heredom

heredom asked:

What that anon just did to you is everything that is unjustifiably wrong with "social justice" on this site. Your blog is pretty sick anyway :)

thanks man <3

Livro: Os Portais de Heredom | As Chaves do Universo

Por: Samuel P. Cassemiro 

 

Leiam e se gostarem postarei mais capítulos:

A pequena prévia ainda está em sua 2ª Edição possivelmente ainda contendo alguns erres ortográficos por isso atualizarei todos os dias caso eu escreva mais capítulos.

Introdução

Antes de começar ler as minhas memórias saiba que só estar lendo isso vocês só corre perigo. E todos os fatos documentários por escribas aqui neste livro são reais (nem todos). Mostra eu e meus amigos salvando o Universo e seus trilhões de habitantes mesmo que nada disso está no The New York Times acredite isso tudo aconteceu. A raça humana quase desapareceu de novo da face da terra, mas mais uma vez os Guardiões salvaram o mundo… Por enquanto. Thomas Crow Liwes Carroll

O primeiro e ultimo dia de aula

Primeiro dia de aula eu não estava lá muito entusiasmado com a idéia de ter adolescentes pirados 5 horas por dia enchendo minha paciência mais minha mãe sempre me subornava dizendo que quando voltasse os biscoitos da vovó Betty estaria me esperando todo dia e por cinco anos ela sempre cumpria com sua palavra.

Entrado na escola dei de cara com meu melhor amigo Mateus um simpático amante de livros com cabelos cor de areia olhos azuis sempre com calça jeans e camiseta de filmes (toda vez que eu via ele, estava com uma camiseta de filme ou livro diferente). Com um sorriso estampado no rosto ele se dirigiu até mim e disse:

 – poxa cara essa foi minhas melhores férias…

Eu fingindo surpresa.

– Deixa adivinhar terminou de ler aquele seu livro esquisito?

Com um brilho forte no olhar.

– Sim é claro.

– E você Tom o que andou fazendo nesses últimos meses?

– Ah você sabe que ultimamente tenho os mil perfis que ás vezes esqueço as senhas há e tem o blog acho que me arrependi de ter criado antes era só por diversão mais agora… Agora é praticamente um emprego.

Mateus riu e disse.

– Bom, fazer o que?

Ao entrarmos eu logo percebi que por mais que você fale que seu ano escolar do ano passado foi ruim, mal ou horrível você sempre deve saber que o próximo ano será ainda pior por que a cada ano que passa os valentões crescem e ficam maiores que você mais em compensação eles ficam mais burro.

O valentão da minha escola é o Rodolfo vulgo Cabeça ironicamente ele tem 15 anos e está na 6ª série às vezes eu acho que ele intriga com as pessoas por que quer ou por que ele se sente intimidado por nós, graças a deus não se via sinal dele na hora.

Ao andar pelos corredores gelados e com cor de verde oliva (sabe se lá misturado com o que, sempre que repintavam com a mesma cor e dava uma ânsia de vomito) da escola as pessoas que e havia conhecido no ano passado nem se quer olhavam para mim sei lá mais era como se todos estivessem fazendo de propósito. Logo á frente professora Fernanda com seus livros de inglês olhou para mim e disse:

– Oh finalmente Sr. Lewis espero que esse ano não apronte mais umas de suas travessuras.

Eu nem me atrevi a responder, pois sairia milhares de palavrões que com certeza me garantiriam uma suspensão no primeiro dia de aula, é claro que eu não queria isso de jeito nenhum.

Apenas acenei com a cabeça e passei a o lado dela.

Mateus ainda tentando descobrir como e por que os chicletes do chão apareciam ter atração por seus pés, tentava tirar uns cinco ou mais chicletes de seus tênis, Mateus não era muito atento sobre essas coisas, eram sempre livros, estudos, e mais um pouco de livros mais no fim ele era um bom amigo.

A poucos metros uma garota de olhos castanhos com cabelos loiros e ondulados me deu um sorriso discreto, isso jamais aconteceu comigo antes, fiquei sem reação pensei por uns 5 segundos e consegui apenas dizer um “Oi tudo bem” e meu coração parou por mais 5 segundos engoli seco e passei por ela, seu perfume era doce que fez com que eu desse mais uma olhada pra ela por cima dos ombros e ela ainda olhava pra mim e desviou o olhar para umas de suas amigas.

Ao chegar á minha sala… Bom havia umas 24 ou mais pessoas gritando ou falando tão alto que parecia estar gritando tanto quanto qualquer outro da sala me sentei no fundo, Mateus sentou-se logo a minha frente talvez por que ele tinha tirado quilos de chicletes mais ainda estava com cara de quem não queria estar ali mais não o culpo, acho que até eu estava com essa cara na hora.

– Mais onde está esse professor. – Uma voz feminina atrás de mim.

Mateus virou pra mim e disse cochichando:

– Não é aquela menina que você ficou delirando por ela?

Acho que minhas bochechas ficaram rosadas mais respondi.

–Hã? Não nem sei de quem você está falando – Menti

Finalmente o professor chegou, ele tinha cara de um lorde inglês vestia um colete de lã listrado calça marrom combinando o colete e os sapatos de recém comprados estavam brilhando não parecia um velho mais sim um cara de 30 anos que fizera a faculdade há séculos. Perguntei a Mateus se ele conhecia esse professor e ele disse que não que nunca tinha visto nem se quer lá fora antes de nós entrarmos na sala o que é estranho já que os professores parecia gostar de nosso sofrimento “volta às aulas” e sempre estava nos corredores tirar com nossas caras.

– Você ai! –De novo a voz atrás de mim.

– Hã… –Pensei por alguns segundos – Oi como vai?

–Nossa é só isso que pode dizer? –Ela falou como se fosse fácil para um menino como eu interagir com mulheres.

– Você é sempre assim menina? – Perguntei

– Bom só com quem não responde minhas perguntas…

– A propósito meu nome é Jessica Lee Moore e o seu?

Pensei mais um milhão de segundos e respondi.

 – Meu nome é Thomas Lewis Carroll.

Ela tenta não rir e diz:

– Nossa seus pais tem uma imaginação fértil garoto.

– Bom meus pais ele eram escritores…

 – “Eram”? – Ela perguntou com a voz mais baixa quase fraca.

– Sim, eles morreram.

Ela parecia culpada por ter perguntado.

– E como eles… – Jessica parecia inquieta.

– Bom eles… – Minha voz fraquejou. –Eles sofreram um acidente de carro.

– Puxa olha desculpa eu… Não queria tocar nesse assunto bom meu terapeuta diz que sou assim por falta de amigos, mais tudo bem eu nunca levo ele a serio mesmo.

E então começamos a trocar idéias sobre o que ela gostava, o que eu gosta, o que ela fazia, o que eu fazia era um conversa que só quem participa poderia entender de um modo certo coisas de adolescentes malucos. De repente eu viro e dou de cara com o professor bufando na minha cara é o tipo de coisa que acaba com você se não souber contornar situação.

– Classe eu sei que você mal-chegaram das férias mais já começou as aulas então peço silencio, não me importo de mandar alguns de vocês falarem com o diretor. Não é Senhor Lewis?

Eu desviei o olhar para uma borracha que encontrara no chão o que até aquele ponto parecia bem mais divertida do que o sermão do professor.

De repente ela voltou a me atacar com palavras Jessica parecia um maquina ambulante de perguntas mais a aula tava tão chata que acabei entrando no papo com ela.

– Bom pode me chamar de Jessica Senhor Lewis. –Disse com sacarmos e quase rindo ao mesmo tempo.

– Bom me chame de Tom.

Bom foi estranho justo no meu primeiro dia de aula uma garota vem e fala comigo é talvez eu esteja errado sobre o que eu havia dito sobre os anos ficarem cada vez piores.

– Professor, desculpa mais quem é o Senhor? –Um garoto de óculos preto perguntou.

- Sim é claro, meu jovem, eu sou o professor de historia de vocês esse ano. Meu nome é Henry Crawford, mas aqui podem apenas me chamar de Henry.

– Eu sei que vocês não querem estar aqui mais as férias já acabaram então pararem de ser preguiçosos – E continuou – Eu sei o quanto isso é chato mais galerinha vamos colaborar e quem sabe eu deixo vocês conversarem no final da aula.

E continuo a dizer sobres como é bom estar no primeiro dia de aula não sei por que mais resolve fingir prestar atenção, tive medo de que Jessica  fosse tentar falar comigo de novo e eu não tinha mais respostas prontas pra ela. Bom pelo que pude ver tinha uns 30 alunos graças a deus todos os meus colegas de classe do ano passado estavam lá e tinhas mais uns esquisitões lá também uma garota usando uma jaqueta camuflada ficava me encarando e eu desviava o olhar mais ela me seguia mesmo assim (que menina seria louca pra ficar fazendo isso comigo) [entenda que as meninas evitavam falar comigo e eu fazia o mesmo acho que talvez só por respeito mesmo ou por que eu tenho medo de falar com elas, mais tanto faz isso é irrelevante nessa história].

Não me lembro de ter pegado no sono mais estava tão bom que não fiz esforço pra acordar, pois antes de voltar às aulas eu obtive o mau costume de dormir tarde da noite em frente ao computador, sonhei que estava em Manhattan e ela estava vazia tava mais pra abandonada tinha lixo por toda 5ª Avenida, carros largados ao vento como se todo mundo tivesse saído correndo. Estava escura mais dava pra ver o sol acima dos prédios quando, olho para traz vejo uma velha senhora quando vou até ela e de repente ela começam a sussurrar com uma voz rouca “As chaves se perderem… ache-as antes deles meu jovem aventureiro… o poder está nas mãos dos que os menos cobiçam… o fim dos tempos está chegando… apresse sua jornada salve-nos”. As vozes cessaram a cena se desfez em nuvens negras quando meu sonho é interrompido por um estrondo.

– Ei! Tom acorde vai acorde!

Quando abro meus olhos o chão estava tremendo só havia nós na sala, Jessica gritava e dava para ver o desespero em seus olhos.

– Ei! Olha pra mim temos de sair daqui agora. –Jessica me levantava com calma enquanto Mateus ainda tentava entender a situação. – Acho que o prédio está desabando temos que sair agora. Vamos!

– O que você esta dizendo? – Perguntou o Mat.

Quando me dei conta do real perigo que estávamos correndo com o teto caindo logo atrás de nós, corremos para fora da sala pessoas gritando correndo de um lado para o outro como se estivessem sendo seguidos por algo.

Deparo-me com minha irmã Elisabeth caída no chão corri até ela desacordada pedi ajuda pros professores mais eles não me ouviam ou estavam muito desesperados de mais pra prestar a atenção em mim então sentei ao lado dela. Jessica parecia preocupada mais ficou ao meu lado, Mateus estava muito assustado e tremia. Ashley estava acordando­ ­ ela olhou pra mim e sorriu.

– Oi mano o que você aprontou dessa vez?

– Dessa vez não foi eu. Eu juro.

Mais ela estava tão distante como se ela estivesse em outro lugar além desse isso me deixou preocupado assim que ela ficou melhor tentou se levantar mais não conseguiu pedi a ela parar e se acalmar e descansar um pouco, perguntei há ela por que havia caido no chão mais ela não se lembrava disse apenas que simplesmente que sentiu uma dor forte na nuca e desmaiou. Quando Elisabeth se recuperou a escola já estava vazia ainda havia alguns alunos em pânico perambulando pelos corredores. Elisabeth ainda estava com aparência horrível. Saímos da escola e nos deparamos com um cenário que se pode dizer que saiu de 

um filme.

Passeamos por Manhattan Pós-Apocalíptica

Manhattan parecia que tinha acabado de ser invadida por zumbis ou coisa do tipo que sempre devasta cidades inteiras sem sobrar ninguém pelo incrível que pareça a cidade mais movimentada dos Estados Unidos estava adormecida em um sono profundo.

Os únicos sons eram do vento que algumas vezes despencava dos autos prédios o frio estava aumentando a cada passo que dávamos para centro. Os carros estavam literalmente largados no meio da rua como se seus condutores houvesse desaparecidos instantaneamente enquanto dirigia fazendo com que alguns dos carros tivessem se chocados. As lojas ao contrario dos carros elas estavam fechadas com as vitrines vazias algumas até fechadas com as portas de aço.

Quando passamos em frente ao Rock Feller Center onde meus pais me levaram pela ultima vez antes do acidente, estava vazio eu ainda podia sentir os patins da mamãe dançar no gelo recém polido, podia sentir papai me pegando nos braços me ensinando a andar no gelo e podia sentir minha irmã junto comigo brincando com a mamãe no gelo eu e papai sempre foi um desastre no gelo. Embora isso tudo fosse um lembrança distante isso sempre foi algo pelo qual eu sempre gostei da minha família do jeito que ela sempre foi. Foi o melhor dia da minha vida quem dera saber que algumas horas depois seria o pior e mais doloroso. Mais nunca me deixei abalar com isso papai gostava de dizer que agente nunca morre apenas passa de faze, mamãe que era meio religiosa pegava no pé dele por isso.

– O que houve aqui? – Perguntou Ash.

– Não faço a mínima idéia mana.

– Alienígenas seqüestraram toda a população de Manhattan? – Brincou Mateus.

– Não. É bem pior que isso. – Disse Jessica gesticulando em direção a Times Square.

– Ai meu deus dos céus! Os telões, luzes tudo. Onde estamos Tom? – Murmurou Ash.

– Não… – minha voz falhou.

– Hã?

– Que coisas são aquelas – Falou Jessica apontando para céu.

Muito perto do alto dos prédios homens alados lutavam em si com lanças e flechas, bigas voadoras se chocavam umas com as outras, iluminando o céu de um azul claro. Os raios ribombavam e ricocheteava os prédios os pedaços de vidro começaram a cair no abrigamos em baixo de um banca de jornal bem no meio da Times Square. Os urros e o tinir das laminas ganhavam vida as flechas até então inofensivas começaram a causar estragos ao tocar o chão elas implodiam em azul-anil a batalha começou a ganhar precedentes fatais os seres alados começaram cair explosões por toda Times, o azul tomou conta de tudo. Os prédios tremiam com a força dos impactos vidros quebrados caiam ao montes, os raios ficaram mais intensos e começaram a cair perto de mais do chão de onde estávamos. De repente um clarão em seguida um tinir de ferro sendo retorcido até com estrondo o telão principal caiu iluminando metade de Manhattan, fagulhas para todos os lados o calor ganhou vida, explosões gigantescas nos altos dos prédios.

Nós temos que sair desse lugar ou morreremos queimados.

– Vamos sair daqui. – Gritei.

– Você só pode ta brincando? – Disseram os três em coro.

– Bem na verdade não.

– Ta, mais para onde? – Jessica tinha razão para todos os lados não via uma saída segura.

Meus olhos mal podiam enxergar o céu a luminosidade criado pelo telão caído e as explosões foram tão fortes que ficava difícil visualizar o homenzinhos alados, que pelo sons das espadas e lanças tinindo parecia que ainda estavam lutando ferozmente.

Ori, O Guardião das Chaves do Universo e tudo mais

 De repente senti o cansaço abater em minhas costas, senti como toneladas de peso estivessem agora em cima de meu ombro. Minha visão começou a ficar turva, os sons ficaram abafados. Meu deus o que…? Um claro segou meus olhos, quando dei por mim não estava no meu caos muito menos na banca de jornal, Jessica, Mateus e minha irmã não estavam comigo. O vácuo branco em meus olhos começou a ganhar formas.

– Olá? Tem alguém ai? – ninguém respondia.

 Definitivamente eu não estava na Times Square, para onde fosse que eu olhasse eu não via nada além de formas abstratas.

De repente uma brisa forte e comecei a ouvir vozes que soaram familiares. Era mamãe e papai mais eu não conseguia ouvi-los direito. De repente senti meu corpo em movimento, uma freada brusca meu corpo voou e parou com o cinto de segurança. Os objetos do carro voaram de seus lugares, ouvi barulho de vidro sendo estilhaçado. O carro foi virando para o lado e… Tudo parou o carro, os objetos o tempo havia parado.

De repente um braço atravessou a janela do lado em que estava sentado e agarrou o cinto de segurança e arrancou ele de mim em seguida a porta foi puxada para fora e como um desentupidor eu fui junto mais antes de se arrebentar como a porta na calçada meu corpo parou no ar, um homem alto e usando o que parecia ser uma camisa dos Redsking e uma calça de jeans surrado. Ele sorriu para mim eu meio sem saber o que fazer disse:

– Hã… Isso é real?

– Olha há coisa que uma mente tão nova como a sua não entenderia coisas perigosíssimas você me entende?

– Não.

– E-eu estava… – Ele me interrompe.

– É eu sei. Bem na verdade você ainda está lá mais não temos tempo para isso.

–Hum interessante. –menti.

– Olha agora vocês só precisa saber que seu mundo e todos os mundos que conhecemos estão correndo perigo.

– Hã? Mundos? Conhecemos? Olha senhor eu só conheço um o meu, acho que o senhor deve estar passando mal.

– Bem… Então como explica isso. – Ele apontou para o carro.

Eu não acreditei no que vi o carro em que eu mamãe e pai estavam estava batendo contra um caminhão em câmera lenta. Meu coração começou a bater freneticamente então corri em direção ao carro para tentar tirar eles dali.

Mal corri na direção do carro quando dei defronte com uma parede solida, porém invisível. Ajoelhei-me e fitei a cena da morte de meus pais, as pessoas na rua com suas expressões incrédulas eu não pude suportar comecei a chorar querendo de todas as formas impedir o que estava prestes acontecer.

Uma faísca. Cinco segundos. Um clarão.

Meus olhos nem se quer piscaram diante da explosão senti a mesma dor que senti quando o Tio Brian me contou.

– O que foi isso!

– Isso meu jovem foi o acidente de seus pais – a voz do homem era calma quase serena – Mais o caso é que há muita coisa em jogo. Você vai lutar e ser forte, o caminho será difícil, encontrará criaturas assustadoras que lhe testará até o limite…

– Olha senhor eu não sei do que você está falando. Isso deve ser algo miragem ou eu devo ter batido a cabeça…

– E se eu te disser que isso não foi um acidente? E sim assassinato pelos seres que um dia vocês os louvaram e o idolatraram em nome de um Deus morto?

– Anjos?

–Seres mesquinhos que querem acabar com a sua raça.

– Minha raça?

– Sim sua raça. Acho que vocês conhecem uma parte da história da criação perante a sua religião.

– Como assim? Você não esta falando da criação de sete dias?

– Essa mesma. Lembra terra, água, o céu e blá blá blá ai com o seu mundo criado o seu deus que por falta de criatividade vocês o deram o nome de Deus, nós o chamamos de Yahweh que é seu nome original. Mais o fato é que no sétimo dia o seu deus partiu para um descanso e o problema é que simplesmente não acordou mais.

– Quer dizer que Deus está morto? – Não sei porque mais a conversa estava me interessando.

– Não, é claro que não onde já se viu um deus morrer?

– Bem os Olimpianos contam?

– Eles nunca morreram. E para você esta me fazendo desviar da conversa. – Ta mais o que Deus tem haver com a morte de meus pais e Manhattan ser o campo de batalha de anjos?

– Olha existem muitos mundos e cada um deles tem o que pode se dizer o chefão e cada um cria o que quiser em seu mundo por tanto que seja criação com pontos fortes e fracos para que nenhuma tente escapar para outro mundo ou tentar dominar o seu próprio. O seu criador foi mais além criou mundos dentro de mundos comprimidos e separados pelo Tecido da Realidade que por fim separa todos os outros mundos uns dos outros. Os anjos que por fim descobriram que era capaz de viajar entre as fendas do Tecido da Realidade mais o problema é que isso desgastou o tecido.

– Sim mais onde meus pais entram nessa história.

– Existem outros seres como eu que não pertencem a nenhum mundo e eles querem a destruição dos Mundos para que eles comecem um novo no qual eles serão os criadores. E temos um juramento e uma fraqueza. Nós não podemos interferir nos acontecimentos dos mundos, ou seja, eles não poderiam deixar eu e você ter essa conversa antes, então eles planejaram mudar o destino lhe causando dor e sofrimento. O universo está se consumindo a única chance é vocês encontrarem a Roda do Tempo e gira-la outra vez e só assim poderemos retornar ao inicio sem causar morte nem, um inicio onde seus pais ainda vivem e são felizes.

– Meu deus como? –minha mente estava á mil.

– A Roda do Tempo está no fim do Universo, agora só falta chegar até ela.

Três formas apareceram diante da multidão em câmera lenta era Mateus, Jessica e minha irmã Elisabeth.

– Hã gente! Vocês ouviram tudo?

– É na verdade sim menos a parte que ele fala quem ele é e como vamos chegar até Roda do Tempo. – Respondeu Elisabeth.

– Ah é claro meus jovens meu nome é Ori Guardião das chaves do Universo muito prazer. – Um sorriso esperançoso ele começou a fazer cafuné em sua barba grisalha – Bem vocês terão de passar de Mundo em Mundo até chegar á ultima dimensão onde se encontra a Roda mais antes vocês devem lutar para chegar lá, por que os seres de falei reuniram criaturas para lutar contra vocês e deter qualquer um que tente destruir o destino que eles prepararam. Então precisaram de armas divinas usadas por grandes heróis de seu mundo.

 – Meu deus arma de verdade – Elisabeth adora armas papai levava ela em estande de tiro todo ano uma vez ela matou um passarinho por acidente e ficou deprimida por duas semanas desde então ela ama pássaros – que tipo de armas está falando… Uma Glock? Adoro Glock é rápido e leve e pente dura bastante tempo.

– Estamos falando de arcos mágicos, cajados indestrutíveis e alguém aqui sabe usar uma espada? – Ori estava ficando de bom humor.

– Eu, eu, eu me dá me dá, por favor? – Olhos de Mateus brilhavam.

– Desde quando você gosta de espadas? – Indaguei.

– Desde o verão passado. – murmurou Mateus meio sem graça.

– Esta bem, mais como vamos chegar a Roda do Tempo? – Perguntou Jessica.

– Olha tudo bem que entendemos isso tudo que você falou mais onde está todo mundo de Manhattan? – Perguntei.

– Isso é uma ótima pergunta. E a resposta é que eles estão lá como sempre estiveram. Vocês foram os primeiros humanos a ultrapassar o Tecido de Realidade em vivo e sem virar cinzas. Meus parabéns – É além de guardião do universo Ori também era muito bem humorado.

– Mais como explica que quase fomos esmagados pelo telão da Times Square e aqueles anjos se matando no bem em cima de nossas cabeças?

–Bem aquilo foi um imprevisto que naturalmente eu consertei.

– Está bem, agora diz como vamos chegar até a Roda? – Perguntou Mateus.

– Vocês vão usar as fendas como pontes de mundo em mundo. E tomem muito cuidado algumas deles são perigosas, pois são imprevisíveis e podem acabar levando meta do seu copo pro outro lado do universo – ele fez uma pausa – E como eu havia dito não vou poder ajudar muito e por isso vocês usaram um artefato usado por muitos celestes como um guia para pontes além de um guia ele é um mapa que pode levar a muitos universos.

A Lança, O Arco, roupas de neve e uma pistola Glock

Minha mente a essa altura já estava tentando entender os acontecimentos e tudo que ouvi. Logo estaria preste a embarcar em uma viagem através do Universo e mesmo assim não surtei nem gritei apenas queria saber a verdade sobre a morte de meus pais, Ori pode ter dito aquilo mais eu sabia que havia muito mais mentiras escondidas.

 – Bem as armas estarão nas mochilas de vocês – Ori apontou para quatro mochilas que não sei como não percebi que estavam ali – nelas vocês vão encontrar suprimentos, roupas, armas…

– Uh armas. - comentou Elizabeth de um jeito malicioso.

Ori pigarreou e continuou a falar.

– Como ai dizendo armas de acordo com cada personalidade de seu usuário.

– Esperai! Elas são mágicas? – Perguntou Jessica incrédula.

– Sim e não. Sim por que elas têm um estoque mágico delas. Como por exemplo, acho que o Mateus tem cara de prefere um arco e flecha então ela terá certo estoque de flechas de vários tipos desde explosivas há venenosas e por ai vai. – Respondeu Ori com um sorriso no rosto.

– Hum… e de onde vem tanta coisa assim? – Jessica caminhou até uma das mochilas e a espiou – hã… a sim claro mais o que acontece se eu cair dentro dela?

– Cair? – incrédulo caminhei até a mochila e espiei também – Ah sim claro. O que acontece?

– Bem essas mochilas foram projetadas para cuspir todo ser vivo que caiu por acidente basta ou basta vira-la de ponta cabeça mais o problema é que tudo que estive lá também vai cair junto – Ori começou a falar em um tom brincalhão como se adorasse aquela bugiganga – mais por segurança as mantenha nas costa.

De repente Mateus tirou um arco e flecha da mochila. Fiquei espantado, pois o arco era quase do tamanho dele embora fosse perceber que quanto mais ele mexia no arco mais ele diminuía e se adaptando a ele. O arco tinha um estilo básico de flechas comum, não parecia ser capaz de explodir coisas até que ele começou a mudar e surgiram mais duas cordas e fui ficando de forma diferente e mais moderna até que… Era um arco G6- U40 usados em caça esportiva os olhos de Mateus brilharam no ano passado ele havia visto um desse em uma loja em Nova Jersey e ficou louco pra ter um mais os pais dele disseram que ai dar um pra ele mais quando ele tivesse 17 anos.

– Oh! Que lindo… – sussurrou ele.

– É meu amigo parabéns – ele riu feito um louco e ficou esticando as cordas.

Quando me virei para minha irmã ele estava brincando com uma Glock – Mais por mais estranho que pareça nem me importei muito.

 – É meu jovem estamos com presa então vamos vestem as roupas de neve e ponham as mochilas, pois para onde vão estará muito mais muito frio mesmo. – Ori esta ficando apreensivo – andem, andem não temos o dia todo. Além do mais tudo isso interferirá drasticamente nos mundos afetando tudo então, por favor, tomem cuidado. Ah e não morram. – Ele sorriu para nós.

De repente roupas de neve apareceram em nossos corpos o ar ficou frio antes que pudesse dar tchau para Ori ele já estava mais lá, a cena em câmera lenta se tornou um borrão e tudo ficou preto. Comecei a ouvir vozes ao longe que ia chegando cada vez mais perto, meu coração batia forte olhava para os lados e nada de Jessica, Elisabeth e muito menos Mateus.

 Bang-Jump com um urso de pelúcia assassino

Uma ânsia de vomito invadiu meu estomago quando dei por minha estava em cima da letra H do letreiro de Hollywood, Califórnia Mateus estava gritando, Elisabeth tentava acalmá-lo e Jessica…

– Ai meus Deus onde foi para Jessica? – Perguntei.

– Aqui! – Olhei para baixo e lá estava ela sorrindo – Vamos desçam aqui vocês não acreditar no que vão ver.

Ajudei Elisabeth descer junto com Mateus, ele olhava incrédulo para frente quando me virei mal pude acreditar também.

Só se via o branco da neve cobrindo tudo, na verdade parecia até como apenas nevado do nada algumas pessoas que fazem trilha logo a baixo da colina algumas delas parecia ter saído despreparadas para frio e muita neve.

– Neve em Hollywood Califórnia? – Indagou Elisabeth cruzando os braços de frio.

– É oficial o fim do mundo está chegando. – Brincou Mateus.

– Aloou!  Alguém percebeu o que estamos fazendo aqui? – Perguntou Jessica tentando tirar a fuligem que cobria seus lindos cabelos loiros.

– Eu não sei. Talvez uma fenda esteja aqui? – Fiquei me perguntando por que Ori não nos ajudou pelo menos um pouquinho dando alguma dica.

– Bem, acho que não por que se não esse treco que ele te deu já estaria fazendo alguma coisa. Certo? – Mateus tinha razão e chequei o que parecia um palmtop de ouro e nada, nem um só bip nem nada estávamos perdidos.

– Já sei! Vamos me dá essa geringonça. –Jessica o pegou da minha mão e começou a fuçar nos pequenos botões laterais.

– É isso! Como não pensei nisso antes? – Ela estava ficando ansiosa e começou a mexer no palmtop mais rápido.

– Isso o que? – Perguntou Elisabeth

– Ai, ai, ai, ai – Frustrada Jessica, pois a mão no cabelo e começou a enrolar alguns fios no dedo indicador – Tem duas noticias. Uma boa ou ruim qual você quer primeiro.

– Hum… A boa, que acho – Respondi.

Ela limpou a garganta.

– A boa é que eu sei onde está a primeira ponte ou fenda tanto faz mais ai que vem a noticia ruim.

– Fala logo menina – murmurou Mateus.

– A noticia ruim é que a primeira ponte está assim… Tipo do outro lado do país, mais precisamente na Florida, Orlando – Seus olhos ainda continuavam a olhar para o palmtop em suas mãos tremulas de frio.

Então era o fim do mundo mesmo, Hollywood congelando e pelo incrível que pareça não estava ligando pelo fato do mundo estar acabando e eu mal sabendo do por que mais estava mais louco em saber a verdade sobre a morte de meus pais e eu iria até o fim do mundo pra buscar ela.     

–Puxa! Alguém ai está com fome? – Perguntou Mateus tremendo de frio tentando esquentar as luvas com o calor da boca.        

–Eu to, mais será que essa mochila mágica tem alguma coisa que preste? – Elisabeth começou a fuçar na bolsa com cuidado para não. – Oh! Até que tem sim. – Ela afundou o braço inteiro na mochila, e começou tirar as coisas de dentro e ela ainda estava segurando a Glock balançando ela de um lado pro outro, Mateus com medo de ser alvejado por ela ficou desviando da arma todo tempo.

– E-e-e-ei s-s-será que não tem uma caminha com cobertor ou sei lá uma barraca. – Eu juro que quase vi Mateus ficar azul de tanto frio.

– Ah sim! Tem uma aqui… Olha Tom lembra igualzinho a que o papai nos deu lembra? – Minha irmã tinha uma ótima memória e consequentemente também mais revolvi mentir.

– Não, não lembro.

Bem não era uma barraca, era só um pacote grande do tamanho de uma CPU de computador velho. Mateus correu todo apreçado para pegar o embrulho e foi quando percebi o que ai acontecer.

– Oh não! Cuidado não abra assim – Gritei em vão.

Quando vi, ele já tinha tirado a faixa de segurança que rompia o lacre e o pacote ganhou vida e começou a inflar em cima do Mateus que nem se quer percebeu o que tinha acontecido. Era bem grande mesmo a barraca por que tivemos de desmontar ela pra pode achar o Mateus debaixo da neve, ele estava todo encolhido resmungando algumas coisas.

– Eu sabia que deveria ter faltado no primeiro, mas não a vovó tinha que me acordar… – e blábláblá etc.

Ajudei Mateus a se levantar, Jessica e Elisabeth montaram a barraca logo abaixo do uma arvore atrás da colina do letreiro um silêncio reinava logo abaixo da colina nem sinal de luzes nem nada. Fiquei me perguntando se Ori talvez tivesse deixado agente em outra dimensão.

A barraca era incrivelmente grande por dentro que deu para todo mundo, Elisabeth tirou uns doces e algumas bolachas e salgadinhos da minha mochila.

– Maninho lembre-me de comprar uma dessas pra mim ta bem? – Brincou ela.

– Ei! Tome cuidado com essa arma menina você quer nos matar antes de começar a busca mesmo? – Resmungou Mateus se encolhendo em seu cobertor.

–Eu nunca vi você na escola Jessica. Você foi transferida? – Perguntei.

– Sim, meus pais viajam muito e revolveram me deixar em Nova York com minha Tia Mindy. Ela é uma doida mais ela é legal comigo ela fala pra eu estudar muito e não ser como meus pais que viajam tanto e se esquecem de seus próprios filhos. – Ela sorriu – O que eu nem ligo por que adoro ficar longe deles por que assim eu posso fazer quase qualquer coisa. Eu fico a hora que eu quiser na onde eu quiser é claro que eu aviso minha Tia mais ela é super legal e deixa-me ir por tanto que avise onde e quando voltar.

– Puxa… queria que minha avó deixe eu ficar bastante tempo no computador. – Delirou Mateus quase pegando no sono.

– Eai? Desde quando vocês dois estão namorando? –Elisabeth nunca foi conhecida por ser sutil.

– Hã?

– Namorando agente? Imagina só! Acabamos de nos conhecer não Jessica? – meu rosto deve ter ficado vermelho, pois as duas começaram a dar risadinhas eu fiquei sem reação e enfiei minha cabeça no meu saco de dormir.

– Opa! É claro que não estamos namorando. Afinal você não faz o meu tipo – Jessica olhou pros objetos espalhados no chão tanto disfarçar que estava tão constrangida quanto eu.

– Hum… E qual seria o seu tipo – perguntei ainda com a cara no saco de dormir.

– Não seja curioso menino! – retrucou Elisabeth.

– É Thomas Craw Liwes Carroll não seja curioso! –Brincou Jessica.

 Soltei alguns resmungos em baixo do saco de dormir.

– Espera só quando Tio Brian ficar sabendo do Scott e sua turminha.

– Cala boca! Se contar alguma coisa eu mato você maninho. Quer que eu conte sua primeira vez no clube social da mamãe? – Não ela teria coragem assim como eu pois o Scott namorado da minha irmã era o único que fazia ela ficar longe de mim por mais de um dia eu estava feliz assim.

– Eu não sei do que você esta falando menina! – Menti.

– Ah! Você sabe muito bem do estou falando sim bobo. Então? Você vai contar alguma coisa pro tio Brian? – Elisabeth estava blefando mais resolvi não testá-la.

– Não. Você venceu – Com isso minha irmã venceu mais uma emocionante disputa entre nós dois, contando com essa acho que foram umas sessenta e sete pra mim e oitenta e quatro pra ela.

Quando olhei para Jessica ela já estava dormindo com o sorriso no rosto e grudada á algo que não pude ver direito. Mais deve ser algo importante pra ela.

– Você vai acabar matando alguém com essa arma – Gritei para Elisabeth brincando com a sua Glock.

 – É e que tal você? – Apontou a arma para mim – Puxa! Como é tentador apertar esse gatilho que você nem faz idéia.

– HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ! Muito engraçadinha você. Guarda logo isso e vamos dormir.

Desliguei a luz da pequena lanterna ao lado e dormi feito alguém que ficou o dia inteiro fazendo esforço e quase se matando. Ao fechar os olhos eu já não estava em L. A. senti em tremor forte vindo do chão e de repente um homem caminhava até a mim. Como extinto corri, mais avia muita fumaça branca pra tudo que é lado vozes e passos fortes de repente a fumaça começou a ganhar vida na minha frente me fazendo esbarrar em alguma delas. Senti minha respiração ficar mais forte a medida que corria o lugar a minha volta ganha cores e tons quando olhei mais um pouco para traz vi colunas, vitrais belíssimos e um teto onde eu sabia que era único lugar onde poderia estar…

Era a Grand Central e mais bela de todas as estações que já estive o melhor teto de todo mundo. A primeira vez que vu ele foi alguns meses antes de meus pais morrem no dia do meu aniversario meu pai me prometeu me mostrar algo mágico por onde pessoas passam todos os dias e raramente percebem sua grandeza. Era março de 2011 o dia mais feliz da minha vida, meu pai me contou histórias mágicas sobre Manhattan e sobre os anjos da entrada da Grand Central. Deitamos virados para cima olhando o teto estrelado com todas as constelações que meu pai me contara que cada estrela é como uma pequena parte da história do universo que cada vez ficava maior, as pessoas passavam e olhava mais eu não ligava. Era onde eu queria estar com ele.

Mas no sonho as pessoas nem sequer olhavam para mim e muito menos pai não estava ali comigo. O homem de preto caminhou pesadamente em minha direção. Corri em pequenos passos em direção a saída quando dei por mim o homem havia sumido, atravessei a porta giratória e ninguém sai quando me virei para seguir meu caminho dei de cara com Ori, O Guardião das Chaves do Universo só que dessa vez ela estava mais apresentável, sua camisa dos Redskins havia sumido ele agora vestia um traje formal, um peletó preto com riscas de giz mais não acreditei quando olhei para seus pés. Ele vestia tudo menos sapatos sociais era uma espécie de All Star preto com cadarços em duas coras, branco e cinza, podia ser bizarro pela idade dele que eu chutaria uns 36 anos eu acho.

– Olá meu jovem? – Ori sorria a todo o momento.

– Bem eu acho. E pelo amor de deus por que diabo está nevando em…

– Não me conte nada do lugar onde está – Ele me interrompeu – Essa rede não é muito segura.

– Está bem – falei em voz baixa – Afinal onde estamos?

– Aqui é o mundo dos sonhos! – seus olhos brilharam ao falar essa frase – A parte mais rasa do Tecido da Realidade. Aqui se concentra bolsões criados pelos sonhos humanos que tem tanto influência naquilo que vocês chamam de matéria que tecnicamente falando auto criarão de uma espécie de sub-dimensão.

 – Quer dizer que nossos sonhos realmente podem afetar a matéria ao nosso redor? – perguntei interessado sobre o assunto.

– Puxa! E como afeta – Ele respirou e tomou fôlego – Uma certo menino um dia sem querer fez a terra parar por cerca de 00.23 milésimo de segundo. Acho que foi quando… bem isso não importa.

 – Perai! Esse lugar então ele é real? – Perguntei.

– De certa forma sim.

– O que você quer dizer com isso? – Aquilo começou a me preucupar.

– Do tipo que se você se machucar aqui ou morrer aqui… – ele fez uma pausa – Hã como eu posso dizer… bem você pode ficar preso aqui para sempre e seu corpo dominado por seres abomináveis.

– Hum… ótimo! Agora eu posso morrer em sonho muito legal! – eu estava ficando nervoso aquele lugar já não passava mais a tranqüilidade de antes.

– Bem continuando… vi aqui pois tenho que dizer que como já havia já avisados você e seus amigos sobre os perigos que lhes aguardam a cada esquina então peço que tenham cuidado. E que um portal e bem perto de onde vocês estão já esta abrindo vocês tem cerca de deixa eu ver – eu olhou para o pulso que não tinha afinal nenhum relógio – Ta deve faltar algumas hora acho que no Maximo umas 2 horas então corram.

– Ta mais onde eu encontro? – Perguntei.

– Bem, acho que vocês saberão quando chegar nele – Ori se desfez em uma fumaça azul.

– Pelo amor de deus! Como fui entrar nessa roubada?

– Tinha que ficar tentando salvar o mundo não Thomas. – estava em crise mais era comum sobre pressão.

De repente a cena mudou, eu não estava mais enfrente a Grande Central. Eu estava… Estava dentro de um prédio não sabia como eu fui parar ali mais como Ori havia dito isso pode ser só um bolsão de sonho flutuando no lugar errado.

Era o prédio em que mamãe trabalhava só que não havia ninguém o som dos carros lá embaixo sumiu, pude ouvi o sangue em minhas veias fluir meu coração quase explodiu. O chão começou a tremer os moveis caiam no chão, quando me virei lá estava eu era um Urso de pelúcia (é isso mesmo) mais qual dei uma olhada melhor seus dentes não eram assim tão de pelúcia na verdade mais pereciam navalhas prestes a fatiar inteiro.

– Mais que merda é essa! –Gritei saindo correndo pelos corredores.

O monstro corria e derrubava tudo que estava a sua frente, seus olhos vermelhos sangue me fez tremer de terror só de pensar na possibilidade de morrer em sonhos como um desses. O animal, ou seja, lá o que era rugia e urrava, corria em minha direção rapidamente foi quando cometi um erro. Entre em um corredor único sem saída a não ser saltar pela janela, olhei para o bicho em fúria com o focinho espumando um liquido que quando tocava no chão queimava e afundava no em tudo que tocava.

– Meu Deus! Eu não quero morrer aqui. – gemi.

Não tive outra saída e corri em direção ao vidro, logo atrás de mim o monstro urrava em fúria. Senti o cheiro pútrido de seu hálito que parecia com mil corpos em composição. Faltavam alguns metros eu achei que iria acordar mais quando olhei para frente era tarde, eu já estava atravessando o vidro que se estilhaçou em pedacinhos.

 O chão sumiu diante de mim e cai feito pedra. Senti cada membro de meu corpo se quebrar em varias partes. Senti um dor horrível minhas pernas ardiam em dor excruciante. No chão da rua com o pescoço quebrado pude ver a fera para lá sem se quer se mover foi quando estava tentando se por sentado quando ouvi um Crick. Minha perna perecia mais um pedaço de gelatina.

Três sons. Um buzina. Uma freada. E meu crânio se espatifando contra o pára-lama de um carro.

Senti meu corpo voar por cerca de dois metros de distância assim que minha cabeça de chocou com o as falto eu acordei com um pulo de dor. Senti tudo novamente cada braço, cada perna, cada dedo tudo com se estivessem sidos quebrados de uma vez só. Gemi de dor.

– Oh! Tem alguém ai? Pessoal! – Ninguém respondia.

 A dor sumiu quando meu dedo do pé estralou. Vi que o zíper da barraca estava aberto e entrava neve. Levantei de vagar com medo de alguma parte minha quebrasse de novo. Estava frio de mais por isso corri de volta pra dentro da barraca e vesti meu casaco e as botas de neve.

Estava frio. Muito, muito frio.

Logo acima do letreiro Mateus treinava em seu arco contra uma espécie de alvo improvisado com tabuas e galhos junto com a caxemira da minha irmã Elisabeth. Que logo ao lado também estava usando tralhas como alvo improvisado. Eu não podia negar. Minha irmã tem uma pontaria perfeita até de mais pro meu gosto. Anos atrás ela me acerto um bala de mentos em mim do outro lado do pátio da escola que dava pelo menos uns trinta ou quarenta metros de distancia. Bem eu nunca disse isso a ela mais nem precisava ela sabia que papai sempre adorou essa pontaria dela.

– Ah! Maninho sai da frente antes que acerte você! – Brincou Elisabeth.

– Hã… Onde está a Jessica? – Perguntei para ela.

–Uh! Acho que sua namoradinha ta tentando entender como funciona aquela coisa – Ela deu uma pausa pra pega um rifle da mochila e começou a carregar as balas nele – Bem ela está ali bobão.

–Ela não é minha namorada! – Gritei.

–Ah… Ela é sim – comentou Mateus logo que atirou mais um flecha certeira no alvo improvisado.

–Cala boca Mateus – Retruquei envergonhado.

Sentada bem no canto atrás de um arbusto estava Jessica fuçando no palmtop. Sinceramente eu estava muito caidinho por ela mais diante das circunstancia não era boa coisa perdi há ela em namoro. Ta eu sei que o mundo ta quase explodindo mais eu não posso segurar meus extintos.

–Oi, dormiu bem? – Perguntei meio acanhado.

– Na verdade não. Mais a culpa foi desse negocio que não funciona direito. – Respondeu sem tirar os dedos do palmtop.

 – Você já tentou ligar ele de uma forma diferente? – comentei.

– Hã? Não entendi. Como ligar de outro jeito? – Ela afastou as mechas douradas de sua face mostrando ou olhos cinzentos.

– Tipo. Essa coisa veio do pancosmo dimensional e sabe se lá de onde mais. Ele deve ter uma espécie de chave. Talvez não esteja vendo direito sua forma real. E em minha opinião essa deve uma espécie de tranca pra nem todas as pessoas poderem ler. – Não sei de onde veio essa idéia mais Jessica pereceu se interessar.

– Você sabe do que está falando? Você está falando de transformação da matéria e além do mais – Ela fez uma pausa para dar um boa olhada no palmtop – Ai meu Deus! Você tem razão.

– Tenho?

– Sim bobo agora faz sentido, isso não é um palmtop – Ela olhou para mim com sorri muito lindo igual aquele que havia visto no corredor na primeira vez em que vi – Ele é um mapa!