Cambaleando na Moda

moda cambaleando

Algumas pessoas são muito teimosas(algumas beemmm mais que as outras XD) e quando colocam uma coisa na cabeça ninguém consegue tirar!!! -__-

Muitas vezes a teimosia pode custar caro, muito caro, nesse caso pode custar a integridade física, ou falando em português mais claro, pode QUEBRAR AS DUAS PERNAS, isso na “melhor” das hipóteses!!! XD

Ahhhhhhhh… mulheres e sapatos de salto alto, eu sempre adorei essa mistura, mas no caso dessa moça, essa combinação não deu muito certo não ou pelo menos ela deveria ter treinado um pouquinho, pra saber como andar com sua bota nova!!! XD

Mas… fazer o que??? Quando a pessoa quer ela quer mesmo, e no mais deu pra perceber que essa moça A-DO-RA “andar” na moda, e também ela pode ser facilmente diagnosticada com um típico caso da síndrome: “Posso até morrer, mais morro com estilo!!!” XDDD

Maybe we can be sisters @Scar&Kath

Os saltos balançavam nos dedos enquanto Scar andava cambaleando para o chalé. Sentia o mundo girar muito mais rápido que o comum e seu estômago embrulhava, mas ela ainda virava a garrafa de whisky na boca. — Merda de bênção de Baco… — ela resmungou por não conseguir ficar tão bêbada quanto queria estar naquela hora, mas estava bêbada o suficiente para causar muitos problemas. Ela abriu a porta do chalé de Hades num estrondo e caminhou até a cama se jogando deitada nela e virando a garrafa na boca, tomando um extenso gole — Não me olha assim não… — ela falou para o animal de estimação de Kath que a encarava — Ou eu coloco fogo em você, animal estúpido.

CAPÍTULO 29 - ACABOU O SEGREDO

“Não, Samir, não foi uma queda súbita de consciência. Você dormiu mesmo. Na grama. E é mato mesmo grudado na sua boca, pode cuspir”.

A noção do moleque chamava o corpo dele para acordar, mas aí ele pisou no chão e puta merda! Voltou pra grama sentindo que fodeu o tornozelo, mas não sentia dor, porque a perna estava dormente. Amanhecia e uma música ruim de rapper genérico embalava duas ou três almas bêbadas perto da piscina. O caçula levantou meio cambaleando, deu uns pulos e entrou em casa. Não conseguia raciocinar direito, nem reconhecer as pessoas e muito menos pensar sobre elas. Ele só queria voltar a dormir em silêncio, no quarto do primeiro andar ocupado por ele. Esse bebezinho. Os outros caras dormiam largados no chão, e ele no colchão molas ensacadas sozinho.

Só que não dessa vez.

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meadowes-mischief said:

✉: My muse writing a letter to yours, or replying to one your’s sent.

✉: My muse writing a letter to yours, or replying to one your’s sent.

Uma pequena águia de papel voava pelo salão principal, cambaleando pelo ar, provavelmente, era uma carta enfeitiçada. Lucius indagou-se mentalmente, questionando para quem seria a pequena carta em forma de ave, até que ela começou a voar em sua direção, em uma velocidade admirável, entretanto, o rapaz havia sido mais rápido e pegado-a ainda no ar, antes que a mesma lhe atingisse. Abriu desfazendo o feitiço e então lendo as pequenas letras e no final a assinatura de Dorcas. Pegou um pergaminho em sua bolsa e começou a escrever com sua pena. “Talvez nos encontremos mais tarde, espero que mude de ideia sobre o que pensa fazer.”

Capítulo 76

Acordo com uma dor de cabeça infernal.

Me levanto cambaleando de sono, e vou pro banheiro. Tomo um banho bem quentinho, pra relaxar.

Coloco uma calça rosa, uma blusinha cinza e minha meia branca.

Tiro uma foto e posto no insta.

image

“Nada que vale a pena é fácil. Lembre-se disso. Bom dia/tarde hahaha #dordecabeça #festadeontemperfeita”

Eu: Oii bom dia. –falo ao entrar na cozinha

Gustavo: Boa tarde né?! –ri

Eu: Nossa to com uma dor de cabeça, que olha. –faço careta

Gustavo: Também, bebeu igual égua veia! –fala rindo

Eu: Hã hã. Nada vê. –mostro língua

Gustavo: To esse remédio aqui. –me entrega o mesmo

Eu: Brigada Mané. –sorrio e me sento na mesa- Cadê o Lipe?

Gustavo: Saiu com a Lô.

Eu: Haa. –sorrio

Assim que termino de comer, deito no sofá e fico de olhos fechado, por conta da dor de cabeça.

Até que o Gu deita por cima de mim.

Eu: -abro os olhos-  Haaaaaaa Gu! Sai porra. Você é pesado. –rio

Gustavo: Não sou pesado. Sou gostoso é diferente. –fala rindo e senta do me lado

Eu: Só que não né?! –gargalho

Gustavo: Gostou da festa ontem?

Eu: Amei seu lindo! –pulo e o abraço forte

(…)

Estava deitada no quarto, de olhos fechados, quando a porta se abre. Continuei assim, pensando que era o Gu.

Xx: Oie! –senta na beira da cama

Eu: -abro os olhos assustada- Luan?

Luan: Eu! –risada gostosa

Eu: -sorrio sem graça e me sento na cama- O que você ta fazendo aqui?

Luan: Uaí, vim te ver! –deita do meu lado, fazendo eu deitar novamente

Eu: Háá. –sorrio

Luan: … E também quero te fazer uma pergunta. –me olha

Eu: -paraliso- Que pergunta?

Luan: O por quê, do cê sair daquele jeito ontem, quando te beijei.

Gelei.

Eu: Ér… é que… Eu tive medo. –falo baixo

Luan: Medo do quê?

Eu: Me lembrei do que o Bruno me fez, e me deu muito medo.

Luan: -me olha- Mai ocê pode ter certeza que eu nunca faria, se ocê não quisesse.

Eu: Sei disso. –o olho

Luan: Você sabe que te amo, e que não te machucaria. –se vira e me olha

Eu: Luan, não faz isso… –sussurro

Luan: Mai eu só disse a verdade. –chega mais perto e me beija

Já disse como amo esse beijo? Pois bem, eu amo.

Ele me beijava com ternura e carinho. O clima foi esquentando, mas o beijo continuou  calmo, porém intenso.

Ele foi subindo em cima  de mim, e levantando minha blusa. Quando alguém bate na porta, e eu o empurro.

Eu: Quem é? –grito ofegante

Gustavo: Ô Manézinha?! O Lipe ta chorando, e ele quer você!

Eu: -levanto correndo e abro a porta- Cadê ele?

Gustavo: Na sala. –me olha e sai andando

Eu: -olho pro Luan- Já volto.

Luan: -levanta- Eu vou com você.

Eu: Tudo bem.

Vou pra sala e pego o Lipe no colo.

Eu: Que foi meu amor?

Lipe: A vovó… Ela disse que a mamãe na ta bem. –chora

Eu: Ô meu príncipe. Olha pra tia. –ele olha- Ela ta bem sim. Eu vou ligar pra ela ta bom?

Lipe: Anhãm. –me olha

Pego meu celular e ligo pra minha mãe.

~~~ Ligação Onn ~~~

Mãe: Oi filha. –chora

Eu: Mãe? O que houve?

Mãe: Sua irmã e seu cunhado… 

I'm so sad, please, help me |@Scar&Isaac

Faziam exatamente uma semana que Scarlett não pregava os olhos, seus pesadelos a atormentavam cada vez mais e aquilo começava a enlouquecê-la de tal maneira que a única coisa que lhe restava era passar as noites em claro, encarando a lua na companhia de Loki, seu cão infernal. Ela não queria ter ido aquela festa. Não queria colocar um vestido e um salto alto, nem se arrumar. Mas Baco a obrigava a participar de eventos sociáveis como aquele, dizia que era bom pra ela e por mais que discussem, ele sempre vencia. Ainda sim, ela aturaria aquilo do modo dela, ou seja, bebendo, porém Scar passava de seu limite e dado momento, a bebida começou a lhe fazer mal. Ela se afastou um pouco da festa, cambaleando e se curvou, já não aguentando mais e vomitou, apoiando-se na parede para manter-se de pé.

Capítulo 18 - Vivendo a vida estilo Breno.

Capitulo 18

Quando acordei, o sol das janelas batiam no meu rosto, olhei em volta e percebi que não estava em casa. Breno não estava mais ali, e eu estava todo jogado no sofá da sala dele, com o cobertor todo esparramado sobre mim. Aonde ele foi? Perguntei para mim mesmo. Já me levantando, passei a mao no rosto e sai cambaleando por ai, sem enchergar nada, caminhei até o banheiro mais proximo.
Lavei o rosto e consegui finalmente me despertar, olhei-me no espelho, tomando um susto, e arregalando os olhos.
- Nossa - Acabei sussurrando. - Oque aconteceu com a porra do meu cabelo?
Passei as mãos sobre ele, que estava todo despenteado e cheio. Fiz uma careta para o espelho e logo enfiei a cabeça debaixo da torneira, para molha-lo. Peguei uma toalha em seguida, ja secando-o e fazendo um penteado qualquer.
- Assim está melhor - Sorri de canto para o meu reflexo.

Depois de ter usado o enxaguante bucal que achei no banheiro de Breno, sai do banheiro a procura dele. Esse garoto some, disse a mim mesmo outra vez.
- Breno? - Gritei.
- Aqui na cozinha. - Ouvi ele dizer, e caminhei ate lá. Dando de cara com Breno segurando dois pedaços de rocambole e fechando a geladeira após pegar um pote de danone. Arregalei os olhos novamente.
- É o seu café da manhã? - Perguntei dando risada.
- É - disse ele com a boca cheia de rocambole doce.
Ainda rindo, me sentei em uma das cadeiras da cozinha e disse:
- Você não tem medo de ter diabétes?
Ele me olhou ainda mastigando, e tomou um gole do danone que havia pegado da geladeira.
- Não! Minha avó que diz pra mim conferir sempre, fazendo tais exames. Até que eu faço, mas não estou nem aí.
- Você é maluco.
- Maluco?
- Sim, mas eu gostaria de ser assim igual a você.
- Assim como exatamente? Maluco? - Perguntou ele.
- Bem, despreocupado, vamos dizer assim. - Respondi.
Ele havia sorrido
- Eu só vivo a vida como eu quero viver, se eu quiser me entupir de doces eu vou. Se eu quiser fazer qualquer coisa, eu vou, e ninguém vai me impedir.
- Gosto do seu jeito de ser, Be.

Ele tinha acabado de comer e estava tomando o resto de danone, até que jogou o pote fora e olhou diretamente para mim.
- Você não vai comer nada?
- Nao valeu, eu já vou, tenho que terminar uns trabalhos…
- Tudo bem, eu te levo até a porta.
Ele caminhou para fora da cozinha, e eu o segui. Peguei o meu celular sobre a mesa na sala e fui até a porta, onde Breno me esperava.
- Então, valeu por ter deixado eu passar a noite aqui.
Coloquei meu celular no bolso enquanto falava, até que senti Breno pegar meu pulso e me puxar pra dentro novamente. Foi só o tempo de ter ouvido a porta se fechar atrás de nós, que senti seus lábios tocarem os meus rapidamente, fechei os olhos e acompanhei seu beijo doce. Eu não fazia idéia do porque ele tinha me beijado, mas só a explicação na cozinha para o seu comportamento repentino, decidido e único, ele era o Breno, e não tinha oque se discutir. O Breno complicado e diferente de todos os caras que havia conhecido. Procurei suas mãos e entrelacei meus dedos nos dele, sentindo sua língua invadir minha boca. Eu ainda podia sentir o gosto doce de morango em sua boca, e isso me deixou feliz. Eu nunca que poderia esquecer daquele garoto, apesar de me fazer feliz como um ótimo amigo, era marcante tudo que ele fazia.

Quando terminamos o beijo, ele apertou minhas mãos e me encarou sorrindo de canto. Eu estava louco pra perguntar o motivo do acontecido, mas já sabia exatamente oque ele iria dizer. “Eu vivo a vida exatamente como eu quero viver” se ele quis me beijar, ninguém poderia impedi-lo, ainda mais eu, que queria tanto um beijo dele… pelomenos o último.
- Agora voce pode ir. - Ele sorriu de canto e soltou minhas mãos, abrindo a porta novamente.
- Mais uma vez obrigado Be, se cuida. - Sorri de volta pra ele. E sem questionar ou “pensar demais” caminhei para casa.

A nostalgia sempre me visita
Ás quatro e quarenta e cinco da tarde
O sol agrada a vista
E o vento respira o chá da tarde

Nostalgia me manda escrever
E o vento convida-me para espairecer
Com a caneta e papel nas mãos
As árvores farfalham
Agradando minha audição
Os pensamentos vão cambaleando
O que dizer sobre a vida, que está sempre voando?
“Só se vê bem com o coração”.

Que delícia é escrever
Ajudar o leitor a entender
Como é refletir na vida
Sobre coisas tão ávidas

Sento-me na calçada
Observo o movimento
Imagino que nenhuma vida seja tão parada
Quanto são as paradas de sentimentos
Imagino a infância de cada um
Tal qual sem nenhum jejum

Nostalgia me traz de volta para a Terra
Me explica que todas as coisas são belas
Porque na alegria, o coração não erra

Amo a nostalgia Que me ajuda a escrever Me dá vontade de ler E mesmo com uma pontada de solidão Mostra no coração toda a sua magia.
—  Isabella Ramalho.
Vida breve

Procurei e tentei muito ser melhor do que tenho sido, fiz promessas para mim mesma e até jurei ser uma pessoa melhor por mim, sabendo até que coisas que faço por mim nunca dão certo, ou melhor, eu nunca chego até o fim. Hoje pensei no quanto eu posso ser feliz, se não fosse por eu mesma, que me atrapalho com meus piores defeitos e vivo trocando os pés pelas mãos por aí, nas curvas da vida eu sigo cambaleando, com os olhos semicerrados nos pontos escuros e por um pouco não me desequilibro nos momentos mais difíceis.

"Passar noites caminhando na areia da praia, sorrindo pra lua, e cambaleando alegre, andando devagar na água purificadora do mar e deixando todas as lágrimas se misturarem com a roupa molhada no corpo grudento, tão linda e chorando de alegria, dizendo "Obrigada meu Deus, meu amor está aqui.", tão doce e sincera, apenas meditando e repetindo para si mesma que não tem nada de errado em se libertar das coisas ruins."

Como devia ser...

Cá estou eu,com meu amor vindo pra casa pra me dar um abraço pela dor que você me causa,mal sabe ela que só você pode curar essa dor…
Sinto que estou me perdendo de você e isso machuca,mas é o que deseja não é? Eu sei que vou cansar de sofrer,mas eu não controlo o fato do meu coração ser só seu! Ontem eu senti a perda de novo,fechei os olhos e sem eu perecer chorei novamente,levantei e sai cambaleando pela casa como quem usou droga ou como quem deixou de usar,deixei de usar você isso me afeta isso me faz cada vez mais fraca,só queria ouvir de você que nossa promessa não morreu,eu sei você não largaria seu amor e eu também não vou largar o meu,mas só diga que no momento certo vai voltar…(+)

Acordei com a campainha tocando sem parar, demorei alguns segundos para entender o que estava acontecendo e percebi que eu havia adormecido no sofá. Levantei cambaleando e fui até atender a porta, quando eu abri Louis estava parado com lagrimas nos olhos e disse que nós precisavamos conversar.
Abri a porta sem dizer nada e ele se sentou no sofá que antes eu estava dormindo, Louis bateu no sofa ao seu lado para que eu me sentasse e eu o fiz.
- Amor o que esta acontecen- Eu comecei mas ele levantou a mao para me interromper
- Hazzy por favor nao enterrompe, eu preciso falar de uma vez -Louis disse com as lagrimas que ja estavam secas voltando a escorrer por seus olhos- Hazzy eu te amo, eu te amo tanto, mas eu nao posso fazer isso com voce - Minha cabeça estava começando a girar, eu nao entendia o que estava acontecendo. Me levantei na tentativa de abraça-lo mas ele foi mais rapido e se esquivou ficando em pé - Harry nao torna isso mais dificil, eu nao posso tocar voce, eu nao posso mudar de ideia, eu vou falar de uma vez ok? -Eu assenti e ele continuou- Nao se preocupa, voce vai ficar bem, voce nao precisa de mim, voce vai ficar bem, é o melhor agora e-eu preciso ir, eu te amo Hazzy, mas acabou - E assim Louis saiu do meu apartamento, eu nao conseguia entender o que estava acontecendo, fiquei esperando ele voltar e dizer que tudo nao se passava de uma brincadeira. Mas duas horas e meia depois ele ainda nao tinha voltado e entao a ficha caiu.
Louis William Tomlinson havia terminado comigo.
E o pior de tudo eu nao fazia ideia do porque.
Peguei meu celular e liguei pra ele varias vezes e todas as vezes cairam na caixa postal.
Entao eu chorei. Chorei como nunca havia chorado antes. Encostei na parede e fui deslizando ate estar do chao. Eu deitei no piso frio e fiquei relembrando os ultimos dias tentando entender o que tinha acontecido, mas nada explicava. O que eu fiz de errado pra ele me deixar? E em algum momento minha dor de cabeça me fez fechar os olhos e eu adormeci no chao frio da sala de estar.

Lá vem cambaleando.
Sabe que nasceu pra amar.
Ama cuidar.
Ama esperar.
Ama amar.
Mas não nasceu pra ser amada.
Cambaleia nas tentativas. Tropeça nos sentimentos. Dá de cara com o vice sem o versa.
Com o vice sem o verso.

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