Bate e Volta na Australia (ou como fui deportado)

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Poisé… Deportado da Australia. Eu que ja fui tantas vezes pros Estados Unidos sem ter nenhum problema sequer (exceto a vez que coloquei todos os meus remedios numa caixinha só e eles acharam meio suspeito, mas deixaram passar).

Voces sabem como a Australia eh longe ne? Tipo, do outro lado do mundo. A viagem pra ser mais rapida passa pelo Polo Sul. Nao, nao da pra ver nenhum ursinho da Coca-Cola do alto do aviao. Mas eu devo ter visto uma geleira, acho.

Uns quatro meses de preparacao. Consegui comprar uma passagem da Qantas pela bagatela de R$ 2000. Sim, Reais. Morram de inveja. E la vamos nos dar entrada no visto. Nenhum problema ai. Ja tenho visto americano, ja tive visto canadense, ja viajei pela America do Sul, ja fui para a Europa. Tenho minha propria empresa (alias, ate duas) que me da renda suficiente para viajar sem me preocupar com grana. Tudo comprovado. Comprei muitos dolares australianos de um ex-funcionario meu, e tambem juntei uns dolares americanos e euros de hospedes que pediram pra trocar. 

Porem, uma amiga que namora um outro amigo australiano foi pra la recentemente e me avisou que precisava da carteira de vacinacao da Febre Amarela. Em lugar nenhum do formulario de visto diz nada sobre isso. Mas tudo bem. Eu ja tinha ido ao Peru duas vezes e tive que tomar a vacina. Engracado que da primeira vez tive que mostrar a carteira, mas nao lembro de ter que mostrar da segunda, que foi recente, quando fui ver o Smashing Pumpkins tocar por la.

Bom, vamos tirar a prova ne? Ligo na Central de Vistos da Australia, que ironicamente fica no Canada, e pergunto sobre isso. O atendente me diz que sim, eh um requerimento, mas se nao levasse a carteirinha, eles te fariam assinar um termo de responsabilidade ou algo assim. OK…

Quem me segue no Twitter ou no Facebook sabe de todos meus preparativos. Todos os amigos morrendo de tristeza de me ver partir.

Porem, eis que um dos meus hobbies eh: SER DJ! Sim, eu mixo musicas dancantes na pista de clubes pras pessoas se divertirem, e eu tambem. Nao faco isso pela grana (Alo, promoters, isso nao significa que voces nao precisam me oferecer dinheiro), e sim porque eu gosto de fazer. Nao tenho a pretensao de ser um Database da vida e fazer turne nos EUA. (sucesso, meus filho!)

Mas tambem nao iria perder a oportunidade de tentar tocar em algumas festas na Australia. Afinal de contas, muito do que eu ouco e toco vem de la. 

Pois entao, um dos meus ex-hospedes no LimeTime por acaso trabalha pra Modular People, o selo do Bag Raiders, Van She, Muscles, entre outros… E quando teve a Smirnoff Night Life Exchange aqui eu conheci o Tim Poulton, que trabalha com ele e eh booking agent dos caras. O mesmo Tim ficou de me arrumar umas festinhas pra tocar. Nao soh ele como todos meus amigos da Australia, que tenho aos montes por causa do Hostel.

E como eu tambem tenho 1800 amigos no Facebook e nao sei exatamente de onde todos eles sao, criei um evento convidando todos eles a confirmarem se estivessem por la pra gente se encontrar. No evento aproveitei pra escrever “If you know any party promoters, help me by getting gigs. Im bringing my DJ stuff, and looking forward to party with you all! :)” (Pra quem nao le ingles, basicamente perguntei se alguem conhecesse alguem promoter pra me ajudar a arrumar festas pra tocar, seria legal. Disse que levaria tambem meu equipamento)

Eu ja nao estava muito esperancoso. Alguns amigos indicaram uns promoters, outros uns clubes, quando finalmente, my man Tim Poulton me confirmou para uma festa no fim do mes. Trocamos mensagens no Facebook:

“Hey mate,

 First set I have for you is April 29th in Sydney, will that work for you?”

E eu respondi:

“Sure… Im leaving Syd on may 4th, so ill be there. Whats the name of the place?”

(Basicamente ele disse que tinha fechado uma data pra mim, no dia 29, e eu avisei que soh ia embora dia 4 de maio, entao tudo bem.)

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Veja que em momento algum nos tratamos de grana. Pelo mesmo motivo que eu ja disse la em cima. Nao faco isso pela grana. Se por acaso rolasse algo, eu provavelmente ia gastar em bebidas dentro do proprio local. Mas nao era essa a minha intencao. Eu soh queria tocar um pouco de electro misturado com funk carioca (DJ Chernobyl, you owe me BIG TIME), botar as australianas pra dancar e pagar um pau pra mim, e sair de la bem acompanhado :P

Agora começa a parte dramática. O voo foi tranquilo, longo, mais sossegado. Resolvi nao levar nenhum equipamento, nem meu laptop levei. Levei comigo meu HD, e ia comprar um novo por la. O Tom tem uma BCD 3000 igual a que eu tinha antes, entao ja resolvia meu problema, e o fone de ouvido que levei foi o In Ear que tenho usado ultimamente, ou seja, nem aqueles fones normais de DJ que chamam atencao eu levei.

Ao passar tranquilamente pela imigracao, obviamente foi dada falta da carteirinha de vacinacao da Febre Amarela. Primeira brecha. Eu ja sabia o que iria acontecer. Ele chamou um outro oficial de imigracao que me pediu pra esperar do lado de fora. Voltou e perguntou se eu tinha um celular comigo, e disse que eu nao poderia ficar com ele enquanto estivesse ali. Dei meu iPhone pra eles. De repente volta o cara e me pergunta o que eu faco da vida. Disse que tenho um Hostel em Sao Paulo. Ele insiste. Eu insisto na resposta. Ele pergunta o que eu fui fazer na Australia. Disse que estava de ferias. Ele insiste e pergunta se eu nao fui fazer nada alem disso. Eu disse que nao. E ele me diz: “O seu Twitter e Facebook dizem o contrario”. Boom, ai que a casa caiu.

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@garfolino Just got my first gig in Sydney! :)

Logo que o Tim me comentou da festa, eu publiquei isso no meu Twitter. “Consegui a minha primeira gig em Sydney! Gig, para os leigos, eh o que musicos e DJs chamam uma festa pra tocar. O problema eh que Gig para eles eh giria para trabalho, tipo Trampo!

Agora que me dei conta que os caras sao mega hackers la. Esse tweet eh antigasso, e eles tinham uma folha com alguns tweets juntos, que nao deveriam estar juntos. Enfim. Alem desse eles trouxeram outro:

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@limetimehostels Bebeto is off to Australia tomorrow! If you’re there, join the event! Le Garfs Invades Australia!

Le Garfs Invade a Australia! Pronto, ficaram todo bolados.

Ai comeca uma serie de entrevistas para eu me explicar etc etc… Eu disse que nao tinha razao alguma pra estar la a trabalho, que eu tenho minha empresa, que minha empresa me sustenta, falei quanto eu ganho, quanto de grana eu levei (eles contaram na minha frente), meus cartoes de credito, quantos amigos eu tenho por la, e tal. Expliquei que ser DJ eh hobby, que eu nao tenho intencao de ganhar nada com isso, soh queria me divertir com meus amigos.

O problema foi a segunda brecha. Acharam o telefone do Tim no meu celular e ligaram pra ele. Ele sem saber de nada foi dando os detalhes que NEM EU sabia. Disse que sim, tinha marcado uma festa pra eu tocar, que seria numa balada X (nem sei o nome), e que ele iria me pagar 50 dolares por hora. Boom, a casa nao soh caiu com o barranco deslizou. Ele mesmo falou pra imigracao que nao sabia como iria me pagar isso porque eu nao tenho um tal de ABN (que seria provavelmente o nosso CPF). Ou seja, eu nao poderia receber essa grana. É a Australia, os caras sao certinhos… 

Insisti que eu nao sabia de nada disso, que eu nunca tinha pedido grana e que a gente nunca tinha tocado nesse assunto. Eles pediram entao minha senha do Facebook, que eu prontamente dei, mas eles nao conseguiram acessar, porque o Face bloqueia quando o acesso eh de um lugar desconhecido. Se tivessem me avisado eu certamente deixaria eles entrarem pra esclarecer.

Enfim… Nada feito. Me pediram pra dar um ultimo depoimento dizendo porque eles deveriam me deixar entrar. 

Expliquei que minha intencao era apenas ser turista, que por acaso sou DJ, que queria sim tocar em algumas festas com os amigos, apenas por hobby e diversao, e que nao tinha o menor interesse em ganhar dinheiro com isso, pois eu realmente nao precisava disso pra estar ali viajando. Eh a mesma coisa que levar um violao e tocar na praia. Nada feito. Meu visto foi cancelado ali mesmo. Aparentemente DJ eh uma profissao de fato na Australia (coisa que no Brasil nao eh, estou correto?) e tocar em festa significa trabalho pra eles, mesmo que voce nao ganhe nada. Nao adiantou eu prometer que nao iria faze-lo. Ja era. Perdeu, Playboy!

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Bom, o aeroporto ia fechar, e soh tinha voo de volta na manha seguinte. Consegui sair do aeroporto, escoltado, para um Centro de Detencao de Imigrantes. Esqueci de contar la atras que deixei meu casaco na sala de embarque em Buenos Aires. Pra eu nao passar frio me deram um moletom branco super bacana la. Em nenhum momento fui mal-tratado. Apenas quando me deram um frango congelado, que obviamente eu nao comi, entao fiquei com fome ate a manha seguinte, quando voltamos pro aeroporto.

Estou eu, brasileiro, DJ, dono de albergue, detido (nao fui preso ne?), com um monte de chines e gente de nacionalidades suspeitas, que obviamente estavam ali a trabalho ilegal, esperando para ser mandado de volta ao meu pais. Me deram um quarto soh meu, deitei e dormi.

As 6 da manha ja me acordaram, me liberaram, e me levaram pro aeroporto. O tempo todo eu vinha mentalizando que alguem ia achar aquilo tudo muito ridiculo, ia pedir perdao e me deixar entrar. Bobagem. Fiquei detido no aeroporto mais um pouco, ate me liberarem pro voo. Ate no McDonalds foram pra mim buscar um cafe da manha.

Bom, ca estou eu de volta. E aprendi algumas licoes. Deixe seu twitter pessoal PRIVADO. Nao fosse isso, eles nao teriam me xeretado. Leve sempre todos os seus documentos necessarios quando for viajar. Se eu tivesse me esforcado um pouquinho mais teria achado minha carteira de vacinacao e nao teria tido problema. (aposto que se eu procurar agora, acho em 30 minutos, pior, acho que agora sei exatamente onde está). E terceiro, DJ eh profissao na Australia. Negue de pe junto que voce sabe mixar musicas!

O lado bom foi que nao gastei dinheiro na Australia e aproveitei pra comprar um Wii com Mario Kart no Free Shop na Argentina.

Pra saber mais quem eu sou visite o site do hostel e meu soundcloud.

www.limetimehostels.com

www.soundcloud.com/garfolino

Cubano que se cortó las venas clama no ser deportado

Cubano que se cortó las venas clama no ser deportado

John Franki Madera, el cubano de 32 años que se cortó las venas el pasado domingo en los filtros de migración del aeropuerto de Guayaquil, presentó un escrito dirigido a las autoridades de Cancillería, pidiendo ser admitido al país legalmente, al que llegó para visitar a su madre.

Madera se cortó las venas en plenos filtros migratorios, cuando fue impedido de ingresar por la policía de…

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Una petición para que Justin Bieber sea deportado alcanza 100.000 firmas

 

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Tras sus últimos escándalos –arresto incluído– la ciudadanía estadounidense parece haberse cansado de Justin Bieber. Más de 100.000 personas han firmado ya una petición para que Bieber sea deportado, una iniciativa cuya ingente popularidad puede hacer que la Casa Blanca actúe al respecto.

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Calle 13 llega a Mexicali y se niegan a hospedarse con migrantes deportados pero siguen apoyando la causa

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MEXICALI.- La agrupación puertorriqueña Calle 13, que el día de hoy darán un concierto en el parque Vicente Guerrero, a partir de las 8:pm, arribaron a la ciudad pasadas las 7 de la mañana, ahí los esperaban diversos grupos de ayuda a los migrantes, que les tenían una grata sorpresa, hospedarse con ese grupo desprotegido que tanto pregonan defender en sus canciones o entrevistas, además de llevarles comida, platicar con ellos, y todo lo que se vaya ofreciendo en el transcurso del día incluso dormir con ellos.

Los rebeldes de la música se negaron rotundamente a la invitación, argumentando que no estaba estipulado en el contrato, no quisieron darse una vuelta por el parque el mariachi, o visitar el hotel Azteca de oro, el parque Chapultepex o los distintos lugares donde se albergan centenares de migrantes que día a día pasan hambre, calor e injusticias, prefirieron ir directo a algún hotel mas de primer mundo que hay en la ciudad, “No es que no amemos a nuestra gente, para nosotros sería un honor pasar la tarde con ellos incluso dormir donde duermen, compartir sueños, quizás pasarles algún dolarito de los 100,000 que cobramos por concierto, pero el contrato que firmamos no nos lo podemos pasar por el arca del triunfo, se debe respetar y así son las reglas, no podemos hacer nada, solo somos artistas que intentamos  sacar con canciones lo que la gente, nuestra gente, siente”, manifestó Residente en el aeropuerto de la ciudad de Mexicali.

mas información en la edición impresa…

15 menores y 41 adultos hondureños son deportados de México

Tegucigalpa, Honduras.

Las autoridades migratorias de México deportaron hoy a 15 menores y 41 adultos hondureños que fueron detenidos cuando intentaban viajar ilegalmente desde ese país a Estados Unidos, informó una fuente de socorro.

Los menores y siete mujeres retornaron a la ciudad de San Pedro Sula en un autobús desde el municipio de Tapachula, Chiapas, en el sur de México, confirmó Yahely Milla, voluntaria de la Cruz Roja Hondureña.

Añadió que también llegaron a la aduana terrestre de Corinto, frontera entre Honduras y Guatemala, 34 hondureños indocumentados deportados de México.

Los repatriados fueron recibidos tanto en San Pedro Sula como en Corinto por la organización humanitaria Casa Alianza, la Cruz Roja Hondureña y el no gubernamental Centro de Atención al Migrante Retornado.

Con este grupo, suman más de 28.

000 hondureños, de ellos más de 8.

000 son menores de edad, deportados en lo que va del año al país centroamericano por México, de acuerdo con las cifras de la Pastoral de Movilidad Humana, una organización de la Iglesia católica de Honduras.

Según datos del Gobierno estadounidense, unos 90 niños no acompañados cruzan diariamente la frontera suroeste del país y suman más de 57.

000 los menores detenidos en los últimos meses tras entrar a Estados Unidos de manera ilegal.

EFELEA: Deportados de Honduras por aire y tierra ya son 42,881 en 2014MIRA: Más de 300 menores hondureños han sido deportados de México está semana



15 menores y 41 adultos hondureños son deportados de México
Revelan cifra de deportados a RD por narcotráfico‏

Aeropuerto Las Américas. El Servicio de Inmigracion y Aduanas de Estados Unidos, repatria mensualmente un promedio de 110 dominicanos que cumplen condenas en ese país  por tráfico de drogas, en los primeros nueve meses de este año, van 992 repatriados por esa causa.

En el  mismo periodo enero-septiembre del presente 20l4, las autoridades estadounidenses, repatriaron a otros 831 criollos que también cumplieron  condenas en diferentes cárceles por asesinatos, asaltos, falsificación de documentos, fraudes estatales, secuestros y violaciones sexuales.

Van mil 823 los ex -convictos dominicanos repatriados por Estados Unidos, entre ellos 43 mujeres de diferentes edades, la mayoría de ellas que estaban  condenas por traficar con estupefacientes en diferentes lugares estadounidenses, un gran porcentaje en Nueva York.

Los reportes estadísticos manejados por los periodistas que cubren la fuente de Las Américas establecen que la cantidad de 992 repatriados por narcotráfico, supera en numero los que fueron enviados mensualmente por esa causa, en los años 2009  hasta el presente.

En el 2009, las autoridades estadounidenses repatriaron la cantidad de 847 nacionales solo por condenas de narcotrafico, siendo superada esa cifra en los primeros nueve meses del presente 20l4 y en su mayoría cumplieron penas oscilantes entre los cuatro, seis, ocho y en algunos casos hasta diez años de prisión.

Los detalles establecen que de los otros 83l criollos que también vinieron repatriados en el mismo periodo, l83 cumplieron condenas por robos y asaltos, 9l por asesinatos, 89 por falsificación de documentos, 28 por acusación de secuestros, 33 por violaciones sexuales y por otras causas.

Trascendió asimismo que hubo casos de dominicanos que fueron sacados de las cárceles y enviados al país, sin haber cumplido las penas establecidas por los tribunales federales, por considerar las autoridades estadounidenses, como personas revoltosas y peligrosas.

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Fuente: Cachicha.com
Revelan cifra de deportados a RD por narcotráfico‏

Aeropuerto Las Américas. El Servicio de Inmigracion y Aduanas de Estados Unidos, repatria mensualmente un promedio de 110 dominicanos que cumplen condenas en ese país  por tráfico de drogas, en los primeros nueve meses de este año, van 992 repatriados por esa causa.

En el  mismo periodo enero-septiembre del presente 20l4, las autoridades estadounidenses, repatriaron a otros 831 criollos que también cumplieron  condenas en diferentes cárceles por asesinatos, asaltos, falsificación de documentos, fraudes estatales, secuestros y violaciones sexuales.

Van mil 823 los ex -convictos dominicanos repatriados por Estados Unidos, entre ellos 43 mujeres de diferentes edades, la mayoría de ellas que estaban  condenas por traficar con estupefacientes en diferentes lugares estadounidenses, un gran porcentaje en Nueva York.

Los reportes estadísticos manejados por los periodistas que cubren la fuente de Las Américas establecen que la cantidad de 992 repatriados por narcotráfico, supera en numero los que fueron enviados mensualmente por esa causa, en los años 2009  hasta el presente.

En el 2009, las autoridades estadounidenses repatriaron la cantidad de 847 nacionales solo por condenas de narcotrafico, siendo superada esa cifra en los primeros nueve meses del presente 20l4 y en su mayoría cumplieron penas oscilantes entre los cuatro, seis, ocho y en algunos casos hasta diez años de prisión.

Los detalles establecen que de los otros 83l criollos que también vinieron repatriados en el mismo periodo, l83 cumplieron condenas por robos y asaltos, 9l por asesinatos, 89 por falsificación de documentos, 28 por acusación de secuestros, 33 por violaciones sexuales y por otras causas.

Trascendió asimismo que hubo casos de dominicanos que fueron sacados de las cárceles y enviados al país, sin haber cumplido las penas establecidas por los tribunales federales, por considerar las autoridades estadounidenses, como personas revoltosas y peligrosas.

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Niños no acompañados deben ser deportados de Estados Unidos

Tegucigalpa, Honduras.

El futuro que espera a los niños hondureños, y centroamericanos, que han ingresado de manera ilegal a ese país, es el de ser deportados, según Edward Charles Prado, juez federal de Estados Unidos.

El juez fue claro y tajante en exponer que “eso es lo que manda la ley” de su país.

Desestimó que en estos casos pueda invocarse el derecho a obtener un asilo político.

Explicó que entre las razones que los niños están exponiendo para abandonar su país está el problema de la inseguridad, no una persecución del Estado de Honduras.

Prado recién llegó a Honduras bajo el Programa de Conferencistas Internacionales del Departamento de Estado.

La Embajada de Estados Unidos acreditada en Honduras aclaró que “las opiniones del juez Prado son independientes y no reflejan el punto de vista del Gobierno de EUA.

El programa de conferencistas internacionales tiene el fin de compartir experiencias en temas diversos”.

Con esta posición se descarta entonces que el Gobierno estadounidense pueda acceder a las peticiones que hizo el Estado de Honduras, en conjunto con los países de la región, de otorgar un trato humanitario a estos menores.

Honduras es uno de los países con mayor emigración de niños no acompañados a Estados Unidos en el último año.

Según los datos que recién dio a conocer la Embajada de Honduras en Washington, cerca de 18 mil menores sin acompañantes fueron capturados en la frontera estadounidense por la Patrulla Fronteriza, entre octubre de 2013 hasta julio pasado.

La Patrulla Fronteriza dio razón de que la totalidad de los niños no acompañados suman 54 mil en ese mismo período, siendo Guatemala, El Salvador y Honduras los países de donde proviene la mayoría de ellos.

En el año fiscal 2009, agentes fronterizos detuvieron a 3,304 niños de esos tres países que viajaban solos.

Juan Ramón Rivera, representante de la Organización Internacional para las Migraciones (OIM) en Honduras, dijo que “Estados Unidos siempre se ha caracterizado por aplicar sus leyes”.

En ese sentido, apuntó que la nación del norte está en su completo derecho de retornar a los menores.

Los niños hondureños permanecen entre uno y dos meses detenidos antes de ser reunificados con sus familiares en Estados Unidos.

Una vez que se concreta esta reunificación, inicia el proceso de deportación.

El menor de edad debe acudir a una corte migratoria para exponer su caso.



Niños no acompañados deben ser deportados de Estados Unidos
Repatriados necesitan el apoyo de la sociedad

Repatriados necesitan el apoyo de la sociedad


La República
30 septiembre 2014
Repatriados necesitan el apoyo de la sociedad

La Unidad de Repatriados de la Procuraduría logró que a los deportados se les quiten las esposas en el avión tan pronto entran a espacio dominicano, para que se sientan libres. También logró que ya no se tapen los rostros como hacían antes para esconder su identidad.
Wanda Méndez
Santo Domingo
El Estado dominicano debe…

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