deformada1

Ele me vê todos os dias. Conversamos todos os dias. Mas ele não sabe quem eu sou. E eu também não.
—  (anfetamina)

Everyday is a day but today is your birthday (rhyme?). Well, beggining, I want to say you something like “thank you really much by make me a better person”. Really, I’m not the type of person who makes the homework, who’re SO HAPPY all the time, who like to have friends by side in the bad moments. I’m the type of girl who doesn’t have a type, —  it almost hurts me. But everything are in the past, thank you very much. You make me laugh, Miranda, when nobody cares about that. You make me look at your eyes and think that “so is possible, isn’t?”. I want to give you a big very thank you, so well… Your birthday. You’re a great person. You’re a good person. You’re a perfect person to me, really. You’re a sunshine in my heaven. You’re the light in dark times. You’re the “Harry” from my “Potter”, understand me? SO many things. I don’t care about your choices in your life, I know that is the right choice. And, when you do the worst choice ever, I’ll be with you. You don’t even know me and I love you so much. You don’t even know who I am, what’s my name, and I say “hello” to you almost everyday in Twitter. Happy birthday to you. Today is your day. Don’t do anything that you don’t want to do. And remember (if you read this): You helped me so much. I love you, Miranda Taylor Cosgrove. Bye.

— Eu odeio quando a gente briga e quando você fica chateado comigo e quando você fica fazendo essa cara como se eu fosse a maior retardada do mundo.
— Hm.
— Dois.
— Para.
— Para.
— Tá me imitando?
Tá me imitando? — Ela riu. — Eu não tava, mas aí você me deu a ideia. Imitar o outro é infantil.
— Imitar o outro é infantil.
— Então estamos bem, né?
— Estamos ótimos.
— Prometo que vou parar de ser grossa.
— Prometo que não vou acreditar na sua promessa só pra você se aliviar e não ficar se pressionando, porque você sabe que não vai conseguir não ser grossa comigo.
— Prometo que vou tentar.
— Prometo que vou tentar acreditar.
— Prometo que vou te beijar mais.
— Prometo que vou retribuir os beijos.
— Prometo tentar não te magoar.
— Prometo tentar não me magoar.
— Para de facilitar as coisas pra mim.
— Prometo tentar parar com isso também. — Ele riu. Aquele risinho torto, dos dentes brancos, sabe? Aquele que ela tanto ama.
— Eu juro juradinho que confio em você.
— Juro que te amo.
— Juro que te amo de volta.
— Juro que… — Ela o interrompeu.
— Não. Peraí. Tá melado.
— Ih, a grossa ataca novamente.
— Ah não, você não vai ficar chateado comigo de novo, né?
—  2x1 (anfetamina)

E ela já fez tanta burrada. Ela já caiu tanto nessa vida. E ela é apenas uma menininha. Ela tem tanto medo de cair novamente… Ela não quer levar outro tombo, bater com a cabeça, se ferir gravemente e nunca mais poder abrir os olhos. Ela não quer fechá-los. Nunca. Ela quer ser doce e compreendida… Ela quer ser ela mesma e um pouco mais, ou apenas ela… Ou apenas o complemento. E ela sempre usa a terceira pessoa porque, aparentemente, sempre dói menos. E ela sonha tanto. E ela. Sempre ela. Nunca ela… Apenas ela… Sem tirar nem pôr, quer ter de volta o que é dela. (anfetamina)

Eu te amo. E sempre que penso em você idealizo as possibilidades de vivermos juntas um dia, num apê no meio da cidade que você quiser, onde você quiser. Com você acordando todos os dias faminta às nove da manhã, comigo no quarto ainda dormindo. Imagino nós duas atrasadas, você para sua faculdade de Direito, eu para a minha de Psicologia (o que não vai dar muito certo, mas tudo bem). Você no seu último ano e eu ainda no primeiro… Com as maluquices ainda mais vivas e homens que vem e vão.
Eu penso em como seria hilário voltar de uma noitada e ter você ao meu lado totalmente bêbada falando coisas sem noção do tipo "eu tenho um dedão". E sempre que você estiver de ressaca vou te atazanar mais ainda, mas pedir desculpas depois por medo de te perder.
Quero assistir séries com você na televisão da nossa sala. E cantar todas as músicas que sabemos de Glee. E chorar com todas as cenas Violate. E rir com todas as cenas Seddie. E fazer você compreender um pouco mais do meu dia-a-dia e depois entender do seu.
Eu te amo. Apenas nunca se esqueça disso, tá? Porque sempre me dá um aperto no coração; só de pensar que você pode não me amar ou simplesmente não acreditar no que eu digo. E me aguenta, tá? Com todos esses defeitos infinitos e com essa mania perfeccionalista que as virginianas possuem. Com a minha voz de taquara rachada. Com minha risada estérica. Com minha escrita imperfeita. Com meus medos. Com minhas maluquices (e sabe, todos falam, não são poucas). Só me aceita. E aí poderemos passar o resto da vida juntas e felizes e sendo "best fuckin’ friends forever". Só não me deixa. Porque isso (ah…), eu nunca suportaria. (anfetamina) to (your-crime)

- O que fazemos, Cato? Nós, contra os tributos de 12. Eles não podem vencer!

- Nós vamos ganhar. Nós vamos pegar esses malditos cabeças pequenas e partiu para cima deles.

- Assassiná-los.

- Ah, sim… - Ele ri em voz alta. Para ele, ela era linda mesmo depois de tantas batalhas. Antes da morte de Glimmer, ele não olhou para Clove, a menina do 2. A menina do seu distrito. A menina acessível. A garota.

- Cato…? - Ela disse, baixinho.

- Sim? - Ele respondeu, com um sorriso no rosto.

- O que você está olhando?

- Você. Seus olhos. - Mantenha o sorriso, Cato.

- O quê? O que há de errado com eles?

- Nada. Elas são perfeitas. - Ela olhou para a boca, com… Amor. O que estava acontecendo?

- Pare com isso. Você sabe o que vai acontecer.

- Vamos ficar loucos em um par de horas e os “organizadores” nos “assassinarão”.

- Eu não estou falando sobre isso, mas é presumível. - Eles riem. Quanta dor cabe em uma Arena?

- Clove … - Esse é o nome dela, seu doce nome, o nome perigoso. O nome do Diabo. O que ela pode fazer sobre sua personalidade? Agora, nada.

- Diga…

- Vem cá. - E ela ir para ao seu lado. Onde ninguém se preocupa com a “sangrenta batalha”. Só se preocupam com eles mesmos.

- Eu quero estar com você para sempre.

- Mas isso não vai acontecer.

- Eu sei.

- Mate-os para mim, Cato.

- Nós vamos vencer depois de matarmos - juntos, ele estava quase dizendo - eles.

- Você não sabe que é uma armadilha? Duas pessoas não podem ganhar os Jogos Vorazes. Eu quero que você seja o vencedor. É mais importante para você.

- Eu sou mais velho. Eu vou morrer antes de você.

- E se você se manter vivo? 220 anos é muito para você?

- Eu sou como um psicopata. Não posso viver muito.

Eles estavam juntos, como em uma sinfonia. As mãos entrelaçadas. A boca noouvir do outro. O som de mockingjays… Ele estava tão perto! Ela também. Então eles… Se beijaram. Dessas coisas que não se planeja, apenas acontece.

- Que foi isso?

- O nosso primeiro beijo. Nosso beijo de adeus.

Por um momento, eles esqueceram a Capital, os Jogos.

A música tava alta. Eu nunca entendi porque é sempre na melhor parte da festa que as horas ruins chegam. A música tava mesmo alta, mas parecia que a voz dele estava muito mais. Os assobios de Starstrukk não escondiam a voz dele. Ele me olhou por alguns segundos e disse “oi”, como se estivesse realmente tudo bem entre nós. Eu fiquei sorrindo pra ele, do mesmo jeito que eu sorrio pra todo mundo na rua, no ônibus, na escola, em casa. Do mesmo jeito de sempre. Mas, naquele momento, em que ele disse “oi” e ficou olhando em meus olhos, deu vontade de chorar. Eu mexi no cabelo pra tentar esconder metade do meu rosto com a franja, como se ele não fosse notar pelos efeitos de luz que ofuscava o resto. Mas aí, quando eu cobri sem parecer uma idiota, ele tirou o cabelo do meu rosto. "Você tá linda", ele disse… E eu não consegui acreditar. Porque ele não riu. Ele só estava me olhando, mas me olhava com os mesmos olhos acostumados. Ainda não havia brilho em seus olhos. “Ei, eu disse que você tá linda…”, ele insistiu numa resposta minha. Eu só sorri. O nó na garganta estava ficando cada vez maior, mas eu tinha que dizer algo, não tinha? E eu disse. “Obrigada”, sorri… Por que você não para de sorrir, sua idiota? “Não agradeça… Você sabe que é verdade.”, eu sabia? Não. Para. Pa-ra. PARA. Ele dizia as coisas certas nas horas erradas e eu sempre interpretava tudo errado. Eu pedi, mas nada parou. Tudo continuava girando. “Bem, é isso”, ele continuou, “sinto sua falta”. E foi embora. Ele disse isso e foi embora, me deixando com cara de tola mais uma vez, no meio da música, no meio da multidão. Ele quebrou meu coração em pedacinhos novamente, com apenas mais uma frase. E foi embora. Eu sei porque isso aconteceu. Porque ele nunca me olhou do jeito que olhava pra ela. E por mais que ele tentasse negar, ele sabia que era verdade.
—  Ele nunca me olhou do jeito que olhava pra ela, anfetamina.

— Quando ela me deixar por causa da distância, arrecadarei dinheiro…

— Para comprar uma passagem e dizer que a ama pessoalmente…

— Vou reconquistá-la pela 365ª vez.

Uma vez para cada dia do ano.

— Às vezes eu não a conquisto em um dia, mas no outro eu tento conquistar duas vezes. Se eu não conquistar nesse, no próximo eu conquisto três.

— Como se fosse a primeira vez?

— Não mesmo. Totalmente diferente da… primeira vez. Cada dia mais eu quero fazê-la sorrir, se sentir mais amada, se sentir mais linda, mais minha. Então é diferente a cada dia.

— Sempre com mais intensidade, não é?

— Exatamente. Meu amor por ela fica cada vez mais intenso, a cada segundo. (anfetamina) e Bruno Krueger, (m-arlboro)

Homens gostam de bunda, coxa, peito, de coisa pra apertar. Eles gostam de falar que vão ligar mas na verdade desligam pra encher a cara. Eles gostam mesmo de um rabo-de-cavalo todo arrumadinho pra bagunçar e de ficar irritando o resto do mundo. Homem gosta de se sentir o fodão. Homens gostam de holofotes e odeiam quando generalizam na hora de falar deles. Generalizando mesmo. Homem fala palavrão, joga vídeo-game, ouve música no último volume e assiste o Jornal Nacional. Homem é todo fodido e curte Redtube, meu bem, todo homem é punheteiro. Homem nem sempre é homem, às vezes é menino e nem sabe. Homem chora também. Tem sentimentos e diz eu te amo. Homens sofrem com contas matemáticas e não gostam de mulheres chamativas. Homem quer aprender a tocar violão só pra conquistar. Homem também tem um tipo de TPM não identificada. E homem não é todo fácil de se entender, estou errada? (myamphetamine)

Não era uma estrada de terra desagradável de se andar, na verdade, era até bonitinha e um pouco agradável. Era feita de paralelepípedos e via-se que já estava um pouco velha. Quando deu por si, estava concentrada bem no meio de uma encruzilhada. Não lembrava-se de que rua acabara de sair, apenas viu em sua frente dois caminhos diferentes. Rua dos Medos para a direita, Rua dos Desejos para a esquerda. "Qual pegar?", perguntava-se.

— Indecisa? — Um homem um pouco mais alto que ela estava por trás sussurrando em seu ouvido. Poderiam ser amigos.

— Sim. — Respondeu, sem se preocupar com quem era o estranho ou com o que ele faria ou gostaria de fazer. Engraçado.

— Bem, você precisa se decidir. Ou poderá chegar atrasada.

— Atrasada? Para o quê?

— Para a vida, minha cara! Para a vida!

— Rua dos Medos. — A resposta na ponta da língua, o aroma decisivo, ela inspirava temor e expirava sabor. Gosto.

— Realmente? Por quê? — Indagou o moreno, movendo-se para seu lado.

— Porque na Rua dos Medos, podemos superá-los e deixar de perder tempo por causa do medo que temos das coisas. Vivemos bem melhor, não é?

— Tem certeza disto?

— A Rua dos Medos uma hora chega ao fim, amigo.

— Pode ser sem saída.

— É mais provável que a Rua dos Desejos seja sem saída. E cheia de ilusões.

— Estratégico. Realmente, pode ser um golpe.

— O que você acha que vem depois da Rua dos Medos?

— Você não almeja adentrá-la? Descubra sozinha.

— Já andou por aqueles caminhos?

— Sou apenas fruto da sua imaginação, como poderia?

— Bem pensado.

— Você o conseguiu sozinha. — Suspirou. — Você confia na Rua dos Desejos? Ela pode te surpreender.

— Não confio.

— Por quê? — Indagou novamente. Ele não cansava das perguntas?

— Na Rua dos Desejos não teremos nada mais além de prazer, e o aprendizado? Irei aprender sobre o quê? Como satisfazer minha vontade? E na rua dos desejos você pode se perder entre eles, sem saber ao menos o que fazer, no final não terá nenhuma história para contar, nenhuma moral.

— Você realmente usa a lógica.

Evapora.

— Estou te ajudando a raciocinar.

— Obrigada. Fique.

— Exigente demais.

— Que seja.

— E no final, o que acontece?

— Ficarão lembranças, espero. Como fotografias formadas pela minha própria mente.

— Boa sorte no caminho que escolher. Tenho de ir.

— Venha comigo.

— Estarei aí dentro. Ainda serei seu amigo.

— Obrigada por tudo.

— E não se perca entre ilusões, por favor.

— Certo.

— Certo.

O amigo se foi, e ela tomou partida para a sua jornada. E enfrentaria de tudo ali. (anfetamina♣) e (issentimentos)