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    Hi Austin. Fuck SXSW. There… I said it.

    Here, the music comes last. 5 minute set-up, no sound check, 15 minute set.  The “music” element is all a front, it’s the first thing to be compromised. Corporate money everywhere but in the hands of the artists, at what is really just a glorified corporate networking party. Drunk corporate goons and other industry vampires and cocaine. Everyone is drunk, being cool. “Official” bureaucracy and all their mindless rules.  Branding, branding, branding. It’s bullshit… sorry. 

    -Cole

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        Entrevista a ANOIK

        Houddy! O nome dele é Rui Torres, tem 25 anos e diz-se natural de Saturno, embora viva em Barcelos, no Norte de Portugal. Porquê Barcelos? Falcatruas acontecem a todos. E o Rui foi vítima de uma “marOscada de verão” engendrada pelo seu antigo agente e pelo Gil Vicente FC, que anunciou a sua transferência para o futebol português. Porém, aquando da sua chegada, abortaram tudo e deixaram-no na cidade do galo a “penar”.

        Dramas à parte, este rapaz gosta de trabalhar em ilustração com o pseudónimo de Anoik. Já trabalhou a Ilustração com bandas como Alto!, Killimanjaro e New Kind Of Mambo. Já ilustrou também para Black Bombaim, Aspen, Norberto Lobo, Health e José Cid. Ou foi para o GG Allin?

        Como bom minhoto, tem ligações a França, no caso através da net label Cascade Records, com a qual trabalhou e que lhe mostrou muita música nova e bem fixe, diz ele (parece que Le quartier INDIEn não chega -.-)!

        Para além de tudo isto, trabalha como Designer Gráfico com o cineclube ZOOM (que também lhe apresentou muita música, muita portuguesa) e é Director de Arte da galeria|bar Avesso.

        Introdução e “shaking hands” feitos, passemos à entrevista!


        LqI: Há quanto te dedicas a tempo inteiro às artes gráficas? Com que idade decidiste que era isso que querias fazer?

        Rui: Eu sempre gostei de desenhar… De desenhar coisas sem aparente sentido. Contudo foi depois de uma formação em Arte no secundário e depois de descobrir a ilustração durante a minha licenciatura em Design Gráfico (muito devido às “obliterantes” aulas da professora Marta Madureira) que percebi que podia fazer uma vida nesta área e que tinha algumas competências para poder ilustrar. Mas só comecei a trabalhar a ilustração, numa vertente mais profissional, no fim da minha licenciatura.

        LqI: O teus cartazes, em particular aqueles para concertos, são demais. Até que ponto a música influencia o teu trabalho ou serve como referência?

        Rui: A música influencia tudo no meu trabalho. Quando faço um cartaz tenho “a” ou “as” bandas que ilustro a rodar. Procuro referências gráficas nos seus álbuns ou EP’s, entrevistas em que falem das suas referências musicais e vou ouvir. É também desse modo que encontro novas bandas e novas músicas. Amo misturar música com ilustração!!!

        LqI: Recentemente fizeste a nova imagem para o Le quartier INDIEn. Qual foi o ponto de partida para criares esta nova imagem?

        Rui: Quando me lançaram o desafio de criar a nova identidade do LqI, fiquei entusiasmado, já que estava calibrado para fazer umas imagens todas elaboradas, com alguns padrões e referências à cena indie, deixando bem latente o trabalho manual e DIY. Contudo, ao longo do tempo fui pensando que fazer isso ia ser interessante e ia tornar o LqI apelativo e decorar bem o facebook, site e blog… Mas, passado algum tempo, essa imagem ia perder a sua validade e as pessoas iam-se habituar e até chegar a sentir indiferença. Logo, comecei a imaginar soluções e a pensar uma maneira de ter a identidade do LqI com um dinamismo que a mantivesse sempre em diferente, em constante mudança e sempre com algo novo para mostrar. Daí surgiu ideia de ilustrar uma cara, uma personagem, que se apresenta sempre com pinturas faciais, pinturas estas que são sempre diferentes e novas, com referências muito fortes a várias culturas, tais como a dos índios americanos, hindu até aos aborígenes australianos. Dessa forma o quarteirão indieano terá um certo caracter místico ou misterioso.

        LqI: Ouves muita música? Ouves enquanto trabalhas?

        Rui: Pergunta-me antes se consigo trabalhar sem ouvir música e eu respondo-te: NÃO! E até te digo mais: consigo gerir o ritmo do meu trabalho consoante a música que ouço. Se, por exemplo, estiver a ouvir isto trabalho muito mais rápido mas disperso muito mais. Se for isto trabalho mais lentamente, mas durante mais tempo seguido. Eu sei que é estranho por isso não contem a ninguém.

        LqI: Qual a tua primeira recordação musical? 

        Rui: A minha memória musical mais antiga é a de ouvir Beach Boys a caminho da praia, de sacar a cassete de uma caixa toda manhosa que o meu pai tinha por baixo do assento do seu Fiat Punto bordeaux. Tinha eu à volta de 5 anos e na altura fazia todo o sentido ouvir aquele som, aquelas vozes em inglês que eu não percebia nada, a caminho da praia.

        LqI: Qual o concerto e álbum que mais te marcaram até hoje?

        Rui: Hey tem que ser Rage Against the Machine, no Alive (pena ser tão tarde e num festival todo vendido) mas foi, para além de uma experiência violenta/linda, também um momento único para mim.

        LqI: Se pudesses escolher uma banda para criares um cartaz para um concerto, qual seria ela?

        Rui: Tchiiii, tantas, mas tantas! Mas já que tenho que escolher, gostava de fazer um cartaz para MSTRKRFT e ilustrava uma gaja cyborge prateada, montada num leão dourado de lingerie cor-de-rosa a mandar lasers pela V e um par de estrelinhas nos mamilos. Ou então para o Bach com o mesmo cartaz.

        LqI: Quais as músicas e/ou álbuns que mais te marcaram nos últimos 365 dias?

        Rui: Ui, tenho colado em Death Grips! Aquilo deixa-me todo exaltado, com vontade de ilustrar cenas de revolta. Houve uma paixão pela babes dos Sleigh Bells e a confirmação do meu amor pela Chelsea Wolfe. Para além disso também ando de orelha colada em Koreless, SBTRKT, oOoOO, Salem e no IVVVO (muitos foram-me apresentados pelo Douchebag). Andei uns bons meses a ouvir Zed’s Dead e Demented Dimentions (muito à custa do Gray Agent)… Mas, agora agora, ando a voltar ao James Blake e a tentar impingi-lo às pessoas nas tarde do Avesso.

        LqI: Que pergunta não te fiz e devia ter feito?

        Rui: Acho que devias ter perguntado o seguinte: “mas que confusão que deve ir na tua cabeça… Dizes que ouves Electric Wizard e logo a seguir ‘cortas p’ra trás’ e dizes que ouves IVVVO. Mas tu bates mal ou quê?”.

        P.S. Na verdade, a intro à entrevista foi o Rui que a fez. Mas, para dar “aquele” aspecto de seriedade, resolvi passar tudo para a terceira pessoa. Obrigado, Rui! :D

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          • Little Bit
          • Fleet Foxes Sing
          • Fleet Foxes Sing the '00s
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          “Little Bit” by Lykke Li

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              disco naïveté turns two!

              Exactly two years ago I founded disco naïveté. Can’t believe the blog has been that long already! I’d like to make use of this (somewhat) special event to thank all artists, PR’s and labels involved. And obviously, I’d like to thank you in particular for reading this blog. The blog has grown out to a size I never expected it to grow out to, which I am very thankful for. Wish I could give every single one of you a piece of this birthday-cake to celebrate this. Have one on disco naïveté!

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                  Tutorial. How to dance like Thom Yorke. I already tried it and it works.

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                    • Crystalline
                    • Björk
                    • Biophilia
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                    We already saw Björk driving a car whilst listening to her forthcoming single Crystalline, but here is a better quality snippet of that new song. The single should be out later this month (June 30, apparently); can’t wait to hear this in full.

                    UPDATEAudio replaced with the full song. Björk reclaims whatever throne she used to have.

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                      • I Can't Make You Love Me / Nick Of Time
                      • Bon Iver
                      • Calgary
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                      The perfect treat on a Sunday evening: Bon Iver’s beautiful medley of Bonnie Raitt’s I Can’t Make You Love Me and Nick Of Time, the b-side to the Calgary 12”. Just press play and enjoy this beauty. “I can’t make you love me” - oh you can, Justin Vernon, you definitely can.

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