*cora

Sdraiato sul letto, sentivo il mio cuore battere forte.
Era un suono triste.
—  Charles Bukowki.
10

“They rattled my cage to see if I’d bite. When they released me, they’d see that the answer was yes.”

Às vezes, a gente precisa perceber o lado do outro, sem colocar o dedo na ferida ou na cara. A gente erra muito em querer ajudar sabendo apenas das semi-razoes, sem saber do que, de fato, faz doer. Raro alguém oferecer um ombro para ser ensopado de lágrimas ou ou ouvido para ouvir desabafos que parecem infindáveis. A gente quer dar a receita pronta, mas nos recusamos saber dos sintomas. Caminhamos segurando o egoísmo na coleira, uma placa de pseudo “bom-samaritano” e um coração emaranhado no peito. Afinal, nos incomodados com os gritos silenciosos de quem pede ajuda ao seu modo. E, talvez aquele ditado seja mesmo verdadeiro: “a dor só dói em quem sente.”
~ Prosa de Cora

Eu acho que a gente cresce pensando que o único amor que conta como verdadeiro é o tipo que dura para sempre ou se realiza plenamente. Quando você tem um coração partido, a primeira coisa que um estranho vai perguntar é “quanto tempo vocês dois estavam juntos?”, como se a dor pudesse ser determinada pelo tempo que você ficou com alguém. Eu não acho que é assim que funciona. Acho que o amor não correspondido é tão válido como qualquer outro. Eu quero que você lembre que o que está fazendo é belo e gentil. Você está amando alguém simplesmente por amar. Você está admirando algo pela sua beleza, sem a necessidade de possuí-la. Sinta-se bem sobre ser o tipo de pessoa que ama desinteressadamente. Acho que um dia você vai encontrar alguém que te ama exatamente da mesma maneira.

Taylor Swift

Ciume? Ciume é coisa de quem ama. Você não pode achar que sente ciume de mim, o que você sente na verdade é medo de perder o que você nunca mais vai achar na vida. Então, quando você me ver com outro, é isso que você sente. Eu também sinto isso com você, alias, eu sinto isso o tempo todo. Qualquer pessoa que encosta em você é motivo pra ativar o meu demônio interior, só que assim como antes, eu não demonstro, me controlo.
OQ drabble: Echo

They’re arguing when Regina says it - that she only wants what’s best, that he makes her weak.

It blows over, buried by bedtimes and homework and two plus two that become, inexplicably, four, but as Robin’s own anger dims he finds himself bothered by the pattern in hers.

He asks, “Why do you worry so for weakness?”

And Regina startles, wary. “I -“

It takes nearly a month to complete the sentence.

And Robin thinks - learning Cora Mill’s teaching in vague, hesitating summaries - of guilt, and of a scared confession by a fire, and of a lesson that sank too deep.