Cambaleando na Moda

moda cambaleando

Algumas pessoas são muito teimosas(algumas beemmm mais que as outras XD) e quando colocam uma coisa na cabeça ninguém consegue tirar!!! -__-

Muitas vezes a teimosia pode custar caro, muito caro, nesse caso pode custar a integridade física, ou falando em português mais claro, pode QUEBRAR AS DUAS PERNAS, isso na “melhor” das hipóteses!!! XD

Ahhhhhhhh… mulheres e sapatos de salto alto, eu sempre adorei essa mistura, mas no caso dessa moça, essa combinação não deu muito certo não ou pelo menos ela deveria ter treinado um pouquinho, pra saber como andar com sua bota nova!!! XD

Mas… fazer o que??? Quando a pessoa quer ela quer mesmo, e no mais deu pra perceber que essa moça A-DO-RA “andar” na moda, e também ela pode ser facilmente diagnosticada com um típico caso da síndrome: “Posso até morrer, mais morro com estilo!!!” XDDD

CAPÍTULO 29 - ACABOU O SEGREDO

“Não, Samir, não foi uma queda súbita de consciência. Você dormiu mesmo. Na grama. E é mato mesmo grudado na sua boca, pode cuspir”.

A noção do moleque chamava o corpo dele para acordar, mas aí ele pisou no chão e puta merda! Voltou pra grama sentindo que fodeu o tornozelo, mas não sentia dor, porque a perna estava dormente. Amanhecia e uma música ruim de rapper genérico embalava duas ou três almas bêbadas perto da piscina. O caçula levantou meio cambaleando, deu uns pulos e entrou em casa. Não conseguia raciocinar direito, nem reconhecer as pessoas e muito menos pensar sobre elas. Ele só queria voltar a dormir em silêncio, no quarto do primeiro andar ocupado por ele. Esse bebezinho. Os outros caras dormiam largados no chão, e ele no colchão molas ensacadas sozinho.

Só que não dessa vez.

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put on your war paint; catrina x viktor

O vento frio da noite era completamente cortante contra a pele exposta de Catrina. Ela não entendera realmente em qual parte da briga o seu rival havia conseguido rasgar sua blusa, mas fosse como fosse, o tecido agora mal ia até o início da barriga da garota. As chances dela conseguir reverter aquilo eram mínimas, só se por algum milagre ela conseguisse voltar no tempo e prever os movimentos do homem a sua frente para não levar tantos golpes seguidos. Mas também, as chances dela nunca foram muito grandes no geral, já que a pessoa que estava fazendo aquilo com a garota era alguns anos mais velho do que ela, vários centímetros mais alto e usava da raiva por Catrina não fornecer a droga que ele não queria pagar como combustível para continuar a golpeando seguidamente.

Pela terceira vez naquela noite, ela respirara fundo para se levantar do asfalto, cambaleando um pouco e fazendo a roda de pessoas que se encontrava ao redor dos dois se abrir mais, sem nunca interferir. Levantou o olhar para o homem a sua frente, que tinha um sorriso sádico no rosto, o mesmo sorriso que ele usara na primeira vez que comprara drogas com Catrina. Ela se arrependera por não ter dado logo a porcaria do saquinho que ele pedira. Um pequeno prejuízo iria ser uma consequência pequena e a pouparia de ter de lidar com tantos ferimentos que já foram provocados. Porém, o orgulho a impedia de pedir algum tipo de piedade dele, então ela levou as mãos para a frente do corpo debilmente, os olhos ainda colados nele alertavam que ele entendera o recado e, depois de um riso um tanto quanto prazeroso da parte dele, avançou novamente para cima da garota.

Ela conseguiu desviar do primeiro soco, e até mesmo se defender do chute que ele arriscara. Seus reflexos foram bondosos com ela nas primeiras investidas, o problema foi quando ela tentou atacar. Ao levar a mão com força e rapidamente em direção ao rosto dele, teve o pulso segurado antes de atingir a lateral do rosto do homem, que olhou pra ela incrédulo enquanto apertava os dedos em volta do pulso magro da garota. Catrina soltou um gemido de desconforto, e assim que o fez ele logo levara a mão livre de encontro a barriga da garota, em um golpe firme e que a fez cambalear para trás enquanto arcava um pouco o corpo para frente, perdendo o fôlego por um segundo. Naquele momento, ela se arrependeu de ter tido aulas de etiqueta quando podia pagar por elas. Uma aula de luta iria ser bem mais útil a garota naquela vida.

(FANFIC DO BRAVA) CAPITULO 84
  • NOITE - HENRIQUE E BIA.
  • — Henrique, se acha que eu não vi o que você fez. Retruca com o mesmo, que saiam da boate que acabara de cantar, era engraçado, o proposito da Bia era namorar o Henrique para descobrir que o Brava tinha feito, estava apaixonada, tinha quase um mês de ficantes e nada.
  • — Negaaaa, tu sabe que eu só quero você. Quando ele passa a mão sobre meu ombro, uma moça que passava em nossa frente para e eu tomo um susto, o Henrique fica branco.
  • — O que foi? Pergunto olhando para a cara dos dois, acho que já se conheciam.
  • — Fala pro seu amiguinho. Diz a mulher, que aparentava estar alterada ao efeito do álcool. — Que ele não perde pro esperar... Sai cambaleando, e olho para o Henrique, que ainda estava paralisado.
  • — O que foi amor? Pergunto curiosa, amiguinho? Era o Thiago sem duvidas.
  • — Aaaah Bia, como você já sabe mesmo, mas não conhecia. Da de ombros. Bobinhos, realmente o Thiago Brava pensava que eu sabia de algo.
  • — Hmm. Olho para ele fixamente.
  • — Então, essa aí é que o Brava engravidou na despedida de solteiro. Me contenho, tento não ficar com cara de espantada, embora isso me deixasse totalmente, mas tinha que manter o meu papel, eu já sabia, eu já sabia.. Meu celebro tentava pensar algo que não fosse criticas.
  • — Nossa. Respondo por fim.— O Brava tem que tomar cuidado, essa ameaça parecia verdadeira... Suspiro, temendo que podesse acontecer algo com a Nanda. Agora tudo se encaixava perfeitamente, a bomba que a Nanda descobriu, a queda, o acidente, a perca de memoria, o medo do Thiago, tudo, absolutamente tudo se encaixava...
  • — É, vou avisar pra ele amanha, que vou levar o Sortudo.
  • — Mas não devolveram ainda pra Nanda? Ela tava louca pro esse cachorro.
  • — Tu sabe nega, que a gente não tava em Goiania, só fomos chegar agora a tarde, o Sortudo estava com a minha mãe, e o Thiago não foi lá. Revira os olhos. — Mas relaxa que amanha ele ta lá. Atravessamos a rua para entrar em seu carro.
  • — Ta bom. Digo pensativa, tinha engravidado, mas sera que ele ainda estava com o filho? Ou tinha acontecido alguma coisa, arriscaria, eu não sairia de lá sem a resposta.
  • — Por final eu soube de tudo, menos que aconteceu com o filho dos dois...
  • — Aaah. O Henrique entra no carro, e eu logo apos, e assim continuamos a nos encarar. — Ela perdeu, nos ultimos meses de gestção, por causa do estresse, o Thiago não queria assumir e tal.
  • — Hmm. AInda pensativa, meu Deus, tinha muito cachorro nesse mato.
  • — Maaas agora vamos parar desse papo chato nega. Faz bico e eu o retribuo com um selinho. — Vamos lá pra casa. Da aquele risinho safado, e eu pisco risonha, com o pensamento longe...
***

Passando só pra dizer um “Oi” pro cês! Deixar o meu boa noite e dizer que estou com saudades. Ando tirando um pouco (que anda sendo muito, confesso) do meu tempo para dedicar-me mais aos estudos e focar nos vestibulares que estão chegando e no maldito Enem, por isso esse sumiço. Assim que eu tiver tempo e calma — ando tão estressada que não seria justo responder ninguém com meus hormônios e miocárdios cambaleando — respondo todas as askeds. 

Um beijo cheio de afagos na alma, no coração e na testa!

Ah, fica aqui algumas dicas de música, livro e filme, espero que gostem:

Músicas:
Pra você dar o nome - 5 a seco.
Basta a coragem - Phill Veras.
Melhor Lugar - Jorge Vercilo.

Filme: 
A Vida é Bela.
Um Caminho de Luz. 

Livro: 
A Lista de Schindle

portugrafica said:

Estou com* esse, meu doce! Voltei para a minha primeira url... Meio cambaleando, meio desanimada, mas voltei...

Te segui, lis. Fico muito feliz que voltou ♥

Cifra: Whisky Sem Gelo
D     A7                D
Se a sorte negou meu direito
             		A7
De viver com quem amo demais
Sigo em frente à procura do nada
                            D
Muitas vezes andando para traz
        A7              D
Se alguém me ver cambaleando
                         A7
É o retrato da minha paixão
Não importa se no amanhecer
                       D
Eu esteja rolando no chão

(Refrão)
G                                            A7
Deixe eu passar, deixe eu entrar aqui neste bar
                                               D
Whisky sem gelo, A noite inteirinha eu quero tomar
G                                            A7
Deixe eu beber, deixe eu sofrer, deixe eu morrer, De que vale a vida
                                 D
se este boêmio não tem mais ninguém


Intermitência

Chão

sem chão

o pé

uma perna de cada vez

uma se apoia na outra

ambas sobre os pés 

cambaleando as vezes

as vezes rápido

noutras devagar

pisa - não pisa - pisa - não pisa e a outra

não pisa - pisa - não pisa - pisa

pára.

Uma junta da outra

e começa tudo outra vez.

Do contrário: 

morre esfria…

faz prece…

endurece… 

apodrece… 

aí esquece…

nada a mais!

Uivo

- Eu vi os expoentes da minha geração destruídos pela loucura,
morrendo de fome, histéricos, nus,
arrastando-se pelas ruas do bairro negro de madrugada
em busca de uma dose violenta de qualquer coisa,
hipsters com cabeça de anjo ansiando pelo antigo contato
celestial com o dínamo estrelado na maquinaria
da noite,
que pobres, esfarrapados e olheiras fundas, viajaram fumando
sentados na sobrenatural escuridão dos miseráveis
apartamentos sem água quente, flutuando sobre
os tetos das cidades contemplando jazz,
que desnudaram seus cérebros ao céu sob o Elevado e
viram anjos maometanos cambaleando iluminados
nos telhados das casas de cômodos,
que passaram por universidades com olhos frios e radiantes
alucinando Arkansas e tragédias à luz de
Blake entre os estudiosos da guerra,
que foram expulsos das universidades por serem loucos
& publicarem odes obscenas nas janelas do crânio,
que se refugiaram em quartos de paredes de pintura
descascada em roupa de baixo queimando seu dinheiro
em cestos de papel, escutando o Terror através da
parede,
que foram detidos em suas barbas púbicas voltando por
Laredo com um cinturão de marijuana para Nova
York…  - Allen Ginsberg

A Angustias das Notas e dos Contrapassos de uma Musica

Somos simples bailarinos dançando perdidamente pelo mundo, onde, nos filmes os finais são felizes e na vida real passam longe disso. Culpam o amor, a saudade e até mesmo as estrelas. Mas a culpa é nossa e somente nossa, pois, fazemos da vida uma poesia fraca cujos versos não merecem ser recitados.

Em linhas claras vamos escrevendo frases borradas cujo significados muitas vezes não existem. Por inúmeras vezes tentamos apagar nosso passado, como uma borracha apaga o traço do lápis no papel, no entanto, as marcas, assim como no papel, permaneceram para sempre.

Esquecemos de coisas importantes como quem esquece da letra de uma musica apos tela ouvido centenas de vezes. 

Vamos tocando. Tocando a vida, sem saber uma nota e muito menos a melodia que queremos ouvir, mesmo assim, vamos em frente cambaleando como bailarinos bêbados que nem escutam mais a musica pois são atormentados pelo barulho dos pensamentos.

Como em discos de vinis temos um lado B que muitas vezes fica escondido, andamos sorrindo aparentemente sob controle só que um dia isso muda, essa face do disco acaba e precisamos mudar o lado, ai então aparece todo aquele conteúdo que estava gravado na outra face do disco. Então, como bombas explodirmos, nossa revolta agora emite um som que para muitos é ensurdecedor.

A verdade nua e crua esta exposta não nos resta mais nada alem de começar um novo disco e assim o ciclo continua. Como ritmos e batidas nas musicas, por mais que sejam distintas, de estilos diferentes, uma hora ou outra as notas vão ser as mesmas, pode ser que não sejam ao mesmo tempo e que estejam sendo tocadas com intensidades diferentes mas, elas serão as mesmas.

Asleep.

Dizem que, quanto mais velho tu for, menos doloroso é o suicídio. Não sei se concordo. Não me parece tão doloroso agora, e nem cheguei aos dezesseis. Mesmo assim, até os trinta terei me matado mais de mil vezes, terei mil mortes diárias.
Don’t feel bad for me, I want you to know that deep in the cell of my heart I really want to go.
Queria que colocassem Asleep no meu funeral. Se fosse pra fazer um, que compreendessem que fui embora porque quis, decisão feita na plenitude do meu livre arbítrio.
Tenho quase dezesseis. Deveria estar me preocupando com bobagens, deveria beber uma garrafa de uísque e sair cambaleando por aí. Ao invés disso, preocupo-me em não manchar o meu quarto de sangue, apagando todo e qualquer vestígio. Então não acho que sair dessa seria doloroso.
Sing me to sleep, baby. I don’t want to wake up on my own anymore.

"Tudo que eu mais queria, era que você não olhasse desse jeito para mim, entendesse que meus erros são minha maneira de me aproximar de ti, eu não sei pedir as coisa pois sou inseguro prefiro roubar da sua mão, então faça me um favor, não me deixe só nesse verão.
Lembra aquele dia em que você bebeu de mais e ficou cambaleando pelo chão?
Eu ficava te empurrando mais cerveja, pois talvez assim você me desse atenção.
Você não faz nem ideia de quanto eu almejo segurar a tua mão, então me faça esse favor não me deixe só nesse verão…”
-Marcos Félix

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