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Tem muita gente que pensa que ama. Não sou ninguém para julgar o amor dos outros, longe de mim. Mas o amor, o amor mesmo, o amor maduro, o amor bonito, o amor real, o amor sereno, o amor de verdade não é montanha-russa, não é perseguição, não é telefone desligado na cara, não é uma noite, não é espera. O amor é chegada. É encontro. É dia e noite. É dormir de conchinha. É acordar e fazer um carinho de bom dia. É ajuda, mãos dadas, conforto, apoio. E saco cheio, também. Porque de vez em quando o amor enche o saco. Tem rotina, tem manhã, tarde, noite, tem defeito, tem chatice, tem tempestade. Mas o céu sempre limpa. Porque o amor é puro como o azul do céu.
—  Clarissa Corrêa.
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The setting is as natural as possible, and that’s the real place as opposed to an artificial movie set so in that way it was the style we were working from. But then we take artistic license in altering things to convey more what it would feel like at that time, using music that gives the emotional quality that I wanted the scene to have as opposed to what actually might be the song [from that period]. A combination to create the impression of what it might have been like. - Sofia Coppola

Um dia seus olhares se cruzam. Você sente uma coisa que nunca sentiu. Seu coração acelera. Seu corpo arrepia. Seu olhar ilumina. Sua boca fica seca. Sua barriga sente um frio interminável. Borboletas dançam uma dança bonita no seu estômago. O mundo de repente para por um segundo… E você pensa oi, sorte.
—  Clarissa Corrêa.
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In ‘The Breakfast Club,’ I played the Simple Minds song three times, with three mixes — the demo, an instrumental and a vocal mix at the end,” he said. “You had a raw sound on the demo, then it went into a finished instrumental track and then we played it at the end. People get used to music by hearing it repetitively. You play it three times, so by the end of the movie they will get it. And it was a hit, which was really fun for me — to make a hit of a band, that I gave a platform to a band that didn’t have one before. - John Hughes

Mania de pensar demais em você, de acreditar em horas iguais, de ficar imaginando as coisas antes de dormir, de escutar uma música e ficar me imaginando nela, de ver minha vida como se fosse um filme - como se ainda fosse ter um final feliz, de pensar no que já fiz e repetir tudo, mesmo que me arrependa.
—  Tati Bernardi.
Voltei pra cama e abracei o travesseiro. E continuei pensando em como tudo era bom. Em como tudo era pra ser bom. Aí veio uma lágrima. E outra, outra, outra. Inevitável.
—  Clarissa Corrêa.