abusivos

A dor da existência e a existência da dor

Quando uma mulher começa a ter contato com o feminismo, é normal o choque inicial. Parece surreal ler sobre objetificação, sobre violência emocional, sobre padrões de beleza, sobre feminilidade, sobre heterossexualidade compulsória, sobre jornada tripla, sobre violência obstétrica, sobre estupro, sobre relacionamentos abusivos, sobre misoginia. Passado o choque inicial, parece que quanto mais se lê e mais se envolve com o feminismo, mais tudo aquilo parece fazer sentido. Porque, para uma mulher feminismo nunca acaba somente em teorias: aquelas teorias são comprovadas pelo que vivenciamos todos os dias. Nós, então, começamos a reconhecer o que lemos e aprendemos nas nuances e em várias, senão todas as situações de nossa vida cotidiana.

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“L’amore è quell’attimo che non aspetta nemmeno un secondo, che rincorre il minuto, anche 60 volte, fino a che non arriva l’ora di vederti.L’amore è quell’onda di argento vivo che lega gli occhi al cuore indissolubilmente. Tutto quello che vedrà il cuore si guarderà dagli occhi e tutto quello che si guarderà dagli occhi si vede dal cuore, e adesso che so tutte queste cose proteggimi, difendimi, voglio fidarmi di te, ancora una volta.”

(Il Principe Abusivo, Alessandro Siani)

Os preços são abusivos no Brasil. E daí?

Cada vez mais circulam na internet textos comparando um produto/serviço no Brasil, e o mesmo produto/serviço em outros países. É bem provável que você já tenha visto. Basta passar algumas poucas dúzias de minutos em alguma rede social. 

Por um lado, a iniciativa é super válida e coerente: a informação é o primeiro passo para se construir mudanças. E como o lucro brasil não é óbvio, tão pouco está escrito em alguma nota fiscal ou site de compras, esses textos ajudam a entender o quanto o brasileiro paga de imposto.

Por outro, a atitude do brasileiro não passa de cômoda. Compartilhar uma tirinha de figuras e textos nas redes sociais não vão fazer com que o preço do produto abaixe. Ou que, pelo menos, a carga tributária desse produto diminua. Pelo contrário.

É verdade que quem tem boca vai a Roma, mas reclamar por reclamar nunca resolveu nenhum problema. Isso é apenas mais uma das multi-facetas do mimimismo.

Ora, se você acha que o preço do produto é abusivo, não compre. Se o serviço prestado da operadora de celular é terrível, não assine. Se já tiver assinado, cancele. Se você julgar inaceitável pagar 100 reais em uma única refeição, não vá mais a esse restaurante.

Com relação aos impostos, a curto prazo, não se tem muito o que fazer. Mas com produtos/serviços você pode simplesmente boicota-los. 

Fácil, não? 

Aparentemente não. Parei para observar quantas pessoas escrevem sobre “cancelei o serviço na XXX, …” ou “deixei de comprar o YYY, …” devido ao preço abusivo. Sabe quantas ocorrências eu percebi em um pouco mais de uma semana? Nenhuma. É claro que isso não tem nenhum rigor de uma metodologia ciéntífica, mas, pensando com calma você pode também concordar comigo, fazendo, a sí próprio, as seguintes perguntas:

1. Alguém em seu circulo de amizades recentemente fez uma reclamação pública sobre os preços abusivos de produtos e serviços praticados no Brasil?

2. Se sim, algum deles comentou que deixou de adquirir o produto por julgar o preço abusivo?

"Mas não da pra viver sem X, Y, e Z"

Concordo que alguns serviços são obrigatórios (água, luz, internet, celular). Mas outros não são (tv a cabo, internet 4G). E alguns são bem duvidosos (telefone?). Identifique a gordura e corte o mal pela raiz. Aproveite e se desapegue do que não lhe agrega. 

Mas, o que definitivamente não traz mérito algum é reclamar por reclamar. 

youtube

Essa realidade precisa mudar!

This reality needs to change!

6 comportamentos para identificar um relacionamento abusivo (e algumas formas de escapar)

6 comportamentos para identificar um relacionamento abusivo (e algumas formas de escapar)

O amor é complicado mesmo e estar num relacionamento com alguém quase sempre é a receita para uma série de problemas. Muitas coisas são envolvidas e sabemos que o entendimento e a boa convivência estão em muitas partes ligados ao “doar-se” e ao “ceder”, mas afinal, quando é que o ceder deixa de ser voluntário e passa a ser coação? Vamos descobrir juntas!

1. “SUA ROUPA TÁ MUITO CURTA. EU NÃO QUERO…

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L’Amore è quell’attimo che non aspetta nemmeno un secondo, che rincorre il minuto, anche 60 volte, fino a che non arriva l’ora di vederti.. l’amore è quell’onda di argento vivo che lega gli occhi al cuore indissolubilmente.. tutto quello che vedrà il cuore si guarderà dagli occhi e tutto quello che si guarderà dagli occhi si vede dal cuore.. e adesso che so tutte queste cose proteggimi, difendimi, voglio fidarmi di te
Pessoas são indivíduos, não são coisas que podem pertencer às outras. Mesmo que a relação seja monogâmica, trata-se de um acordo de exclusividade física e emocional entre dois indivíduos, logo, ser fiel nesse contexto é uma questão de respeito ao acordo e não uma afirmação de propriedade. Ninguém virou dono de ninguém. Tratar outra pessoa como posse é uma ideia que nos é vendida como romântica, mas, na verdade, nos priva e controla e abre margem pra relacionamentos abusivos. Marcação de território não é prova de amor, é apenas sentimento de posse. E é por isso que eu acho que a primeira coisa da qual precisamos nos libertar em relação a ciúme é essa ideia de que ele é sintoma de amor, quando, na verdade, é uma manifestação de posse.
—  Laura Pires, no texto “Como lidar com ciúmes”.

unricordosbiaditodallelacrime
“La coincidenza ci farà incontrare e chiamalo destino quel percorso naturale.”

E la distanza..aahh la distanza..
ci ha separate troppo a lungo.
Ommioddio, la distanza.
Di due cuori che si sono sempre voluti ma mai avuti, come i nani dei “Loacker” e la promozione della tazza in regalo.
La distanza ci uccide giorno dopo giorno come con una pistola alla tempia o una richiesta d’amicizia di un truzzo su facebook.
O magari come una vrenzola che ti urla dietro per strada, o come un parcheggiatore abusivo che come mancia chiede 5 euro.
La distanza.
Finalmente dopo tempo ti ho avuta qui, sul mio letto, con la febbre, e l’influenza.
E solo allora mi sono resa conto che abiti a 2 km da casa mia.

Ahh, la distanza.

Il poliziotto (autista del questore) che andava a braccetto con la 'ndrangheta in Aemilia

Il poliziotto (autista del questore) che andava a braccetto con la ‘ndrangheta in Aemilia

Attenzione a credere che tutto sia bianco o nero, che ci siano i sicuramente buoni e i sicuramente cattivi, che ci siano le mafia da una parte e lo Stato dall’altra senza avere la capacità di ricordarsi sempre che la forza delle mafie sta negli “amici” dentro le istituzioni:

E’ accusato di associazione a delinquere di stampo mafioso e di accesso abusivo alle banche dati della polizia. E di…

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