heroinas,

De vez em quando, a princesa tem que se virar por si mesma e aprender a fazer as coisas sozinha, ao invés de esperar pelo príncipe encantado ou pela fada madrinha… Porque se um dia eles vierem, e forem embora, ela não vai ficar perdida, ela vai saber aonde ir, e vai ter forças para começar a busca outra vez. O problema de nós, princesas, não é querermos ter alguém que cuide de nós,o problema é que nós deixamos que a nossa felicidade dependa das ações dessa pessoa. Heroínas podem ser princesas, e princesas podem ser suas próprias heroínas.

Existe uma heroína a cada esquina
Dedicada a todas as heroínas, de todos os tipos, de todos os lugares!

O exercício de (sobre)viver enquanto existe uma opressão sistemática contra as mulheres, faz de cada de uma de nós uma heroína.




Clique na imagem para vê-la maior.

[Na imagem: 5 mulheres e uma criança são representadas vestidas em roupas de heroínas. As legendas: “Ela dá aula em 3 escolas e cuida dos seus 2 filhos. Sozinha. E ainda criou um blog sobre doces caseiros. Ela mora no subúrbio e acabou de concluir o mestrado. Vai passar dois anos na França. Elas moram juntas há 5 anos. E agora adotaram a maravilha da Mary. Existe uma heroína a cada esquina. Basta saber enxergar.”]


Original de Renato Lima (concepts, palavras e arte) e Isabella Amaral (ilustrações - Pockets 01 a 66), via Pocketscomics no Facebook.
"Luchas como una chica" ¡GRACIAS!

“Luchas como una chica” ¡GRACIAS!

¿Cuantas veces habéis oído aquello de “luchas como una chica”, o “lloras como una niña”, o “eso es de mujeres”, o mil frases más, que lo que intentan decir es que las mujeres somos el sexo débil? Hace unos días publicamos un video con protagonistas de las películas de acción que desterraban para siempre ese mito: Mujeres fuertes, decididas, valientes, que no tienen nada que envidiar a ningún otro…

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Crossing Over

Documental sobre 3 mujeres transexuales buscando asilo en Estados Unidos para escapar la transfobía en México.

Francis Murillo, Brenda Gonzalez and Abigail Madariaga abandonaron su país de origen y ahora viven en Los Ángeles para escapar del estigma, la discriminación y la persecución asociada a ser transexual en un país altamente católico.