Quando ele sorri desarmado, limitado e impotente, para todas as minhas dúvidas, inconstâncias e chatices, eu sei que é daquele sorriso que minha alma precisava. Ele não faz muito pela minha angústia existencial, até por não saber. E consegue tudo de mim. Consegue até o que ninguém nunca conseguiu: me deixar leve. Eu quero parar com tudo isso, ele é um menino que não pode acompanhar minha louca linha de raciocínio meio poeta, meio neurótica, meio madura. Eu quero colocar um fim neste tormento de desejar tanto quem ainda tem tanto para desejar por aí. E aí eu me pergunto: pra quê? Se está tão bom, se é tão simples. Ele me ensinou que a vida pode ser simples, e tão boa.
—  Tati Bernardi.
Ei, eu sei que ta doendo agora, eu sei que teu corpo é pequeno demais pra aguentar tantos sentimentos, e que talvez você sinta sua vida desmoronar nesse momento. Pequena, a sua vida não é um mar de rosas, tem dificuldades todos os dias, e se machuca muito por tudo que acontece, sua vida não é fácil, ela tem altos e baixos, e às vezes parece que é baixo demais pra conseguir se levantar. Minha linda, eu sei que você é o tipo de pessoa que sente muito o que acontece a sua volta. Mas é por isso que eu to aqui, pra tentar amenizar o caos que passa na sua cabeça nesses momentos, pra aliviar a dor que você tem no seu coração quando estiver triste. Quero te mostrar que esse mundo pode ser injusto muitas vezes, mas vou estar do seu lado, quero mostrar que vou estar contigo mesmo que todos os outros decidam ir embora. Não esqueça, eu te amo, um pouco mais que ontem, um pouco menos que amanhã.
—  Dez horas de distância dela -  Para quando minha pequena acordar.
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