Deckled Edges Chapter 22 Posted

Ch 22: I Was Told There’d Be Cake Pops

Like the true pseudo-adult that I was, I liked to avoid conflict. I was always up for a good banter but true confrontation was scary and to be kept away from at all costs. I had bigger concerns, like whether it was feasible to reach my monthly book goals while maintaining a decent sleep schedule, and disguising my short piece of hair in amongst the rest of my curls so it didn’t look like I’d been accidentally sucked through the paper shredder at work.

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No alvoroço conflito sentimentalista a moça constatava o desinteresse no olhar do moço que a acompanhava, porém jamais imaginou que ele calado sofria… Na sua inocente mente ele não a abandonaria pelo descontentamento que causava sua desatenção e silenciosamente ela buscava uma forma de surpreendê-lo. Mas numa manhã de domingo tudo estava acabado quando descobriu a moça que ele em seus braços tinha outra. O torpor a envolveu dos pés a cabeça e qualquer um que olhasse bem o seu sorriso o percebia falso, o choro vinha forte causado pela dor que não a abandonava, as lembranças de algo que se insinuava amor se perdeu junto com as madrugadas, temia as olheiras fundas que denunciavam as noites mal dormidas, o estrago estava visível e praticamente irreversível. Quando de repente ela acordou e soube que o que foi um dia jamais voltaria a ser de novo.
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Ela gostava de quem era quando estava com ele pelo fato de não precisar ser forte o tempo todo e principalmente por ele se interessar mais por suas qualidades do que defeitos.

O mundo anda precisando de uma lavagem cerebral misturada com a espuma de uma mudança de comportamento. Precisa também de um um tapa na nuca para acordar e conseguir ver que está faltando tudo. Tudo mesmo, sabe? Falta água, luz, dinheiro para pagar a conta no fim do mês, chocolate no pote de doces, biscoitos no forno e até ideias na cabeça. Falta bom senso, que fui gradativamente substituído por vodka russa da pior qualidade, às vezes até misturada com algum destilado ainda mais barato e outras asneiras que a gente encontra na mercearia da esquina. Falta gente caridosa, falta carisma nos políticos e metas para se atingir. Faltam sonhos, na padaria e no sono. Falta de sacola para colocar os problemas junto com o lixo e despejar em algum aterro sanitário. Alguém sabe como mudar o mundo? Gentileza já dizia, a gente precisa ser feliz. Ser feliz é contornar a vida e mudar o mundo com um sorriso de cada vez, é um bom banho na água gelada para esfriar a cabeça e colocar a bondade em ordem. É correr de braços abertos na linha férrea esperando que um trem, desgovernado ou conduzindo por um maquinista distraído, passe por um fio roubando outros tantos fios de cabelo que raspam na carcaça metálica tirando um pouco do equilíbrio. Ser feliz, ser feliz é viver fazendo balizas entre o certo e o errado, escolher não atirar, não roubar, nem pensar em sufocar as esperanças e sonhos dos outros. É, certamente, saber como ver no outro um pouquinho do que você é e gosta de ser.
—  Theu Souza