frankie99

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Frankie99 Party in Beijing, China

Happy Birthday Mr. Frankie Manning! If it weren’t for you, we wouldn’t be having so much fun dancing swing in Beijing today!

All the overhead pictures are from a PPT presentation I did on Mr. Manning’s life. I think this was the first time many Chinese dancers really got to know about Frankie and the history of lindy hop, since Frankie’s life almost overlaped the entire history of the dance. People were fascinated and inspired by his lifelong love and dedication for dance.

(Also can you tell that the scene is follower-heavy? Ha! Ha! Ha…)

FRANKIE MANNING

         Desde de 1930, Frankie Manning foi um dos nomes mais fortes no desenvolvimento e disseminação do Lindy Hop. Ele influenciou muita gente e criou várias inovações na dança, que mudaram o jeito de dançar da época, como o primeiro aéreo e a primeira coreografia em grupo.

Nascido em 1914, Frankie viveu na Flórida até os 3 anos, quando sua mãe se mudou para o Harlem (o berço do Lindy Hop). Crescendo em meio a Era do Swing, ele entrou para um grupo dedicado de dançarinos inspirados nas músicas da época, que foi dos anos 30 ao final dos anos 40.

Frankie logo mostrou o seu talento e assumiu a posição de dançarino principal e coreógrafo do Whitey’s Lindy Hoppers, aparecendo em diversos filmes como Radio City Revels with Ann Miller” (1937) e Hellzapoppin with Olsen & Jonhson and Martha Raye (1941), além de fazer turnês pelo mundo com grandes nomes do Jazz como Ethel Waters, Ella Fitzgerald, Bill “Bojangles” Robinson, Duke Ellington, Billie Holiday, Count Basie e Cab Calloway, entre outros.

Enquanto fazia a turnê por Londres, em 1937, Frankie se apresentou para o Rei George VI. E, em 1941, foi destaque na revista Life, por suas “acrobacias”.

Com o começo da II Guerra Mundial, os Whitey’s Lindy Hoppers se dissolveram e Frankie entrou para o exército americano, onde serviu ativamente. Depois da sua dispensa militar, em 1946, ele formou seu próprio grupo de dançarinos, os “Cangaroo Dancers”, que fizeram turnê com Dizzy Gillespie, Sarah Vaughan, Tony Bennett, Dean Martin, Jerry Lewis, Nat “ King ” Cole e Sammy Davis Jr., e apareceram no Milton Berle’s Texaco Star Theater e Ed Sullivan’s Toast of the Town.

Até que, nos anos 50, o Rock n’ Roll chegou a cena e as Big Bands foram ficando de lado cada vez mais. Nesse período, Frankie acabou aceitando um emprego fixo e foi trabalhar nos Correios. Casou, criou uma família, passou a dançar só socialmente e, durante os 30 anos seguintes, achou que sua carreira de dançarino já tinha acabado.

Em 1986, com o ressurgimento das Swing Dances, Frankie foi redescoberto. A lenda viva ressurgia, para o delírio de toda uma nova geração de dançarinos do Lindy Hop, que acompanhavam, fascinados, a magia da dança se espalhar novamente ao redor do mundo através de workshops, palestras e apresentações de Frankie. Em 1989, Frankie ganhou destaque no noticiário do ABC News. O produtor da época, Alice Pifer, disse: “Frankie Manning é um dos nossos maiores tesouros culturais e por muito tempo ele não teve o seu devido reconhecimento. Por isso, acho que ele é uma personalidade que deve ser mostrada na televisão”. Também em 1989, Frankie ganhou o Tony Awards por melhor coreografia na Broadway com o musical Black and Blue.

Em 1992, com 78 anos, Frankie criou e participou da coreografia no filme Malcom X. Com sua parceira Norma Miller, ele coreografou e dançou no Stompin’ at the Savoy, na NBC. Desde pouco depois do seu ressurgimento, em 1988, Frankie coreografou para diversos grupos e companhias de dança ao redor do mundo, incluindo Alvin Ailey American Dance Theater, American Ballroom Theater, Zoots and Spangles (England), The Jiving Lindy Hoppers (England), The Rhythm Hot Shots (Sweden) e seu próprio grupo em Nova Iorque, Big Apple Lindy Hoppers, no qual Frankie foi dançarino, diretor e coreógrafo.

As homenagens para Frankie incluem: seu nome no Hall da fama de City Lore People’s (1993), o prêmio New York Arts in Education Roundtable (1993), um NEA Choreographers’ Fellowship Grant (1994), um NEA National Heritage Fellowship Award (2000) e um Flo-Bert Award for Lifetime Achievement in Tap Artistry (2004). Em reconhecimento a sua importância histórica, a Oxford University Press incluiu um artigo sobre Frankie e sobre o Lindy Hop em um dos 6 volumes da Enciclopédia Internacional de Dança (1998). Laura Bush e o Librarian of Congress convidaram Frankie, em 2003, a compartilhar de suas histórias no National Book Festival em Washington.

Em seu aniversário de 80 anos (1994), foi realizado o “Can’t Stop the Lindy Hop”, uma celebração de 3 dias em Manhattan que recebeu mais de 750 dançarinos de 8 países diferentes. Em 1999, o lendário Roseland Ballroom, também em Nova Iorque, hospedou mais de 1.800 dançarinos para o seu aniversário de 85 anos e Frankie foi homenageado, tendo seu sapato colocado no Hall da fama do Roseland. Já em seu aniversário de 89 anos, aproximadamente 300 pessoas se juntaram durante 1 semana para um cruzeiro pelo Caribe, e depois novamente, para comemorar seus 90 anos, em 2004.

Como um dos melhores dançarinos da época do ressurgimento das Swing Dances, centenas de revistas, artigos de jornais, vários documentários e dúzias de livros foram feitos a seu respeito, incluindo sua autobiografia, chamada “Frankie Manning: Ambassador of Lindy Hop” (co-escrito por Cynthia Millman) que foi publicado em 2007.

Frankie era o verdadeiro embaixador do Lindy Hop. Sua fabulosa dança, sua humildade e seu sorriso radiante, até hoje, serve de inspiração para gerações de Lindy Hoppers.

“Eu não estou interessado em fama ou glória, só o que eu quero é que as pessoas vejam o quão divertida essa dança é!”

– Frankie Manning (ambassador of Lindy Hop)