¿no te pasa que a veces extrañas al antiguo tú? ese que desapareció después de que te rompieron el corazón?, de que tu mejor amigo dejo de hablarte o alguien muy especial murió. Es jodido verte en las fotos de antes y observar que tienes una mirada distinta, una sonrisa verdadera... y ahora nada de eso existe.
Incubus - Prólogo.

Encarava aquele homem parado na porta do meu quarto, eu tinhaa sensação de conhecê-lo – só não sei de onde. A meia luz proporcionada pelopequeno abajur que ficava ao lado da minha cama fazia com que ele apertasse os olhos para conseguir me enxergar direito, já eu tinha total privilégio de enxergá-lo completamente por causa da luz do luar que irrompia pela janela aberta e podia dizer com toda certeza que era a visão mais pecaminosa e prazerosa já me proporcionada.  Os braços eram cobertos por uma jaqueta negra que julguei ser de couro, com uma blusa de mesma cor cobrindo o tórax que eu poderia jurar ser bem definido, seus cabelos também eram tão escuros quanto as peças ante mencionadas e as calças azuis desbotadas e rasgadas se destacavam junto a coturnos também negros como o resto da roupa.

– (S/N)…? – ele tombou a cabeça para o lado apertando os olhos tentando me enxergar melhor mas eu não consegui responder nada, estava vidrada, paralisada; não sei o que nele me fazia assim eu só sentia.

Em seguida ele se aproximou, ajoelhando-se ao lado da minha cama tocando minhas coxas em seguida me causando leves choques e arrepios ali. – O que faz aqui? – me vi perguntando.

– Tenho um motivo para estar aqui. – disse movimentando a mão por ali numa carícia deliciosa.

– Que seria…? – murmurei com a voz um pouco falha e de olhos fechados.

– Te proporcionar prazer, e ter o mesmo vindo de você. – sussurrou em meu ouvido e arfei ao sentir seu hálito fresco em meu pescoço.

Senti uma lufada de ar em meu rosto e quando abri os olhos ele estava sobre mim me encarando de uma maneira tão profunda que não tive controle próprio para sequer respondê-lo e ele também não pareceu querer que isso acontecesse já que em seguida seus lábios macios estavam colados nos meus e agarrei os fios de sua nuca e permiti que ele aprofundasse o beijo, estava me entregando para um estranho, mas isso não me parecia errado agora. Me acostumando com a situação, escorreguei minhas mãos pelas costas do homem que ainda estavam cobertas mas ainda assim podia sentir seus músculos enquanto sentia a excitação que sua língua me trazia. Coloquei minhas mãos por dentro da camisa sentido-o passar as suas por todo o meu corpo até posicioná-las em minha bunda e apertá-la em seguida, gemi. Depois de rasgar minha calcinha, senti ser penetrada por dois dedos, ele fazia movimentos circulares; prendi minhas coxas em seu quadril enquanto ele liberava meus lábios para que expressasse todo meu prazer no momento descendo os beijos para meu colo, levantou minha blusa e começou a massagear meu mamilo com os lábios, ele então começou um vai e vem com os dedos em minha intimidade e permiti que ele tirasse minha blusa de uma vez, liberando meus seios.

Parando os movimentos com os dedos, me puxou para me sentar na cama colocando-me em seu colo, pude então sentir toda sua excitação. Enquanto tinha meu pescoço devorado por beijos e chupões do homem tirava sua camisa e com sua ajuda tirei sua calça e mais qualquer coisa que pudesse ser um obstáculo para nós. Eu estava totalmente nua e entregue aquele sujeito que parecia estar tão excitado quanto eu, encarei seu membro grande e roliço. Não poderia aguentar mais, estava desesperada por um orgasmo – meu corpo pedia por isso – e já não queria ser dominada.

Parecendo ler minha mente, se posicionou sobre mim novamente me penetrando de uma só vez me fazendo gritar de prazer, agarrei-o pelas costas descendo minhas mãos por elas tendo êxito em arranhá-las dessa vez e podendo sentir perfeita e completamente os músculos dali se contraírem ao que minhas unhas passavam por eles, por fim segurei-o pelo quadril ditando o ritmo e ele voltou a beijar e chupar meu pescoço.

– (S/N)… (S/N)… (S/N)… – ele chamava por mim enquanto sentia meu orgasmo chegar.

Eu queria gritar pelo nome dele também, mas não tinha ideia de qual era. Apertei os olhos sentindo o orgasmo me extasiar. Respirei fundo abrindo os olhos, encarei o quarto a minha volta e ele estava totalmente arrumado sem qualquer evidência de uma noite tórrida de sexo casual.

Eu demorei, mas percebi que havia sido apenas um sonho.

Um sonho.

Então migas, é isso, sei que sou uma merda com escrita erótica porém que, eu estou lendo sobre como melhorar em relação a isso e espero satisfazer as safadjenhas de plantão. Beijinhos, espero que queiram continuação, e ah, resolvi fazer com o Zayn mesmo embora eu escreva pensando num certo senhor Jake Gyllenhaal. huE. Boa noite, lovers.
/lululis