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Sabe quando você ama tanto uma pessoa que é incapaz de imaginar sequer um dia da sua vida sem ela?
—  883 km de você.
Acordei e fui para a janela, olhei para o céu e pedi a Deus que cuidasse do meu coração. Foi ai que eu sorri e me dei conta que estava pedindo para Ele cuidar de você.
—  883 km de você.
Saudade dá, sempre dá. Mas eu disfarço, fecho os meus olhos e repito bem baixinho para mim mesma que “vai passar”.
E essa é a minha tabua de salvação, é aquilo que me faz seguir em frente: A esperança de que um dia a sua ausência vá parar de doer.
E eu peço a Deus que um dia, você deixe de fazer falta e quem saiba eu tenha sorte e não sinta mais saudades suas.
Porque saudade machuca e a sua ausência, meu amor, fere.
—  883 km de você.
Amami da vicino, da lontano, come ti riesce, come puoi. Non mi importa di essere una di quelle che va a giro vestita bene la domenica pomeriggio con l’uomo per mano. Non mi importa di andare a cena fuori per il mio compleanno. O per l’ultimo dell’anno. Non mi importa. Non mi importa se passeremo più tempo al telefono che a fare qualsiasi altra cosa che tutti gli altri fanno. Io ho questa vita, e in questa vita mi sono innamorata di te, e in questa vita siamo lontani, ma non importa. Tu amami, io sono forte abbastanza per amarti anche da qua.
—  Susanna Casciani
Nós tínhamos uma música. Uma música linda que falava sobre almas gêmeas. E eu sempre acreditei que você fosse a minha e, apesar de tudo, continuo acreditando cegamente nisso.
É doído, sabe? Pensar que já não existe o “nós” e que seremos só mais um casinho de amor dentre muitos que não deram certo.
Às vezes, a nossa música começa a tocar e instantaneamente você surge na minha mente e o meu coração bate descompassado, trazendo consigo lembranças das quais eu não quero e não consigo esquecer.
Você é aquela minha ferida aberta, que nunca sara e perece nunca cicatrizar. E dói. Meu Deus, como dói.
—  883 km de você.