farofeiros

FAROFEIROS

- E ai Alice, não vai querer um téco de frango não? Tem cachorro quente também!!!
- Aff Maria, como vocês são sem classe. Vem pra praia pra ficar farofando na areia!!
- Aé? É que você não viu o tubarão que eu soltei ali na onda kkkkk. Já vi uns 3 esbarrando nele.
- Ai Manuel, você é o cara mais chulo que já vi na vida.
- Brigado. Posso comer o seu então?

5 episódios inesquecíveis de Chaves

Nossa pequena homenagem a Roberto Bolaños é relembrar as coisas boas. Por isso, compilamos 5 episódios clássicos de Chaves para matar um pouco a saudade e lembrar os bons momentos da infância.

1) Os Farofeiros ou Vamos Todos a Acapulco

A primeira versão brasileira desse episódio substituiu Acapulco por Guarujá, na dublagem. Uma decepção para quem ia no litoral paulista e não encontrava o resort do episódio…

2) A Festa da Boa Vizinhança

Como sempre, o Seu Madruga não se dá bem no episódio, a começar pela série de “elogios” que recebe do Professor Girafales…

3) A Casa da Bruxa

As crianças imaginando como seria a casa da Bruxa do 71 (e usando cenários do Chapolin para isso) é impagável!

4) Seu Madruga Professor

Um acaso faz Seu Madruga ficar sozinho com os alunos da vila e ele se intitula professor. Um festival de asneiras, uma mais engraçada que a outra. “PRE-RI-GO!”

5) O Ladrão da Vila

“Ladrão! Ladrão! Ladrãozinho!”. Esse episódio é de cortar o coração…

After a while, she felt him touch her shoulder, and she jerked away. She could not help it. He had hurt her more in the past few days than anyone else ever had, and though she knew he had not wanted to do it, she could not forget that it was he who had wielded the hot iron.
Even so, when she saw how her reaction stung him, she relented and reached out and took his hand. He gave her fingers a gentle squeeze, then put his arm around her shoulders and drew her close. She resisted for a moment, then relaxed into his embrace and laid her head on his chest as she continued to cry, her quiet sobs echoing in the bare stone room.
Some minutes later, she felt him move beneath her as he said, “I’ll find a way to free you, I swear. It’s too late for Thorn and me. But not for you […].”
[…] As he was about to leave, she said, “Murtagh.”
He paused and turned to regard her.
She hesitated for a moment, then mustered her courage and said, “Why?” She tought he understood her meaning: Why her? Why save her, and now why try to rescue her? She had guessed at the answer, but she wanted to rear him say it.
He stared at her for the longest while, and then, in a low, hard voice, he said, “You know why.”
—  INHERITANCE, The Inheritance Cycle