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Había pasado todo el día anterior en su cama debido a que por andar sentada en el césped consiguió que una hormiga le picara y, como era de esperarse, la reacción alérgica que Nova sufría apareció minutos más tarde. Ya era el mediodía, sabía que la noche anterior era la pijamada de chicas y no se perdonaba por habérsela perdido. Todavía tenía algo de fiebre y si se levantaba de la cama se mareaba con facilidad, además de las numerosas manchas rosadas que estaban dispersas por toda su anatomía. Era un hecho, la suerte nunca estaba de su lado. Ninguna de sus compañeras se encontraban en la cabaña así que intentó ponerse de pie y caminar hacia la puerta de la cabaña con el objetivo de dirigirse al comedor y conseguir algo para comer pero aquello no salió bien. Apenas llegó a dar dos pasos antes de que un mareo la golpeara y la hiciera tambalearse sobre la mesa de noche de una de sus compañeras, tirando todo lo que allí se encontraba al suelo y haciendo un escándalo. Al segundo siguiente entró alguien a la cabaña probablemente porque habría escuchado los ruidos. — Hola… estoy bien, y aquí… no ha pasado nada —saludó intentando disimular. 

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Una vez terminado los compromisos por el Torneo y de agradecer a Zoe de haber aceptado ir como su pareja -pues no tenía en mente en llevar alguien más que no fuera Regulus pero sabía de sobra que no sería permitido ni por su jefe de casa ni por nadie.- trató de buscarlo entre la gente ahí en el Gran Salón pero no lo vio, ni siquiera  esa mañana cuando estaban en la habitación y debido a todo lo que Slughorn quería decirle, decidió ignorarlo.

Se cansó de buscar dentro así que salió. Aprovechó para encender un pitillo para calmar su nerviosismo; las vacaciones estaban cerca y no quería regresar ciertamente a la rutina de su hogar. A menos hasta saber que Regulus estaba disponible para salir, entonces, todo sería mejor. Barty lo vio con una chica a la distancia la cuál se reclinaba demasiado, movía su cabello y tocaba su brazo de forma coqueta; El muchacho casi tiró el pitillo al suelo. Vaciló por unos segundos antes de dirigirse hasta la escena. ¿Que eran esas punzadas en el pecho? ¿Celos? Quizás, si. No sabía. Pero quería dejar en claro a esa estúpida chica que Regulus no le pertenecía. — Uhm — carraspeó la garganta, haciendo acto presencia y miró a la susodicha — Lo siento… — relamió sus labios. — ¿Necesitas algo? — preguntó enarcando una ceja sin una pizca de amabilidad. — Si no, entonces te sugiero que te vayas.

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Henrique Lorente, 4: Porque tomo sorvete e brinco de teclado de música em casa. E a gente corre atrás da pombinha. Eu queria voar atrás dela, mas gente não voa.

Guilherme Vitor da Silva, 3: Porque eu como carne todo dia e, de noite, tomo vitamina de abacate. E também porque eu posso brincar de moto de dia e de noite.

Sabrina Cardoso Rezende, 5: Posso ir ao parque. Quando crescer, eu só vou poder ir lá para olhar as crianças e não vou conseguir descer no escorregador

Manuela Gomes de Mendonça, 8: Porque eu posso comer coisas mais gostosas que os adultos

Ianca Lobato Tonin, 8: Porque posso brincar de boneca, de pega-pega, de desenhar e de pintar. Tenho várias amiguinhas e a gente se diverte na escola

Débora da Silva Aguiar, 6: Porque quando a gente é adulto tem que pagar aluguel e não tem dinheiro
—  Por que você gosta de ser criança?
Há uma multidão na faixa ininterrupta que cruza o asfalto debaixo do semáforo vermelho. Os carros, respeitosamente, pararam. As pessoas, freneticamente, passam. Uns correm, uns caem, uns são pisoteados, uns pedem esmolas, uns assam as solas da botas, uns usam sandálias de dedo que ficam presas nas grades do bueiro, uns saem apressados para pegar o ônibus que já vai saindo lotado, uns ficam abobalhados olhando para o movimento. Eles não são daqui. Não deviam essas pessoas, que tem suas vidas, que tem seus problemas, que devem ter umas quatro contas de luz vencidas para pagar, se preocupar com o tempo que transcorre no relógio da central ferroviária já desativada e, apressados, perderem o horário de tomar suas doses diárias de ansiedade. Tem gente que corre muito. Corre e não sabe para quê. Estão em toda parte, não respeitando a vírgula. Eles só querem chegar. Enquanto isso a faixa, que era branca e ininterrupta, fica já precisando de retoque de tinta nas falhas que os sapatos levaram no encalço de suas apressadas indas, vindas e tão raras paradas.
—  Theu Souza 
Mas ela encontrou você. Você, que não é príncipe. Você, que não tem cavalo branco. Você, que é humano. Você, que também erra. Você, que é homem, mas chora. Você, que nem sempre é valente e corajoso. Você, que também tem defeitos. Você, que ela ama assim, exatamente do jeito que você é: imperfeito.
—  Clarissa Corrêa.
É capaz de conquistar, tudo que ousa sonhar, jeito de menina, mas é tão mulher, que levanta e corre atrás do que quer. E sabe que o simples quase sempre é mais, pois todo amor e paz estão nas coisas mais simples. Não foge da guerra, mas luta pela paz.
Cicatrices Clanessa - Capítulo 24

Ao chegarem à sala elas vêem que todos estão chorando, ao ver Clara, Rosangela corre em direção à filha e a abraça, mas o abraço não é correspondido, Clara quase esmaga os dedos de Vanessa, pois os aperta com muita força, fazendo com que esta solte um gemido de dor e se contorça.  Rosangela se afasta e olha nos olhos de Clara que transparece magoa seus olhos estava nublado, Rosangela se assusta com aquilo e se junta novamente ao marido.

Clara - Não quero ladainhas, quero que sejam claros e objetivos – diz séria – Quero que você me conte toda a verdade, e como a minha filha se transformou na minha sobrinha Star.

Todos se assustam com o semblante sério e sombrio de Clara, todos só tinham visto ela assim há 10 anos atrás quando queria fazer o aborto e este lhe fora negado. Todos tinham medo de que Clara entrasse em depressão novamente, que voltasse a ser aquela Clara triste que fora por anos.

Paulo - Vou lhe contar passo a passo tudo o que aconteceu – diz tentando controlar sua emoção – Quando você me pediu a autorização para fazer o aborto, queria atendê-la rapidamente, cheguei a falar com o médico para que ele realizasse o aborto, já que você tinha sofrido violência sexual. Este me informou que o aborto era algo proibido e que enfrentaríamos muitas burocracias, e que se o juiz permitisse que fosse feito, poderia ser arriscado para você e para criança, pois geralmente essas coisas demoram, e talvez sua gravidez pudesse estar muito evoluída. Fiquei pensativo, resolvi então falar a respeito de clínicas clandestinas, mas o médico disse que isso não deveria nem passar pela minha cabeça, pois colocaria a sua vida em risco, já que nessas clinicas os “médicos” parecem mais açougueiros do que profissionais da saúde. Assustado e não satisfeito, procurei outro médico, este se propôs a dar entrada em toda a papelada junto com o advogado da nossa família para que fosse feito o aborto, mas antes me esclareceu todos os riscos se algo ocorresse errado – pausa – Eram muitos riscos filha, quase todos para você. Você poderia morrer, tinha a possibilidade de uma hemorragia, além de que se algo acontecesse você poderia ficar estéril. Conversei com sua mãe e ambos tomamos a decisão de não pensar em aborto, por mais que você nos odiasse por causa disso, não colocaríamos a sua vida em risco – respira fundo encarando-a - A gravidez também acarretava em riscos para você e para o bebê, já que você era novinha e seu corpo não estava totalmente formado para gerar uma criança. Deveríamos tomar o Máximo de cuidado com você e com o bebê para que nada de mal acontecesse. Como você foi morar com sua tia, deixamos nas mãos dela. Ela teria a tarefa de fazer você fazer todos os exames. Ela nos informava sempre a cada consulta sua o estado de sua saúde e a de seu bebê. Quando você estava prestes a dar a luz – respira fundo – Mayra e o marido me telefonaram falando que o bebê deles estava com um problema no coração, que teriam que fazer uma cesárea de emergência para tentar salvar a vida do bebê. Eu entrei em surto, não sabia para que país me dirigir. Se ia para a Inglaterra, ou se iria para os EUA. Sua mãe e eu decidimos que eu iria ajudar você e que ela ficaria ao lado de Mayra. Quando seu bebê nasceu pensei que você se sensibilizaria e mudaria de ideia e ficaria com ele, mas ao contrário do que pensei você rejeitou ainda mais a criança e pediu-me chorando que jogasse ela fora, que me livrasse dela, pois você a odiava.

Nesse momento Clara estava abraçada à Vanessa chorando muito, ela lembrava perfeitamente de todas aquelas palavras, da rejeição, do ódio sentido por uma criança que não tinha culpa de nada, por uma criança que agora estava com a vida debilitada em um hospital, dependendo da sorte e de Deus.

Paulo ficara calado por alguns instantes, mas ele tinha que terminar seu relato, tinha que terminar de contar a verdade para Clara.

Paulo - Falei com a assistente social e pedi seu auxilio para saber o que fazer com a criança, pois você a rejeitara. Ela me disse que era para eu pensar bem antes de tomar qualquer decisão e que talvez você se arrependesse, e se isso acontecesse poderia ser tarde demais se a criança já tivesse sido enviada para a adoção. Liguei para sua mãe e ela me informou que a filhinha de Mayra tinha falecido que não resistira à cirurgia. Vi ali a chance de encontrar um lar para a sua filhinha, falei com Mayra e esta falou com o marido. Mayra ficou muito abalada pela perda da filha, mas disse que jamais deixaria a sobrinha desamparada, ou em um lar adotivo, que criaria a menina como se fosse dela, que pequena Star era um presente de Deus. Que Deus havia dado para ela uma segunda chance para ser mãe. Falei com a assistente social, e esta organizou toda a documentação para que eu embarcasse com Star para o EUA. Sua irmã se emocionou muito ao segurar Star em seus braços, mais ainda quando a amamentou pela primeira vez. Uma assistente social juntamente com o grupo de advogados resolveu toda a papelada para que Star fosse legalmente filha de Mayra e de Coyote. Fizemos um pacto entre nós que se você não mudasse de ideia, ou nos procurasse para saber do paradeiro de Star nunca iríamos contar-lhe a verdade. Tínhamos medo de que você nos odiasse como agora, mas entenda que não poderíamos deixar um membro de nossa família largado em um orfanato sem saber onde encontrá-lo, sem saber que este estava passando por alguma necessidade ou maus-tratos. Erramos? Sim, mas foi por Star, pela vida e bem estar desta menina – finaliza.

Todos ficam em silêncio por alguns minutos. Clara tenta digerir tudo que seu pai acabara de lhe contar. Se tivesse que apontar culpados, todos seriam. Fabian por ter abusado dela sexualmente, ela por ter rejeitado a criança, os pais, a irmã e o cunhado por terem enganado-a por todo esse tempo, escondendo a verdade sobre Star.

Clara - Não posso falar que os perdôo agora por terem mentido e escondido isso de mim, mas entendo os motivos que levaram todos a fazerem isso. Dêem-me um tempo para pensar, não me pressionem, me deixe sozinha um pouco – diz se levantando – Quando eu estiver preparada eu procuro vocês – se vira para a Vanessa que se levanta.

As duas vão para casa de Vanessa. Clara passa a noite inteira chorando, e tem Vanessa ao seu lado que faz de tudo para que ela se sinta melhor.


Star - “A quimioterapia não está dando certo, estou com medo, hoje a médica conversou com os meus pais sobre a possibilidade de se precisar realizar um transplante de medula. Meu cabelo está começando a cair, minha dinda sumiu, não me liga e nem fala comigo. Sinto sua falta.Quero ir embora daqui”.


Todos são submetidos a teste de medula para saber se são compatíveis com Star, o resultado: ninguém, infelizmente ninguém é compatível com a menina.
A médica diz que o quadro de Star se agrava gradativamente, que as doses dos medicamentos estão sendo aumentado a fim de matar as “células ruins” Todo o tratamento está sendo muito doloroso para a menina. A médica pergunta se Mayra não tem mais filhos, esta responde que não e mesmo se quisesse não os poderia ter, pois devido a complicações no parto se tornara estéril. A médica explica que casos assim geralmente um irmão do mesmo pai e da mesma mãe tem mais ou menos 35% de chances de serem compatíveis com o doente. Mayra fica pensando a respeito disso, e nota que havia pessoas que não tinham se submetido aos exames de compatibilidade de medula óssea. Juntando toda a coragem e sendo levada pelo amor de “mãe” ela procura Clara.

May - Sei que você não quer falar comigo – diz chorosa – mas você é a única que talvez possa salvar a Star – fala agora aos prontos – o tratamento não está dando certo e a chances dela precisar de um transplante de medula crescem a cada dia. Só você Clara pode salva-la. Você precisa pedir para o Fabian e a família dele fazer o exame, talvez algum deles seja compatível com a Star, se for assim ela pode se curar dessa maldita doença e parar de sofrer como está sofrendo, por favor, Clara me ajuda, ela é sua filha também, eu já não sei mais o que fazer. Eu estou desesperada-se ajoelha cobrindo o rosto com as mãos e chorando desesperadamente.
Clara se ajoelha ao lado da irmã e abraça.


Clara - Se acalma Mayra, me conta o que aconteceu.


Mayra informa a Clara de tudo, a essa altura Vanessa já estava ao lado delas escutando tudo e ficando incomodada com a possibilidade de Clara procurar Fabian, pois sabe que mesmo que agora esteja um pouco feliz vê Fabian poderia piorar e muito o estado emocional de Clara.

Clara - Eu tenho que procurar ele Vanessa – fala decidida.
Van - Você não está preparada para enfrentar esse cara, você sabe que ele é perigoso. Você lembra o nosso encontro com ele? Viu como ele é maluco? Como você tem a capacidade de me falar que vai procurar ele? Você está maluca Clara? – grita.
Clara - Eu não tenho escolha. A vida da Star está em risco, e ele pode ser nossa última chance para salva-la – diz enquanto se joga no sofá desesperada.
Van - Vamos pensar com calma, temos que estar preparadas para o que esse maluco possa pedir – disse, enquanto passava as mãos pelo cabelo aflita.

                          ====== Twitter: @NaretaPasamio ======

Quer se matar? Imagine isso. Você chega em casa depois da escola um dia. Você teve mais um dia horrível. Você está pronta para desistir. Então você vai para o seu quarto, fecha a porta, e tira a carta de suicídio que você tenha escrito e reescrito. Você pega os remédios e os leva para a sua cama. Você toma todos, enquanto passa a lâmina fundo na veia, segurando a carta contra o seu peito, você fecha os olhos pela última vez. Algumas horas mais tarde, o seu irmão mais novo bate à sua porta para lhe dizer que o jantar está pronto. Você não responde, então ele abre a porta. Tudo o que ele vê é você deitada na sua cama, ele pensa que você está apenas dormindo. Sua mãe vai para o seu quarto para acordá-la. Ela percebe que algo está estranho. Ela pega o papel em sua mão e o lê. Soluçando, ela tenta acordá-la. Ela está gritando o seu nome. Seu irmão, tão confuso, corre para ir contar para o pai que “a mamãe está chorando e sua irmã não vai acordar.” Seu pai vai para o seu quarto. Ele olha para a sua mãe, chorando, segurando a carta ao peito, sentada ao lado de seu corpo sem vida. Ela com dificuldade, fala pra ele o que está acontecendo, e ele grita. Ele grita e joga alguma coisa na parede. E, em seguida, caindo de joelhos, começa a chorar. Sua mãe rasteja até ele, e eles se sentam lá, abraçados, chorando. No dia seguinte, na escola, há um anúncio. O diretor diz a todos sobre o seu suicídio. Leva alguns segundos para que de a noticia concreta, e uma vez que ele conta, todo mundo fica em silêncio. Todo mundo culpa a si mesmos. Seus professores acham que eles foram muito duros com você. Essas meninas populares, pensando em todas as coisas que disseram pra você. Aquele menino que costumava te provocar e chamar-lhe de nomes feios, ele não pode ajudar, mas ele agora odeia a si mesmo por nunca lhe dizer o quão bonita você realmente era. Seu ex-namorado, que terminou com você ele não pode lidar com isso. Ele se desespera e começa a chorar, correndo para fora da escola. Seus amigos? Eles estão chorando muito, querendo saber como eles nunca poderiam ver que algo estava errado, desejando poder ter te ajudado, antes que fosse tarde demais. E sua melhor amiga? Ela está em choque. Ela não pode acreditar. Ela sabia o que estava passando, mas nunca pensou que chegaria a tal ponto ela não consegue chorar, ela não consegue fazer nada. Ela se levanta, caminha para fora da sala de aula, e só cai no chão. Treme, grita, mas as lágrimas não saem. Alguns dias depois, em seu funeral, a cidade inteira praticamente estava lá. Todo mundo sabia quem era você, a menina com o sorriso brilhante e personalidade borbulhante. Muitas pessoas falam sobre todas as boas lembranças que tiveram com você, havia um monte. Todo mundo está chorando, o seu irmão mais novo ainda não sabe que você matou a si mesmo, ele é muito pequeno para entender as dimensões disso. Seus pais só disseram que você morreu. Dói muito. Você era a irmã mais velha, que estava sempre lá para ele. Sua melhor amiga, ela permanece forte, durante todo o velório, mas assim que começam a baixar seu caixão no chão, ela só grita, jogando-se no chão. Ela chora e chora e não para por dias. É dois anos mais tarde. A vida de todos continua, mas não necessariamente voltou ao normal. Aquelas meninas populares têm distúrbios alimentares agora. Aquele menino que costumava provocar você se corta. Seu ex-namorado não sabe como amar mais e apenas dorme por aí com as meninas. A sua melhor amiga? Ela tentou se matar. Ela não teve sucesso como você, mas ela tentou… O seu irmão? Ele finalmente descobriu a verdade sobre sua morte. Ele também se machuca agora, ele chora à noite, ele faz exatamente o que você fez durante aqueles anos que antecederam seu suicídio. Seus pais? Seu casamento se desfez. Seu pai tornou-se um viciado em trabalho para se distrair da sua morte. Sua mãe foi diagnosticada com depressão e apenas repousa na cama o dia todo. Conclusão? Suas escolhas não vão apenas afetar você. Elas vão afetar a todos. Não termine a sua vida ainda, você tem muito para viver. As coisas não vão ficar melhor se você desistir. Não importa de onde você veio, não importa quem você é, você tem chances de vencer.

No te estanques
en este poso de falacias
donde el sol no es nunca
el gobernante.

No te acerques
a estos labios escarlata
que ya en tu nombre no suspiran
ni citan nimiedades.

Anda, corre y no regreses
mis prejuicios en pie siguen
y en murmuro mis versos
se desmoronan lentamente.

Que tus talones
sobre éste césped gris
se marchen de la noche
y huyan de mi sed.

—  Esta noche. Tatiana C.
2

Ohhh my god. Ohhh ,y god. Ohhhhhhhhhhhhh THERE IT IS THERE IT IS. THERE IT IS. OH MY GOD. EAYEAYEYAYEAHEYAHEY EYAEAAAAAAA YEAAAAAAAAAAAAAAA YEAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA YEAAAAAS. I FOOUND IT. I FOUND IT. I FOUND IT. I FOUND IT. YEAH. YEAAAAAAAAAAAAAAAH. I FOUNDI IT FINALLY!!!!! YEAH!!!!! OH MY GOD. OH MY GOD I FINALLY FOUND IT. OH MY GODO. HOH MY GOD. I CAN’T BELIEVE IT. TAKE A LOOK AT HTIS EVERBODY. A LIVE SHINY PONYTA IN MY LEAF GREEN VERSION. I CAN’T BELIEVE THIS. I CAN’T BELIEVE THIS. I FINALLY GOT IT. OH MY GOD my heart is beating 100 miles per hour. i was listening to my favorite band once again. Sum 41. No Reason. Live in Ontario 2005. after 25968 encounters I HAVE FINALLY GOT IT OH My god corre al gol, lo va a patear yyyy GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOoOoOoOoOoOLLLLLLLLLLLLLLLLL!!!!!!!!!! GOL GOL GOL GOL GOL GOL GOL GOL!!!!!……QUE GOLAZOOOOO!!!! *churns butter very quickly*

FINDOMY MINI FANFIC WIGETTA CAPÍTULO SEIS

Vegetta

Era él, aquí estábamos ambos en el mismo espacio, al mismo tiempo, era mi Willy, aquí solo a un par de metros, el comenzó a caminar hacia mi lentamente, con toda la inseguridad del mundo, con toda la desconfianza que se puede tener, yo solo di un par de pasos, el se detuvo cuando yo camine, yo lo hice también, el hizo un gesto extraño, un gesto de disgusto uno que aun con el antifaz se notaba, note aun con él antifaz que sus ojos eran de tristeza, yo le clave la mirada, note como el comenzaba a llorar y seguido corría hacía mi, llego casi al instante hacia mí, el se abrazo de mí — ¿por qué tenías que irte? — me dijo seguido se arrodillo frente a mi destrozado, yo lo tome de sus muñecas y lo subí hasta mi pecho, me quite el antifaz fuertemente para seguido con ambas manos deshacerme del de él delicadamente, sus ojos estaban rojos del llanto, el estaba inconsolable, lo abrace fuertemente escuchando sus sollozos, el no me abrazaba, ni me tocaba — Madre mía Willy, ¿Qué tanto daño te hice? — fue eso lo que termino de romperle el corazón al igual que a mí, sus sollozos se hicieron más grandes, coloque mi mano izquierda en su cintura mientras que con la derecha entrelazaba mis dedos en su mano, el no la cerraba, se separo un poco de mi sin alejarse del agarre, yo le di una pequeña sonrisa mientras una lagrima corría por mi mejilla, el me miro a los ojos, al fin podía mirar esos pequeños ojos marrones y hermosos, comencé a balsear al son de la canción, el miro mis pies para seguido dejarse llevar por la música, suspiro y cerró los ojos para seguido por fin entrelazar nuestras manos, él abrió los ojos y ahí estaba yo mirándolo con toda la dulzura del mundo, las lagrimas comenzaron a rodar por ambas partes, el inconsolable por lo que le había hecho en la vida pasada y yo sin creerme que él estuviera aquí, que al fin pudiera tocarlo, estaba bailando con él, el sonrío al notar como lo miraba, el rojo comenzó a notarse en sus mejillas grandes, yo le sonreí, diciéndole con la mirada que lo amaba que había extrañado tenerlo a mi lado, el me miro correspondiendo a mi mirada, ¿Qué daño le había causado?, ¿Por qué me había ido?, él sabía la mayoría de las respuestas, estaba seguro de eso, ambos seguíamos bailando, el se acerco a mi recargándose en mi cabeza, las lagrimas se hicieron presentes en mis ojos más que nunca, estaba abrazado de él, el me tomo del cuello y yo lo tome con ambas manos de la cintura, bailamos juntos, ambos inconsolables, nos habíamos buscado por tanto tiempo y al final nos encontrábamos, al fin encontraba al amor de mi vida, no me importaba todo el tiempo que busque no me importaba todas las cosas que hice en esta vida y en la pasada para enamorarlo lo haría de nuevo si fuera necesario, el se separo de mi un poco quedando a tan solo unos centímetros de mi, el me dedico una leve sonrisita, yo suspire, lo tome con mi mano derecha de su cuello lo acerque a mí y al oído le susurré “hemos encontrado el amor justo ahora donde estamos”

Capítulo 6
¿Quién?

Vegetta.
Aquí estábamos los dos puestos en el mismo camino, en el mismo instante, en el mismo lugar, juntos para rehacer esa vida que tanto anhelábamos, juntos para por fin poder vivir nuestra vida que por tantos buscarnos se había convertido en una pesadilla.

Willy.
Sus ojos eran aun más hermosos que en los sueños, sus labios eran aun más deseado que en los sueños, el era aun más perfecto que en mis sueños, el me pego a él desde mi cintura, yo sonreí apenado sintiendo como mis mejillas se abochornaban tanto.

Vegetta.
Se veía tan lindo sonrojado, le sonreí chavando la mirada en él diciéndole con la misma que estaba enamorado de él, que lo amaba con toda mi alma.

Willy.
El clavo la mirada en mí, yo baje la mirada intentando esquivarlo, el con su mano derecha soltó mi cintura para seguido tomar mi mentón y subirlo para que yo lo mirara, el dejo de bailar y tomo mi rostro con ambas manos.

Vegetta.
Yo deje de bailar para seguido tomarle su rostro con ambas manos, el me sonrío, yo sonreí levente notando como una lagrima caía por mi mejilla, me acerque lentamente a él intentando unir nuestros labios, vi como una lagrima caía por su mejilla colorada al igual que en la mía, el entrelazo sus manos en mi cabello, yo me acerque lentamente a mí.

Willy.
El unió sus labios con los míos en efecto a un gran amor, a una gran promesa, ambos encajaban de la manera más perfecta, el me besó.

Vegetta.
Yo, lo bese, aun con los ojos cerrados pude notar como todo a nuestro alrededor daba vueltas, pero no me importo en este momento solo existíamos él y yo.

Willy.
Sentí como todo nuestro mundo se desvanecía pero como era en los sueños, solo me importaba él.

Vegetta.
Pero entonces…

Willy.
Fue ese el momento…

Vegetta.
Desperté.

Willy.
Cuando desperté.

*****

— Samuel — alcancé a escuchar, yo abrí los ojos encontrándome con mi madre frente a mí cama — Buenos días Samuel… — ella me sonrío, yo le dedique una leve sonrisa mientras frotaba mis parpados — ¿Qué tal tus sueños el día de hoy? — yo suspire, y comencé a estirarme aun en la cama, mi madre se sentó en la misma.

— La verdad no recuerdo ni que soñé —termine de moverme extrañamente para abrir los ojos y sonreírle a mi madre —buenos días mamá, ¿qué vamos a desayunar?

— Samuel… — ella colocó una manó sobre mi  mano que estaba encima de la manta — ¿no soñaste con Willy? — noté la seriedad en sus ojos, la preocupación, yo sin entender me senté en la cama frente a ella y le tome su manos con ambas manos para después llevarla a mi boca y darle un beso.

— ¿Quién? — le pregunté tranquilo mientras la miraba a los ojos.

*****

— Hombre Guille… — yo abrí los ojos — ¿viniste a jugar o a dormir? — yo sonreí y me levante sentándome en la cama de Frank para seguido frotarme los ojos.

— Mas bien te invite yo a jugar con mi consola, no te invite para prestarte mi cama para tus encuentros nocturnos con Vegetta — el río, yo comencé a intentar tronar las articulaciones de mi cuerpo, seguido frote mi cabello mientras bostezaba y procesaba lo que había dicho Frank.

— ¿Encuentros nocturnos con quién? — le dije entre bostezos, el puso pausa al juego girando a verme.

— Vegetta… — respondió seguro de que yo sabía de lo que hablaba — tú Vegetta.

— ¿Quién? — pregunté confuso.

*****
Vegetta

Me levante de la cama después de que mi madre se había ido ¿quién era Willy?, sin tomarle importancia me cambie rápidamente para seguido bajar y desayunar, entre a la cocina notando que mis padres discutían por algo y paraban justo al instante en verme entrar — Buenos días papá — le salude para después dirigirme y darle una palmada en el hombro.

— Muy buenas hijo, ¿Qué tal tu noche? —preguntó él para seguido darle un sorbo a su café, note como mi madre me miraba y me sonreía de una forma muy extraña, yo me reí.

— Madre ¿Qué tienes? — Ella borro de inmediato la sonrisa — bien papá, sentí que dormí más que nunca.

— Lávate las manos que ya comeremos — me ordeno mi madre, mi padre con su cabeza me indico que lo hiciera, yo suspire, le di un beso a mi madre para seguido subir las escaleras hacía el baño, abrí la primera puerta a mano derecha de la escalera, abrí el grifo para lavarme la manos mientras veía mi reflejo en el espejo, termine para seguido sonreírle a mi reflejo, con mi mano izquierda intente acomodar mi cabello, sonreí una última vez y baje.

Me senté a desayunar aun con mi pijama, había tostaditas de pan y fruta, acompañado de un vaso de vidrio de jugo de naranja, los tres desayunamos de la forma más silenciosa como siempre, mi padre en las mañanas era callado y mi madre también, quizá es que era muy temprano para charlar.

Tardé unos 17 minutos en terminar, espere a que mis padres terminaran su desayuno y así tomar los platos de los tres — no podrás con ellos, déjame ayudarte — me advirtió mi madre, no hice caso, tome los 5 platos que había en la mesa junto con los 3 vasos, camine apenas 3 pasos de la mesa al fregadero cuando cayeron los platos a mi derecha, el color rojizo comenzó a correr por mi muñeca derecha.

— ¡JODER! —Exclame, dejando caer los de más platos y vasos cortando aun más mi muñeca, con mí mano izquierda presione la herida.

— ¡SAMUEL! — Gritó mi madre levantándose de la silla y encaminándose hacia mí, al igual que hacía mi padre.

— Perdón, se me salió — me disculpe haciendo referencia a la mala palabra.

— Joder Samuel olvida eso, tu muñeca — ella coloco sus manos sobre la mía llenándose un poco de sangre — vamos a un médico, Samuel, abre el auto — le indico mi madre a mi padre.

— Está ya abierto — respondió él desde la puerta principal, mi madre tomo un trapo blanco de la cocina y me lo puso en la muñeca en plan brazalete, ambos subimos al auto, mis padres adelante y yo atrás.

El hospital central de Madrid, madre mía ¿no había otro más cerca?, claro, pero este era el de Madrid, baje del auto con el trapo de color rojo, apenas entre una señorita de recepción de emergencias se retiro del mostrador para indicarme a donde ir — Madre mía tío ¿pero a ti qué te paso? — Ella tomo mi muñeca con sus manos intentando hacer que no lo moviera — Vengan por acá señores — le indico a mis padres, ambos obedecieron y nos siguieron — Siéntate aquí me indicó al entrar a una habitación con miles de sillas, yo obedecí sentándome en una de las sillas, la enfermera llego casi de inmediato.

— ¿Qué te paso? — Me pregunto mientras quitaba el vendaje poco efectivo de mi madre.

— Me herí con la bajilla de mi madre — no pude ver la forma de las cortadas por la sangre que las había cubierto.

— ¿No te gustaban y por eso las quebraste? — Me pregunto ella, mientras limpiaba la sangre seca, yo sonreí — vallan por favor a recepción y registren a… — Hizo una pausa esperando a que yo respondiera mi nombre.

— Samuel — respondí, ella asintió y continuó limpiando la sangre para seguido mirar a mis padres y sonreírles, ambos salieron dejando con mi herida y con la enfermera.

— No necesitas cocidas — me dijo mientras se alejaba y tomaba un paquete de vendas — ¿en realidad te heriste con la bajilla de tu madre? Ó ¿se te paso la mano con la depresión?

— ¿Cómo? — Pregunté sin entender de que hablaba.

— Me parece imposible que con la bajilla de tu madre en un accidente se te hicieran dos círculos semi-perfectos — ella comenzó a  poner la venda, yo las retire al escuchar eso y mire mi muñeca, dos círculos casi perfectos estaban marcados en mi muñeca, uno encima del otro, se veía realmente espantoso.

— ¿Segura que no necesita puntadas?

— ¿Quién es la enfermera aquí? — me preguntó tomándome  y enredando las vendas en mi muñeca.

— Yo estudio enfermería, gracias — le dije tomando las vendas y poniéndomelas yo solo, ella sonrío sarcásticamente y se levanto, tome los broches de metal y asegure las vendas.

— Entrega esto en recepción gracias — me entrego un papel, yo lo tome y salí de ese lugar.

*****

— ¿Cuándo te vas a quitar eso? — preguntó mi madre haciendo referencia a la venda de la muñeca, yo me acosté en la cama para después cubrirme con la manta.

— Mañana me la quito — yo le sonreí, ella me dio un beso en la frente para después salir, justo salió de mi habitación me levante sentando en el cama y apoyándome en la pared, quite ambos broches plateados para después ir retirando lentamente las vendas, termine de quitarlas y tenía la mano hacia arriba, la giré lentamente para ver mi muñeca, no había nada, era imposible, ¿dónde estaban los círculos que la enfermera había dicho ver?, mi muñeca estaba completamente limpia de cicatrices o cualquier tipo de imperfección, coloque las vendas a un lado de mi cama para seguido disponer a dormir.

*****
Willy

— Guillermo… — susurro haciendo que yo despertara, desperté exaltado sentándome de inmediato sintiendo debajo de  mi muñeca uno de los cuchillos de la cena que tenía sobre la cama, me había dormido mientras cenaba y jugaba COD, la sangre comenzó a correr por mi muñeca izquierda, la mire para observar la gravedad, dos círculos perfectos se postraban sobre ella, asustado me levante de inmediato hacia el baño que estaba justo a la derecha de mi habitación, abrí de inmediato el grifo poniendo mi muñeca debajo del agua, limpie la sangre antes de ver, cerré el agua, la cortada era casi imposible de ver, tome uno de los algodones que tenía mi madre en el baño, limpie un poco el agua sin poder ver la cortada, seque las manos en la toalla para seguido dirigirme hacía la habitación y acostarme en la cama.

******
Vegetta

Pequeños ojos negros, cabello despeinado, oscuro como la noche, labios perfectamente besables, grandes, curveados, sonrisa perfecta, mejillas grandes adornadas con un color rosa, alto, cuerpo delgado; unos dedos perfectos para un par de juegos sucios comenzaron a despeinarle y jugar con su cabello, un anillo dorado adornaba su dedo anular — Samuel — susurro lo cual hizo que me despertara de golpe.

Abrí los ojos agitado me senté en la cama, vi el reloj sobre el escritorio, faltaban 15 minutos para las 7, frote los ojos con mi mano derecha, con la misma despeine mi cabello, abrí los ojos, note que algo había en mi muñeca, no era la cicatriz, me levante corriendo hacia el baño, con el agua del grifo intente borrar el símbolo que ahora pintaba mi muñeca, fue imposible, dos círculos, uno arriba otro, una línea horizontal los separaba y una vertical los unía, así formando una cruz sobre los circulo, dos líneas elípticas a los costado unidad en el centro de la cruz.

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« La fuerza era llamada Findomy, ellos ahora estaban enamorados — DOS PERSONAS QUE SE AMAN — y ni siquiera se conocían en sueños — SON SEPARADAS Y CONDENADA A BUSCARSE ENTRE SI — sus mentes habían sido borradas, — PERO EL HILO ROJO NUNCA SE ROMPE —  la búsqueda debía ser complicada pero en realidad es simple — & SI EL AMOR QUE SIENTEN EL UNO POR EL OTRO ES TAN GRANDE COMO SE CREE — unos cuantos metros separaban sus vida, unos cuantos metros separaban sus corazones — SUS CAMINOS SERAN UNIDOS DE NUEVO POR ESSA FUERZA — no se conocían, no se recordaban — FINDOMY—»

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Willy

Ojos grandes color marrón, cabello perfectamente peinado, labios curveados y de un color rosado, alto, cuerpo perfectamente torneado; su mirada se clavaba en mi en busca de algo, su rostro mostraba tristeza, un anillo de oro colgaba de una cadena en su cuello — Guillermo — susurró él, desperté de golpe agitado y anonadado, me levanté rápidamente sentándome en la cama, frote fuertemente mi rostro, peine mi cabello con mis manos percatándome de re-ojo que había algo en mi muñeca, la mire y un símbolo extraño había sobre ella, intente borrarlo con mi mano derecha, fue imposible, Findomy, esa palabra resonaba en mi cabeza, no entendía y no sabía que significaba el símbolo en mi muñeca, cosas extrañas me estaban sucediendo, episodios raros e inexplicables sucedían a mi alrededor ¿qué estaba pasando?

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HOLAAAAAAAAAAAAAAAA, la verdad es que me da mucha hueva escribir algoxd, solo que les quiero agradecer su valioso tiempo que me regalan, espero que tengan un lindo día, que pasen buena mañana, tarde, noche o madrugada según la hora en que lean esto, feliz fin de semana y nos vemos aquí el Martes 23.

Besos y abrazos desde México con sabor a comida re-calentada de navidad

Los ama, Gabs.

Z4

anonymous asked:

58 y 25

25. ¿Qué coleccionas?

Tengo monedas de otros lugares. Tengo cartas de otras personas.
Y tickets de cine.

58. Describe a tu mejor amigo/a
Bueno, se llama Yurixhi, todos le dicen Yuri ☺ mide uno cincuenta y tantos, siempre dice que esta obesa, ha de pesar como unos 55 kilos, ama la comida, es una compradora compulsiva, se sabe los diálogos de la película de Shrek, Megamente y Las locuras del Emperador (jajaja igual que yo y siempre los decimos), es de una tez más oscura que la mía, siempre viste bien, tiene el cabello largo y oscuro. Es la persona más loca, rara y sensible que conozco. Así como la más fiel. Nos decimos “PareJaa”. Corre raro jajaja, cumple años en enero, es muy alivianada, le gusta hacer amigos, es sincera con sus emociones… No se, es una mujercita muy especial para mi ❤