infanty

2.3.11

is it selfish of me for wanting him to stay? I honestly would give anything to have him stay. I have only gotten to spend two weeks with him. It’s not fare. I swear it’s like Dear John. I never thought that it could happen in real life, but it has. I’m not in love with Jared, but I feel myself falling. And he leaves tomorrow morning at 8:30. What am I supposed to do for five months? I know I’m going to be worrying myself sick about whether I’ll get to talk to him or whether he’s okay. I know that my family and Whit will make sure that I don’t go crazy. And I plan on going and seeing his family whenever I get the chance to. It’s just going to hurt so much when he leaves.

Se você escolheu passar por um campo mimado é porque gosta dos riscos, quer por fim a sua vida ou às partes dela. Mude a rota, vá pela montanha, atravesse o rio, lute contra o frio da floresta e chegue aonde queria estar. Só não atravesse pelo campo, pois quem muito brinca com a sorte esquece o essencial: a sorte também cresce deixando os infantis a merce do seu próprio fim.
—  Sam Nascimento, La vida passe. 

anonymous asked:

viram o que a warvadona falou de vocês?

Nós estamos ciente do que ela disse sobre a nossa família e sinceramente isso não nos incomoda nenhum pouco. Aliás se o nome da família dela é igual a nossa isso pouco nos importa. Não temos culpa se não desenvolveram a capacidade de serem criativas. Somos as melhores em ignorar comentários infantis e continuar sendo superiores a tamanha falta do que fazer de terceiro. O que ela fala da gente no Tumblr dela ou deixa de falar isso pouco nos importa, o que importa mesmo para nós não é o nome da família e sim o carinho, respeito que sentimos uma pela outra. Que elas continuem sendo o que são e falando o que quiserem sobre nossa família, nada e nenhum comentário infantil nos fará descer do salto. Beijos da Elite DAS MELHORES!  ❤❤❤

Quero um amor louco, assim como nós. Desastrados, desligados, idiotas. Fazer a comida e estragar a coisa toda com a bagunça que faremos na cozinha e, no final, limparmos tudo e depois bagunçar nossa cama. Comprar o nosso cantinho, pintar, decorar, tudo com o nosso gosto, já que eles são tão parecidos. Teremos uma biblioteca dos mais variados tipos de livros, romance, terror, eróticos, infantis (tem que ter uma parte de livros assim, se não, que livros iremos ler para nossos filhos?). Vamos casar agora, eu visto um vestido qualquer, passo um batom vermelho, o rímel e você com um moletom, sua calça jeans surrada e um tênis qualquer, casamos sem padre, sem pastor ou qualquer coisa do tipo. Casaremos na beirada da nossa cama mesmo, dizemos sim e partimos direto para lua de mel. Não importa se os vizinhos vão ouvir, quero uma noite de prazer com você, sem hora para acabar e, quando acabar, dormir agarradinhos no friozinho enrolados nas cobertas. Vamos casar, agora, sem cerimônia, sem padrinhos ou convidados. Apenas eu e você, meu anjo.
—  Jaqueline Bouvier

Sentada no Salão Principal, lendo sobre contos infantis dos quais sempre escutava quando era pequenina, com um caneca de chá de hortelã com limão ao seu lado esquerdo sobre uma mesinha.

Eu surto. Simples desse jeito. Em alguns dias, estou dengosa, cheia de amor e gestos tolos de apaixonados tolos, e em outros, estou comprando, vendendo e distribuindo brigas infantis.
- Um pouco além do resto. Clarissa Corrêa. Relatando um caos.

anonymous asked:

Explique porque gosta das garotas do top 5.

A Pandora é simplesmente a melhor pessoa daqui. Ela é divertida, tem personalidade e sabe seu lugar no mundo.

A Malia tem personalidade forte e não é covarde, admiro isso em uma mulher daquela altura.

A Coral é meiga mas não é aquelas garotas infantis e irritantes, o que é raro.

A Jane, apesar de ser insuportável metida, tem atitude.

A Laurel é um amor de pessoa, simplesmente.

Você prometeu! Me prometeu que sempre estaria de meu lado, que sempre iria enxugar minhas lágrimas e me dar carinho, que sempre iria me abraçar quando eu tivesse medo, que sempre iria me amar e que sempre estaríamos juntos. O único nunca que me falava é que nunca iria embora de minha vida. Pena que esse nunca chegou antes do esperado, e agora me deixou aqui, sem ninguém pra falar nas madrugadas, sem ninguém pra rir de minhas piadas sem graça, sem um motivo pra matar aula, sem ninguém pra amar loucamente, sem ninguém pra eu chamar de meu e sentir um ciúme incontrolável. Desculpa meu bem, não estava preparada para uma perda tão drástica, eu acreditava que iriamos ser contra a lei da vida e que nosso amor seria para sempre, devia ter aprendido que finais felizes e eternos só existe em contos infantis.
—  Carina Rios
a turma

A gente foi criado no ermo igual ser pedra.
Nossa voz tinha nível de fonte.
A gente passeava nas origens.
Bernardo conversava pedrinhas com as rãs de tarde.
Sebastião fez um martelo de pregar água na parede.
A gente não sabia botar comportamento
nas palavras.
Para nós obedecer a desordem das falas
infantis gerava mais poesia do que obedecer
as regras gramaticais.
Bernardo fez um ferro de engomar gelo.
Eu gostava das águas indormidas.
A gente queria encontrar a raiz das palavras.
Vimos um afeto de aves no olhar de Bernardo.
Logo vimos um sapo com olhar de árvore!
Ele queria mudar a Natureza?
Vimos depois um lagarto de olhos garços
beijar as pernas da Manhã!
Ele queria mudar a Natureza?
Mas o que nós queríamos é que a nossa
palavra poemasse.

.Manoel de Barros.

Chapter 1 - The Beginning

Anno 2513
Pianeta Terra2

Era finalmente arrivata la cerimonia di premiazione.
Diciotto anni passati in quella piccola Accademia, dove le Reclute vengono addestrati fin da infanti a combattere, ad uccidere, a sopravvivere, a diventare Precursori.
Due neonati, ogni cinque anni, vengono prelevati dal pianeta Terra e portati sul pianeta Terra2 dove, fino all'età di diciotto anni, riceveranno la miglior istruzione ed il miglior addestramento militare dell'intera galassia, per poi ricevere come riconoscimento il titolo di Precursori e venire mandati direttamente in missione ai confini dell'universo allo scopo di trovare pianeti che possano garantire con le loro risorse il mantenimento della specie. Non c'è bisogno di dirlo, gli ostacoli vanno eliminati senza il minimo indugio, siano questi un ramoscello che impedisce l'avanzare del Precursore o un'intera specie aliena. Nessuna pietà per chi si oppone.
Era quindi arrivato il mio momento di diventare un Precursore, dopo diciotto anni.
Intorno a me vi era un clima di festa: io ed il mio compagno Doukas eravamo al centro di una delle numerosissime cupole di vetro di cui l'Accademia si vanta tanto, ma che alla fine altro non sono che delle enormi costruzioni in silicio fuso da cui è possibile osservare l'ambiente esterno senza doversi preoccupare delle radiazioni che questo buco di pianeta possiede. Perché l'avranno chiamato Terra2 se nemmeno il clima ci assomiglia? Bah, prima o poi me lo dovrò far spiegare dal Comandante.
Intorno a noi, ogni Docente si complimentava ed applaudiva mentre le nuove Reclute, così si chiamano coloro che ancora non hanno compiuto i diciotto anni, ci stringono a turno la mano.
In fondo alla cupola vi stava un palco, dove una piccola band intonava, in sequenza, l'Inno dell'Accademia, della Terra, della Galassia e dell'Universo. Motivetti inutili per fingere di essere uniti sotto un'unica canzone; ma serve per la politica, quindi chi sono io per contestare? Vero, colui che andrà in un pianeta sperduto per permettere a ricchi industriali, politici e criminali di sfruttarlo fino a prosciugarlo dall'interno, ed infine distruggerlo. Perché è questo, che siamo chiamati a fare. Non che mi dispiaccia avere uno scopo nella vita, tuttavia queste domande non mi lasciano tregua. Doukas non sembra preoccuparsene, invece. Beato lui.
Una volta finiti tutti gli Inni da suonare, una volta ricevute tutte le congratulazioni del caso, il Comandante sale sul palco interrompendo la musica e prendendo la parola.
“Signori Docenti, Ufficiali, Reclute, siamo qui oggi per un evento di particolare importanza per l'Accademia, e non solo per lei! La Terra conta su di voi e si appoggia totalmente al vostro operato che, sicuramente, sarà eccellente! Voi siete indispensabili per il nostro futuro! Nessuno può fermarvi, nessuno può infastidirvi, nessuno può toccarvi, nessuno può avvicinarvi. Siete invincibili, siete il fiore all'occhiello delle forze militari terrestri. L'intera Unione Galattica vi rispetta, assegnando a voi futuri Precursori incarichi di massimo rilievo e massima importanza. Ed oggi, due nuovi Precursori si uniranno ai precedenti, faranno coppia fino ai limiti conosciuti dell'universo e vedranno cose impressionanti che fin ora hanno solo letto su vecchi libri di testo. Prego, invito il Precursore Doukas ed il Precursore Evald sul palco per la conclusione della cerimonia pubblica, ed il suo continuo in privato, su una navicella dell'Unione Galattica.”
L'Unione Galattica. Successivamente all'invenzione del Sistema TerraNova023 avvenuta nell'anno 2252, che consente il filtraggio dell'atmosfera di un pianeta qualsiasi per emulare, all'interno di un edificio chiuso in cui è installato il dispositivo, le molecole di cui è esattamente composta l'atmosfera terrestre, era quindi nata la possibilità di abitare un qualsiasi pianeta, purché abbia un'atmosfera, ovviamente.
Questo comportò quello che venne chiamato dagli storici “l'Assalto allo Spazio”: intere flotte appartenenti a forze militari di stati in conflitto o appartenenti alla criminalità organizzata partirono dalla Terra per scavalcare il cielo, raggiungere lo spazio, superarlo e raggiungere un altro pianeta su cui vivere. Passarono quindi cinquant'anni di pace, dove la colonizzazione era all'ordine del giorno e nessuno si preoccupava più di tanto delle popolazioni locali che venivano sterminate. Tuttavia, una volta che i pianeti da colonizzare iniziarono ad essere sempre più distanti fra loro, le fazioni governanti adesso intere parti di galassia entrarono in conflitto, scatenando la cosiddetta “Guerra allo Spazio”. Durò vent'anni, prima che tutte le fazioni che vi parteciparono, ovvero anche tutte le fazioni che anni prima partirono alla conquista del lontano, decisero di unire le forze per garantire la sopravvivenza del genere umano. Così nacque quindi l'Unione Galattica e, con sé, tutte le forze militari ad essa associate e dipendenti, come quella dei Precursori.
Io e Doukas salimmo quindi sul palco, dove ci consegnarono una medaglia che ci venne agganciata alla parte sinistra del completo che, per l'occasione, stavamo indossando. Pochi minuti di celebrazione dove potemmo crogiolarci fra gli applausi del pubblico, prima di venire scortati alla navetta che ci avrebbe portato alla navicella dell'Unione.
La navetta quindi sfrecciò in alto, arrivando nello spazio. Un vuoto totale ci circondava, interrotto ogni tanto da luci di diversa dimensione che a volte si univano in complessi sistemi chiamati galassie, altre volte in figure immaginarie chiamate costellazioni. Tutto sommato, un bello spettacolo.
Ci agganciammo quindi alla navicella dell'unione: un enorme veliero, grande più o meno quattrocento volte le dimensioni di un esemplare terrestre, decorato e pitturato finemente in modo da sembrare una vera e propria nave agli occhi di chi guarda: piuttosto impattante come scelta stilistica, ma devo ammettere che fa la sua dannata figura. Gli oblò tondi permettevano di vedere scorci di camere, alcune illuminate, altre no.
Le porte della navetta si aprirono rivelando l'hangar interno, pieno di strutture meccaniche per selezionare la “scialuppa di salvataggio” da espellere, in caso di emergenza. Ad aspettarci vi stava una signorina dai corti capelli rossi ed una divisa da ufficiale, che ci accompagnò per i corridoi dell'immensa nave spaziale, guidandoci fino alla cabina del Capitano.
È qui, che iniziò la mia storia.
Entrai, dirigendomi a passo svelto assieme a Doukas a stringere la mano al Capitano, dopo aver eseguito il saluto militare di rito. Rapide formalità quali nominativo e rango, e ci viene consentito di accomodarci.
Il Capitano era alto, slanciato e con una corporatura robusta. I capelli scompigliati e scuri come gli occhi, le cui palpebre solcate da evidenti occhiaie e la barba poco curata e piuttosto sporadica contrastavano con la proprietà e lo stile con cui indossava la divisa: impeccabile, non un bottone fuori posto, non una singola medaglia storta, non un piccolo dettaglio che non risaltasse.
“Precursori – iniziò il Capitano – è mio dovere darvi l'equipaggiamento di cui disporrete nelle missioni a venire, fra cui la vostra personale Caesar: il nuovo modello di navicelle da Precursori. Ma di questo ne parleremo a tempo debito. Ora è bene parlare di ciò che andrete a fare, di ciò di cui vi occuperete, e con che arma ve ne occuperete.”
Si inclinò all'indietro con il busto, premendo un pulsante e convocando nel suo ufficio l'incaricato  per l'equipaggiamento. Io e Doukas ci guardammo negli occhi: entrambi eravamo estremamente eccitati all'idea di poter andare finalmente al fronte, chi con più e chi con meno convinzione sulla moralità dell'obiettivo.
Pochi secondi, e la porta si aprì. L'incaricato, o meglio, l'incaricata, era la stessa che poco prima ci aveva accompagnato all'interno di quell'enorme labirinto di metallo e tecnologia che era la nave su cui stavano.  
Con sé, aveva un carrello di moderate dimensioni, in cui vi stavano due scatole che occupavano perfettamente l'ampiezza del carrello, che spingeva con una mano mentre con l'altra teneva stretto al petto un fascicolo di fogli, su cui vi era timbrato il simbolo dell'Unione Galattica: una galassia a spirale sbarrata. Un logo semplice come le menti di chi dal basso fa il lavoro per le alte sfere. Consegnò quindi i fogli al Capitano, che iniziò ad esaminarli, alzandosi.“
Precursore Evald, in piedi.”
“Comandi.”
“Lei ha dimostrato un'ottima prestanza fisica nella maggior parte delle discipline sportive, con un'attitudine alle materie scientifiche, a volte sfruttando i principi delle stesse per eccellere ove trovava muri dovuti al suo poco allenamento. Per questo, abbiamo deciso di darle come equipaggiamento uno stocco, modello NaeV3.”
Successivamente, mi venne consegnata la prima scatola posta sul carrello, dove dentro vi era custodito uno stocco di circa 95cm. La lama era composta di un materiale vitreo con dentro un liquido particolarmente denso di cui ancora non sapevo né il nome né il funzionamento. La guardia aveva la forma di un fiore di loto, a significare che quello stocco era un fioretto, di cui un unico petalo si collegava alla fine dell'elsa, coprendo la mano durante l'utilizzo. Mi venne poi fatto cenno di richiudere la scatola. Eseguo senza contestare, dopo aver gustato con gli occhi quella meraviglia.
“Precursore Doukas, in piedi.”
“Agli ordini.”
“A differenza del suo compagno qua presente, lei ha mostrato una grande affinità con le materie letterarie, senza brillare particolarmente nell'attività fisica. Nonostante ciò, ha saputo imparare velocemente come impugnare e maneggiare un'arma da fuoco ed ha imparato a padroneggiarne una egregiamente. Per questo, le consegno il cecchino modello Tior-21.”
La procedura si ripeté anche per lui, ed una volta consegnatogli la scatola ed una volta aperta, un fucile smontato dall'enorme quantità di accessori selezionabili avrebbe permesso a Doukas di personalizzarlo secondo il suo stile, adattandolo a sé, rendendolo unico. Dopo che anche lui chiuse la sua scatola, ci guardammo negli occhi: sia i miei che i suoi emanavano gioia ed una luminosità pari a quella di un bimbo quando riceve il giocattolino nuovo, ed effettivamente ci sentivamo così.
L'incaricata precedette il Capitano, quando questi si avviò verso la porta, facendo cenno a noi bambini di seguirlo, che acconsentimmo stringendo fra le mani le scatole che contenevano quelle meraviglie.
“Il vostro primo compito – iniziò, durante la camminata – consisterà nell'andare in un pianeta da noi colonizzato pochi anni fa. Una fazione ribelle ha iniziato a dare fastidio alle autorità locali, le quali lavorano per noi. Se non facciamo qualcosa per fermarli, i rivoltosi accenderanno gli animi delle popolazioni locali che si aizzeranno contro di noi, segnando la perdita di quel pianeta che, come ben saprete, comporterà l'eliminazione del suo nome dal Registro dei Pianeti Alleati e, date le risorse rarissime di cui quel pianeta dispone, non possiamo permettercelo.”
“Qual è il nostro compito, di preciso?” chiese Doukas.
“Giustiziare pubblicamente i ribelli catturati, eccetto uno. Dopodiché attendere e, se ciò non bastasse, utilizzare l'unico dei catturati superstite per scoprire dov'è il loro covo ed, una volta individuata la sua posizione con certezza, estirpare il male alla radice.”
“Pensavo che il nostro compito fosse colonizzare nuovi pianeti, non impedire la perdita di quelli che già possediamo. Pensavo fosse compito delle autorità locali, quello.” borbottai.
“Il vostro compito, Precursore Evald, è quello di fare in modo che l'Unione Galattica controlli il maggior numero di pianeti possibili in modo che, un giorno, il suo dominio si possa estendere sull'intero universo ed, assieme alla sua bandiera, portare convivenza fra tutte le creature esistenti nel cosmo.”
Le parole del Capitano mi sembrarono sincere, tuttavia per me altro non erano che paroloni gonfiati per indottrinare le giovani menti. Un dominio imposto con la forza, non porta pace. L'esercizio di terrore sistematico nelle popolazioni locali per fare in modo che esse non si ribellino, non porta pace. Cercai conforto nello sguardo di Doukas che, al contrario mio, era fermamente convinto di quello che stava ascoltando. Nei suoi occhi vi era determinazione, nei miei titubanza. Non risposi all'affermazione del Capitano, ma gli feci un'altra domanda:
“Cosa comporta l'eliminazione di un nome dal Registro dei Pianeti Alleati?”
“Nel momento stesso in cui un pianeta viene scoperto, viene scritto nel Registro. - sospirò -  L'eliminazione del pianeta dal Registro implica l'eliminazione stessa del pianeta.”
Non mi sorprese più di tanto, e tutti quegli anni in Accademia mi avevano reso apatico a certi tipi di parole. Nessuna reazione scaturì dal mio volto, nessuna reazione scaturì da quello di Doukas.
Gli ultimi istanti gli percorremmo in silenzio.
Una volta terminato l'ultimo corridoio giungemmo davanti ad una porta a spirale, che si aprì solo dopo aver riconosciuto un tesserino magnetico sul quale riuscii di sfuggita a notare la foto del Capitano, che venne passata sopra uno scanner.
La porta quindi si aprì, e ciò che vi stava dietro era un immenso laboratorio che probabilmente occupava da solo un quarto del volume totale di quell'enorme vascello, nel quale ingegneri e scienziati di lavoravano insieme per creare nuovi tipi di Corazze, che altro non sono che le armature da battaglia dei Precursori.
Uno scienziato strinse la mano al Capitano e ci salutò, guidandoci poi in uno stanzone in disparte, dove all'interno di due sarcofagi di vetro vi stavano due modelli nuovi di zecca, e lo scienziato stesso prese parola:
“Evald, il suo modello è quello alla mia destra. Si tratta di un modello pensato appositamente per le azioni veloci e dinamiche: gli permetterà infatti di aumentare la sua prestanza fisica, che comporta quindi un aumento della resistenza, velocità, capacità di salto e forza. Niente di meglio per un combattente che usa la NaeV3. Veda di trattarla bene, e lei tratterà bene voi. Nel palmo della mano vi è un piccolissimo dispositivo che permette, al contatto, di rilasciare una scarica elettrica di intensità e potenza regolabile fra i 50.000 e i 200.000 Volt. I materiali utilizzati sono tessuti e dei minerali speciali creati qui in laboratorio, non vi è dato saperne il nome.”
Il modello indicatomi era molto simile ad una tuta aderente, con dei rinforzi in varie parti composti in quel minerale speciale. La Corazza sembrava estremamente larga a primo acchito, ma guardando bene notai come le fibre estremamente spesse del tessuto erano stranamente distaccate l'una dall'altra. Sapevo bene che le Corazze avevano bisogno di essere attivate, ed ipotizzai che si sarebbe stretta all'accensione. I rinforzi si trovavano nelle nocche, nell'avambraccio, nelle spalle, nel petto, nella gamba e nei piedi. Questi rinforzi sembravano fissati con dei chiodi vitrei dentro cui scorreva lo stesso liquido denso dello stocco, ed ipotizzai che probabilmente era quello che permetteva l'aumento delle capacità fisiche dell'utilizzatore. Il casco era diviso in due parti: vi era una visiera, che partiva dal mento passando davanti al volto, sopra la testa ed arrivando all'inizio della nuca mentre il resto era composto dal minerale di rinforzo, attaccato al tessuto sempre mediante quei chiodi vitrei. Nel palmo della mano, un minuscolo disco con al centro una piccolissima puntina era cucito nel tessuto.
“Doukas, il suo modello è quindi ovviamente quello a sinistra. È un modello pensato per gli spostamenti furtivi: grazie all'utilizzo di questa Corazza, potrà sfruttare la rifrazione della luce per mimetizzarsi nell'ambiente assieme al fucile in sua dotazione. Che lei rimanga fermo o che lei si sposti, l'effetto non cambierà: rimarrà comunque invisibile. Nel casco abbiamo inoltre inserito un visore termico, per comodità. Inoltre, questa particolare Corazza dispone di un cardioregolatore che gli permetterà di abbassare o alzare a suo piacimento il suo battito cardiaco mediante leggeri impulsi emanati dal dispositivo. Il discorso sui materiali si ripete anche per lei.”
La sua, invece, aveva delle fibre molto più sottili, ma stranamente più vicine. Nonostante elementi come il casco o la posizione delle protezioni rimanessero uguali, nella sua tuta non vi erano chiodi vitrei ma bensì metallici, ulteriore prova a favore della mia supposizione. Sul cuore vi era un piccolo quadrato metallico, il quale era attaccato per gli angoli alla tuta da delle sorte di cilindri. Nel casco, invece, un piccolo particolare che notai dopo: c'era, all'altezza più o meno di dove sarebbero dovuti andare gli occhi, uno strato aggiuntivo di materiale vitreo, e lo si capiva dalla sua rifrazione della luce, diversa dagli altri punti.
“Bene – prese parola il Capitano – le vostre Corazze verranno inviate immediatamente al vostro Caesar, che adesso ci illustreranno sempre i nostri colleghi scienziati”
Non dovemmo far altro che andare dalla parte opposta del laboratorio in cui eravamo, per arrivare ad una stanza molto più ampia rispetto alla precedente dove, all'interno sempre di un vitreo sarcofago, risiedeva una navicella di modeste dimensioni, nonostante impallidisse di fronte al veliero nel quale stavamo camminando. Decorazioni scarne, ed un colore nero uniforme. La forma di mezzaluna che aveva mi piaceva particolarmente: semplice, efficacie. Il logo dell'Unione stava sul tetto di questa.
“Questo è il nuovo modello Caesar. Questa, da oggi in poi, sarà il vostro Caesar. Ebbene, Precursori, sull'attenti di fronte a me.”
Colti alla sprovvista, ci mettemmo all'istante in posizione d'attenti.
“Avete il vostro titolo. Avete le vostre armi. Avete le vostre corazze. Avete il vostro Caesar. Avete il vostro compito. Non vedo motivi per cui trattenervi oltre. Siete ufficialmente in missione, la vostra prima missione. Da voi mi aspetto molto, come da tutto il corpo dei Precursori. Non deludetemi.”

PLOT: tsob-rpg

”Linha por linha meu deserto particular, linha por linha meu paraíso.”   Marie Luise Kaschnitz, Um poema

No noroeste da Inglaterra, Manchester é uma cidade cheia de magia e personagens de contos de fadas. Manchester teve grandes problemas ao longo dos anos a cidade finalmente pareceu se acalmar e os personagens da cidade estavam começando a viver uma vida bastante feliz e normal.

Até que uma estranha magia entrou no lugar e mudando tudo. Certa noite, quando todos os personagens de contos de fadas dormiam em suas camas quentes, com seus entes queridos, os recém-chegados foram trazidos para fora das páginas dos livros na biblioteca da cidade.

Personagens de livros infantis, romances e HQs, como o Batman tomaram seus rumos em Manchester construindo uma nova vida fora dos seus respectivos livros.

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Talvez eu só queria ser só

Algum tempo atrás, vieram me falar que nunca conseguiria achar um homem que pudesse “permanecer comigo” por que não sou muito feminina, me falaram que deveria amadurecer, por gostar de ver animações e ter algumas brincadeiras infantis, já falaram que deveria ser mais simpática e educada por que continuamente esqueço de responder alguém e não sorrio com frequência para os outros, me comunicaram que eu deveria emagrecer pois homens gostam de mulheres que tenham corpos “estilo verão”, me deram concelhos que eu deveria sair mais, socializar mais, largar meus livros de romance e minhas séries de ação. Já houve tempos que eu me preocupara com isso, parei de dizer xingamentos por um tempo e percebi que isso não me trouxe ninguém, evitei assistir desenhos animados e me misturar com os adultos e não percebi diferenças, tentei sorrir e cumprimentar à todos e ninguém me cumprimentava na mesma forma, sai mais, socializei mais, diminui nos livros e séries. E sabe o que percebi ? Que ninguém ligava se eu xingava, se eu assistia filmes de desenhos, se eu estava sorrindo para estranhos ou sendo educada com o vizinho, ninguém me via nas festas ou outros lugares sociais e muito menos se importava com que eu lia ou assistia. 
Sou infantil sim, muitas vezes não me orgulho de soltar palavrões, se eu leio muito romance e vejo muitas séries, não saio para todas as festas, muito pelo contrário tento evita-las, por que percebi que é só um motivo para ter alguma fofoca quente para contar ou ser algo a ser falado. Gosto da minha vida do jeito que está lendo meus romances, vendo minhas séries, aproveitando um fim de semana calmo. E daí se os homens vivem dizendo que sou infantil ? Talvez eu goste de ser só, goste de permanecer assim virgem, talvez eu esteja esperando alguém que nunca vai existir, talvez eu prefira cuidar da minha propria vida do que está bebada em alguma festa, minha vida não é feitas de E SE, gosto dela no modo “é assim” pois talvez eu goste de ser só. 

A previsão do tempo mostrava ventos para a tarde. Mas nos assustamos quando saímos do cinema (fomos ver Boxtrolls) e quase levantamos voo.
O jeito foi entrar no primeiro restaurante que vimos. O bom é que quase todos eles estão preparados para receber crianças, com giz de cera e cardápios infantis prontos para serem pintados.
#londres190