Não faz sentido chamar nós mesmos de feios, porque nós não nos vemos realmente. Nós não nos vemos na cama, dormindo, silenciosos e enrolados no cobertor, respirando em nosso próprio ritmo. Nós não nos vemos lendo um livro com os olhos brilhando e acompanhando as palavras, Nós não nos vemos olhando para outra pessoa com amor e carinho dentro do nosso coração. Não há nenhum espelho por perto quando você está rindo ou sorrindo com felicidade nos olhos. Você veria exatamente como você é lindo se você se visse nos momentos em que você é realmente você.
—  Já parou pra pensar nisso?
O impressionante é que ela faz umas caras engraçadas, outras totalmente ridículas, a ponto de me dar um embrulho no estômago, e dois segundos após eu continuo tendo certeza que ela é a mais fantástica e linda mulher. Enquanto morrem por amor, eu vivo de amores por ela todos os dias. É incrível perceber que tenho uma amiga, uma namorada e uma eterna mulher ao meu lado. Posso ser tanto homem, como um menino maluquinho com minhas nostalgias de infâncias mal aproveitadas, e recordo-me e revivo ao lado dela, tudo o que me foi tirado. Esse amor me torna adulto e quando necessário me leva a ser criança; vejo tudo de forma inocente: confio, espero, suporto, creio. Perdoo como se nunca tivessem havido feridas alguma, sorrio sentindo a felicidade eternizada pelas nossas ações que demonstram sempre um terno e sublime amor. O melhor de tudo é que esse é só o início de um propósito maior.
—  Jhonatan Stuartt, sobre amar em propósito.