falemos

Logo não teremos mais assuntos, logo esqueceremos da voz um do outro, talvez logo não nos falemos mais e logo não mais iremos nos gostar, e talvez esse logo nunca chegue.
—  Lu'h Moura
falemos de casas

Falemos de casas, do sagaz exercício de um poder
tão firme e silencioso como só houve
no tempo mais antigo.
Estes são os arquitectos, aqueles que vão morrer,
sorrindo com ironia e doçura no fundo
de um alto segredo que os restitui à lama.
De doces mãos irreprimíveis.
- Sobre os meses, sonhando nas últimas chuvas,
as casas encontram seu inocente jeito de durar contra
a boca subtil rodeada em cima pela treva das palavras.

Digamos que descobrimos amoras, a corrente oculta
do gosto, o entusiasmo do mundo.
Descobrimos corpos de gente que se protege e sorve, e o silêncio
admirável das fontes –
pensamentos nas pedras de alguma coisa celeste
como fogo exemplar.
Digamos que dormimos nas casas, e vemos as musas
um pouco inclinadas para nós como estreitas e erguidas flores
tenebrosas, e temos memória
e absorvente melancolia
e atenção às portas sobre a extinção dos dias altos.

Estas são as casas. E se vamos morrer nós mesmos,
espantamo-nos um pouco, e muito, com tais arquitectos
que não viram as torrentes infindáveis
das rosas, ou as águas permanentes,
ou um sinal de eternidade espalhado nos corações
rápidos.
- Que fizeram estes arquitectos destas casas, eles que vagabundearam
pelos muitos sentidos dos meses,
dizendo: aqui fica uma casa, aqui outra, aqui outra,
para que se faça uma ordem, uma duração,
uma beleza contra a força divina?

Alguém trouxera cavalos, descendo os caminhos da montanha.
Alguém viera do mar.
Alguém chegara do estrangeiro, coberto de pó.
Alguém lera livros, poemas, profecias, mandamentos,
inspirações.
- Estas casas serão destruídas.
Como um girassol, elaborado para a bebedeira, insistente
no seu casamento solar, assim
se esgotará cada casa, esbulhada de um fogo,
vergando a demorada cabeça para os rios misteriosos
da terra
onde os próprios arquitectos se desfazem com suas mãos
múltiplas, as caras ardendo nas velozes
iluminações.

Falemos de casas. É verão, outono,
nome profuso entre as paisagens inclinadas
Traziam o sal, os construtores
da alma, comportavam em si
restituidores deslumbramentos em presença da suspensão
de animais e estrelas,
imaginavam bem a pureza com homens e mulheres
ao lado uns dos outros, sorrindo enigmaticamente,
tocando uns nos outros –
comovidos, difíceis, dadivosos,
ardendo devagar.

Só um instante em cada primavera se encontravam
com o junquilho original,
arrefeciam o resto do ano, eram breves os mestres
da inspiração.
- E as casas levantavam-se
sobre as águas ao comprido do céu.
Mas casas, arquitectos, encantadas trocas de carne
doce e obsessiva - tudo isso
está longe da canção que era preciso escrever.          

- E de tudo os espelhos são a invenção mais impura.

Falemos de casas, da morte. Casas são rosas
Para cheirar muito cedo, ou à noite, quando a esperança
Nos abandona para sempre.
Casas são rios diuturnos, nocturnos rios
Celestes que fulguram lentamente
Até uma baía fria – que talvez não exista,
como uma secreta eternidade.

Falemos de casas como quem fala da sua alma,
Entre um incêndio,
Junto ao modelo das searas,
na aprendizagem da paciência de vê-las erguer
e morrer com um pouco, um pouco
de beleza.

Herberto Helder

Ascensão foi a subida de Jesus Cristo ressuscitado ao céu em corpo e alma. Embora falemos com uma linguagem de localização, não se trata propriamente de mudanças de lugar, mas de mudanças no modo de ser. Na realidade, a ascensão coincide com a ressurreição. Cristo passa à nova dimensão do existir, sem limitação das leis do tempo e do espaço. Vive junto do Pai em estado glorioso.

#IgrejaCatolica #NossaSenhora #PapaFrancisco #MinisterioJovem #RCC #MJ #EternaAlianca #JMJ #JuventudeCatolica #SentinelasDaManha #AIgrejaeJovem #SouEvagelizador #ValentesGuerreiros #MinJovem by minjovem at PapaFrancis.net

NEOQEAV (R.B.R.B)

Então hoje eu juro que pensei em te ligar, e te dizer o quanto é ruim amar pela metade, e mais ruim ainda ver essa metade sendo um amor inteiro com outra pessoa, dói escutar 27 vezes a mesma música e saber que nunca mais ela sera a mesma, mais DOI mais ainda saber que na prisão do teu coração eu peguei perpétua, eu só queria poder mudar tudo desfazer tudo, e assim não teria uma metade sofrendo por algo completo, mais sabe? Não posso deixar de te agradecer, você me ensinou tanta coisa inclusive a não mergulhar profundamente em pessoas rasas, mais na borda da razão quem somos nós? Então mais que por você, por mim, eu vou seguir, não importa que não nos falemos mais ou que você tenha outra, e não importa onde eu esteja ou com quem eu esteja, eu vou, sempre, completamente, definitivamente amar você, seja feliz, porque eu vou tentar ser.

“O nosso pra sempre durou pouco tempo, mas foi o suficiente pra eu perceber que ninguém no mundo pode me fazer feliz assim como você fez, e por mas que hoje não nos falemos mais, voce sempre sera a pessoa mais importante da minha vida.” 21/02 💞 (em Hoje, te amo mais que ontem!)

A MÁSCARA DA CIDADANITE - A nobreza dos gestos e a autenticidade das ideias e valores defendidos encontram-se na clareza de nosso entendimento sobre os mesmos. Se tivermos apenas uma visão turvada dos valores e ideias que defendemos, invariavelmente nossos gestos serão grotescos e tacanhos.

Nossas atitudes apenas revelam o que as nossas palavras mal e porcamente tentam maquiar e esconder. Quando colocamos nossos desejos e direitos acima dos deveres mais elementares que nos foram confiados, torna-se mais do que visível que estamos muito mais preocupados com o nosso umbigo do que com o bem daqueles que, por sua vez, estão sob nossa tutela; mesmo que incessantemente falemos histericamente que estamos criticamente preocupados com o futuro da sociedade.

http://dartagnanzanela.webcindario.com

Estoy preparando la entrada de esta semana ya, ¿os apetece que hablemos de Cidades Asolagadas, o lo que es lo mismo, ciudades hundidas?

Estou a preparar a entrada desta semana xa, apetécevos que falemos de Cidades Asolagadas? :D http://ift.tt/1FyU0CP

Falemos de leituras...

Continuo a ler o livro da Rita Leston; mas estou ansiosa por acabá-lo. Acho que é demasiado mais do mesmo, apesar de haver alguns bons textos.

Bem, deixo as considerações para depois. Queria só colocar-vos a par disto.

Nota: Não se esqueçam do passatempo que está a decorrer :)

Bom almoço!

Ana

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E por que é tão difícil aceitar a opinião alheia?
Por que tão difícil que você está errado?
Qual é essa necessidade de sempre estar certo?
Por que respeitar diferentes opiniões nos faz coçar a mão?
Como discutir sem tentar convencer o outro?
Como discutir aceitando o outro, o diferente?
Por que o ego precisa ser tão grande?
Desde quando a arrogância te beneficia?
E como caralhos você fica nervoso em atestar que o outro está errado, se o ego dele, como o seu, é tão enorme quanto e não consegue simplesmente admitir uma simples >realidade< mútua? Não falemos de perspectivas.
Como enxergar a realidade através de toda essa moldura egoísta?

[WHOIS] #1 - ODELL BECKHAM JR.

Salve, nação CATCHer, e sejam bem-vindos ao primeiro texto da série “WHOIS”! Nós do site falamos muito sobre grandes jogadores do passado que tornaram a NFL o que ela é hoje, mas a história é escrita a cada segundo que se passa e é justo que falemos dos principais nomes que a compõem. E decidi abrir essa série com um jogador que se destacou muito na sua temporada de calouro em 2014 - o wide receiver Odell Beckham Jr., do New York Giants.


               Beckham nasceu no dia 5/11/1992 na cidade de Baton Rouge, no estado da Louisiana, e por lá praticou vários esportes desde basquete, atletismo e soccer - mas foi no futebol americano que Beckham se encontrou e se firmou como um jogador de alto nível. Jogou pela Isidore Newman School em New Orleans, atuando como WR, QB, RB e CB durante sua época de high school. Lá ele já conquistou uma marca surpreendente, tendo se tornado o único jogador do high school a correr mais de 1000 jardas numa única temporada ao lado de Cooper Manning (Irmão mais velho de Peyton e Eli, que não chegou a jogar profissionalmente). Além disso, conquistou marcas expressivas com inúmeros touchdowns e premiações de MVP no seu estado, o que chamou a atenção de várias universidades americanas.

               Beckham decidiu estudar na LSU (Louisiana State College) onde continuou sua carreira como jogador. Jogando na Southeastern Conference (SEC), Beckham foi campeão no seu ano de calouro em 2011; encontrou seu lugar na equipe como wide receiver e também atuou nos special teams como return specialist, onde inclusive setou um recorde ao retornar um fake field goal falho para touchdown após correr impressionantes 109 jardas!

               Suas atuações no College chamaram a atenção de várias equipes da NFL, e em 2014 os Giants o draftaram como first-round pick (12° overall). Era de se esperar que Beckham teria uma temporada inaugural tranquila, com algumas poucas oportunidades, mas alguns infortúnios trouxeram lesões a alguns jogadores dos Giants, sobretudo um dos seus principais wide receivers - Victor Cruz sofreu um rompimento dos ligamentos da rótula, o que abriu caminho para que Beckham tivesse muito mais tempo do que o planejado como titular dos Giants. E o jovem rapaz não só segurou a barra, como quebrou inúmeros recordes dos Giants e da liga como novato, e protagonizou lances impressionantes - talvez tendo sido imortalizado pelo catch feito num jogo contra o Dallas Cowboys (veja no vídeo abaixo).

               Beckham também é conhecido pelo seu carisma e pelas redes sociais (principalmente seu Instagram), onde costuma postar várias fotos da sua vida pessoal, além de mensagens motivacionais e outras coisas; além disso, esse carisma inclusive levou-o até a capa do Madden 16, tornando-o o mais jovem jogador a aparecer na capa do famoso jogo. É um rapaz jovem, com muito a mostrar ainda, mas já provou ser um jogador de qualidade, talento e tem tudo para ser uma lenda da NFL. Esperamos todos que, independente de clubes e gostos, que saibamos reconhecer o talento de um jogador que merece todo o resultado de seu esforço.

               Por hoje é só, até mais CATCHERS!

Incrível como sempre que eu estou mal surge alguém e faz algo que eu vou lembrar pra sempre. Pequenos gestos, pequenos detalhes. Breno você foi meu professor, conversa comigo esporadicamente, e quando eu peço uma palavra de sabedoria você tá ali, sem intenção, sem pretensão, só sendo gentil e querido. Mesmo que pela internet, mesmo que sendo uma foto, a sua flor transformou o meu dia.. porque “achou que eu ia gostar de uma flor essa manhã”. Simplesmente me trouxe a paz que eu precisava e me foi roubada.  Outro gesto que me fez abrir o maior sorriso do mundo foi ouvir o André cantando, por mais que não nos falemos sempre, por mais que o tempo passe, afinal já fazem mais de 3 anos, eu sei que sempre que eu precisar trocar uma palavrinha, ou um ombro amigo você não me nega, está ali.. Nunca me decepciona. E a sua música dizia exatamente o que eu precisava ouvir: “ então sorria que amanhã é um novo dia, e não se esqueça que tudo é possível. Se você não está contente, largue tudo que te prende e vem correr comigo”.. Por isso do maior sorriso do mundo, quer dizer, meu maior sorriso, abobalhado. O importante é que aos pouquinhos eu vou ficando bem, as vezes surgem os desafios mas temos que enfrentá-los. Mesmo tendo acontecido tanta coisa junta eu sei que eu posso passar por cima de tudo que tem me afligido. E que ah, essa solidão esmagadora de hoje que tira o sono e me faz querer ir pra outra cama vai se tornar algo bom, eu sei que vai. Minha nova fase: em busca da restauração da paz. Na verdade eu sei como me curar disso, mas to prolongando, pois provém do sofrimento o crescimento. O resto é o resto, eu sou eu, e como sou eu, de uma forma que eu amo tudo que há em mim que o mundo despreza ou menospreza, como honestidade, entrega, confiabilidade, sinceridade, e coragem na cara para falar o que me vier na cabeça, chorar quando dá vontade, e tudo mais. Eu me admiro, e me acho o máximo, não por egoísmo ou por amor próprio, mas por finalmente depois de 18 anos e alguns meses eu finalmente ter me encontrado na minha confusão.

Com pompa e circunstância, a HTC apresentou o J Butterfly, o smartphone mais poderoso da marca já lançado. Apenas esta afirmação já seria suficiente para deixar muita gente salivando e com vontade de ter um e um detalhe nada pequeno deve fazer com que essa sensação seja ainda maior – ele é exclusivo do Japão e deve chegar em terras nipônicas atrelado a operadoras locais. Apesar de ser difícil que a gente coloque as mãos no smartphone algum dia, nada impede que falemos sobre ele. O HTC J Butterf

via: http://eexponews.com/htc-apresenta-o-j-butterfly-smartphone-poderoso-mas-exclusivo_4614961565270016
Eu tô tristão

   Olá de novo seres interplanetários de caráter e moral inabaláveis. Tudo bem com vocês?

   Bom, comigo não. Inclusive, tenho certeza que com vocês também não está.

   Mas, por que estamos tristes? Por algum motivo catastrófico e catedrático, ou apenas por sermos humanos falhos e mesquinhos? Talvez até seja por estarmos insatisfeitos com nossa própria aparência.

   Afinal, se até a Brigitte Bardot está ficando velha, por que nós reles humanos anônimos não podemos desgostar de nós mesmos?

   Mais uma dúvida para vocês, amiguinhos.

   Nas sobre o que afinal é esse texto? Falei, falei e ainda não disse o motivo da minha desgracênça (apenas uma pequena facécia para descontrair). 

   Enfim, falemos sobre mim.

   Não sei se tenho motivos para ser triste. Mas também não sei se tenho motivos para ser feliz.

- “Mas e o fato de estar vivo?”

   Não, isso não é um motivo para se estar feliz. Até porque se a única certeza da vida é morrer, não faria sentido ser feliz por estar prestes a morrer.

   Então, se eu não sou feliz, qual meu motivo para ser triste?

   Provavelmente nenhum. Ou melhor, apenas um. O fato de eu não ser feliz.

   Agora, debata-se na cadeira pensando porque perdeu seu “precioso” tempo lendo um texto sem começo nem fim.


Até a próxima amiguinhos!

Falemos de tí e min 
xa que vivimos. 
Tí i eu nos ventos 
e nos solsticios. 
Tí i eu nos bosques 
e nos ríos.
Tí i eu, historia 
de corpos nidios. 
Tí i eu, saudade 
de álbores íntimos. 
Tí i eu sin tempo
polo tempo que imos.
Tí i eu cantando,
chorando e rindo.
— 

Ti e mais eu, Celso Emilio Ferreiro. 

Feliz día das letras galegas!

Mundo ao contrário

Ora bem… Falemos de coisas sérias. Se há coisa que desde sempre me vem a incomodar é esta coisa do Bullying; não consigo perceber a atitude de certas pessoas e isso deixa-me baralhada por não entender o que leva alguns jovens a agredirem (verbal e fisicamente) alguns colegas: a insultá-los, a minimizá-los e a menosprezá-los assim desta forma, como pudemos ver no vídeo que surgiu nas redes sociais esta semana; bem como em muitos outros casos já divulgados.

 Não há travas que me contenha

Assim como liberdade escusa que me arraste

Vivo a minha vontade do dia

embora sem excessos ou exotismo

mas nunca vou arrastado

não sou pirracento, mas sei o que me é melhor.


Se tenho sonhos? 

diria certamente que não

tenho objetivos, fincados e traçados

embora eu viva só o hoje.


Tenho parquíssimas perspectivas

mas tenho muita força espiritual

em fazer do projeto realidade.


Já fui da esquerda política 

militei, mas percebi que todo político

faz mais promessas que devotos de Padre Cícero

assim como tomei gosto, também desgostei.


Mas descobri que tenho asco à extrema direita

assim como a extrema esquerda, não gosto do meio termo

Sou simplesmente democrata com restrições.


Não me indisponho politicamente

mas também não engulo sapos

e nem seguro bananas de dinamite 

com o cordão já aceso.


Mas falemos de prazeres e bom bosto

de ler um bom livro, de folhear uma revista 

sim! de decoração usada na España

E também não esquecer a língua.


Gosto de música, mas sou exigente

gosto primeiro de analisar a qualidade sonora

gosto de sentir o pulsar dos baixos elétricos

de 4, 5, 6 e 7 cordas 

e mais ainda dos acústicos Eberhard weber e Dudu Lima

Belorizontino, baixista de Stanley Jordan.


Não sei exatamente onde esses costumes entraram em minha vida

mas se abancaram e estabeleceram moradia e espaço de tempo

fiz e faço muitas pesquisas, mas há aqueles mais herméticos

que só fazem música boa, ontem descobri Rhye, vos amena e 

muito agradável e a instrumentação fica abaixo do timbre da

cantora.

Aprendi muito cedo que disciplina é fundamental

aprendi a discernir o belo sem renegar o feio

aprendi a gostar do bom, do belo e da simplicidade.

aprendi mais! aprendi e entender a diversidade de gosto

e que só vamos crescendo na desenvoltura 

à medida em somos apresentados a aquilo que nos 

trará cultura e beleza. 

Pois tudo que alegrar a alma é como regrar um pé de rosa

sempre teremos mais beleza e mais luz, pois estamos

hoje muito pobres de espírito, de solidariedade e de 

voluntarismo, Não, não vou sujar de sangue meu texto

falando de violência física.


Martins Almeida                        14-05-2015

Embora venhamos de lugares diferentes e falemos línguas diferentes, nossos corações batem como um só.