hagiografia

Museum of Byzantine Culture (Thessaloniki):

Icon with the Virgin Dexiokratousa* (1200).

Dexiokratousa is a type of icons in which the Virgin Mary is depicting holding the infant Christ with her right hand.

13 de Maio: dia de Nossa Senhora de Fátima (1917)

Segundo as memórias da Irmã Lúcia, podemos dividir a mensagem de Fátima em três ciclos: Angélico, Mariano e Cordimariano.  

O Ciclo Angélico se deu em três momentos: quando o anjo se apresentou como o Anjo da Paz, depois como o Anjo de Portugal e, por fim, o Anjo da Eucaristia. 

Depois das aparições do anjo, no dia 13 de maio de 1917, começa o ciclo Mariano, quando a Santíssima Virgem Maria se apresentou mais brilhante do que o sol a três crianças: Lúcia, 10 anos, modelo de obediência e seus primos Francisco, 9, modelo de adoração e Jacinta, 7, modelo de acolhimento. 

Na Cova da Iria aconteceram seis aparições de Nossa Senhora do Rosário. A sexta, sendo somente para a Irmã Lúcia, assim como aquelas que ocorreram na Espanha, compondo o Ciclo Cordimariano.  Em agosto, devido às perseguições que os Pastorinhos estavam sofrendo por causa da mensagem de Fátima, a Virgem do Rosário não pôde mais aparecer para eles na Cova da Iria. No dia 19 de agosto ela aparece a eles então no Valinhos. 

Algumas características em todos os ciclos: o mistério da Santíssima Trindade, a reparação, a oração, a oração do Santo Rosário, a conversão, a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria. Enfim, por intermédio dos Pastorinhos, a Virgem de Fátima nos convoca à vivência do Evangelho, centralizado no mistério da Eucaristia. A mensagem de Fátima está a serviço da Boa Nova de Nosso Senhor Jesus Cristo. 

A Virgem Maria nos convida para vivermos a graça e a misericórdia. A mensagem de Fátima é dirigida ao mundo, por isso, lá é o Altar do Mundo. 

Expressão do Coração Imaculado de Maria que, no fim, irá triunfar é a jaculatória ensinada por Lúcia: “Ó Meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do Inferno, levai as almas todas para o Céu; socorrei principalmente as que mais precisarem!”

Texto: Canção Nova

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Premio Internacional "Cáritas in Veritate" fue otorgado al maestro José Antonio Abreu

http://www.leanoticias.com/2012/11/15/premio-internacional-caritas-in-veritate-fue-otorgado-al-maestro-jose-antonio-abreu/

Premio Internacional “Cáritas in Veritate” fue otorgado al maestro José Antonio Abreu

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La Academia Internacional de Hagiografía otorgó, de manera unánime, el premio “Cáritas in Veritate” en la categoría nacional al maestro José Antonio Abreu, fundador y director del Sistema de Orquestas y Coros Juveniles e Infantiles de Venezuela.

Durante la última reunión ordinaria, llevada a cabo este miércoles 14 de noviembre en las oficinas de FM Center, sede Ejecutiva de la Academia, su presidente Monseñor Rafael Febres-Cordero junto a los Miembros de Número y Correspondientes designó a Abreu para ser el primer galardonado de este premio en su edición inicial.

El Miembro de Número, Padre Manuel Díaz Álvarez, explicó que este galardón busca contrarrestar el fanatismo, la prepotencia, la exclusión que se vive a diario en la sociedad venezolana, exaltando la inteligencia y creatividad al servicio de la comunidad. “José Antonio Abreu con una profunda convicción cristiana ha tratado de poner su grano de arena para rescatar a tantos niños, jóvenes y adultos de muchos peligros que lo rodeaban poniendo en alto la capacidad artística de tantos venezolanos que de otra manera no hubiesen saltado a la fama pública.”

Por su parte, la también Académica de Número Maria Elena Febres-Cordero informó que en la categoría internacional se le concedió el premio “Cáritas in Veritate” a la Congregación de las Hermanas Misioneras de la Caridad, mejor conocidas en el mundo como las Hermanas de la Madre Teresa de Calcuta, por su labor evangelizado, ciudadana y reconocida desde 1956. “La Academia quiere decirle a la sociedad que podemos ser buenos ciudadanos en nuestra familia, en el enfermo que tenemos más cerca, en el grupo que esté más necesitado. Las Misioneras de la Caridad son un ejemplo de ello, han llegado a lugares del mundo donde ninguna otra persona u organización lo hubiera hecho (…) Premiamos a las hermanas que no tienen rostro, a las miles de misioneras (…) en nuestro país están en Antímano, Carapita, Petare y muchos sitios donde no las vemos y nos las conocemos.”

El Premio “Cáritas in Veritate”, que se entregará el próximo 21 de febrero de 2013 en la sede de El Nacional, se creó para mostrar las vidas de los héroes de virtud y reconocer las actividades y experiencias humanas que realizadas por sus protagonistas ennoblecen y dignifican a la humanidad.

Nuevos miembros

En la última reunión sostenida por este año, la Academia Internacional de Hagiografía también informó la incorporación de nuevos Miembros por Correspondencia radicados en diversos países del mundo como Madagascar, Emiratos Árabes, Italia y Venezuela.

[Fuente: Fuente Vanessa Figueroa]

Hagiografia

Outro produto do tédio, algo rabiscado entre uma aula e outra. Para todos os efeitos, e embora o resultado final não me agrada, aqui está publicado.

Na rubrica divina estava escrito que ela seria forte, e assim o foi toda a vida. Já nascera velha.

As linhas duras e áridas que lhe cruzavam o rosto vermelho não lhe negariam a idade. Já passara dos cinqüenta. Os cabelos desgrenhados, as mãos secas e coalhadas de cicatrizes, outras mais profundas que outras.  Na beira do rio, o casebre se equilibrava sobre o terreno mole, que se desfazia como chocolate.  Às vezes é o que se trazia do outro lado do rio – chocolates, em papel metálico – de onde vinham luzes distantes e indistintas. Nunca fora à cidade, nunca usara xampu, não andara de escada rolante, desconhecia a metafísica do chocolate. Era velha demais para uma alegria tão simplória como a do doce envolto no papel brilhante.

O sol penetrava entre os poros da cortina rendada e lhe desenhava uma forma geométrica no rosto, escondido entre panelas de barro. A vida lhe dera uma faca. Separar a cabeça; vez ou outra dá-la aos cães. O limão, o sal, o pirão, a moqueca. Respirava uma vida de peixe, respirava por onde fosse possível, exceto pelas narinas. Respirava quando possível. Dormia de olhos abertos, ignorante do mundo ao redor. Não sabia a verdade e jamais cogitou da felicidade. Talvez ignorasse a existência e o significado de tal palavra. Talvez não soubesse que existiam palavras. Talvez não soubesse que ela mesma existia. É possível que fosse ignorante de si mesma.

Casara-se cedo: o homem havia lhe feito um filho. Levara uma surra do pai, que só a espancara pois a mãe nada poderia ter feito.  Quatro tiros, meses antes, por traição. Tampouco sabia o que isso significava, já que sempre lhe fora fiel exceto pelos peixes, a quem também dedicava algo, que se soubesse mensurar ou nomear, diria, era amor. A vida que levava, feita de sol e de coisas sem nome só poderia ser amor. Mas ela não poderia saber. Não sabia.

O filho nasceu morto. Recém-nascer era também recém-morrer, e se ela soubesse, saberia que mais do que perder uma criança, também havia perdido dentro de si uma mãe;  e que, na vida, era morta As palavras, contudo, não lhe habitavam os sentidos, e os sentimentos que lhe cruzaram o coração, se inominados, eram, de fato, sentidos?

A semente seca frustrou o desejo do homem, que por anos tentou sem sucesso lhe fazer um filho.  Era carne, ossos, cabelos desgrenhados, grisalhos, era cicatrizes, era cera da vela que acendia todas as noites – chama ignorante, contra as luzes que divisavam o rio, sabedoras – era terra molenga que cedia sob a casa. Às vezes o homem a deitava na cama, faca, ainda suja de escamas, rente a jugular. Queria um filho homem para  ajudar com a rede e o rio. Mas secara. Todo o leite que tivera, derramado por um cadáver de dois palmos, agora sete palmos abaixo.

Um dia o homem não mais voltou. A barquinha permaneceu amarrada junto ao casebre. Deitada na cama, o sol ardia entre as cortinadas rendadas. Não chorou – não sabia chorar. Não sabia o que era saudade ou o que era o amor. Não sentiu nada, exceto a vida. E assim ficou.

Passaram-se anos. Não adoeceu, não morreu, tampouco viveu. Não sabia viver, não sabia adoecer ou morrer. Apenas sabia nada saber. Um dia um outro homem bateu-lhe na porta. Viu que trazia consigo um barco muito maior do que o outro, amarrado à ribanceira. Sabia, pela calça limpa, que vinha do outro lado do rio. As luzes o traziam. Disse-lhe algo sobre o rio ser transposto, sobre risco de vida, sobre o solo barrento e o casebre em área irregular.  Disse-lhe sobre sair dali, de ir morar com parentes. Perguntou-lhe se era sozinha. Ela lembrou dos peixes, dos olhos e das escamas defuntas.

Voltou a si mesma, aos peixes e ao sol.  Voltou à sua vida sem palavras. As palavras a atravessaram, e como se uma luz brotasse de dentro, como uma luz brotando de dentro da terra, entendeu. Sobretudo, entendeu a si mesma e tão entendida, tão sábia do mundo, nada, absolutamente nada, sabia. Fechou os olhos e sentiu por toda parte o cheiro de peixe. Sorriu ao que batidas soaram na porta,  e a terra de que era feita, cedeu. A luz que consumia aquela cera de vela ardeu, e deixou-se tragar por uma violenta vaga visguenta, entre lodo, folhas, pedras, escamas e olhos de peixes.

As panelas de barro, a faca, as cortinas, a cama, os sulcos, as rugas, os cabelos, a mãe, o filho, o casebre foram varridos pela enchente repentina e matematicamente pensada. Não havia mais o outro lado do rio, e tudo havia se transformado num grande mar, envolto de luzes, escadas rolantes, e palavras que, como chocolates, eram feitas para serem levadas à boca.

A rubrica divina, contudo, ordenara – seria forte, e assim o foi. Nasceu velha, mas velha não morreu. Houve quem a visse erguer-se entre as águas, entre crianças em sungas, lanchas e flashes de máquina de fotografar. Na mão trazia uma panela; pela outra, pegou um peixe pelo rabo. No barranco cortou-lhe a cabeça, retirou as escamas, comeu; cozinhou barro e ergueu sua nova casa. Sim, aquilo era vida. Agora ela sabia.  

20 de agosto: dia de São Bernardo de Claraval, Confessor e Doutor da Igreja (+ 1153)

O “Doutor Melífluo” foi, sem dúvida, o monge mais afamado e de maior influência religiosa, cultural e política de seu século. Nasceu na Borgonha, de uma família nobre aparentada com os duques da Borgonha. Quando, ainda jovem, ingressou na recém fundada Abadia de Cister, que contava somente 20 monges, arrastou atrás de si, com seu exemplo e entusiasmo, um tio, quatro irmãos e 25 amigos, todos da nobreza. Dois anos depois foi mandado, por seu superior, para a fundação de um novo mosteiro, em Claraval. Em breve esse novo mosteiro já contava com 500 monges e se tinha tornado famoso em toda a Europa. Nos 38 anos que São Bernardo dirigiu, de Claraval, a Ordem cisterciense, esta cresceu até atingir 165 mosteiros, dentre os quais 68 fundados pessoalmente por ele. Pregou, por ordem do Papa Eugênio IV, a segunda Cruzada. Escreveu a regra para a Ordem dos Cavaleiros Templários. Era conselheiro espiritual de Papas, soberanos e prelados. Foi por conselho seu que D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, prestou vassalagem a São Pedro. É imensa sua obra intelectual, que lhe valeu o título de Doutor da Igreja. Muito devoto da Santíssima Virgem, deu grande desenvolvimento à Mariologia.

Texto: Hagiografia

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11 de abril: dia de Santa Gemma Galgani, Virgem (+ Luca, Itália, 1903) 

Foi grande mística e amiga da Cruz de Nosso Senhor, e teve o privilégio de receber os estigmas da Paixão. Via com frequência seu Anjo da Guarda, que lhe dava conselhos e a ajudava. Deus, por algum misterioso desígnio, permitia que o demônio a perseguisse e maltratasse. Quis entrar no convento das passionistas, mas não conseguiu. Morreu aos 25 anos de idade, espiritualmente ligada à Congregação passionista.

Texto: Hagiografia

29 de julho: dia de Santa Marta, Virgem (+ séc. I)

Era irmã de São Lázaro e de Santa Maria Madalena, e recebeu mais de uma vez a visita de Nosso Senhor em sua casa, esforçando-se por atendê-Lo com o máximo zelo. É por isso honrada como padroeira das cozinheiras e das donas de casa. Segundo antiga tradição, foi com seus irmãos para o sul da França, onde faleceu.

Texto: Hagiografia

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21 de setembro: dia de São Mateus Evangelista, Apóstolo e Mártir
(+ séc. I)

Era cobrador de impostos e possuía grande fortuna quando Nosso Senhor o convidou a segui-Lo, dizendo simplesmente: “Segue-Me!”. Mateus obedeceu sem hesitação, e veio a se transformar no primeiro dos Evangelistas. Segundo antiga tradição, pregou na Palestina e depois na Etiópia.

Texto: Hagiografia

Imagem: São Mateus (1713-1715), de Camillo Rusconi (Basílica de São João de Latrão).

17 de março: dia de São Patrício, Bispo e Confessor (+ Irlanda, 461)

Nasceu na Grã-Bretanha, no ano 380. Oração, penitência, uma vida de entrega a Deus que foi capacitando São Patrício a responder em Cristo diante das tribulações da vida. 

Aos 16 anos foi capturado e preso por piratas irlandeses. No perdão, na oração e na atenção de encontrar um espaço para a fuga, conseguiu fugir para a França, onde continuou seu discernimento na busca da vontade de Deus. 

Tornou-se sacerdote missionário, evangelizando na Inglaterra e na Irlanda. Já como bispo, salvou muitas almas através de seu testemunho de santidade, a ponto de tornar a antiga Irlanda toda católica, do empregado ao rei.  

A historia da Irlanda ficou marcada com a contribuição de São Patrício, que através da construção que fez de diversos mosteiros, deixou nesse lugar a fama de “ilha dos mosteiros”.  

Texto: Canção Nova

30 de maio: dia de Santa Joana d’Arc, Virgem (+ Rouen, França, 1431)

A donzela suscitada por Deus para libertar a França dos ingleses, depois de vencer as resistências dos que não queriam reconhecer a sua missão, conseguiu obter vitórias espantosas sobre os invasores e obteve a coroação do rei Carlos VII em Reims. Sua obra parecia terminada, mas Deus ainda queria dela um sacrifício supremo. Traída e entregue aos ingleses, foi julgada iniquamente e queimada como feiticeira. Mais tarde a Igreja a reabilitou e reconheceu a heroicidade de suas virtudes. Foi beatificada em 1909, pelo Papa São Pio X, e canonizada por Bento XV em 1920.

Texto: Hagiografia

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3 de setembro: dia de São Gregório Magno, Papa, Confessor e Doutor da Igreja (+ Roma, 604)

É considerado o último dos Papas do antigo Império Romano e o primeiro dos Papas medievais. Teve que enfrentar a peste e a fome em Roma, bem como a devastação produzida pelos invasores Lombardos, que chegaram a assediar a cidade e só foram contidos graças à diplomacia do Pontífice. Apesar dessas dificuldades, seu Pontificado é tido a justo título como um dos mais fecundos e grandiosos da História da Igreja. Entre muitas outras realizações, São Gregório reformou o Clero e deu impulso considerável à vida monástica em todo o Ocidente, incentivando a adoção da Regra de São Bento; empenhou-se pela conversão da Inglaterra, para lá enviando Santo Agostinho de Cantuária; combateu eficazmente as muitas heresias que grassavam na Europa, na África e no Oriente; combateu com firmeza a prepotência do patriarca de Constantinopla, o qual, apoiado pelo imperador bizantino, contestava o Primado de Roma; conseguiu, com esforço diplomático e apostólico, aproximar da verdadeira Fé reinos bárbaros pagãos, ou dominados pela heresia ariana. Reformou, ademais, a Liturgia Romana, e fundou uma escola de canto sacro que influenciou toda a Europa, nela propagando o que ficou sendo conhecido como “Canto Gregoriano”. Zelou ainda pelos bens da Igreja, até então dispersos e mal administrados; é a ele que se deve a primeira organização sistemática do “Patrimônio de São Pedro”. Sem embargo de tão intensa e variada atividade e de sua má saúde, nos 14 anos de seu pontificado, não abandonou os estudos teológicos e místicos, e escreveu diversas obras de espiritualidade que tiveram e ainda têm grande influência.

Texto: Hagiografia

Imagem: San Gregorio Magno. Zurbarán, 1626. Museo de Bellas Artes de Sevilla.

18 de agosto: dia de Santa Helena, Viúva (+ Nicomédia, Ásia Menor, 330)

Era de modesta origem, tendo sido criada numa pensão. Um oficial romano, de nome Constâncio Cloro, atraído por sua beleza e sua elevação de alma, tomou-a à maneira de esposa morganática. Dessa união nasceu Constantino, o primeiro imperador cristão. Muito piedosa, Santa Helena partiu em peregrinação para a Terra Santa, onde teve a graça de encontrar a verdadeira Cruz do Salvador.

Texto: Hagiografia

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20 de janeiro: dia de São Sebastião, Mártir (+ Roma, 288)

Era oficial da guarda pretoriana do imperador Diocleciano. Denunciado como cristão, foi condenado pelo imperador a ser atravessado por flechas. Milagrosamente curado das flechadas, reapresentou-se com coragem diante do tirano e increpou-o por sua impiedade. Foi então surrado até à morte, no circo de Roma. É padroeiro da cidade do Rio de Janeiro.

Texto: Hagiografia

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8 de agosto: dia de São Domingos de Gusmão, Confessor (+ Bolonha, 1221)

Nascido na cidade espanhola de Burgos, foi filho da Beata Joana de Aza e do nobre Félix de Gusmão. Compreendendo todo o mal que a heresia dos albigenses produzia no sul da França, decidiu fundar uma Ordem mendicante com a finalidade de defender a ortodoxia católica e pregar contra as heresias. Nasceu assim a Ordem dos Pregadores, ou dominicanos, que, entre muitos outros luminares, teve a glória de dar à Igreja o grande Santo Tomás de Aquino.

Texto: Hagiografia

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22 de maio: dia de Santa Rita de Cássia, Viúva (+ Itália, 1457)

Suportou durante 12 anos um marido brutal que lhe era infiel e a maltratava, até que conseguiu convertê-lo. Quando este foi assassinado e seus dois filhos juraram vingar-se dos matadores, pediu a Deus que tirasse a vida dos filhos antes que eles cometessem o feio pecado da vingança, e foi atendida.

Ingressou depois de viúva num convento agostiniano e ali recebeu na fronte, como privilégio, um dos espinhos da coroa de Nosso Senhor. Sua vida é repleta de milagres e episódios maravilhosos.

É a padroeira das mulheres que sofrem com os maridos, e é também chamada “advogada das causas perdidas” e “Santa dos impossíveis”.

Texto: Hagiografia

Para ler a história completa, acesse Lepanto

4 de outubro: dia de São Francisco de Assis, Confessor (+ Assis, Itália, 1226)

Numa época em que o apego intemperante às riquezas minava profundamente a espiritualidade medieval, Deus suscitou Francisco, o enamorado da Dama Pobreza, para restaurar o equilíbrio necessário. Francisco foi uma das colunas sobre as quais a Igreja se sustentou naquele século. Renunciou à rica herança paterna e decidiu viver sem nada, levando a prática da virtude da pobreza até um radicalismo difícil de conceber. Fundou a Ordem dos Frades Menores, que em poucos anos se transformou numa das maiores da Cristandade. Fundou, com Santa Clara de Assis, o ramo feminino da mesma Ordem. Para os leigos que viviam no mundo, mas desejavam ser fiéis ao espírito de pobreza e participar das graças e privilégios da espiritualidade franciscana, fundou a Ordem Terceira. Por sua semelhança com o Divino Salvador, mereceu ter gravados em seu corpo os estigmas da Santa Paixão.

Texto: Hagiografia

Imagem: afresco de São Francisco de Assis em Subiaco. Segundo antiga tradição, esta é sua verdadeira fisionomia.