Hoje, eu virei podre que nem você. Hoje, me tornei de uma repulsa enorme pra quem tem o maior senso com que pessoas se deve andar. Eu não bebo, eu não falo palavrão e não faço sexo com quem eu não conheço. Mas nessa noite eu fiz essas três coisas de uma vez. Eu bebi tanto, tanto, que cuspi na cara do Arthur palavras mais rudes do que você mesmo. Eu disse que ele era um puta viado, e que eu não tinha o menor interesse nele. Eu disse que não queria as mãos sujas dele no meu corpo, até porque, ele não era capaz de me ter. Não desse jeito. Eu assisti ele chorar, eu assisti. Simplesmente isso. Não sei se eu tava com uma pontinha de remorso, só sei que fiquei lá olhando, até ele ir embora, e eu também. Com outro cara. Que nunca vi. E não sei ao menos o nome.
Eu entrei no carro dele, um porshe amarelo. Sim, era um porshe esses que só riquinhos tem. E, ah, eu não fui sentada. Eu fui em pé no banco da frente. Cantando Wild Ones com uma tacha de champanhe. E o cara, ele ria, e passava as mãos na minhas pernas, e eu pedia mais. Eu gritava e implorava por mais. E depois, eu entrei no apartamento dele. E droga, eu mal sabia que rua era. E se ele me matasse, se ele se voltasse contra a minha má vontade? Bem, se ele fizesse. Eu não estaria aqui. Eu sei que eu mal pensava. Eu beijava ele sem parar pra recuperar o fôlego. E a cada segundo, eu tirava mais uma peça dele. Nem sei se eu deveria dizer isso, mas eu mijei de porta aberta. Eu simplesmente abaixei minhas calças e a minha calcinha vermelha de bolinhas, e deixei ele ficar na porta. Me olhando. Depois, eu pedi sexo pra ele. Pedi sexo violento. Isso mesmo. Não sei onde eu tava com a cabeça. Juro que não. Mas antes de começar, eu chorei. Sei lá, eu simplesmente deitei. E lembrei, que eu tava fazendo aquilo tudo pra tirar a cena da minha cabeça. Mãos grossas, dedos longos e veias “saltantes” na cintura de outra menina. Chorando. É, eu vi Travis, você se mostrando pra outra pessoa, além de mim. E quando lembrei do som do seu choro, eu chorei também porque não queria que me deixasse ir. Não queria que outra pessoa te conhecesse desse modo. Não queria. E não quero. Então eu me vesti, e fui pra casa. Quer dizer, pra sua casa.
Eu sabia que você não tava lá, então eu podia muito bem chegar na porta da frente. E sua mãe me ama. E quando ela me viu, com o lápis borrado na minha cara, ela nem me perguntou. Ela só disse: - É o Travis né? E eu concordei, infeliz, em saber que minha noite pra esquecer você, só me fez fazer, lembrar mais ainda.
—  Larissa R
Nunca pensei que um passeio de moto fosse se tornar isso. Nunca pensei ao menos, que eu iria ter a coragem e ousadia de subir em uma. Mas você me trás coragem quando quer Travis. Você me faz esquecer todas as drogas de acidentes causados por essas duas rodas e essa velocidade insana. E por isso subi. Só por isso. Só por você. Eu sei que algum tempo, eu tenho te culpado o tempo inteiro, mas era só pra me descarregar. Talvez eu começasse a te achar realmente feio e estúpido. Mas não adianta. Sinceramente não adianta em porra nenhuma. Eu me encho de ódio, eu me encho de raiva, mas você continua enchendo-me muito mais.
Nunca pensei que queria passar um dia todo na garupa dessa moto. Deixar minhas mãos apertar seu corpo por esse dia todo. Sério, eu realmente nunca pensei que fosse me sentir tão livre. Que fosse me sentir, finalmente sem nenhum desgosto de você. Como se a gente tivesse uma história bonita. Como você me amasse. Aliás, hoje pela primeira vez você disse. Eu te amo. Você sabe, essas palavras blé que nos causam até febre de felicidade. E droga Travis, porque disse isso? Você sabe que não resisto, quando você toma reconhecimento de mim. De tudo. De nós, e acabo estalando o nosso ultimo momento num beijo, e que porra eu não deveria ter dado. Porque depois disso o que vem? Depois disso, não vem ninguém. Não vem nada. Vem aquele sentimento de esperança adormecida e sentimentos massacrados.
Mas hoje, sinceramente que se foda. Que se foda mesmo tudo. O que não vem depois. E o que eu queria que viesse depois. Foda-se você, e toda essa porra de sentimento que eu sinto. Foda-se meu medo de andar de modo, e da velocidade subindo a cada quilometro. Cansei de me privar da felicidade, por temer a tudo. Então me dê esse moto, deixa eu acelerar nessa estrada. Deixa meu coração acelerar junto com a quilometragem. Deixa você se acelerar, até você ir embora. E eu tirar toda essa ideia, que dessa vez vai ser diferente. Porque não vai. Você sabe que não vai. Deixa eu esquecer essa palavras que fazem barulho na minha mente, que você me ama. Me deixa. Não deixa. Me deixa. Mas você não deixa. Então vai, deixa eu me aproveitar dessa felicidade momentânea acelerando na cama, com você.
—  Larissa R

Prometo não lamentar, não jogar estas palavras feinhas em seu jardim. Como pão bolorento, as deixarei em um canto qualquer. Será comida de fungos, virará húmus ou apenas sumirá. Eu já não me importo. Não me importo com seus dias, nem como os meus. Lanço-me nesta galáxia chamada solidão, e só caio…caio lentamente sentindo minha pequenez flutuar. Em silêncio vou seguindo até que encontre um buraco negro que me engula e alivie minha hanseníase sentimental de uma vez e para sempre.

Cacau

Enferma.

En 1924 un medico llamado François Boisent enumeró, una a una, todas las anomalías físicas y mentales que se producen cuando una persona se enamora.

Al principio, afirmaba Boisent, el enamoramiento tiene numerosas similitudes con procesos gripales, estado febril, dilatación de pupilas, palpitaciones, sudoración, temperatura alta y disminución de pensamiento periférico.

El mal de amores cursa los primeros días como un catarro, pero a lo bestia, hasta que el paciente se habitúa a la presencia de la persona amada.

Después, los síntomas en vez de remitir como sucede en los procesos gripales, se multiplican, el enamorado pierde el apetito, pasa las noches en vela con gran ansiedad y se entrega al aislamiento y la soledad.

Y aunque el paciente sabe lo que le está pasando no hay antibiótico ni antigripal que le alivie, la vida sin la persona amada se convierte entonces en un infierno.

En función del organismo afectado, su periodo de recuperación puede ser de unos días o convertirse en una enfermedad crónica…un desasosiego para toda la vida.

anonymous said:

Como que te gusta un White Boy? El Agua Bendita no sera suficiente. Ahorita mismo te me vas y te comes 3 Tamales, 1 de elote, 1 de pollo y 1 de Verdolagas, pa que entre hasta el meritito centro de tu corazon. Despues te tomas un Champurrado de Guayaba pa que amarre macizo. Al final te vas a cantar a todo pulmon tu cancion favorita de Jose Alfredo Jimenez. Esperemos eso te cure y te alivie del mal "White Boy".

Lmaoooo. I love u so much, whoever you are

And I wanna kiss you, make you feel alright
I’m just so tired to share my nights
I wanna cry and I wannna love
But all my tears have been used up
On another love, another love

Essa é a nossa música. Não sei porque, não tem motivo. Você provavelmente nunca ouviu. Aliás, essas coisas não fazem bem o seu “tipo” e você não perde tempo com coisas que não se encaixam com você. E Travis, sinceramente, como você consegue fazer isso? Ah qual é. Vai me dizer que nunca se apaixonou, nunca quis compartilhar coisas mescas com alguém e essa pessoa não encaixa com seu tipo de literatura, com seu tipo musical? Todo mundo já teve alguém oposto. Eu por exemplo, sou inteligente, culta e odeio beber. Você é burro, se interessa no máximo por 50 tons de cinza, e praticamente todos os dias você tá ressaca. E puta que pariu Travis, você já é insuportavelmente chato, mas quando você bebe, você fica impossível. Sério, eu juro que se eu fosse seus amigos, ou dona do bar onde você bebe, eu não teria medo de ir pra cadeia não e te mataria. Ou melhor, eu contrataria alguém, porque bem, eu vou ter que admitir que eu sou covarde demais pra olhar nos seus olhos e saber que eles estariam fechados pra sempre.
E ta vendo Travis o que você faz? Você fode tudo. Você fode meu psicológico e minha parte forte. Aliás, que parte forte Alice? A que o Travis matou? Essa mesmo. Você me matou, sem dó. Você olhou nos meus olhos e não se importou que eles fossem se fechar pra sempre. Aliás, você implorou pra que eles se fechassem. Você não quer garotinhas mimadas e não capazes de controlar a si própria correndo atrás do seu maldito odor. Mas Travis, pensa só, você é o culpado. Porque olha bem, se você não tivesse sido canalha o suficiente pra me contar mentiras, eu estaria ainda vivendo na minha realidade. Eu poderia tá gostando do Arthur. E não me venha com o papo que eu não gosto, porque ele é um cuzão. Porque você sabe que ele não é. Você sabe que se eu tiver alguma força de eu não sei exatamente onde, eu me deito com ele não mais com você. E esse é teu medo Travis, me ver amando outra pessoa além de você. Porque você gosta de mim de noite. Você gosta de mim nos pratos. No sofrimento. No soluço e no silêncio absoluto. Depois, você finge que nem sabe sobre sentimentos. E acaba com os meus.
E sim Travis, essa é a nossa música. Eu quero beijar Arthur com a mesma vontade que eu encaixo meus lábios nos teus. E quero deixar ele melhor, como eu faço quando você chora. Quando você mostra ser alguém. Mas você não deixa, você me prende. E eu fico aqui desperdiçando lágrimas por um outro amor. Um outro amor. Travis.

And I’d sing a song, that’d be just ours
But I sang them all to another heart.

—  Larissa R

Na lista de sincerões que já passaram por aqui, o de Martha Stewart é tão abrangente que é praticamente um fuzilamento pra quem cruzar seu caminho. Sobre o Goop, fundado por Gwyneth Paltrow, Martha não aliviou em nada, e na entrevista concedida para a revista Porter, do Net-a-Porter, ela soltou a indireta pra Gwyneth “ficar quieta e ser uma estrela de cinema. Se ela fosse confiante como atriz, não tentaria ser uma Martha Stewart”. Vrááá! (via Metralhadora Stewart | Julia Petit – Petiscos)

A veces

A veces las cosas no marchan como uno quiere
A veces hay que saber ser más fuerte que las circunstancias
A veces tienes ganas de escapar, y empezar de cero, allá lejos donde nadie te conoce
A veces piensas quedarte en casa durmiendo todo el día hasta que pase, hasta que se detenga, hasta que se alivie o quizás se le ocurra desaparecer 
A veces duele mucho, otras, no tanto
A veces punza tan fuerte, tan adentro que te ahogas, te resistes y solamente quieres desaparecer
A veces sale también el sol, y te das cuenta que exageras, que las cosas no son tan malas como las pintas y que al final es parte de la vida
A veces te encuentras escribiendo en tumblr y te avergüenza haber escrito tanta tontera junta

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