18.04

Essa é definitivamente a ultima vez que te escrevo, a vida tem sido gentil comigo, meu bem. Não ando pensando em você, te excluir da minha vida dos meus pensamentos.. Como se você nunca tivesse existido. 12:12. Foram 4 anos de idas e vindas, de tristezas interminaveis e alegrias momentanias, não eu não me arrependo de nada, de nenhuma palavra, nem das lagrimas que derramei por ti. Eu irei mentir se dizer que não sinto sua falta, das suas besteiras, do teu sorriso que nunca foi meu, irei mentir se falar que não te amo mais, eu o amo muito, pode acreditar nisso, mais eu acho que de tanto sofrer meu amor se transformou, eu te amo e não espero nada de você, nada de mim, sabe como é isso? Eu te amo, apenas por te amar. Sem esperar que um dia você seja meu novamente (se é que um dia foi meu), te amo mais não te suplico pra que fiques, eu te amo de longe, vendo sua felicidade, torcendo por você. Viu, meu amor? Aquela garotinha cresceu, ta virando uma mulher, uma mulher que ainda tem medo do escuro e que ainda sorrir pra estranhos na rua, que ainda acredite que no final vai dar tudo certo. Eu não ando mais só, agora sou cercada de pessoas e mesmo assim eu sinto um vazio enorme no meu peito, estranho né? Porque junto de você eu não me sentia assim, eu me sentia completa, eu acho que o problema não são com quantas pessoas, eu to, mais sim com quem. Eu nunca te deixei é.. Nunca, mesmo que a distancia tivesse lá eu sempre estive por perto, lendo seu forms na esperança que você respondesse algo sobre mim, olhando seu face e vendo tuas fotos, eu sempre tive do teu lado, mais você não pode ver, você não. Eu quero saiba que ontem, eu senti uma enorme vontade de te desejar um feliz aniversario e falar de qual quer outra bobaguem mais eu não fiz isso por orgulho, tive vontade de te escreve e te desejar as melhores coisas do mundo, mais não escrevi, eu travei. Como sempre travo quando você ta perto, eu tenho que te confessar que só consigo escrever pra você, sim é isso ai, pode me xingar de idiota. Depois de tudo, eu só consigo escreve para você, sobre você, o que você fez comigo ein? Me explica. Como você pode influenciar minha vida tanto? E de tão longe.  E hoje eu deito na cama e não penso mais em você, o que é um alivio para mim, acho que o tempo ta me curando de você, acho que depois de quatro anos, ta na hora né? Se cuida, já que eu não posso cuidar de você, aonde é que seja que você esteja saiba que eu te amo, feliz aniversario idiota. Não esquece de comer, juizo. E eu realmente desejo que você encontre a quem você possa amar e te ame da forma que eu não pude, quero que você saiba que nesses quatro anos você me ensinou muito, me ensinou que mesmo que eu caia eu posso levantar e que não é pra eu deixar de acreditar só porque um idiota quebrou meu coração. E que durante um bom e consideravel tempo meu tempo foi dedicado a você, e essa é a ultima vez que farei isso, que você lerá: Eu te amo. 

Akihito would be concerned even without his Stockholm syndrome–his compassionate nature can’t be underestimated nor his ability to treat anybody and everybody as a human
his little guilty start gets his fiery spirit started; he makes excuses, apparently forgetting that he doesn’t need to make excuses because a)he never actually changed his stance on the consent, just his method of resistance and b)it was going to happen to him anyway, so him going to his happy place and pretending he was with Asami helps him deal with it better and he shouldn’t feel guilty about that. sleeping with Feilong afterwards, well, the water gets a little murky, but again, it’s not like he’s given options, and he had a very long day. surely even Akihito was too tired to protest

Akihito gets crap from everyone, and now Yoh’s getting at him. as if he wasn’t already feeling guilty and either hating or berating himself already. the note about his line being like “I don’t know and I don’t give a damn” reflects his frustration with the situation already, Yoh’s useless words, and Akihito’s growing hopelessness of ever having the chance to leave, to the point where rescue seems so unlikely to happen that Akihito just doesn’t care if people think he’s close to Feilong

there is also some very legit confusion and frustration from this conflicting advice. Akihito knows he’ll be (relatively) safe if he does what Feilong wants. but he can’t get along too well with Feilong, cause apparently that’s a problem, too. 

it’s nice to see that Akihito is defending himself again. he may not entirely believe that it isn’t his fault, but he believes it enough to say it, and that’s something. the language he uses is also strongly indicative of how much he is NOT consenting. when there’s sex between himself and Asami, it’s become “what we do,” mutual action; with Feilong, it’s “what’s being done to me,” which is, grammatically, passive verb form with the action aimed at the direct object.
[yes I know Japanese grammar is different but there must have been a reason these words were chosen for the translation and it suits the rest of what he’s saying]

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The sound for the Bane Chronicles countdown is so annoying.

No, Simon and Schuster or whoever is responsible for it, I do NOT want to hear waves and seagulls whenever I go on my tumblr.

Any ideas how I can turn it off?

Little reminder: This is a thank you for THE INFERNAL DEVICES, not for The Mortal Instruments. I understand that you also want to thank Cassie for TMI but the series isn’t finished whereas TID is. If this current project is a success, I may do one for TMI next year and you can say thank you then.