atingem

Você foi daquelas pessoas que entram em nossas vidas para se tornarem especiais pela maneira de ser ou agir, pela profundidade em que atingem nossos sentimentos. Mas infelizmente, aquela atitude errada que fez acabar com a nossa amizade, sempre vem na minha memória. Só espero que esteja feliz onde estiver, com aquele lindo sorriso no rosto.
—  Lucas Martins.
Chuva causa inundações e atinge casas em Mafra, no Planalto Norte de SC Veja+ em https://brasilmultas.com.br/noticias/chuva-causa-inundacoes-e-atinge-casas-em-mafra-no-planalto-norte-de-sc/

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Chuva causa inundações e atinge casas em Mafra, no Planalto Norte de SC

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Um muro caiu em uma residência e duas ruas alagaram. Defesa Civil está em alerta

chuva que cai em Santa Catarina já causou estragos no Planalto Norte do Estado. A cidade mais atingida até agora foi Mafra.

De acordo com informações da Prefeitura da cidade, um muro caiu em cima de uma casa. Há registro também de alagamentos. No bairro Vila Buenos Aires uma rua encheu e oito casas foram atingidas. A rua Independência, no Centro da cidade, também alagou e foi interditada.

A Defesa Civil está em alerta pois o volume de chuva continua alto.

:: Confira a previsão do tempo para todo o Estado

Em outras cidades do Planalto Norte a situação era tranquila pela manhã. EmRio Negrinho não há registro de ocorrências, mas o volume de chuvas preocupa a Defesa Civil. Nenhum registro de ocorrências também em Canoinhas. A expectativa é de que o tempo melhor a partir da noite desta segunda-feira.

http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/noticia/2014/12/chuva-causa-inundacoes-e-atinge-casas-em-mafra-no-planalto-norte-de-sc-4668293.html
Tudo anda tão confuso ultimamente, as coisas já não possuem a mesma fluidez de antes. Como o passado faz falta. Olhando para trás consigo ver o quanto eu era feliz. Isso de que devemos valorizar os momentos se concretizou como uma verdade dolorosa quando os anos passaram. Outra coisa que anda acontecendo com frequência são as verdades aparecendo, elas surgem como flexas, flexas que me atingem como se eu fosse um alvo livre. Eu não tenho medo do futuro, nem do passado. O presente é que me assusta, ele é tão incerto, bipolar feliz infeliz, não sei como melhor descrevê-lo. Ele me confude, às vezes não sei onde estou e por que estou agindo de determinada forma… confusão, só vejo uma baita confusão em formação e desenvolvimento. Acho que tudo isso tem um nome, tem um período de transição. Estou sofrendo de adolescência, por um período que parece inacabável.
—  Vinícius T.
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Porque hoje eu estou assim. 

“Hoje é um bom dia pra esquecer o que me aflige.
De todos os problemas são poucos que me atingem.”

Estou perdida. Parada, petrificada e esquecida no tempo. Vem a mim a vontade de chorar, moça, mas não vem a mim lágrimas. O poço secou. E eu fiquei aqui no fundo dele. Mãos tentam me ajudar, mas nenhuma parece me alcançar, sou inatingível, inalcançável. Turbilhões de sentimentos me atingem e eu me afogo aqui nesse poço que à muito secou, entende o que quero dizer? Estou enfadada a sentir demais e não saber como lidar com esses sentimentos exacerbados. Ô moça, me tira daqui.
—  Natalyne Macêdo

E eu pensando e se esse dia fosse diferente, menos cinza, tipo mais cores. Hoje é um bom dia pra esquecer o que me aflige, de todos os problemas são poucos que me atingem. Nada mais importa. (em Praia da Baleia)

Mi-e frica sa mai cred in ceva/cineva. Mi-e frica sa mai pun in joc vreun sentiment, oricat de mic. Mi-e frica sa mai simt, pentru ca singura data cand am simtit cu adevarat, am gresit. Mult si tare. M-am dezamagit. Si am dezamagit. Si la randul meu am fost dezamagita de altii, care au fost dezamagiti si ei. Ciudata viata asta, nu?Cum vrem sa demonstram lumii ca suntem capabili de fapte mari. Si da, suntem capabili de fapte mari. Dar nu prea am vazut oameni capabili de sentimente mari. Ciudat cum vrem sa atingem apogeul, si cand reusim, parca nu suntem fericitii. Parca era mai bine acolo, jos, de unde nu puteai sa cazi atat de tare. De unde mergeai mai in genunchi, mai pe coate, dar mergeai…

19/abr

Quantas chances perdemos todos os dias de tomar decisões que nos levarão a um futuro que “queremos”? No fundo queremos mas geralmente passamos algum tempo sem reconhecer tal querer. O que quero hoje é muito volátil mas existem alguns que permanecem a loucura do tempo. Algumas coisas apenas acontecem, elas acontecem e nos atingem pra sempre mas isso não quer dizer que elas durarão pra sempre e nem que por conta daquele momento as coisas sempre serão assim. O tempo machuca de uma forma absolutamente incrível, porque ele passa. As vezes só queria que alguns tempos durassem mais, ficassem por mais tempo…porque esse mesmo tempo que leva pode trazer algum dia e nesse dia pode não haver mais tempo. Temo o tempo por isso. Mas ele é incrivelmente livre, deixo-o correr porque não posso detê-lo. Ele vai e muda tudo, gira e dá voltas e no fim parece colocar tudo no lugar. Muitos sofrem por tentar segurá-lo mas a sua beleza está no ser livre, não o impedir torna as coisas belas, dolorosas mas belas. 

Rumo das palavras

Se todo meu ser coubesse um dia
Na ponta dos dedos
Palavra-poema eu seria
Se as palavras que em mim habitam
Que em mim ardem
Que em ti te alcançam
Soubessem dizer o que pretendem
Ou te chegassem de repente
Serena e contente
Te revelando facetas tão claras como as águas
Tão suaves como uma brisa
Palavras amargas não te convenceriam
E saberias que o que te falo atinge mais a mim do que a ti
Expressa o que antes de ser dizível
Se mantinha vivo e ardente num corpo pulsante
Que se afoga e se perde
Que pensa, sente, cheira e toca palavras.
Palavras antes não ditas
Mas que ao saírem
Não sabem quais rumos prosseguem
Nem de que modos te atingem.
Andréia Schmerz

Pode parecer que as tuas palavras não me atingem.

Mas,a verdade é que atingem sim.
Elas abrem um buraco no meu coração.
Porém,eu aprendi a fingir muito bem.Por isso parece que passa despercebido.


Mas,é só eu ter um momento a só,que as tuas palavras voltam.Ficam na mente.
E é só isso acontecer pro meu mundo desabar  e eu me acabar em lágrimas.

—  Alguém que ainda sente a dor da partida - 

Publicado no Estadão

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

 Eu preferiria não voltar ao tema arquibatido das crises que nos alcançaram. Mas é difícil. Vira e mexe, elas atingem o bolso e a alma das pessoas. Na última semana o início de recessão repercutiu fortemente sobre a taxa de desemprego. Considerando apenas as seis principais metrópoles, ela atingiu  6,2%, a maior taxa desde 2001. A Petrobras, ao tentar virar uma página de sua história recente, pôs em evidência que o “propinoduto”, enorme (R$ 6 bilhões), é incomparavelmente menor do que o “asnoduto”, dos projetos megalômanos e malfeitos: R$ 40 bilhões. São cifras casadas, pois quanto piores ou mais incompletos os projetos de obras, mais fácil se torna aumentar seu custo e desviar o dinheiro para fins pessoais ou partidários.

O setor elétrico foi vítima de males semelhantes (só à Petrobras as “pedaladas” da Eletrobrás custaram R$ 4,5 bilhões) e não é o único no qual os desmandos vêm se tornando públicos. Se algum dia se abrirem as contas da Caixa Econômica, vai-se ver que o FGTS dos trabalhadores deu funding para uma instituição bancária pública fazer empréstimos de salvamento a empreendimentos privados quebrados. No caso do BNDES, a despeito da competência de seus funcionários, emprestou-se muito dinheiro a empresas de solvabilidade discutível, também com recursos do FAT, ou seja, dos trabalhadores (ou dos contribuintes), oriundos do Tesouro.

No afã de “acelerar o crescimento” usando o governo como principal incentivo, as contas públicas passaram a sofrer déficits crescentes. Pior, dada a conjuntura internacional negativa e o pouco avanço da produtividade nacional, também as contas externas apresentam índices negativos preocupantes quando comparados com o PIB brasileiro (cerca de 4%, com viés de alta). Pressionado pelas circunstâncias, o governo atual teve que entregar o comando econômico a quem pensa diferente dos festejados (pelos círculos petistas e adjacentes) autores da “nova matriz econômica”. Esta teria descoberto a fórmula mágica da prosperidade: mais crédito e mais consumo. O investimento, ora, é consequência do consumo… Sem que se precisasse prestar atenção às condições de credibilidade das políticas econômicas.

As consequências estão à vista: chegou a hora de apertar os cintos. Como qualquer governo responsável — antes se diria, erroneamente, neoliberal —, o atual começou a cortar despesas e restringir o crédito. Há menos recursos para empréstimos, mais obras paradas, maior desemprego, e assim vamos numa espiral de agruras, fruto da correção dos desacertos do passado recente. Para datar: esta espiral de enganos começou a partir dos dois últimos anos do governo Lula. Agora, na hora de a onça beber água, embora sem reconhecer os desatinos, volta-se ao bom senso. Mas, cuidado, é preciso que haja senso.

Ajuste fiscal, às secas, sem confiança no governo, sem horizontes de crescimento e, pois, com baixo investimento, é como operação sem anestesia. Pior: política econômica requer dosagem, e nem sempre os bons técnicos avaliam bem a saúde geral do país. Também o cavalo do inglês aprendeu a não comer; só que morreu.

Não quero ser pessimista. Mas o que mais falta faz neste momento é liderança. Gente em quem a gente creia, que não só aponte os caminhos de saída, mas comece a percorrê-los. Não estou insinuando que sem impeachment não há solução. Nem dizendo o contrário, que impeachment é golpe. Estou apenas alertando que as lideranças brasileiras (e escrevo assim no plural) precisam se dar conta de que desta vez os desarranjos (não só no plano econômico, mas no político também) foram longe demais.

Reerguer o país requer primeiro passar a limpo os erros. Não haverá milagre econômico sem transformação política. Esta começa pelo aprofundamento da operação Lava-Jato, para deixar claro por que o país chegou onde chegou. Não dispensa, contudo, profundas reformas políticas.

Não foram os funcionários da Petrobras os responsáveis pela roubalheira (embora alguns nela estivessem implicados). Nenhuma diretoria se mantém sem o beneplácito dos governos, nem muito menos o dinheirão todo que escapou pelo ralo foi apropriado apenas por indivíduos. Houve mais do que apadrinhamento político, construiu-se uma rede de corrupção para sustentar o poder e seus agentes (pessoas e partidos).

Não adianta a presidente dizer que tudo agora está no lugar certo na Petrobras. É preciso avançar nas investigações, mostrar a trama política corrupta e incompetente. Não foi só a Petrobras que foi roubada, o país foi iludido com sonhos de grandeza nacional enquanto a roubalheira corria solta na principal companhia estatal do país.

Quase tudo o que foi feito nos últimos quatro mandatos foi anunciado como o “nunca antes feito neste país”. É verdade, nunca mesmo se errou tanto em nome do desenvolvimento nacional nem jamais se roubou tanto sob a proteção desse manto encantado. Embora os diretores da Petrobras diretamente envolvidos na roubalheira devam ser penalizados, não foram eles os responsáveis maiores.

Quem enganou o Brasil foi o lulopetismo. Lula mesmo encharcou as mãos de petróleo como arauto da falsa autossuficiência. E agora, José? Não há culpabilidade política? Vai-se apelar aos “exércitos do MST” para encobrir a verdade?

É por isso que tenho dito que impeachment é uma medida prevista pela Constituição, pela qual não há que torcer, nem distorcer: havendo culpabilidade, que se puna. Mas a raiz dos desmandos foi plantada antes da eleição da atual presidente. Vem do governo de seu antecessor e padrinho político. O que já se sabe sobre o petrolão é suficientemente grave para que a sociedade repudie as forças e lideranças políticas que teceram a trama da qual o escândalo faz parte. Mas é preciso que a Justiça não se detenha antes que tudo seja posto às claras. Só assim será possível resgatar os nossos mais genuínos sentimentos de confiança no Brasil e no seu futuro.

Meu choro

Sabe aquela vontade repentina de chorar ? Eu as vezes a sinto sem si quer saber o motivo. Eu apenas choro. Talvez eu ache que seja sem motivos e que é só choro “ cotidiano ”. Na verdade pode ser tudo oque ando pensando, remoendo. Seja a consequência de todo meu modo de agir; pensar. Uma forma de viver não comum, e como é ser comum ? Ser igual?
As grandes potências tem tanta influência em tudo … Talvez isso seja só os olhares que penso ignorar, olhares de reprovação que de alguma forma me atingem e me deixam deprimida, queria ser apenas entendida já que todos querem ser iguais deveriam deixar eu ser “ o” diferente. Até onde sei, ninguém pensa igual, todos temos uma forma diferente de visão, mas não em nossa sociedade de repressores.
É … Acho que achei o motivo de chorar. É um choro da alma presa por ser transparente, não branca como as outras. - R.R ⚡