Maconha não muda caráter, maconha em si é menos prejudicial do que muita coisa que você bebe em festinha de família ou fuma por ser charmoso, ou porque era. Maconha é menos prejudicial que coca-cola, é menos prejudicial que a gordura de um bacon gostoso ou de um churrasco. É menos prejudicial do que a cerveja que legalizam e que vira puro açúcar no sangue. É menos prejudicial que o roubo, que o desrespeito. Que as vidas roubadas em acidentes por embriaguez. Menos prejudicial que o descaso que os mesmos políticos, polícias e milícias que proíbem o seu uso tem para com a sociedade. É medicinal, mesmo que a maior parte das pessoas digam que não. É tabu, o que é necessário pra manter uma sociedade ignorante e pau mandada. Controlada! É prejudicial, porque querem que seja, porque o lucro é maior quando é assim. Porque é mais fácil proibir e dizer que o tráfico é ruim, mesmo que ele seja, do que liberar e criar normas em cima disso. É mais fácil a alienação para a falta de revolução. Se não sabem que é bom, se não sabem que não faz mal como dizem, se não sabem que faz bem, que ameniza dores, que ajuda na cura de doenças crônicas, depressão, entre outras. É bem mais fácil aceitarem as respostas prontas sem nem fazerem questionamentos. A maconha é só um exemplo da falta de respeito para com as pessoas, falta da liberdade, falta da expressão. A falta de caráter é a de dizer que é tolo, criminoso quem se envolve. E não dar a chance de que seja votado pela legalização. Por decisões conscientes e bem informadas. É triste perceber que o que é decidido é o que a minoria rica quer. E infelizmente, a maioria que somos nós, permanecemos alienados, mal informados e num ciclo anti-melhorias. Permanecemos, controlados.

Maconha não muda caráter, maconha em si é menos prejudicial do que muita coisa que você bebe em festinha de família ou fuma por ser charmoso, ou porque era. Maconha é menos prejudicial que coca-cola, é menos prejudicial que a gordura de um bacon gostoso ou de um churrasco. É menos prejudicial do que a cerveja que legalizam e que vira puro açúcar no sangue. É menos prejudicial que o roubo, que o desrespeito. Que as vidas roubadas em acidentes por embriaguez. Menos prejudicial que o descaso que os mesmos políticos, polícias e milícias que proíbem o seu uso tem para com a sociedade. É medicinal, mesmo que a maior parte das pessoas digam que não. É tabu, o que é necessário pra manter uma sociedade ignorante e pau mandada. Controlada! É prejudicial, porque querem que seja, porque o lucro é maior quando é assim. Porque é mais fácil proibir e dizer que o tráfico é ruim, mesmo que ele seja, do que liberar e criar normas em cima disso. É mais fácil a alienação para a falta de revolução. Se não sabem que é bom, se não sabem que não faz mal como dizem, se não sabem que faz bem, que ameniza dores, que ajuda na cura de doenças crônicas, depressão, entre outras. É bem mais fácil aceitarem as respostas prontas sem nem fazerem questionamentos. A maconha é só um exemplo da falta de respeito para com as pessoas, falta da liberdade, falta da expressão. A falta de caráter é a de dizer que é tolo, criminoso quem se envolve. E não dar a chance de que seja votado pela legalização. Por decisões conscientes e bem informadas. É triste perceber que o que é decidido é o que a minoria rica quer. E infelizmente, a maioria que somos nós, permanecemos alienados, mal informados e num ciclo anti-melhorias. Permanecemos, controlados.

“Diz a lenda que os bom sonhos passam pelo furo no centro e os maus sonhos ficam presos na teia e se dissipam à luz do amanhecer.”

Não acho feio mina que curte Rap é Reggae, fala gírias e palavrões. Elas não deixam de ser lindas, e ainda ficam mais interessantes. Pois, antes uma menina assim, do que uma patricinha. Continuem assim, porque isso não é feio, vocês são muito fofas. Feio é ser VADIA, e só!

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Vários vão falar que o Rap é música de vagabundo. Se é isso memo, prazer, vagabundo nato. Porque nenhum outro gênero musical pode falar de tudo ao mesmo tempo; seja de amor, desigualdade, seja de tristeza, felicidade etc. E acreditem ou não, o Rap já tirou vários moleques do caminho das drogas, do crime; pois o Rap tem esse poder mano, e transmite várias lições de vida, ensina você correr pelo certo e lutar pelo aquilo que realmente se quer, tá ligado? Vamos mostrar o que o Rap significa, não vamos o abandonar nunca, seguir um só caminho; muito amor aos irmãos, muita paz!

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Lá musica perfeita

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Que a felicidade chegue, e permaneça

Tudo passa. Dor de dente passa. Enxaqueca passa. Torcicolo, braço quebrado, pedras nos rins passam. Até dor de cotovelo. Um dia passa.
Sofrimento passa. Dúvida passa. Dor, aperto no peito, vontade de pular da ponte. Medo, incerteza, melancolia, raiva. Tudo passa.
Solidão? Eu não sei se passa. Solidão pode ser tanta coisa. Dizem até – e acho que foi Fernando Sabino que disse – que solidão é quando estamos infelizes; quando estamos bem, não é solidão, é sossego, mesmo.
Saudade passa? Saudade é o tempo perdido. Tempo espremido entre dedos. Tempo espremido entre vontades: a de ir e a de ficar. Quanto se mais espreme, mais ele vira passado. Enquanto houver um coração, ainda que pleno, haverá saudade. Saudade não passa.
O amor? O amor se transforma. Muda com a suavidade de uma colherada de açucar que caindo na água, se transmuta, transformando aquilo que tocou. O Amor é generoso. Dá mais do que recebe e há sempre mais a dar. Amor de verdade não passa.
Das coisas que passam, o que mais passa é o Tempo. Não só passa como também leva algo consigo. Um tanto de viço da pele, de firmeza dos músculos, de bastos cabelos. Outro tanto de inocência, de capacidade de entrega, de crença de que o bem sempre vence.
Mas se o Amor é generoso, o Tempo consegue ser mais ainda. Deixa sempre algo no lugar do que levou. O Tempo traz paciência e força para que a gente aguente até que tudo mais faça como ele próprio: passe.
Se estou entregue ao Tempo, estou em boa companhia. Afinal, até a gente mesmo um dia vai passar.