Café

Essa cena talvez não aconteça mais. Optamos pelo segundo caminho. Por mais distante que eu possa estar de você, há alguma coisa ainda nos conectando, quis alguém assim. Haverá momentos em que o vazio entre meus braços se preencherão sozinhos de lembranças, e mais nada. Lembranças de que um dia existiu uma pessoa a quem abraçar, a quem beijar. Feito um quase clichê, eu era feliz e sabia, sim.

Espero então que o tempo não me deixe marcas, ou faça-me acostumar com a ausência de outras. Independente do caminho que eu tome, seguirei forte, mas sei que dormirei e acordarei com o rosto da mesma pessoa em mente, e a sensação de que seu corpo pudesse estar colado junto ao meu, vendo-a sorrir. Espero também o tempo não me afastar da minha felicidade, que eu sei onde mora, eu sei o que faz, mas não sei como me aproximar novamente. Quem bebeu da melhor bebida do mundo sabe que não compensa provar de outras, e tenho dito.

Por enquanto sofrerei de sede, mas não degustarei de outros licores.

Paquerar é bom, mas chega uma hora que cansa! Cansa na hora que você percebe que ter 10 pessoas ao mesmo tempo é o mesmo que não ter nenhuma, e ter apenas uma, é o mesmo que possuir 10 ao mesmo tempo.

Nessas horas sempre surge aquela tradicional perguntinha: Por que aquela pessoa pela qual você trocaria qualquer programa por um simples filme com pipoca abraçadinho no sofá da sala não despenca na sua vida?

—  Luis Fernando Veríssimo

Ibrahimovic: Na minha opinião, Ronaldo foi o melhor jogador da história. Quando estava no auge, ele era completo, por sua qualidade e seu estilo. Ele jogava de forma elegante. Não havia ninguém como Ronaldo.

Conca: Gosto muito do Ronaldo, ele é o melhor atacante do mundo que eu vi.

Zidane: Ronaldo foi o maior de nossa geração.

Romário: Depois de mim, ele foi o melhor de todos.

Zico: O Ronaldo foi muito melhor que eu e Romário.

Kaká: Ele não precisa se preocupar com o recorde de gols na Copa do mundo. Igual a Ronaldo nunca vai existir.

#prasemprefenomeno

Querida Vida, saí por aí, fui dar uma volta. Quando volto não sei, pois hei de arejar a cabeça da poeira que trago dos meus dias. Aliás, espero que chova durante o passeio, para me limpar dos anseios, das dúvidas e das dívidas que me escolheram sem qualquer sorteio. Ah, deixei no criado-mudo o estresse, o choro da preocupação, e se pudesse, também o restante do coração que foi talhado na mais linda árvore, porém, na mais fraca madeira. E desse maneira, o sentimento que é lindo, vistoso e encantador por fora, grita e sofre por dentro, parecendo criança mimada - não aceita um não, quanto mais a dor que lhe convém, da saudade que amarga aflição, que ninguém sabe curar. Por fim, eu até te diria: não me espere para o jantar, levei comigo um bocado de fé, um punhado de lenços. A pressa deixei ao léu da ventania.
—  Guilherme Caetano

2 vezes campeão mundial. 3 vezes eleito o melhor jogador do mundo. 8 cirurgias. 8 artilharias. 15 gols em Copas do Mundo (maior artilheiro da história). 18 premiações. 19 títulos. 95 gols pela Seleção. 

#prasemprefenomeno

A cadela Pretinha, que há oito anos vive no portão do Cemitério da Saudade, onde possivelmente seu antigo dono está enterrado, mobiliza moradores de Sorocaba. A cachorra, sem raça definida, dorme em uma caixa de papelão desde que a fiscalização de trânsito mandou retirar a casinha de madeira instalada pelos motoristas de um ponto de táxi para abrigar o animal.

Mais de 400 pessoas assinaram um documento enviado à Câmara pedindo à prefeitura que autorize a recolocação da casinha.

O taxista Claudemir Antonio Pastri, de 53 anos, conta que ele e os colegas se cotizam para dar ração e tratamento veterinário à cadela. “Levamos à clínica uma vez por mês.” Segundo ele, Pretinha já teve uma casinha de madeira, mas um carro descontrolado subiu na calçada e a destruiu. “O motorista nos ajudou e compramos outra, mas os fiscais da Urbes (empresa municipal de trânsito) não deixam instalar.”

O motorista de caminhão de aluguel Geraldo Almeida, de 57 anos, afirma que a cachorra costumava seguir enterros, mas foi proibida de entrar no cemitério. “Falam que ela seguiu o enterro do dono e ficou por aqui.” Almeida ajuda a bancar os custos de ração e veterinário do animal.

Com a chegada do frio, a cachorra “sem-teto” ganhou roupas e manta, mas permanece ao relento. - O Estado de S. Paulo

Café das 23h: existe coisa mais pura? Isso me parte o coração, dá vontade de eu mesmo adotar!

Text
Photo
Quote
Link
Chat
Audio
Video