*fantasia

It’s a pet peeve of mine when the FMA fandom considers Xingese characters’ eyes as blue. COME ON THEY’RE BLACK. DARK LIKE THE CHINESE PEOPLE THEY WERE BASED OFF OF. why are people so afraid to admit characters have poc characteristics why

Here we see Micky Mouse, the company’s spokesman, falling asleep after practicing magic.  

It looks like he is sleeping but he is really doing Astral projection.  This is a act that witches use.

Exodus 22:18  Never let a witch live.

We must put Micky down if we are to clean our nation of his sins.

thestuckinbed asked:

Hi! Thank you for doing this! I was wondering if there are any everlark stories based on Cinderella? And if not, any fairytale inspired fic will do ;)

Here are several fics based on fairy tales:


Once in This District - passionately_curious

When the Moon Fell in Love With the Sun - mejhiren

Katniss Katniss - flip fantasia

Let It Go - arollercoasterthatonlygoesup

The Shimmering Glass - sponsormusings

Upon This Winter Night - BaronessKika

The Song Before Dawn - TheWeekendSinner

Careful What You Wish For… - ETNRL4L

Primrose and Cinnamon - askboo

Miles Cross - mejhiren

Sea Child - mejhiren

In Your World - THGawsome

The Little Match Boy - fnurfnur

The Baker’s Noble Son - IzzySamson

Spellbound - Court81981

Sleeping Beauty - EmmaoftheValley

Breadcrumbs - mejhiren

A Dense Mask - dispatchesfromdistrict7

The Witch and the Songbird - loupee

A Fish’s Tale - loupee

One Strike to Ignite Hope - ETNRL4L

Stone Soup - streetlightlove

Prince Peeta and the Mockingjay-Maid, or the Prince Who Loved Birds - mejhiren

Katniss and the Invisible Boy - trippy41

The Mockingjay and the Mutt - Abagail_Snow

RED - 78Bathsheba

The Beauty Within - PeetasAndHerondales

The Prince and the Pearl - SoThere

A Girl Worth Fighting For - Praetorian Productions

A Many-Petaled Rose - mejhiren

The Twelve Months: A Midwinter’s Tale - ghtlovesthg

The Prince and the Stranger - loveoverpride

Return to the Beginning - Meltha

To Those Who Wait - famousfremus

Come Dream With Me as I Have Dreamed of You  - salanderjade

Golden Apples - Silvercistern

Orpheus and Eurydice - Abagail_Snow

To Hell and Back - jeniezee

Sailing the Wine-Dark Sea - penelopeweaving

In the Elysian Fields - TomiStaccato

The Game of Gods - Tare-Bear

Princess Katniss and Yuma, Lord of the Dead - titania522

É sempre assim, quando homens são confrontados pelas feministas a respeito de sua misoginia dizem que estão sendo vítimas de uma fogueira inquisicional, e nessa fantasia mitomaníaca masculina acabam se apropriando e apagando a verdadeira história de perseguição:

“Apesar de a caça às bruxas ter estatísticas bastante incompletas, há registros judiciais precisos de determinadas regiões e cidades:
Em quase todas as províncias alemãs a perseguição cresceu com muita intensidade. Em Bamberg, seiscentas bruxas foram queimadas por um único bispo. Lá, havia uma cela especial para bruxas e ela vivia lotada. Em Wuzburg, novecentas bruxas foram destruídas em um único ano, enquanto em Nuremberg e outras cidades grandes aconteciam de cem a duzentas fogueiras anualmente. Na França e na Suíça acontecia o mesmo. Mil pessoas foram assassinadas em um ano no distrito de Como. Remigius, um dos inquisidores, autor de Daemonolatvia e juiz em Nancy, se vangloriava de ter pessoalmente colocado fogo em 900 pessoas em 15 anos. Delrio diz que em Geneva foram 500 executadas em três meses aterrorizantes em 1515. A inquisição em Toulouse destruiu quatrocentas pessoas em uma única execução, e 50 aconteceram em Douai no curso de um ano. Em Paris, as execuções eram contínuas. É difícil chegar a um número, mas uma estimativa conservadora aponta para pelo menos nove milhões de mulheres mortas em fogueiras durante a Inquisição. Bruxaria era um crime feminino: das pessoas executadas, seriam 20 mulheres para cada homem executado. Alguns estudos apontam que tal execução ocorreu na razão de 100 pra 1.

Página 129 - Woman Hating: A Radical Look at Sexuality de Andrea Dworkin
Tradução por Nadia Lapa

Deixando de lado esse delírio e vitimismo masculino, que é apenas um teatrinho para tentar disfarçar toda misoginia internalizada e defesa de seus privilégios e poder sobre as mulheres, temos a triste verdade:

Somos as netas de todas as bruxas que VOCÊS nunca puderam queimar

E agora um pouco mais de história.

A “caça às bruxas”:
uma interpretação feminista


A “caça às bruxas é um elemento histórico da Idade Média. Entre os séculos XV e XVI o “teocentrismo” – Deus como o centro de tudo – decai dando lugar ao “antropocentrismo“, onde o ser humano passa a ocupar o centro. Assim, a arte, a ciência e a filosofia desvincularam-se cada vez mais da teologia cristã, conduzindo, com isso a uma instabilidade e descentralização do poder da Igreja. Como uma forma de reconquistar o centro das atenções e o poder perdido, a Igreja Católica instaurou os “Tribunais da Inquisição”, efetivando-se assim a  “caça às bruxas“. Mas quem eram, enfim, estas mulheres que fizeram parte de um capítulo tão horrendo da história da humanidade, e por que o feminismo retoma as bruxas como um dos seus principais símbolos?

1. A “caça às bruxas”
A “caça às bruxas” durou mais de quatro séculos e ocorreu, principalmente, na Europa, iniciando-se, de fato,em1450 e tendo seu fim somente por volta de 1750, com a ascensão do Iluminismo. A “caça às bruxas” admitiu diferentes formas, dependendo das regiões em que ocorreu, porém, não perdeu sua característica principal: uma massiva campanha judicial realizada pela Igreja e pela classe dominante contra as mulheres da população rural (EHRENREICH & ENGLISH, 1984: 10). Essa campanha foi assumida, tanto pela Igreja Católica, como a Protestante e até pelo próprio Estado, tendo um significado religioso, político e sexual. Estima-se que aproximadamente 9 milhões de pessoas foram acusadas, julgadas e mortas neste período, onde mais de 80% eram mulheres, incluindo crianças e moças que haviam “herdado este mal” (MENSCHIK, 1977: 132).

1.1. Quem eram as bruxas
Ao buscarmos uma definição do termo “bruxa” em dicionários, logo pode-se perceber a direta vinculação com uma figura maléfica, feia e perigosa. Neste sentido, também os livros infanto-juvenis costumam descrever histórias onde existe uma fada boa e linda e uma bruxa má e horrível.[1]
Ao analisarmos o contexto histórico da Idade Média, vemos que bruxas eram as parteiras, as enfermeiras e as assistentes. Conheciam e entendiam sobre o emprego de plantas medicinais para curar enfermidades e epidemias nas comunidades em que viviam e, consequentemente, eram portadoras de um elevado poder social. Estas mulheres eram, muitas vezes, a única possibilidade de atendimento médico para mulheres e pessoas pobres. Elas foram por um longo período médicas sem título. Aprendiam o ofício umas com as outras e passavam esse conhecimento para suas filhas, vizinhas e amigas.
Segundo afirmam EHERENREICH & ENGLISH (1984, S. 13), as bruxas não surgiram espontaneamente, mas foram fruto de uma campanha de terror realizada pela classe dominante. Poucas dessas mulheres realmente pertenciam à bruxaria, porém, criou-se uma histeria generalizada na população, de forma que muitas das mulheres acusadas passavam a acreditar que eram mesmo bruxas e que possuíam um “pacto com o demônio”.
O estereótipo das bruxas era caracterizado, principalmente, por mulheres de aparência desagradável ou com alguma deficiência física, idosas, mentalmente perturbadas, mas também por mulheres bonitas que haviam ferido o ego de poderosos ou que despertavam desejos em padres celibatários ou homens casados.

1.2. A “caça às bruxas e o “Tribunal da Inquisição”
Com a ascensão da Igreja Católica, o patriarcado imperou, até mesmo porque Jesus era um homem. Neste contexto, tudo o que a mulher tentava realizar, por conta própria, era visto como uma imoralidade (ALAMBERT, Ano II: 7). Os costumes pagãos que adoravam deuses e deusas, passaram a ser considerados uma ameaça. Em 1233, o papa Gregório IX instituiu o Tribunal Católico Romano, conhecido como “Inquisição” ou “Tribunal do Santo Ofício”, que tinha o objetivo de terminar com a heresia e com os que não praticavam o catolicismo. Em 1320 a Igreja declarou oficialmente que a bruxaria e a antiga religião dos pagãos representavam uma ameaça ao cristianismo, iniciando-se assim, lentamente, a perseguição aos hereges.
A “caça às bruxas” coincidiu com grandes mudanças sociais em curso na Europa. A nova conjuntura gerou instabilidade e descentralização no poder da Igreja. Além disso, a Europa foi assolada neste período por muitas guerras, cruzadas, pragas e revoltas camponesas, e se buscava culpados para tudo isso. Sendo assim, não foi difícil para a Igreja encontrar motivos para a perseguição das bruxas.
Para reconquistar o centro das atenções e o poder, a Igreja Católica efetivou a conhecida “caça às bruxas”. Com o apoio do Estado, criou tribunais, os chamados “Tribunais da Inquisição” ou “Tribunais do Santo Ofício”, os quais perseguiam, julgavam e condenavam todas as pessoas que representavam algum tipo de ameaça às doutrinas cristãs. As penas variavam entre a prisão temporária até a morte na fogueira. Em 1484 foi publicado pela Igreja Católica o chamado “Malleus Maleficarum”, mais conhecido como “Martelo das Bruxas”. Este livro continha uma lista de requerimentos e indícios para se condenar uma bruxa. Em uma de suas passagens, afirmava claramente, que as mulheres deveriam ser mais visadas neste processo, pois estas seriam, “naturalmente”, mais propensas às feitiçarias (MENSCHIK, 1977: 132 e EHRENREICH & ENGLISH, 1984: 13).

1. 3. Os “crimes” praticados pelas bruxas
No contexto da “caça às bruxas” haviam várias acusações contra as mulheres. As vítimas eram acusadas de praticar crimes sexuais contra os homens, tendo firmado um “pacto como demônio”. Também eram culpadas por se organizarem em grupos – geralmente reuniam-se para trocar conhecimentos acerca de ervas medicinais, conversar sobre problemas comuns ou notícias. Outra acusação levantada contra elas, era de que possuíam “poderes mágicos”, os quais provocavam problemas de saúde na população, problemas espirituais e catástrofes naturais (EHRENREICH & ENGLISH, 1984: 15).
Além disso, o fato dessas mulheres usarem seus conhecimentos para a cura de doenças e epidemias ocorridas em seus povoados, acabou despertando a ira da instituição médica masculina em ascensão, que viu na Inquisição um bom método de eliminar as suas concorrentes econômicas, aliando-se a ela.

1.4. Perseguição e condenação à fogueira
Qualquer pessoa podia ser denunciada ao “Tribunal da Inquisição”. Os suspeitos, em sua grande maioria mulheres, eram presos e considerados culpados até provarem sua inocência. Geralmente, não podiam ser mortos antes de confessarem sua ligação com o demônio. Na busca de provas de culpabilidade ou a confissão do crime, eram utilizados procedimentos de tortura como: raspar os pelos de todo o corpo em busca de marcas do diabo, que podiam ser verrugas ou sardas;  perfuração da língua; imersão em água quente; tortura em rodas; perfuração do corpo da vítima com agulhas, na busca de uma parte indolor do corpo, parte esta que teria sido “tocada pelo diabo”; surras violentas; estupros com objetos cortantes; decapitação dos seios. A intenção era torturar as vítimas até que assinassem confissões preparadas pelos inquisitores. Geralmente, quem sustentava sua inocência, acabava sendo queimada viva. Já as que confessavam, tinham uma morte mais misericordiosa: eram estranguladas antes de serem queimadas. Em alguns países, como Alemanha e França, eram usadas madeiras verdes nas fogueiras para prorrogar o sofrimento das vítimas. E, na Itália e Espanha, as bruxas eram sempre queimadas vivas. Os postos de caçadores de bruxas e informantes eram financeiramente muito rentáveis. Estes, eram pagos pelo Tribunal por condenação ocorrida e os bens dos condenados eram todos confiscados.
O fim da “caça às bruxas” ocorreu somente no século XVIII, sendo que a última fogueira foi acesa em 1782, na Suíça. Porém, a Lei da Igreja Católica que fundou os “Tribunais da Inquisição”, permaneceu em vigor até meados do século XX. A “caça às bruxas” foi, sem dúvida, um processo bem organizado, financiado e realizado conjuntamente pela Igreja e o Estado.[2]

2. O feminismo e o resgate da imagem das bruxas
Diante de tantas mortes de mulheres acusadas por bruxaria durante este período, podemos afirmar que o ocorrido se tratou de um verdadeiro genocídio contra o sexo feminino, com a finalidade de manter o poder da Igreja e punir as mulheres que ousavam manifestar seus conhecimentos médicos, políticos ou religiosos. Existem registros de que, em algumas regiões da Europa a bruxaria era compreendida como uma revolta de camponeses conduzida pelas mulheres (EHRENREICH & ENGLISH, 1984: 12). Nesse contexto político, pode-se citar a camponesa Joana D`arc, que aos 17 anos, em 1429, comandou o exército francês, lutando contra a ocupação inglesa. Esta acabou sendo julgada como feiticeira e herege pela Inquisição e queimada na fogueira antes de completar 20 anos. Diante disso, configurava-se a clara intenção da classe dominante em conter um avanço da atuação destas mulheres e em acabar com seu poder na sociedade, a tal ponto que se utilizava meios de simplesmente exterminá-las.
O feminismo busca resgatar a verdadeira imagem das bruxas em nossa história, analisando não somente os aspectos religiosos, mas também políticos e sociais que envolveram a “caça às bruxas” na Idade Média. No olhar feminista, as bruxas, através de seus conhecimentos medicinais e sua atuação em suas comunidades, exerciam um contra-poder, afrontando o patriarcado e, principalmente, o poder da Igreja. Em verdade, elas nada mais foram do que vítimas do patriarcado (ALAMBERT, Ano II, n° 48: 7). Atualmente, as mulheres ainda continuam sendo discriminadas e duramente criticadas por lutarem pela igualdade de gênero e a divisão do poder social e econômico, que ainda é predominantemente masculino, continuando vítimas do patriarcado. Por isto, as bruxas representam para o movimento feminista não somente resistência, força, coragem, mas também a rebeldia na busca de novos horizontes emancipadores.

[1] A figura da bruxa como uma mulher, velha, feia, rabugenta e assustadora, foi introduzida a partir dos contos e histórias dos Irmãos Grümm (escritores alemães).
[2] A posição da Igreja é contraditória referente ao tema “caça às bruxas”. Existem documentos nos quais a Igreja pronunciava-se contra a tortura e assassinato destas vítimas, conduzidos pelas oligarquias locais.

Leia também:
O Ungüento de Vôo das Bruxas

anonymous asked:

ho notato che ti piacciono le coccole. spesso si parla della fantasia di fare sesso con sconosciuti, io ho quella delle coccole con sconosciuti. sono così solo io? O_o

i feel you, è sempre stato un mio desiderio. ogni volta che entro in relazione con qualcuno c’è sempre dentro me anche solo una piccola parte che vorrebbe essere coccolata e coccolare. il contatto fisico, (ansia sociale a parte) è sicuramente uno dei modi in cui sento di riuscire meglio ad esprimermi

but yeah in retrospect i had REALLY adhd tastes in media as a kid, which, surprise

everything i liked was shorts mostly, brief things all kinda smushed together cos i couldnt focus through an actual 90 minute plot unless it was REALLY GREAT or had dinosaurs or space or whatever was my obsession that week

so like, i loved the original fantasia, i watched all these george plympton compilations i was too young for, imaginaria, anything that was just really brief clips that changed up really regularly etc was my bread and butter

and also the original heavy metal which i was WAY too young for when i snuck it out of my parents vhs drawer but god damn that was a game changer for me as a kid

i was kind of a weird kid but at least i had nifty taste in animation