eu-te-odeio

Sinto sua falta. Você não sabe o quanto. Nunca pensei que algum dia, eu pudesse encontrar alguém como você, tão diferente de todos os outros. Um garoto “complicado e perfeitinho”. Que me trata bem, que me faz sorrir com qualquer coisa, até mesmo quando estamos em silêncio ou distantes. Se eu estou sorrindo hoje, saiba que é por você. Mais dói precisar de você o tempo todo, de sentir saudades a cada segundo, dói gostar (ou até mesmo amar) você, e não saber se você sente o mesmo por mim. Dói quando você resolve se ausentar ou por simplesmente não demonstrar. Não é exagero de minha parte, mais te digo que, meu vício por você, está ficando exagerado, cada vez mais. É estranho o modo de como você pode me fazer sorrir e me fazer chorar ao mesmo tempo. Sentir amor e raiva no mesmo momento. Sinto falta dos seus abraços e seus beijos, de ouvir sua voz, de olhar no celular a cada minuto e ver uma mensagem sua. Sinto falta de você. Sinto falta de nós. E se é que ainda existe nós, ou se é que algum dia existiu. Mais porque teve que ser você? Logo você, que uma hora me chama de amor e outra não fala nem “oi”. Me desculpe, mais é inevitável não sentir algo por você. Lembro de nossas conversas bobas, que sempre me tiram sorrisos bobos, e de ver suas mensagens logo de manhã. E agora, parece que você está se distanciando de mim. Só que eu preciso de você. E logo agora, a saudade resolveu andar de mãos dadas com a dor. Mais eu não quero, com todas as minhas forças, que você vá embora, não quero te perder. Não quero que seja uma amor passageiro, ou só por um tempo, quero que seja pra sempre e até mais que o pra sempre. Eu só quero ficar com você.
—  Suplice.
E dessa vez é um acabou pra sempre, não é mesmo? Sim, claro que é. Você não deve saber, mas as lágrimas em mim caem agora e o meu peito, dói. Está aberto, um grande buraco dentro do meu peito e como se é esperado, o vazio tomou conta disso tudo. Eu sei que não sou o único caso de um coração quebrado, mas não é por isso, que seja tão pouco pior. A solidão insiste em me acompanhar nas noites em que me lembro que você me acariciava até dormir, ou quando me acordava com um beijo e me abraça tão logo, dizendo me amar. Você me mimava, eu era o seu bibelô, não é? Era lindo você brigar comigo e logo me abraçar forte dizendo que não sabia ficar brigado comigo sequer ao menos por minutos. Estúpido, verdadeiro ogro e um total grosso, assim que eu chamava você quando na verdade você era totalmente o oposto. Talvez eu até esteja com raiva agora, mas isso não faz com que diminua um amor tão enorme que eu sempre senti por você. a raiva não é suficiente pra segurar essas lágrimas que insistem em cair sob meus olhos e de meu peito apertar, por conter tanta saudade de um alguém que jamais irá voltar. A gente sabe que o impossível está no nosso caminho nos fazendo trilhar passagens diferentes, incapazes de se cruzarem novamente. Mas sabe o pior da história toda? É perceber que só eu fiquei com as memórias boas, com as promessas de amor e acima de tudo, com a dor e com essa maldita angústia no peito. Me sentindo insuficiente pra deixar alguém entrar em mim, sem vontade de estar com outras pessoas, de sair, de me reconstruir. Tá feliz com tudo isso? Maldito amor, maldito apego, maldito você.