icara

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The game was lame but the food was not! 

I have to be completely honest, I didn’t know who was playing in the Superbowl until a few days ago. Not to sound all girly but I just wasn’t paying attention. I don’t generally root for a specific team, ever. I am only mildly loyal to the Eagles because it is the closest thing to a home team I have…but then there’s the who Vick situation…..so not really. The big game was here in my hood of NYC this year and even still I didn’t know what we were doing for Superbowl until the day before the game, which is probably not too surprising given my lack of attention to the sport. 

Anyway, I may not know who was playing, winning, on defense blah blah blah but I do enjoy the commercials, the half time show, and of course the social and culinary aspect of a Superbowl party. And really, I probably wind up enjoying myself a little too much in the food and beverage department by over indulging on things I would not otherwise go for….burgers, bbq, ribs, mac and cheese, etc.etc. etc. 

Thankfully this Superbowl Sunday was shared likeminded friends who  really enjoy food but don’t love how some of the aforementioned dishes make you look and feel after the fact. So, the game may have been lame but the company and meal certainly were not. 

Our gracious hosts Laura and Anthony made a delicious Roasted pork and Black Bean Chili, Veggie-ball sliders with spinach and basil pesto, a beautiful Kale salad, and I brought one my favorite fake out dishes….. Buffalo Cauliflower in lieu of sinful chicken wings. 

I first had Buffalo Cauliflower this summer at an adorable little restaurant in Park Slope called Thistle Hill Tavern, and I loved it! I love cauliflower and i hate to admit it but I do love me a buffalo chicken wing, so using one of my favorite cruciferous vegetables as a vehicle for the spicy tangy taste of Franks Red Hot sauce and blue cheese is beyond perfection…..to me. I am pretty sure the version I had in Park Slope was battered and fried, because it was just too good to be true. So I googled recipes, tested a few out, tweaked things a bit and settled on a version that is gluten free, vegetarian and baked ,which iCARA about, and think you will too. ( my husband gave it his stamp of approval last night as well, calling it the best batch yet) 

So without further adieu here is my recipe for baked Buffalo iCARAflower: 

What you need: 

1 cup goat milk ( or low fat cows milk) * i use goats milk for a few reasons. It is easier to digest, naturally homogenized, rarely causes lactose intolerance, and matches up to the human body better than cows milk) 

1 cup chickpea flour ( or regular flour, whatever you like best) 

1 tablespoon Simply Organic garlic pepper

1 tablespoon Adobo Seasoning 

1 head cauliflower (seperated into little florets)

1 and 1/4 cup cup Franks Red Hot Sauce

1 tablespoon Ghee ( or regular butter) 

Crumbled Blue Cheese

What you do: 

Preheat the oven to 450°F.

In a large bowl combine the milk, flour, and garlic pepper, and adobo in a bowl and whisk until well combined.

Add in cauliflower florets and coat with the flour mixture. Place pieces individually on shallow baking dish lined with parchment paper. Don’t pour everything on to the dish as you find yourself with excess batter all over the baking dish. Bake for 20 minutes.

While the cauliflower is baking, combine your buffalo sauce and ghee in a small sauce pan until the ghee and hot sauce are blended. 

Pour the hot sauce mixture over the baked cauliflower and continue baking for an additional 5 to 8 minutes. Remove from oven, plate and top with a little crumbled blue cheese. 

You can also put some more blue cheese in a bowl next to the dish and let everyone add their desired amount. 

Football Season may be over but Buffalo iCARAflower season is not. 

If you want to make the Chili and Veggie Balls too, which I recommend doing,  here are the recipes:

Game-Day Pork and Black Bean Chili

The Meatball Shop Veggie Balls with Spinach and Basil Pesto 





A Sexta-Feira chegou! Já é um bom motivo para reunir os amigos e comemorar! #robertadevisateprojects #interiordesign #bar #wineplace #charm #wood #marble #mirror #leather #drink #enjoy #home #pleasures #wine #sogood #instadecor #instahome #inspiration #decoração #produção #madeira #balcão #charme #requinte #vinho #reunir #comemorar #emcasa #desenho #marcenaria #excusivo #único (em Praia de Icaraí, Niterói)

anonymous asked:

Favorite: Lilith because she's an adorable loli mage with a giant scary snake familiar. Least Favorite: Icara because I'm not entirely sure why she exists yet.

(Ayyy lolis. Also yeah, I’m not sure what to do with Icara either. She’s an old character who had a lot of emotional potential but now I’m just kind of like ??? with her.)

Quarto da Jovem | Praticidade, conforto e pontos de cor | Apartamento VT Icaraí #robertadevisateprojects #interiordesign #bedroom #girl #universe #colors #stripes #vibe #comfort #turquoise #quarto #moça #menina #conforto #listras #turquesa #cores #instadecor #instahome #decoration #decor (em Praia de Icaraí, Niterói)

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A morte de um ser humano favorito traz consigo este grande obstáculo para aqueles que permanecem neste lado da sepultura: a saudade. E, como diria um sábio, algumas lembranças podem ser mais dolorosas do que outras. Tomemos, então, os devidos cuidados para que um momento que outrora se mostrara cheio de entusiasmo não se transforme numa praga que se faz de lágrimas. Papai e eu costumávamos caminhar pela Av. Jornalista Alberta Francisco Torres, subíamos até o Museu de Arte Contemporânea de Niterói enquanto ele me contava que não se arrependia de ter se mudado para Brasília, não me arrependo, dizia papai, mas via-se que Niterói lhe fazia muita falta, que era um tormento para ele andar pela praia de Icaraí, apreciar os prédios que serpenteavam a orla, recordar-se da juventude, das primeiras namoradas, dos jogos do Botafogo no Maracanã. Niterói, cujas alegrias e dores se desdobravam no coração do meu pai quando visitávamos a cidade. Depois do passeio íamos comer num restaurante chamado La Mole — existe até hoje. Chegávamos em casa bastante satisfeitos, papai se sentava no sofá e colocava algum filme para assistirmos. Seria longo demais enumerar aqui os nomes de todos os atores e de todas as atrizes que se apresentaram à TV daquele apartamento com aroma de nostalgia onde ficávamos quando íamos visitar vovó em Niterói, mas cito alguns à guisa de curiosidade: Ingmar Bergman, Humphrey Bogart, Charles Chaplin, Lamberto Maggiorani, Jean-Louis Barrault, Nikolai Cherkasov, Orson Welles, Takashi Shimura, Fred Astaire, Mary Astor, Gaston Modot etc. etc. etc. Perdi as contas de quantas vezes assistimos Um corpo que cai, A grande ilusão, O boulevard do crime, Ladrões de bicicletas, Casablanca, Marinheiro por descuido. Papai permanecia calado durante as sessões e quando subiam os créditos no final dizia que gostava mais dos filmes antigos, de preferência em preto e branco, porque a falta de efeitos especiais permitia que nos dedicássemos ao que realmente importava: atuações dos personagens. Não é de se espantar que quando penso em Niterói as imagens que me vêm à cabeça são praticamente todas em preto e branco — como naqueles sonhos descoloridos repletos de mistérios e surrealismo. Curioso notar também que não me lembro de ter visto filmes tão interessantes quanto aqueles que assisti com meu pai no apartamento da minha avó em Niterói. Quase quinze anos depois, ainda acho Funeral in Berlin estonteante e ainda me divirto à beça com o jeitão desengonçado do sr. Michael Caine a perseguir espiões soviéticos. Recentemente li entrevista com Willem Defoe no Ípsilon (dezembro/2014) em que ele comentou sobre a experiência de interpretar Pasolini no longa homônimo de Abel Ferrara. Diz-se honrado pelo convite e acredita que o filme possa ser uma oportunidade para resgatar o fator humano nas produções atuais. O estado do cinema, comenta Defoe, está muito ameaçado e o papel dele na cultura alterou-se terrivelmente. Parecia meu pai falando. Não me orgulho de confessar que nos últimos anos raramente fui ao cinema. Não por falta de tempo, mas porque os filmes simplesmente me pareciam enfadonhos. Abro, no entanto, honrosa exceção para o August: Osage County (que a sempre mui coerente tradução nacional preferiu chamar de Álbum de família). Aliás, o fato de a sra. Violet Weston — interpretada por Meryl Streep — não ter sido reconhecida pelo imaculado Oscar mostra que Defoe tem lá boas razões para se preocupar com o estado atual do cinema etc. Uma das cenas que mais me chamaram a atenção no filme dirigido por John Wells foi a do almoço que acontece após o enterro de Beverly Weston. Começa em 00:48:41, quando Little Charles aparece com o guisado preparado pela mãe e eventualmente o derruba, causando grande alvoroço. Nenhuma música dramática para florear o enredo, nenhum efeito especial, nenhum jogo de luz extravagante. A cena só é interrompida em 00:51:01 pelo estridente celular do bon vivant Steve Huberbrecht, que se retira da mesa para atender a ligação. Tudo termina em 01:08:25, quando Barbara Weston segura a mãe pelo braço e grita furiosa: estou no comando agora. O espetáculo, durante o qual observamos atuações fascinantes dos personagens de uma família em deterioração, dura mais de vinte minutos. Quase meia hora de incríveis fatores humanos, para citar Defoe. Papai não viveu o bastante para assistir August: Osage County, mas, se o tivesse, lembrar-se-ia das nossas melhores sessões em Niterói.