evolue

Doar atunci când o să trăiesc pe pielea mea o să cred.Nu mă mai las influențat de nimeni,nu mă mai interesează  experiența altora.Fiecare are viața lui,fiecare o trăiește în felul său,fiecare vede altfel totul.Îmi doresc să fac eu de capul meu,de asta ni s-a dat la toți un creier,să îl folosim.Trebuie să cădem dacă vrem să creștem,dacă dorim să evoluăm,trebuie să greșim.Depinde de imaginația ta cât de departe vrei să ajungi!
Mas é que a raça humana é tão vazia, ignorante, e orgulhosa, olha só, se você está bem e feliz e está dando certo, você acaba fazendo de tudo pra que dê errado, pra que seu dia seja uma merda, e outra, esta raça tão “evoluída” acha que é superior aos outros, acham que tem um rei na barriga, bom não podemos generalizar é claro, afinal tem gente boa no mundo sim, mas oitenta por cento da população é vazia, ignorante, e orgulhosa.
—  Ser “humano”, Revivos.
The Goodes: August Goodebox!

This month’s box was definitely not as exciting as the last (I prefer lots-o-makeup), but I still feel like I’m winning with Goodebox because I can USE everything I get! The pink item you see is a witch hazel toner, which I’m super into these days. I find they really help with fighting oiliness and blackheads. Also, I’ve been wanting to try out a new non-toxic shampoo and conditioner, so the selection was actually quite timely.

Keep reading

Não me preocupo se minha evolução é lenta, contanto que ela seja pra melhor.
—  Tati Bernardi
Era a seleção natural agindo dentro do meu universo e, pelo visto, tudo seria extinto. Nada era desenvolvido, preparado ou evoluído o suficiente para que pudesse sobreviver.
—  Horas tristes.
Saudade nenhuma de mim

Volta e meia, crônicas, romances e poemas terminam com a indefectível frase: “Saudades de mim”. Será que eu já escrevi isso alguma vez, que sinto saudades de mim? Devo ter cometido, eu também, esta dramatização barata, somos todos reincidentes nos clichês. Mas, olha, sinceramente, não sinto, não.

Lembro de uma menina que se sentia uma estranha na sala de aula. Que adorava tomar lanche nas Lojas Americanas do centro da cidade. Que ficava esperando ser tirada pra dançar nas reuniões dançantes, e quando acontecia, que êxtase! Na vez em que foi tirada pelo garoto de quem ela era a fim (e ele a apertou mais do que os bons modos permitiam), os pais da menina chegaram justo naquela hora para buscá-la, sua primeira grande frustração. Lembro do primeiro beijo da menina, ela completamente nervosa. Lembro da menina já grande, em seu primeiro estágio, iniciando vida profissional. Lembro da menina agindo como adulta, indo morar fora do país. Lembro da menina voltando, sem resquícios da menina que havia sido. Saudades dela? Afeto por ela. Saudades eu tenho de nada.

Não voltaria um único dia na minha vida, e lembranças boas é o que não me faltam. Não voltaria à infância - mesmo nunca mais tendo sentido tanto orgulho de mim quanto senti no dia em que ganhei minha primeira bicicleta sem rodinhas auxiliares, aos 6 anos, e saí pedalando sem ajuda, já no primeiro minuto, sem quedas no currículo. Não voltaria à adolescência, quando fiz minhas primeiras viagens sozinha com as amigas e aprendi um pouquinho mais sobre quem eu era - e sobre quem eu não era. Não voltaria ao dia em que minhas filhas nasceram, que foram os dias mais felizes da minha vida, de uma felicidade inédita porque dali por diante haveria alguma mutilação na liberdade que eu tanto prezava - mas, por outro lado, experimentaria um amor que eu nem sonhava que podia ser tão intenso. Não voltaria ao dia de ontem - e ontem eu era mais jovem do que hoje, ontem eu era mais romântica do que hoje, ontem eu nem tinha pensado em escrever esta crônica, ontem faz mil anos. Não tenho saudades de mim com menos celulite, não tenho saudades de mim mais sonhadora. Não voltaria no tempo para consertar meus erros, não voltaria para a inocência que eu tinha - e tenho ainda. Terei saudades da ingenuidade que nunca perdi? Não tenho saudades nem de um minuto atrás. Tudo o que eu fui prossegue em mim. 

Martha Medeiros.

anonymous asked:

O que você acha dessa "brincadeira" que tá rolando de Charlie Charlie? Digo, não vi nenhum vídeo, mas informações rolam e eu tenho medo. Uns dizem ser um espírito, outros dizem ser o diabo. Não acho que sejam coisas para se brincar...

Algumas informações sobre a brincadeira Charlie Charlie que tem ganhado repercussão nas redes sociais e chamado a atenção de jovens do mundo inteiro, os mesmos pontos valem para a brincadeira do copo, compasso e afins:

1) Brincadeira de pura curiosidade sem fins morais e realizada sem preparo algum

2) Sabemos que os espíritos mais evoluídos trabalham incessantemente, eles não perdem tempo respondendo perguntas sem finalidade.

3) Os espíritos que se envolvem nesse tipo de brincadeira são zombeteiros, brincalhões, e não estão nem ai pela segurança de quem participa

4) Abrem se portas para obsessões de todos os tipos

5) Quer desenvolver a mediunidade? Top! Procure uma casa espírita, participe dos cursos propostos, estude sobre mediunidade, tenha dentro de você um sentimento de caridade para utilizar a mediunidade somente como forma de ajuda ao próximo dai sim, participe de reuniões mediúnicas dentro da sua casa espírita.

Ser espírita não é brincar com evocação de espíritos, isso só trará consequências ruins para quem faz! 

Mas o que eu tenho medo de verdade, é do nada, aquele vazio no peito quando nada dá certo, tudo foge do nosso controle, o mundo se vira contra nós, mas tenho mais medo de não saber crescer com as dificuldades, de estacionar e deixar o parquímetro estourar de tão oco que está, me aflige a pausa da evolução de mim mesma. Tenho pavor da ingratidão dominar meu coração, de não saber agradecer pela ajuda que recebo, a atenção que ganho, por tudo que me acontece e mais ainda de não ser grata pelo que se vai, pelas oportunidades de zerar e recomeçar. Que essa ingratidão me impeça de ver a bondade nas pessoas, de observar os pequenos detalhes da vida e admirá-los sabendo que são os mais importantes e necessários. Medo de só pedir e não retribuir, de ser o que atrai e não o que sempre acredita, deixar de ser o que ajuda e ser o que só maltrata. Olho todo dia no espelho e vejo meus defeitos, sabendo que é sempre bom tê-los, e melhor do que isso, é ver aonde quase ninguém quer enxergar um pretexto para amadurecer, enriquecendo minha alma e abandonando o nada que ecoa de dentro e pede socorro, para então dar espaço a um enriquecimento de espírito, que medo algum é capaz de roubar. Apesar que dos meus medos são poucos os que me assustam, na maior parte é só assombração.
—  Vivificare.