carrocinha

E como ela conseguiu amarrar ele? Simples. Nenhum amigo de bar enxerga que a insegurança dele combina com a vontade de cuidar das pessoas que ela tem. Que ambos querem ter uma filha um dia, e até pensaram no mesmo nome. Que ela prefere fazer amor sábado à noite ao invés de frequentar lugares fechados. Ele vê que ela se preocupa quando ele trabalha até tarde ou demora para chegar. Que os dois gostam de vinho demi-sec, curtem voleibol, cachorro-quente de carrocinha e a novela das oito. Que ela ri quando ele gagueja em uma discussão, não se importa dele ser meio calado e reconhece nele um cara engraçado e carinhoso
—  .
Letra da Música: Tá Ruim Prá Cachorro

(Refrão:)
A carrocinha levou
Três cachorros de uma vez
O Cantor, o Chico-Lata
E o Chuã Pequinês
Quando a carrocinha passa
Leva quem tá sem coleira
Leva cachorro de raça, cachorro vadio
E quem tá de bobeira

[refrão]

A carrocinha jogou na prisão
O cão Bernardo e o João Alemão
Quase que leva o Zé Perdigueiro
E o Terranova que é mafião
É o chefão
Deixando de ser lorde inglês
O galante malhado parou no xadrez
Por ter brigado com Juca Maltês
E xixado no pé de um buldogue francês
(Olha aí)

Tá ruim pra cachorro
Tá ruim pra cachorro
Quando a carrocinha passa
Não adianta latir por socorro
(e tá ruim)

[refrão]

No desfile de Miss Canil
Ganhou Vera Dengosa que é um colosso
E o primeiro prêmio um tremendo almoço
Na ‘ossascaria’ Rodízio do Osso
A carrocinha que nunca vacila
Acabou com a festa que tava tranqüila
Por que René mordeu o Clorofila
Que andava de olho na Lady Camila
(olha aí)

Tá ruim pra cachorro
Tá ruim pra cachorro
Quando a carrocinha passa
Não adianta latir por socorro

[refrão]

No desfile de Miss Canil
Ganhou Vera Dengosa que é um colosso
E o primeiro prêmio um tremendo almoço
Na ‘ossascaria’ Rodízio do Osso
A carroça que nunca vacila
Acabou com a festa que tava tranqüila
Por que René mordeu o Clorofila
Que andava de olho na Lady Camila
(olha aí)

Tá ruim pra cachorro
Tá ruim pra cachorro
Quando a carrocinha passa
Não adianta latir por socorro

A chuva que caía insistente tentava, sem sucesso, apagar o brilho da Cidade-Luz, mas era impossível! Quanto mais gotas, mais reflexos de arco-íris nos vidros gelados dos carros, apartamentos e cafés… Quanto mais luzes, mais aquecidos ficam os corações que batem forte a cada nova iluminação de Natal que encontram, embora o frio insista em congelar pés e mãos. Ainda não há neve, mas o cheiro do Natal se sente através da madeira queimada das lareiras que não mais poderão ser acesas a partir de janeiro, das castanhas vendidas nas carrocinhas, dos bolos de Natal (conhecidos como “bûches de Noël”) que disputam o prêmio de mais delicioso enquanto enfeitam as vitrines das pâtisseries - sejam elas famosas ou “apenas” a padaria do bairro… O Natal está definitivamente no ar e em Paris ele é colorido, cheiroso, e molhado… Parece uma aquarela, mas é a Igreja da Madeleine que se vestiu de cores para esperar o Papai Noel!😍😍 🎀🎀🎀🎅 em Paris - França 🇫🇷 #demalaemochila #delacinho @ferbaronne http://ift.tt/1BSTWLv

Questão 113 Estrada – Enem 2011, Prova Amarela – Resolução Comentada

A questão 113 do Enem 2011, traz a lírica de Manuel Bandeira, como poema “Estrada”, que mostra a vida no interior dando um ar de novidade a impressão que temos sobre as cidades do interior.

Questão

                                                          Estrada
Esta estrada onde moro, entre duas voltas do caminho,
Interessa mais que uma avenida urbana.
Nas cidades todas as pessoas se parecem.
Todo mundo é igual. Todo mundo é toda a gente.
Aqui, não: sente-se bem que cada um traz a sua alma.
Cada criatura é única.
Até os cães.
Estes cães da roça parecem homens de negócios:
Andam sempre preocupados.
E quanta gente vem e vai!
E tudo tem aquele caráter impressivo que faz meditar:
Enterro a pé ou a carrocinha de leite puxada por um bodezinho manhoso.
Nem falta o murmúrio da água, para sugerir, pela voz dos símbolos,
Que a vida passa! que a vida passa!
E que a mocidade vai acabar. 
                                                                      BANDEIRA, M. O ritmo dissoluto. Rio de Janeiro: Aguilar, 1967.

A lírica de Manuel Bandeira é pautada na apreensão de significados profundos a partir de elementos do cotidiano. No poema Estrada, o lirismo presente no contraste entre campo e cidade aponta para
A) o desejo do eu lírico de resgatar a movimentação dos centros urbanos, o que revela sua nostalgia com relação à cidade.
B) a percepção do caráter efêmero da vida, possibilitada pela observação da aparente inércia da vida rural.
C) a opção do eu lírico pelo espaço bucólico como possibilidade de meditação sobre a sua juventude.
D) a visão negativa da passagem do tempo, visto que esta gera insegurança.
E) a profunda sensação de medo gerada pela reflexão acerca da morte.

Resolução

O texto mostra uma comparação entre dois contextos, interior e cidade, revelando o saudosismo de Manuel Bandeira aos tempos passados, num processo de reflexão sobre a vida na ótica de uma aparente inércia da vida rural, levando-o a concluir “Que a vida passa! que a vida passa!”

Resposta B

Ela tá toda feliz porque mudou o status para “solteira” no face. Mais cuidado ! Cachorra sem dono a carrocinha pega ;]