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Emma Lath, Amatus Meo - 8: Avoidance

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First

How to be glaringly obvious you think someone is attractive: A guide by Dyn Lavellan.

All Emma Lath, Amatus Meo comics here. Updates at least weekly. 

About the comic / Intro

((Note: Next update may or may not be a little delayed depending on how much I get done before the weekend (will be moving) Sorry! >_<))

Oito – Reconhecendo o território. .
”Meu pai não disse nada por um momento muito, muito longo e eu queria rir com isso, mas não podia, não o desrespeitaria dessa forma, apesar dos pesares ele ainda era meu pai e o devia tal respeito. No entanto minha mãe não se calou..
- Que tal irmos direto ao ponto? O almoço.
Isso por algum motivo fez Holy rir, e eu não pude mais me conter a risada dela era contagiante e me fazia rir, e quando me dei conta todos estavam rindo. Minha mãe se levantou indicando o local do almoço, eu me levantei e estendi a mão para Holy que se levantou em seguida e e me acompanhou até a sala aonde seria servido o tão esperado almoço.
Passamos quase o dia inteiro na casa dos meus pais, e eu me surpreendi ao ver o quão carinhosa minha mãe esta sendo com Holy, e o quão elas compartilhavam coisas como se fossem amigas de uma vida inteira, e isso me animou, de verdade. . mas não durou muito.
- John? Pode me acompanhar até o escritório? - disse meu pai com uma seriedade capaz de lhe transbordar.
Mas eu não questionei e apenas o segui até o escritório, quando eu adentrei no mesmo percebi que tudo estava exatamente do mesmo jeito, fotos da família por todo lugar, fotos de Alba por todo lugar e isso me incomodou um pouco, embora ela fosse minha irmã e eu a amasse, ela estava morta, e eu tive participação em sua morte, não me sentia confortável de ver o sorriso dela nas fotos, sabendo que a ultima vez que a vi ela estava fria, pálida, e extremamente seria.
- Sobre o que você quer falar?
- Holy. .
- Pai. . não! - disse um pouco mais agressivo do que gostaria.
- John, ela é uma boa garota, eu posso notar. Ela me desafia, é firme, convicta e muito eloquente, mas é uma menina sem futuro algum, esta nítido como ela pretende passar a vida inteira na cozinha,criando um monte de pirralhos que eventualmente. . _ eu me irritei e o interrompi soqueando a mesa.
- NUNCA MAIS FALE ASSIM DELA! Ela pode ser um pouco desajeitada, talvez não saiba lidar com as palavras tão bem quanto nós, e talvez te assuste o fato dela não estar esganada por dinheiro como você esteve a vida inteira, e quer saber pai? É por isso que eu a amo - disse sinceramente- Eu a amo. E isso é uma droga.
Desviei meu olhar por um segundo em direção a brecha da porta, e pude ver Holy, que não conseguia disfarçar os olhos inundados de lagrimas, e um sorriso forçado. .
- Holy. . - Eu gritei enquanto sai em direção a porta, e ela correu em direção ao estacionamento mais rápido do que eu pude alcança-la - Holy não é nada disso que está pensando, eu não queria ser tão agressivo daquele jeito, eu só. .
- Só. . só é uma droga estar apaixonado por mi não é John? - Ela se virou rapidamente e eu quase dei de frente com ela mas ela me empurrou me afastando - Só é uma droga ter se casado com a mulher que seus pais nunca vão aceitar, é uma droga viver nunca casa a beira mar que seus pais seriam incapazes de visitar. O QUE MAIS TEM PRA DIZER JOHN?
- Nada!
- Como sempre, você não diz nada. .
Ela entrou no carro e bateu a porta, eu respirei fundo porque eu sabia que seria uma longa viajem silenciosa. Eu atravessei a frente do carro e me coloquei ao seu lado no banco do motorista, liguei o carro e o som que ela desligou em seguida.
- Eu sinto muito - disse, porque eu realmente sentia.
- Dirija.
- Holy. .
- DIRIJA A DROGA DO CARRO JOHN! Eu fechei os olhos, e senti suas palavras profundamente porque ela nunca tinha gritado comigo daquela forma. Nós nunca nos tratamos daquela forma. Então eu comecei a dirigir pra casa, e ela não disse uma palavra exatamente como na ida, e ao longo do caminho mesmo em silêncio ela pareceu menos irritada, mas eu não ousaria perguntar. Quando parei em nossa garagem, ela desceu lentamente, e caminhou ate a sala aonde arrancou os sapatos, desfez o cabelo, e eu desabotoei o vestido dela se que ela me pedisse, ela sorriu e disse gentilmente:
- Obrigada!
E subiu pro quarto, e eu apenas a observei, porque não sabia ao certo o que fazer, e ela me dirigiu um olhar doce, sorriu de leve e disse:
- Não precisa ficar ai. .distante. Eu estou chateada John não vou negar, mas não vou perder o meu tempo brigando com você por causa do seu pai. Eu só lamento que um homem tão inteligente quanto ele se faça tão estupido por causa de uma coisa que ele não pode mudar. Eu sou a sua mulher John, quer ele queira ou não. Eu não desisti de você nem na sua pior fase. Não vou desistir dele também.
E ela desapareceu ao entrar no quarto, e tudo que eu consegui fazer foi sorrir. Eu me casei com a mulher mais incrível do mundo, e nem em mais uma década eu conseguiria ser grato a Deus por ter uma esposa assim: linda, sexy, honesta, completamente inconstante e minha. A melhor parte e que bom ou ruim, ela era minha.”
—   Uma tarde de Domingo Web Livro Carpinejando - Parte 8
3

What would your younger selves say if they knew this was gonna be their life?

|| *sniff sniff* Paul Dedrick Gray:

Paul Gray was the bass player of the band up till May 24th 2010 and was part of the original Slipknot line-up. Unlike the rest of the band, he was in fact born in Los Angeles, but he resided in Des Moines Iowa with the rest of the band. At the time of his death, he was one of 3 original members of Slipknot remaining in the band, and the only one who had maintained his original role in the band due to Clown’s switch from main drums to custom percussion during the early days.

He was one of the two members not born in Iowa (the other is Jim Root, who was born in Las Vegas).

Gray grew up with his music, he performed in bands such as Anal Blast, Vexx, Body Pit, The Have Nots, Inveigh Catharsis and of course Slipknot.

"Paul was one of those guys who really lived it. He lived it right to the hill. He fought his demons, but he didn’t let his demons control his personality. If you had just met him, you wouldn’t have thought that he was fighting those demons. He was such a sweetheart, and there were times that I forgot that he had issues that he was fighting against, and it really kind of made him almost indestructiblein my eyes. So when he passed, it fucked me up…" — #8