abusivos

Perú: Régimen Laboral Juvenil

Después de ver cómo la policía cometía injusticias contra la población. Después de explicarles que esto vulnera los derechos de los jóvenes, y ver que aún así seguían golpeando y arremetiendo contra uno, empiezas a darte cuenta el tipo de lugar en dónde vives. “El Perú está cambiando” ¿Por qué no lo demuestran? El Perú podrá mejorar económicamente todo lo que pueda pero si esa oportunidad no es para todos, ¿de qué vale? La ley laboral juvenil quizás no afecte a todos, quizás no me afecte a mí ni a ti, pero eso no significa quedarse de manos cruzadas. Como ciudadano estoy en la potestad de defender mi posición al respecto, y creo que esto es indignante y abusivo. Aprendamos a defender los derechos que nos han sido brindados, brindados por el mismo sistema que intenta quitárnoslo. 

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“L’amore è quell’attimo che non aspetta nemmeno un secondo, che rincorre il minuto, anche 60 volte, fino a che non arriva l’ora di vederti.L’amore è quell’onda di argento vivo che lega gli occhi al cuore indissolubilmente. Tutto quello che vedrà il cuore si guarderà dagli occhi e tutto quello che si guarderà dagli occhi si vede dal cuore, e adesso che so tutte queste cose proteggimi, difendimi, voglio fidarmi di te, ancora una volta.”

(Il Principe Abusivo, Alessandro Siani)

Sobre se render.
Há algo nesse ato que sempre achei extraordinário. Não é algo que carregamos conosco. A única coisa que nos acompanha desde nosso berço é a certeza que a morte irá nos carregar em seus cálidos braços pedindo de volta o destino que nos foi dado. Não é todos que conseguem cumpri-lo. E não são todos que conseguem ter fome suficiente para devorá-lo. Acho que cabe a cada um a promessa de permanecer nele. Ser uma boa pessoa. Ter fé. Transportar amor. A grande questão é que a nossa estrada é feita de um numero abusivo de perdas, e ganhos que na parte não compensam tais sofrimentos. É sempre idade muito da prematura pra se perder alguém que tanto amamos. Mas conforme o tempo passa aprendermos que aquilo que amamos se esvai no nosso peito num milésimo ínfimo e a gente mal nota essa perda a não ser quando tudo que nos resta é lamentar. Ah! Mas o diabo do tempo que num piscar de pálpebras desliza o seu corpo insaciável e sórdido sobre tudo aquilo que é nosso deixando-nos apenas com aquilo que é essencial pra permanecer na luta: o ato de se render. Algo tão terno. Que causa tanto temor. Que causa tantas duvidas. Que causa tantos tremeliques no nosso peito. Como se faz isso? Como se dá algo que a gente nem sabe que é nosso? Como se entregue o que nos faz ser o que é a gente? Como a gente mostra pro mundo a nossa fragilidade? Se não há certeza de retorno. Se não há perspectiva de felicidade. Se a gente pode acabar numa viela qualquer com a pele rasgada de tanto doar e doer. Mas vai que alguém nos resgata. Sobre o que sei sobre curar é uma mão que lava a outra. Nisso ninguém escapa. Você cura outra pessoa, e quando ela estiver se sentindo segura o suficiente pra caminhar sobre os próprios pés, ela se vai. Ou vai ver resolver ficar. Não cabe a nos decidir o destino da liberdade alheia. Sobre vazios o céu está nos mostrando que há um bocado deles. O que cabe creio que a mim e a você é tentar estar sempre aberto para o que vier. Ter o coração livre de urtigas. Afinal, para que o verso se transformasse em poesia foi preciso que o poeta enfrentasse as agonias de encontrar as palavras certas pra transformar a alma em literatura. Pra que a gente consiga se entregar é necessário ser lírico. Versificar o espanto de ser um eterno sonhador. E se render ao imprescindível.
—  KEHL Luisa.
Os preços são abusivos no Brasil. E daí?

Cada vez mais circulam na internet textos comparando um produto/serviço no Brasil, e o mesmo produto/serviço em outros países. É bem provável que você já tenha visto. Basta passar algumas poucas dúzias de minutos em alguma rede social. 

Por um lado, a iniciativa é super válida e coerente: a informação é o primeiro passo para se construir mudanças. E como o lucro brasil não é óbvio, tão pouco está escrito em alguma nota fiscal ou site de compras, esses textos ajudam a entender o quanto o brasileiro paga de imposto.

Por outro, a atitude do brasileiro não passa de cômoda. Compartilhar uma tirinha de figuras e textos nas redes sociais não vão fazer com que o preço do produto abaixe. Ou que, pelo menos, a carga tributária desse produto diminua. Pelo contrário.

É verdade que quem tem boca vai a Roma, mas reclamar por reclamar nunca resolveu nenhum problema. Isso é apenas mais uma das multi-facetas do mimimismo.

Ora, se você acha que o preço do produto é abusivo, não compre. Se o serviço prestado da operadora de celular é terrível, não assine. Se já tiver assinado, cancele. Se você julgar inaceitável pagar 100 reais em uma única refeição, não vá mais a esse restaurante.

Com relação aos impostos, a curto prazo, não se tem muito o que fazer. Mas com produtos/serviços você pode simplesmente boicota-los. 

Fácil, não? 

Aparentemente não. Parei para observar quantas pessoas escrevem sobre “cancelei o serviço na XXX, …” ou “deixei de comprar o YYY, …” devido ao preço abusivo. Sabe quantas ocorrências eu percebi em um pouco mais de uma semana? Nenhuma. É claro que isso não tem nenhum rigor de uma metodologia ciéntífica, mas, pensando com calma você pode também concordar comigo, fazendo, a sí próprio, as seguintes perguntas:

1. Alguém em seu circulo de amizades recentemente fez uma reclamação pública sobre os preços abusivos de produtos e serviços praticados no Brasil?

2. Se sim, algum deles comentou que deixou de adquirir o produto por julgar o preço abusivo?

"Mas não da pra viver sem X, Y, e Z"

Concordo que alguns serviços são obrigatórios (água, luz, internet, celular). Mas outros não são (tv a cabo, internet 4G). E alguns são bem duvidosos (telefone?). Identifique a gordura e corte o mal pela raiz. Aproveite e se desapegue do que não lhe agrega. 

Mas, o que definitivamente não traz mérito algum é reclamar por reclamar. 

youtube

Essa realidade precisa mudar!

This reality needs to change!

Twitter es consciente del problema de los 'tuits' abusivos

MADRID, 30 (Portaltic/EP)

Los responsables de Twitter han respondido a las quejas de los usuarios acerca de los mensajes abusivos en la red social. La presión ha ido aumentando y por ello, desde Twitter se está explorando cómo hacer que sea más fácil…

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Mães unidas contra o PLC 117/2013

Nota de mães feministas sobre o PLC 117/2013, aprovado pelo senado na quarta-feira (26/11) que determina obrigatoriedade da guarda compartilhada para a custódia dos filhos de pais divorciados.

Com este documento, pretendemos problematizar e esmiuçar a lei proposta pelo deputado Arnaldo Faria de Sá, do PTB, que, se sancionada, poderá comprometer e dificultar ainda mais a autonomia de mães que se encontram em relacionamentos abusivos (o que reflete nas crianças e adolescentes) e que pretendem se divorciar ou que já estão se divorciando.

Leia MILF

anonymous asked:

¿Cómo va I can't steal his heart? Sobre todo me interesa la relación Louis/novio abusivo, por cierto...¿Qué carajo hizo Louis en su vida para merecer todo eso? No es que no disfrute cuando Louis sufre (¿está mal que lo haga?) pero simplemente me lo pregunto

LOUIS NO HIZO NADA YO NO PLANEÉ NADA DE ESTO 

estoy siguiendo el plot de este poema:

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como verás, aunque quiera no podré escribir un final triste así que al menos estoy obligada a escribir un final feliz. 

El Cliente siempre tiene la razón. ¿Siempre?

Stew Leonard escribió en su famosa roca “Regla 1: El cliente siempre tiene la razón”, pero Si el cliente pide cosas poco razonables, si es abusivo o un tirano, si da mala imagen de tu marca o genera excesivos costes de atención, ¿sigue teniendo la razón?
<br />Quizá ha llegado la hora de … http://mktfan.com/story.php?title=el-cliente-siempre-tiene-la-razon-%C2%BFsiempre

TESSA KINDLER tem 19 ANOS e é uma CAÇADORA. Natural de TORONTO, CANADÁ e trabalha como profissão. Ela é BISSEXUAL e algumas pessoas dizem que ela se parece bastante com JENNIFER LAWRENCE. Infelizmente, Tessa está OCUPADA.

story of my life

Tessa adotou o sobrenome Kindler quando tinha exatos seis anos. Não sabe sua cidade de origem, nome de nascimento, de que família veio. Se lembra apenas de acordar no hospital com muita dor de cabeça. Fora adotada por um oficial da marinha, tendo assim viajado por muitos países durante a infância em prol do trabalho do pai. 
Aos dezesseis anos teve sua unida família retirada de si – o pai contraíra uma doença grave, e morreu poucos meses após o diagnóstico. Por seu menor de idade e não ter outra pessoa para cuidar de si, Tessa foi parar em um orfanato abusivo, e depois de sofrer durante dois anos até completar a maioridade, se formou em jornalismo e fora trabalhar no pequeno jornal de Forbes.
A vida difícil não tirou de Tess (como é chamada) a vitalidade. Divertida, companheira e engraçada, ela conquista facilmente as pessoas. No entanto, o sofrimento trouxe a ela uma casca grossa de ignorância e ironia, uma personalidade banhada a sarcasmo e respostas curtas às pessoas com quem não se dá bem. É afiada, boa de briga, e sempre levou as amizades muito a sério. Tem gênio forte, não leva desaforo para casa e é mais maliciosa do que o permitido na maior parte do tempo.

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