Olá Bella. – a saudou, enquanto guardava suas coisas e troca de roupa. Lola sentou-se em sua cama, respirando fundo e se ajeitando, pronta para pegar as coisas e começar novamente o trabalho de estudar, quando ouviu a menina ao seu lado fazer um barulho de revolta. – Está tudo bem ai? – virou-se para a garota, que parecia um pouco chateada com sua própria lição. O livro parecia ser de história da Magia, mas Blanc não teve certeza sobre isso. – Quer ajuda em alguma coisa? – Lola não era sempre educada com as pessoas, mas não via motivo nenhum para não ser com a colega de quarto. Na verdade, a morena queria ajudar as pessoas, só não queria que elas entrassem em sua vida, poderia parecer um pouco estranho, mas era somente isso. E ela estava disposta a ajuda a outra caso ela precisasse realmente de sua ajuda.

Uma das maiores mentiras disseminadas há décadas no Brasil pela hoje presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) e por quase todos os esquerdistas que participaram da luta armada contra a ditadura militar é a de que eles lutavam pela democracia no país. Crianças, adolescentes e jovens brasileiros aprendem até hoje nas escolas e universidades esta falsificação grotesca […]

Oh take me back to the start!

Foi um dia histórico. Todos lutavam por apenas uma coisa: descobrir o que as bruxas estavam tramando. Porém o que viria a acontece na “cidade pacata” de Mystic Falls estava muito além do que qualquer um pudesse imaginar. Nem mesmo a família original sabia o que lhes aguardava. Ninguém sabia além das bruxas. Algo tramado por Esther. E assim do nada todos os mortos estavam de volta, os vampiros podiam voltar a Mystic Falls, tudo estava voltando ao normal. Porém estava voltando demais. Uma noite mudou tudo e quando todos os habitantes de Mystic Falls acordaram tudo havia voltado ao inicio, e pior, ninguém tinha lembranças dos últimos anos.

Nossas escolhas são o que movem o mundo, seria esse o inicio de um novo futuro? Coming soon.

Mesmo com os mais variados ataques de monstros e criaturas místicas ao Olimpo e aos semideuses, nunca houve ameaça tão grande quanto à rivalidade romana e grega. Semideuses no qual batalhavam pelo mesmo propósito, procuravam abrigo em seus acampamentos, lutavam e treinavam duro para proteger seus ideais e honrarem seus pais, porém que não conseguiam viver em paz. Seja a inveja romana ou o espírito não disciplinado grego, mas o acampamento Júpiter e Meio-sangue permaneceram inimigos durante milhares de anos, por uma razão em comum em ambos, o sentimento de superioridade que um tinha sobre o outro.

Após o teste de união de Hera, a Rainha dos Céus, Zeus foi convencido que para a melhor proteção de seus filhos, apenas ocorreria se a união fosse feita, então assim foi decretado por ele:

“Que a união entre ambos seja feita, apesar do perigo e da discórdia entre os mesmos. Temo pela segurança dos meus e seus filhos, meus caros deuses, então é apenas esta a solução por mim encontrada. Será formado apenas um acampamento, O Acampamento de Heróis, onde não haverá diferença entre o romano e o grego. Todos treinarão, lutarão e ficarão mais fortes e unidos como uma verdadeira família. Tempos desesperados exigem medidas desesperadas, então assim espero o amor e apoio entre nossas queridas crias. Que haja paz, e que assim permaneça” .

Ambos unidos, morando, dormindo e comendo juntos. Será que tal paz irá durar? Será que o acampamento será forte o suficiente para aguentar as forças externas e as brigas internas?  E será que os deuses realmente estão fazendo isso pensando em seus filhos?

"Que haja paz", disse Zeus. Então houve a paz, mas será que ela irá durar?

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Já que este país está sendo dominado por comediantes e atores de filmes adultos, então não seria uma má ideia aderir à insanidade e criar uma competição…

É uma ideia diferente que eu tive para elegermos os nossos líderes. Pensem comigo vocês agora, os antigos reis lutavam e derramavam sangue para subirem ao trono, correto? Eles faziam por merecer o seu lugar no topo. 
Viviam pela espada. Morriam por ela.
É insano querer isso nos dias atuais, é demais de besta essa ideia que eu acabei de ter, mas as circunstâncias pediram o Le, lesado.

Os líderes de hoje desfilam em carros luxuosos e sujam a rua com panfletos sem utilidade para o nosso povo, certo? Eles não respeitam ninguém depois de eleitos, fazem barulho ainda com noites de festas em Hollywood. O barulho irritante de suas vozes e de suas falsas promessas que eles não cumprirão.
Nós somos os seres votantes e perdemos o nosso instinto guerreiro, perdemos a nossa fé, perdemos as nossas camisinhas, perdemos tudo… Perdemos os nossos líderes de bom coração, fato, se é que algum dia nós os tivemos. Estamos perdendo as nossas crianças para o tráfico também, as nossas mulheres estão se prostituindo por hambúrguer, meu Deus, nos ajude.

Agora, é a urna que decide quem fica e quem vai. Pense comigo, é você que aperta o botão, então não é a urna que decide.
Aliás, eu acho que não deveria haver urna. A decisão disso deveria ser posta nas mãos dos doentes mentais do manicômio, eu acho que eles iriam ser mais inteligentes do que nós…

É, já se foi o tempo em que nós honrávamos o nosso país, nós não somos mais os guerreiros de antigamente, nós não somos mais nada. Estamos perdendo a fé em tudo… O país esta indo para o buraco.
Seria honroso ver os nossos candidatos em um campo de batalha, à lutarem pelo nosso país. O sobrevivente, governaria, seria uma guerra de sangue pelo trono. Seria onipotente. Honesto. Bondosamente inesquecível. Esse é o tipo de líder que o nosso país precisa… Eu rezo para que este homem de bom coração, não se deixe corromper pelo dinheiro e pela fama… UM REI QUE GOVERNE AO LADO DE SUA RAINHA; O BRASIL PRECISA DISSO. Eu fui insano em minhas palavras, mas a intenção foi boa… #lelezado

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Filme que marca a estreia na direção do ator Russell Crowe (“O Gladiador”), “The Water Diviner” teve seu primeiro cartaz e trailer divulgados. O filme será ambientado no ano de 1919, durante a Primeira Guerra Mundial. E acompanha a história de Joshua Connor (Crowe) que enfrenta a angústia de não saber nada sobre o paradeiro de seus filhos, que desapareceram enquanto lutavam na Batalha dos Dardanelos. Motivado por isso, Connor decide ir até a Turquia na esperança de ao menos conseguir resgatar os restos mortais de seus herdeiros. No elenco podemos contar também com as estrelas Olga Kurylenko (“Oblivion”), Jai Courtney (“Divergente”), Cem Yılmaz (“Magnifica Presença”) e Yılmaz Erdoğan. Ainda sem previsão de estreia no Brasil, “The Water Diviner” terá sua estreia na Austrália em 26 de dezembro.

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