Friendly reminder that the Doctor picked up unconscious Clara, carried her from a giant explosion into the Tardis, wrapped her into a blanket and took her to a fucking romantic beautiful beach on a romantic beautiful alien planet with a pink sky and looked at her as if she was the most precious cinnamonroll on earth and if that’s not love then I don’t believe in it.

Diário de um Amor - Capitulo 31

POV Vanessa

Eu estava dançando com Leticia, que estava na minha frente, e Junior, que estava atrás de mim.

Olhei pro lado e pude ver Clara, dançando com Jonas. Achei aquilo meio estranho, mas nem me importei. Ela já estava muito bêbada, e dançava de uma forma, que deixava todo mundo de queixo caído. Percebi os olhares de Fabien e Edu sobre ela.

Então me aproximei dela e fiquei por ali. Ela começou a rebolar na minha frente, e ria de tudo.

Senti Marcela chegar por trás de mim, ela também estava bêbada. Fiquei no meio das duas e elas não paravam de dançar. Preciso dizer que as duas estavam muito sexy, eu me segurava para não atacá-las alí mesmo. Sim, a Marcela estava mexendo comigo. Mas que culpa eu tenho se aquela garota é tão… gostosa ?!

Entrei no ritmo delas e me entreguei pra dança.

Logo, Thatha e May, vieram até nós e dançamos todas juntas. Por várias vezes sentia a Marcela me encoxando, mas eu sempre me afastava. Clara parecia que nem via, ela estava se divertindo pra caramba !

(…)

Vanessa - Vamos Clarinha, precisamos ir.. - já era a décima vez que eu chamava ela para irmos embora.

Todos já tinham ido, menos Thatha, Nine, Nanda e May- que é a dona da casa, então não tem para onde ir.

Clara - Só mais um pouquinho, Van! - ela se jogou no sofá com uma garrafa de vodka em mãos.

Vanessa - Não Clara, já está tarde! - olhei para o relógio no meu pulso e o mesmo marcava 22h37.

May - Clara, sua mãe vai brigar com você, se você chegar em casa nesse estado! - May encarou ela.

Nanda - Vish, vai mesmo em Vanny! É melhor ela dormir com a gente essa noite. - Nanda disse e Nine concordou.

Vanessa - Mas o que eu vou falar pros pais dela? – encarei Nanda.

May - Diz a verdade ué! Você não tem culpa de nada, ninguém mandou ela exagerar na bebida. - May disse.

Olhei para Clara, que continuava jogada no sofá e ria sozinha. Parecia que estava vendo unicórnios.

A garrafa em sua mão já estava vazia. Ela olhava para nós quatro e começava a rir. Juro que achei que ela estava drogada e não bêbada, mas não acho que ela faria isso.

Vanessa - Anda Clara,vem! - puxei ela pela mão, fazendo-a se levantar.

Clara - Amor, eu não quero ir pra casa. – ela choramingou.

Vanessa - Você vai dormir comigo hoje. - tirei a garrafa de sua mão.

Clara - Ah, vou é? - ela deu um sorriso safado.

Vanessa - Vai. - falei séria.

Clara - Ebaaaa! - ela começou a comemorar.

Vanessa - Se você não for logo, eu desisto. - falei tentando empurrá-la para a porta.

Clara – Tá bom, ta bom! - ela saiu correndo em direção á porta.

Vanessa - Tchau meninas! - me despedi de Thatha e May.

Eu, Clara e o casal 20 (vulgo Nanda e Nine) fomos andando pra minha casa, já que era perto. Aguilar reclamou o caminho inteiro de dor no pé, e a cada mosca que passava por nós, ela a cumprimentava com um “Oi, eu sou a Clara!”. Nanda foi o caminho todo rindo dela.

Quando chegamos em casa, tentamos fazer o mínimo de barulho possível, menos Clara, claro!

Ela fez questão de gritar dizendo que as luzes estavam apagadas e que ela não enxergava nada.

Por sorte, ninguém acordou. Nanda e Nine foram para o quarto de hóspedes, onde elas e a Thatha dormiam, e fui com Clarinha até meu quarto.

Entramos e eu tranquei a porta. Me virei pra Clara, e a mesma estava jogada na cama.

Vanessa - Ei, levanta daí ! - me aproximei dela.

Ela murmurou algo, mas nem se mexeu. Retirei os sapatos dela e a fiz levantar. Empurrei-a pro banheiro, a ajudei a tirar sua roupa e lhe coloquei em baixo do chuveiro. Voltei pro quarto e separei uma roupa pra ela. Dei uma olhada na hora e já era 23h23, respirei fundo e voltei pro banheiro. Clara estava de cabeça baixa e com as mãos cobrindo o rosto, ainda em baixo do chuveiro.

Vanessa - Você está bem? - perguntei abrindo um pouco o box e colocando apenas a cabeça lá dentro.

Clara - Acho que sim. - ela falou baixo, enquanto esfregava os olhos. Senti que ela estava, pelo menos um pouco, mais sóbria.

Vanessa - E você já terminou? - peguei a toalha e voltei a olhar pra ela.

Clara - Sim. - ela abriu os olhos, que até então estavam fechados, e pegou a toalha da minha mão.

Dei espaço para ela passar e desliguei o chuveiro.

Fiquei a encarando enquanto ela se secava. Senti meu corpo todo esquentar, mas não podia fazer nada com ela nesse estado. Estava difícil de resistir, mas eu me segurei.

Quando ela terminou de se secar, se enrolou na toalha e me seguiu até o quarto. Dei a roupa pra ela e voltei pro banheiro, agora era minha vez de tomar banho. A água era gelada, mas eu precisava daquilo, precisava me “esfriar”. Tomei o mais rápido possível e voltei só de toalha para o quarto.

Ela estava deitada na cama, porém acordada. Ela me fitou dos pés á cabeça, me senti corar na mesma hora, era incrível como ela ainda conseguia fazer isso comigo. Não dei muita bola para ela e fui colocar uma roupa. Pus apenas uma calcinha box e uma blusa que era grande o suficiente para alcançar minha coxa. Deitei ao lado dela e ficamos fitando o teto.

Clara - Amor. - ela se virou pra mim.

Vanessa - Fala. - olhei pra ela.

Clara - Eu gosto muito de você. - ela começou a passar o dedo indicador no meu rosto. Era como se ela me desenhasse, ou tentasse decorar cada traço meu.

Vanessa - Eu também gosto muito de você, Clarinha. - sorri.

Clara - Eu sei. - ela disse séria.

Vanessa - Mentira, eu não gosto de você. - voltei a olhar o teto.

Clara - Por que? - ela perguntou num tom triste. Olhei pra ela e a mesma fazia um biquinho.

Vanessa- Porque eu amo você. - dei um selinho nela. Ela sorriu daquele jeito… que só ela sabe sorrir.

Clara - Eu também amo você. - ela disse com uma voz de bebê. Eu ri.

Juntei mais nossos corpos e fiz ela deitar a cabeça em meu peito. Fiquei fazendo cafuné nela, até ela pegar no sono. Não demorou muito e eu fiz o mesmo.

POV Clara

Acordei com uma dor de cabeça daquelas. Eu mal conseguia abrir os olhos, mas quando finalmente consegui, percebi que não estava em meu quarto, olhei direito e o reconheci, era o de Vanessa. Levei um susto e me sentei rápido na cama, o que fez minha dor piorar. Fechei os olhos durante algum tempo e quando voltei a abrir, vi Vanessa entrar no quarto segurando uma bandeja cheia de coisas para comer, e com um sorriso lindo no rosto. Ela se aproximou de mim, deixou a bandeja em cima da cama e me deu um selinho demorado.

Vanessa - Bom dia. - ela sorriu.

Clara - Bom dia. - dei meu melhor sorriso para o momento.

Vanessa - Você está bem? - ela colocou uma mecha do cabelo atrás da minha orelha.

Clara - Mais ou menos. - fiz careta.

Vanessa - Tá com dor de cabeça, né? - assenti e ela me alcançou um comprimido que estava em cima da bandeja, junto com um copo d'água.

Clara - Obrigada. - tomei o remédio e fiquei encarando aquela comida toda. Meu estômago implorava por aquilo.

Vanessa - Pode comer! - ela riu. Eu obedeci.

(…)

Clara – Amor, por que eu dormi aqui? - tomei o último gole do meu suco.

Vanessa - Você não lembra? - ela ergueu uma sobrancelha.

Neguei com a cabeça. - Você estava muito bêbada, então achei melhor você não ir pra casa. - ela explicou.

Clara - Meus pais sabem?

Vanessa - Não.

Clara - Ok. 

Nos levantamos e eu fui pro banheiro fazer minha higiene matinal. Depois descemos até a cozinha.

Olhei para a mesa e estavam Sérgio, Sol, Jacque, Letícia, Nine, Nanda e.. Ray, tomando café da manhã.

Não, espera … Ray? Oi? Como assim?

capalxii asked:

all right no epic AUs but what about a drabble-length AU featuring Twelve as a king in need of rescuing from, who knows, a dragon or a boring banquet or something, and Clara as the knight or shieldmaiden who swoops in

The Doctor-King of Gallifrey, they called him, and it had been a lovely title to boast until the Mistress of the Green Isles claimed he’d killed her daughter and heir with his potions. Both the Mistress and he knew he’d never laid eyes on the lass, but it didn’t matter. She wanted something from him he would never give her: the telescope he used to gaze at the stars.

Tradition granted her the right to make the challenge. Tradition denied him the right to fight in his own cause. Not that he would have dared fight against the Mistress’s champion, the gigantic Ser Cyber. Perhaps in his youth he might have been idiotic enough. And it seemed none of his fellow nobles were that idiotic, and neither were their sons and daughters.

Fear had stripped him of his allies, and so he stood in the mud of the field, before the array of nobles, afraid they would burn him after all.

And then she rode in, a stranger on a dappled horse: well-armed, confident, boldly offering to fight for him against the great Cyber.

A page, perhaps, or a squire newly-made, that’s what she had to be. For she was too short for a full-grown ser-at-arms, surely. But she wore colors that she said were hers, and the herald whose business it was to know recognized them, and so he had his champion. Ser Clara of Blackpool, in red and black, brave beyond sanity. The Mistress of the Green Isles laughed in her face. The Doctor gravely took her hand and bowed to kiss it. Cyber would, he thought, batter her into the ground where she stood, but at least he would not die without anyone standing for him.

No one, especially not the Doctor, expected that she would win. He bit his lip when she was unhorsed almost immediately by a tremendous blow from Cyber’s mace. To his shock, however, once the combatants were on their own two feet, she ran circles around him. Literally. The giant’s heavy armor was useless against a fast-moving opponent who was canny enough to hack at the backs of his knees. Eventually Ser Clara drove a gold dirk into the breech between his gorget and his cuirass. To the shock of them all, the Mistress’s champion toppled to the ground, dead.

He turned to his enemy and bowed ironically.

The Mistress smiled at him. “You win. For now.”

He turned his back on her and strode across the sward toward his victorious champion. Clara took off her helmet to reveal a messy shock of dark brown hair, soaked with sweat.

“Well,” she said, “that’s the end of him.” And then she swayed on her feet. He caught her himself and ordered her borne off to the castle.

He tended to her wounds with his own hands. It was, after all, his skill. She looked even smaller once stripped of her armor, though she was muscular as any active ser-at-arms would be. Muscular, and youthful, and lovely. Dimples in her fair cheeks, and dark, dark eyes that smiled up at him. Lovely? That was understatement. More: it was an intelligent face, not a reckless one, and he wondered what had driven her to it.

“Why?” he said to her, as he washed the place where Cyber had driven her own armor into her flesh.

She shrugged and then winced. “It passes the time.”

“You saved my life,” he said to her. “Tell me how I can repay you.”

“Is it possible to repay somebody for their life?” Clara said.

He smiled ruefully. “Probably not. But I’d like to try.”

“I could use an employer. And a new horse, come to think of it.”

“Anything you desire. All of my horses. A place in my house as long as you want it.”

She grinned up at him. “An hour of conversation with you, every night that we are both under the same roof. And a horse.”

He blinked. No one had ever asked him for that before. “It is yours. But–”

“But why?”

“Yes.”

She shrugged again. “Ask me again tomorrow and I might tell you.”