curava

Moriva dentro,e nessuno se ne accorgeva.
Aveva bisogno di qualcuno,e nessuno le dava peso.
Vedevano tutti le sue cicatrici,ma mai nessuno si era fermato a curarle.

Sabe o tempo? Então quando me diziam que ele era o melhor remédio, que curava tudo, trazia repostas… Sinceramente duvidava, mas hoje vejo que sim o tempo faz isso tudo, nem sempre é fácil entender como ele funciona, pois ele tem um jeito todo especial e  não funciona como a gente quer, às vezes temos raiva dele,do que ele nos faz passar, mas depois vimos que tudo aquilo que aconteceu foi para nos ensinar e nos mostrar o porque de tanta coisa, então hoje faço isso, quando não estou bem, procurando respostas espero o tempo agir, paciente do jeitinho dele, pois sei que o resultado da espera vai ser o melhor e que só tenho a ganhar.

Aryane Melissa Romualdo

Eram duas da manhã, e minha cabeça estava a mil. Tinha acabado de retornar daquele bar. Mal consegui rodar a chave do meu apartamento, estava completamente bêbado e em minha cabeça ainda podia ouvir aquela música alta vinda do vizinho. Acho que eles estão comemorando mais algum aniversário de casamento. Seja como for, não aguento mais este barulho infernal. E sei lá, se tivesse aqui estaria rindo da minha cara pelo tombo que acabei de levar. Mas logo após estaria me botando no chuveiro e me dado banho pra ver se curava logo este meu estado de completamente bêbado enquanto me xingava pra caralho, nunca gostou quando eu bebia. Dizia que ficava péssimo e com um cheiro desagradável. Vai ver que tava certa, estou me enojando com meu próprio cheiro. E pensando aqui, ou melhor tentando, isto deve incluir nos fatores pelos quais você se foi né? Sempre reclamou sobre este meu jeito sem noção de ser. Nunca aceitou bem o meu descontrole com bebidas. E porra, esta droga de música não vai parar? Não tô conseguindo nem ouvir as drogas dos meus pensamentos. Pera, parece que ainda algo aqui que posso ouvir… Acho que é o meu coração batendo forte, gritando teu nome ao vento e esperando que conseguia ouvi lo mesmo com todo esse barulho.
—  Kat and Enzo 
Racconti / Roba di seduzione

BABY DID A BAD BAD THING

Sentì il suo corpo che finiva di fremere e provò quella soddisfazione tutta particolare che sempre lo assaliva dopo ogni singola volta, appagante quasi quanto l’amplesso stesso.
Poi, lo sapeva, sarebbe venuto per lei il senso di colpa, i suoi occhi si sarebbero velati di malinconia e lo avrebbe scacciato, allontanato da sé protendendo le mani a difesa di un onore già bello che andato. La sua piccola, fragile anima non era fatta per sopportare tutto quel dolore, la corruzione morale e l’abiezione ma il suo corpo pareva incapace di rinunciare a tutto il piacere che lui sapeva darle. E ad ogni occasione vi ricadeva, lei, povera giovane ingenua sposa soggiogata dalla determinazione di chi non si curava delle conseguenze.
-Vattene- gli disse ritraendosi come da copione.
Lui le sorrise. Era sincera e bugiarda ad un tempo.
-Non lo vuoi davvero- si permise di risponderle.
-Sei disgustoso!- fece lei ed esplose la sua rabbia in uno schiaffo che risuonò nel silenzio.
Poi allungò le dita verso il volto che aveva colpito, lo carezzò e avvicinò con un gesto delicato, quindi pose con forza rabbiosa le labbra su quelle di lui in un lungo, biasimevole bacio.

A volte sentiva le sue urla, da lontano, aveva addirittura paura di farsi sentire. Ma nessuno le stava vicino cosí tanto da poter sentire un solo gemito. Era sola, c’era poco da contestare su questo. Quando era nella sua stanza simulava quelle urla che cercava ogni giorno si nascondere e di far notare. Metteva le mani tra i capelli, troppo brutti per essere ritenuti tali, e “urlava”. Non veniva mai ascoltata e lei evitava anche di parlare. Voleva essere aiutata, ma a modo suo. Non le piaceva parlare di lei, di come era, dei suoi interessi, era un vulcano di idee e passioni ma odiava doverla condividere con altri. Le maniche perennemente lunghe, tenute giù dalle mani con unghie coperte da uno smalto scuro, perennemente mangiucchiato, potevano far capire a qualche persona più attenta che c’era qualcosa che non andava. Era vero. Si truccava spesso prima di rimanere sola, si curava prima di rimanere sola, poi iniziò a trascurarsi e iniziò anche la sua rovina. Stava così male. Si era affezionata alla persona che diceva di amarla. Si era affezionata anche troppo. Molte volte non aveva creduto a quello che le diceva il ragazzo ma, alla fine, si era affezionata, nello stesso momento in cui lui la abbandonò. Aveva fatto molte volte questo errore, e infatti, per l’erba volta, si ritrovò a piangere come una dannata cercando di non farsi sentire. Odiava troppo rispondere alle domande di chi non capiva le risposte. Era sempre immersa in quei soliti cinque libri, nei suoi disegni, nella sua musica e nelle sue lacrime. Ci aveva creduto e ora di ritrovava a voler farla finita e a chiedersi se qualcuno se ne fosse importato. A chiedersi “perchè?”, “cosa ho sbagliato?”. Aveva ben capito che il problema l’aveva creato lei, che lei era io problema. Tutti la vedevano diversa da come era realmente, la vedevano come lei si mostrava… Simpatica, dolce, allegra… Felice. Non lo era.
Eri l’unica cosa che curava la mia ansia. Non importa che giornata di merda avevo appena passato, appena tu arrivavi tutto dentro tornava al suo posto e io non potevo far altro che sorridere.
Il ciliegio

Mio zio aveva un grande albero di ciliege in giardino. Proprio nel centro.
Mio zio aveva sessant’anni e prima di lui quell’albero era stato di suo padre.
Lo curava come una parte di se.
Portava dei ramoscelli colmi di fiori alla zia e glieli metteva nei soliti bicchieri con i fiori blu e li sistemava al centro della tavola. Mia zia quando li vedeva sorrideva.
Poteva arrampicarsi solo lui, mio zio intendo, a prendere le ciliege. Nessun altro aveva il permesso di salire, nessun altro poteva toccare la sua pianta. Mio padre ha tentato per diverso tempo a fargli cambiare idea, l’età e la salute non erano molto a suo favore. Ma non c’è mai stato verso di fargli cambiare idea. È sempre stato un grande testardo.
Mi ricordo che da piccola mi sedevo sotto l’albero, leggevo storie ad alta voce, mentre mio zio zappava l’erba intorno al ciliegio e ogni tanto mi tirava dei sassolini.
Un anno il ciliegio si è ammalato. Nello stesso inverno mio zio è stato costretto a tagliarlo.
Ogni tanto lo trovavo guardare il vuoto nel giardino dalla finestra. Con quell’albero mio zia ha perso inevitabilmente una parte di se. Ma ancora oggi non so bene quale.
Qualche tempo dopo si è ammalato anche lui.

Não éramos felizes, eu pelo menos não, suas palavras me cortavam o coração e suas carícias não o curava, sua simples existência me era sufocante, eu era totalmente devota a ti, não me preocupava comigo.

13/02
São Martiniano

Nasceu no século IV, em Cesareia, na Palestina. Muito jovem, discerniu sua vocação à vida de eremita; retirou-se a um lugar distante para se entregar à vida de sacrifício e de oração pela salvação das pessoas e também pela própria conversão. Ele vivia um grande combate contra o homem velho, aquele que tem fome de pecado, que é desequilibrado pela consequência do pecado original que atingiu a humanidade que todos nós herdamos. Mas foi pela Misericórdia, pela força do Espírito Santo que ele se tornou santo.

Sua fama foi se espalhando e muitos procuravam Martiniano. Embora jovem, ele era cheio do Espírito Santo para o aconselhamento, a direção espiritual, até apresentando situações de enfermidades, na qual ele clamava ao Senhor Jesus pela cura e muitos milagres aconteciam. Através dele, Jesus curava os enfermos.

Homem humilde, buscava a vontade de Deus dentro deste drama de querer ser santo e ter a carnalidade sempre presente. Aconteceu que Zoé, uma mulher muito rica, mas dada aos prazeres carnais e também às aventuras com um grupo de amigos, fez uma aposta de que levaria o santo para o pecado. Vestiu-se com vestes simples, pobres, pediu para que ele a abrigasse por um dia. Eles dormiram em lugares distantes, mas ela, depois, vestiu-se com uma roupa bem sedutora e foi ser instrumento de sedução para Martiniano. Conta-nos a história que ele caiu na tentação.

Os santos não foram homens e mulheres de aço, pelo contrário, ao tomar consciência daquele pecado, ele se prostrou, arrependeu-se, penitenciou-se, mergulhou o seu coração e a sua natureza na misericórdia de Deus. Claro que o Senhor o perdoou.

Só há um pecado que Deus não perdoa: aquele do qual não somos capazes de nos arrepender.

São Martiniano arrependeu-se e retomou o seu propósito. Ele foi um instrumento de evangelização para aquela mulher que, de tal forma, também acolheu a graça do arrependimento, entrou para a vida religiosa e consagrou-se, fazendo parte do mosteiro das religiosas de Santa Paula e ali se santificou.

O santo, depois, foi para uma ilha; em seguida para Atenas, na Grécia, e, no ano 400, partiu para a glória tendo recebido os sacramentos.

Santo não é aquele que “nunca pecou”. A oração, a vigilância e o mergulho da própria miséria na Misericórdia Divina é o que nos santifica.

São Martiniano, rogai por nós!

http://santo.cancaonova.com/santo/sao-martiniano-o-jovem-eremita/

Antes de você, eu esquecia o celular, não ficava com ele na mão esperando você me dar um bom dia ou me responder, tinha pensamentos livres e horas vagas, viviam uma vida diferente. Eu não entendia as músicas, dormia bem todas as noites, não me importava com minhas roupas e nem meu modo de falar. Meu coração era saudável, impenetrável, constante. Eu não tinha neuroses, crise emocional, stress acumulado nem era carente, meus sorriso não tinham motivos. Antes eu não morria de saudades, não chorava ou ficava imaginando você com outra, não era tão bem-humorada, não dava tanta risada ao olhar o celular, não me preocupava em cuidar e fazer alguém feliz. Não morria de ciúmes, ódio ou pensamentos insanos. Não aguentava reclamações, não planejava tantas coisas boas e bobas. Não sabia sequer que um abraço curava tanta dor, que o mundo cabia num sorriso, que era possível gostar tanto de uma pessoa. A verdade é que antes de você, eu não era eu. Depois de você eu simplesmente comecei a viver de verdade!

Antes de ser mãe,eu atraia olhares pelo corpo escultural,afinal tinha tempo de cuidar bem dele
Antes de ser mãe eu podia colocar um biquíni sem me importar com estrias e flacidez
Antes de ser mãe eu recebia mais ligações dos amigos
Antes de ser mãe eu tinha tempo para deitar no sofá e dormir a tarde inteira
Antes de ser mãe eu não precisava ficar juntando brinquedos por toda a casa
Antes de ser mãe,eu tinha tempo,eu tinha mais amigos,eu tinha um corpo mais apresentável,eu tinha liberdade…
Mas antes de ser mãe
Eu era fazia,eu não sabia amar,eu não tinha motivos pra acordar bem humorada,eu não tinha um amor pra vida inteira,eu não tinha por quem lutar,eu não tinha abraços calorosos todos os dias,eu não tinha alguém pra cuidar,eu não tinha quem se sentia protegido comigo,
Eu não curava dodói com um beijo,
Eu não entendia que depois de ser mãe sim,eu seria FELIZ E REALIZADA

anonymous asked:

Bom, acho que devo a vc um grande enorme imenso pedido de dcps eu errei tanto que mal percebi o quanto te machucava, se ainda há tempo pra perdoa me perdoe, eu sempre entro aqui nesse teu tumblr rs vc sabe que nunca fui muito afim dessas coisas, mais acho que depois de tudo essa foi a pior forma que arrumei pra ficar mais pertinho de vc, vc sempre vai ser minha pequena enfermeira kkk lembra ? curava todas as minhas feridas kkk posha se saudade resolvesse alguma coisa estaria ao teu lado agora

Se ainda ha tempo pra perdoar ? eu te perdoava todos os dias, você não tem nenhum tipo de divida comigo Caio pode ficar tranquilo, eu jamais conseguiria seguir em frente sem te perdoar primeiro, é infelizmente saudade não resolve nada, mais fico feliz de saber que reconhece seu erro você nunca conseguiu fazer isso, sua nova namorada te ensinou direitinho, não me arrume problemas ok ? quero que seja feliz, as lembranças sempre existirão reconheço, mais ainda não existe maquina do tempo Caio, cada um pro seu lado e felicidades para ambos.

Emma aveva 6 anni. Emma era una bambina intelligente. Emma aveva tante barbie. Emma voleva diventare come loro. Emma era felice e sorrideva sempre. Emma era cresciuta. Emma aveva 16 anni. Emma non sorrideva più. Emma non era diventata come le barbie. Emma aveva i fianchi larghi e le cosce grosse. Emma non andava bene a scuola. Emma aveva problemi con i genitori. Emma voleva morire. Emma vomitava ciò che mangiava. Emma si chiudeva dentro la stanza e cancellava i suoi errori con una striscia rossa sui polsi. Emma era sola. Emma piangeva sempre. Emma non era felice. Emma amava Bukowski. Emma cominciava a dipingere linee rosse sul braccio, sempre più profonde. Emma aveva un diario. Emma scriveva spesso sul suo diario. Emma scarabocchiava il diario. Emma amava un ragazzo. Lui non l’amava. Emma aveva conosciuto una ragazza. Emma era cambiata. Emma era più bella, aveva capito quanto era perfetta. Emma si curava di più. L’amica l’aveva salvata. Il ragazzo l’aveva notata. Il ragazzo si era innamorato di lei. Emma era uscita con quel ragazzo. Emma si era fidanzata con quel ragazzo. Emma era finalmente felice, come da piccola. Emma era una barbie che aveva trovato il suo Ken. Emma sei tu.

Meu coração era lento, saudável e constante, antes de você. Eu dormia bem todas as noites e não me preocupava em que roupa eu iria sair, antes de você. Esquecia o celular, tinha pensamentos livres e horas vagas, antes de você. Eu não entendia aquelas canções melosas e não arrepiava cada centímetro do meu corpo, antes de você. Eu não sentia ciúmes, ódio ou pensamentos psicopatas, antes de você. Eu não tinha febre psicológica, stress acumulado, crise emocional e nem carência afetiva, antes de você. Eu não planejava tantas coisas boas e ao mesmo tempo, bobas, antes de você. Eu não morria de saudade, não era tão bem humorada e não me preocupava em fazer alguém feliz, antes de você. Eu não sabia sequer que um abraço curava dor e que o mundo cabia num sorriso, antes de você. A verdade é que antes de você, eu não era eu. 

Ao amor...

… Ao amor meus mais sinceros pêsames!
Porque tem quem mata a saudade, 
a solidão,
o respeito,
a carência
e coloca culpa no amor.
Que o mata também.
Acredito tanto que
o AMOR NÃO SUPORTA TUDO,
não supera tudo
E tem quem diga que eu sou louca, mas é…
Amor não cura ferida,
até porque quem causa ferida somos nós,
Amor não conserta danos,
porque quem causa danos somos nós,
Amor não é antidepressivo,
não é depressão,
Amor não é só sexo,
beijo e puxão de cabelo,
Amor não supera outra boca,
outro corpo,
outro ”eu te amo” dito a outra pessoa.
Não supera seus chifres,
suas fraquezas
suas mentiras, 
suas saídas escondidas.
Sempre achei que o amor superava o dia seguinte
que era só errar ali, que o amanhã seguinte tava tudo bem
(achei tanto que matei meu amor de fome, depressão e falta de ar)
Sempre achei que curava o mal de amor dando mais amor,
(achei tanto que acabei sem alguém e sem amor)
E por final, achei que sendo a outra, seria eu mesma para o amor
(achei tanto que acabei sendo a outra, de tantas outras).

O amor, chega…
O amor te encontra,
Te puxa a cadeira e te tira pra dançar
a música mais ridícula que existe em câmera lenta
e você ri, sem saber porque ta rindo e dizendo a si mesma
que o ritmo da música te contradiz,
PORQUE O AMOR É ISSO
é contradição
é ceder
é gostar do que não gosta sem querer
amor é sexo, sexo é amor
amor é falar a verdade com medo de machucar sim senhor
é sinceridade com lealdade com amizade sem maldade e com amor
Entende?
O amor te tira do sério
te causa olheiras,
mais não causa febre, 
te dá nos nervos,
te dá a sensação de bate o dedinho na quina
mais não sangra, só rala
e amanhã se consegue conserta, 
porque o amor não despedaça
quando é amor,
quando não tem outro alguém,
quando não tem babado, confusão e gritaria,
quando não tem cerca pra pula,
ele não abala,
quando a critica não é construtiva, 
é só abstrata
E olha eu,
que de tanto dar amor, 
fui tirada pra dançar
sem mais nem menos,
por ele…
justo ele…
que hoje retiro a coroa de flores,
o pretinho básico
e desenterro…
o amor!


Amanda.